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Trecho para a questão 6.
“Este seria outro obstáculo para as mulheres conquistarem posições de liderança ou ingressarem em novos setores” (8º parágrafo) “O tempo que levará para o fechamento dessa lacuna não foi definido” (13º parágrafo) |
Nas frases acima, os verbos “seria” e “levará” encontram-se, respectivamente, nos seguintes tempo e modo:
pretérito imperfeito do subjuntivo/futuro do subjuntivo
futuro do pretérito do indicativo/futuro do presente do indicativo
futuro do presente do indicativo/pretérito imperfeito do subjuntivo
pretérito mais-que-perfeito do indicativo/futuro do pretérito do indicativo
“Perdi tudo...” O verbo sublinhado está conjugado no:
Presente do subjuntivo.
Presente do indicativo.
Pretérito Perfeito do indicativo
Nenhuma das alternativas.
"Vocês não escutam" (6° quadrinho). Uma reescritura livre dessa oração seria "Vocês não escutam mais". Nesse caso, o sentido da frase mudaria completamente e a palavra destacada teria valor de:
Modo.
Tempo.
Intensidade.
Proporção.
Texto 15A2-II
Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirto que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.
Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ciranda Cultural, 2018. p. 49.
No texto 15A2-II, o narrador utiliza majoritariamente verbos flexionados no tempo
pretérito perfeito.
presente.
pretérito imperfeito.
futuro do pretérito.
futuro do presente.
Infere-se do período “Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola”, do penúltimo parágrafo do texto CG1A1-I, que, no trecho “e não a bola”, está elíptico o verbo
achar.
chutar.
pegar.
abrir.
Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado está no modo imperativo:
O funcionário fechou a loja.
Faça o que pedi.
Tomara que o menino consiga a vaga.
A moça recusou o convite.
Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado em Pretérito Perfeito do Indicativo.
“A Ford confirmou que o plano para produção da Ranger inteiramente nova continua.”
“O México é outro país que exporta para o Brasil sem pagar II.”
“Há explicações para esta decisão da primeira empresa automobilística instalada no Brasil”
“O mote da companhia americana continuará focado na rentabilidade.”
“Participação de mercado será a que for possível.”
A forma verbal “valorizem” (linha 16) está flexionada na terceira pessoa do plural porque concorda com o termo “ações” (linha 14).
Certo
Errado
O primeiro balãozinho de fala da tirinha traz a frase “Vamos!”, a qual o emprego do verbo está no modo:
Infinitivo.
Interrogativo.
Imperativo.
Nenhuma das alternativas.
Como ficaria o período Os ignorantes têm medo do desconhecido (l.31) flexionado no futuro do pretérito do indicativo?
Os ignorantes tinham medo do desconhecido.
Os ignorantes tiveram medo do desconhecido.
Os ignorantes teriam medo do desconhecido.
Os ignorantes terão medo do desconhecido.
Os ignorantes tenham medo do desconhecido.