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Lovelace
A programação de computadores é vista como uma área majoritariamente masculina, mas sua criadora foi uma mulher.
Filha da baronesa Anne lsabella Mibankle, conhecida como "princesa dos paralelogramas" por causa de sua paixão por pollgonos, e do principal nome do romantismo do século 19, Lord Byron, Augusta Ada Byron uniu a paixão de seus dois pais: a ciência e a poesia.
Foi criada apenas pela mãe, após uma separação tumultuosa. Anne queria que a filha ficasse o mais longe possível do estilo de vida boêmio do pai, por isso a incentivou a estudar matemática, uma área incomum para as mulheres da época. Aos 12 anos, a menina ficou obcecada com a ideia de voar. Estudou a anatomia dos pássaros para determinar o equilíbrio entre o tamanho das asas e o peso do corpo, e escreveu seu primeiro livro, Flyology, em que detalhou projetos para a construção de um aparelho de voo.
Já aos 17, encantou-se com a invenção do matemático inglês Charles Babbage: a máquina analítica (uma espécie de avô do computador) que servia para fazer cálculos. Queria ser sua aluna e enviou várias cartas com esse pedido, sendo constantemente rejeitada. Até que ela traduziu para o inglês um artigo publicado pelo cientista em uma revista suíça, fazendo apontamentos e adicionando notas de rodapé. O trabalho impressionou Charles, que aceitou pesquisar em conjunto.
Ada também amava poesia. Ela via beleza na lógica e na matemática, que chamava de "ciência poética". Com essa forma de olhar para as máquinas, ela expandiu o potencial da criação de Babbage. Ela percebeu, teoricamente, que a máquina poderia ser programada e reprogramada para desempenhar várias tarefas além dos cálculos previstos no projeto inicial, como resolver questões de lógica, interpretar palavras etc. Assim, criou algoritmos que seriam base para os programas de computadores, que adicionam uma camada de abstração às máquinas. Sua invenção daria origem aos computadores anos mais tarde. Em suas notas trouxe um questionamento: as máquinas pensam? Já imaginava a ideia de inteligência artificial.
Apesar de ser a primeira pessoa a conceber um programa, por muito tempo Ada não teve reconhecimento, e estudiosos questionavam até se ela o havia escrito. Mais de cem anos após sua morte, seu nome voltou a ser foco quando o pai da computação, Alan Turing, usou seus escritos para construir o primeiro computador, dando a devida importância para a cientista. Ada Lovelace -o sobrenome é do marido, Conde de Lovelace - morreu aos 36 anos, mesma idade de Lord Byron ao falecer. Apesar de nunca terem convivido, pediu para ser enterrada ao seu lado.
Fonte: Dossiê Super Interessante, p. 8.
No segundo parágrafo, ( ... ) em que detalhou projetos para a construção de um aparelho de voo.", o "que" exerce a função sintática de:
sujeito.
objeto indireto.
adjunto adverbial.
complemento nominal.
Classifica o termo "que " no excerto "Eles acreditam que têm liberdade( ... )", com correção em:
Na sentença “que impõem novos padrões de gestão às organizações públicas e privadas” (linhas 4 e 5), o elemento “que” tem a função de
atribuir sentido à expressão “segunda metade do século XX” (linha 1).
caracterizar a expressão “era do conhecimento e da informação” (linhas 1 e 2).
substituir o nome “caracterizada” (linha 2), a quem representa.
representar a expressão “grandes transformações tecnológicas, sociais e econômicas” (linha 3), com a qual se relaciona no texto.
modificar o sentido de “novos padrões de gestão” (linha 4).
A partícula “que” presente na linha 13 do texto exerce função morfológica de:
Conjunção integrante.
Conjunção alternativa.
Conjunção conclusiva.
Pronome relativo.
Cada criança que nasce num grupo [...] adquire hábitos de fala e de resposta nos primeiros anos de sua vida. Este é, indubitavelmente, o maior feito que a qualquer um de nós é requerido. Exatamente como as crianças aprendem a falar não se sabe; o processo parece ser algo como o que se segue:
(1) Sob estimulação variada, a criança produz e repete sons vocais. Isso parece ser um traço hereditário. Suponha-se que ela faça um ruído que possa ser representado como da, embora, por certo, os movimentos e os sons resultantes difiram de quaisquer dos que são usados na fala convencional em inglês. As vibrações sonoras atingem os ouvidos da criança enquanto ela repete os movimentos. O resultado é um hábito: onde quer que um som semelhante atinja seu ouvido, é provável que ela faça esses mesmos movimentos bucais, repetindo o som da. Tal balbucio treina-a na reprodução de sons vocais que cheguem a seus ouvidos.
[...]
BLOOMFIELD, Leonard. Language. Chicago: The University of Chicago Press, 1984. p. 29.
O vocábulo que apresenta correta classificação quanto à função em:
“[...] ela faça um ruído que possa ser representado [...]” – função de aposto.
“[...] o processo parece ser algo como o que se segue [...]” – função de objeto direto.
“[...] que nasce num grupo [...] adquire hábitos de fala e de resposta [...]” – função de sujeito.
“[...] reprodução de sons vocais que cheguem a seus ouvidos [...]” – função de adjunto adverbial.
“[...] que nasce num grupo [...] adquire hábitos de fala e de resposta [...]” – função de objeto direto.
Considerando o emprego da palavra destacada em “Eu sei que língua é um ser vivo, que se modifica segundo fato social que é, e que isso independe, em geral, da atuação de uma ou mais pessoas”. (6º§), é correto afirmar que trata-se de um elemento coesivo que:
Faz referência à língua.
Retoma tudo o que foi dito.
Faz referência a um ser vivo.
Faz referência à pessoa que fala, no caso, o “eu”.
Sobre as ocorrências da palavra ‘que’ ao longo do texto, assinale a alternativa correta.
Nas linhas 15, 16 e 26, trata-se de pronomes relativos.
As ocorrências das linhas 16 e 26 são pronomes relativos.
Nas linhas 15 e 32, trata-se de pronomes relativos.
Trata-se de conjunções as ocorrências das linhas 16, 26 e 32.
A ocorrência da linha 30 é uma conjunção.
É correto afirmar que os termos “que” (linha 2) e “se” (linha 6) exercem, respectivamente, as seguintes funções morfológicas:
Pronome relativo e pronome relativo.
Pronome relativo e pronome apassivador.
Conjunção integrante e pronome reflexivo.
Conjunção integrante e índice de indeterminação do sujeito.
Em qual das frases de Machado de Assis a palavra “que” que está grifada representa uma conjunção integrante?
Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.
Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito.
A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre por mais vontade que tenha de as infringir deslavadamente.
Não há alegria pública que valha uma boa alegria particular.
O tempo é um rato roedor das coisas, que as diminui ou altera no sentido de lhes dar outro aspecto.
O vocábulo “que” (l.29) poderia ser substituído por o qual, sem alteração dos sentidos e da correção gramatical do texto.
“Os 5 mil Terabytes de dados recolhidos ocuparam centenas de discos duros QUE tiveram de ser transportados e ligados fisicamente a um supercomputador...” (último §).
O QUE destacado tem valor morfossintático correto em:
conjunção integrante / objeto indireto.
advérbio / objeto direto.
preposição / predicativo.
interjeição / aposto.
pronome relativo / sujeito.
A partícula “que” (linha 11) introduz uma:
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Oração subordinada adjetiva restritiva.
Oração subordinada adjetiva explicativa.
Observe o emprego do elemento que, nos trechos a seguir:
I. “Nele conta-se a história de um adolescente que vive uma paixão impossível por uma mulher na casa dos trinta anos.”
II. “Como evitar que jovens vulneráveis o cometam?”
III. “Estima-se que o número de tentativas de suicídio supere o de suicídios em pelo menos dez vezes.”
IV. “Perfeccionismo e autocrítica exacerbada, problemas na identidade sexual, bem como bullying, são outros fatores que se combinam para aumentar o risco.”
V. “A prevenção do suicídio, ainda que não seja tarefa fácil, é possível.”
Assinale a alternativa que aponta os trechos em que o elemento que exerce função diferente da que desempenha em “... o vazio e a falta de sentido fomentam ainda mais o sofrimento, fechando-se assim um círculo vicioso que pode conduzir à morte”:
“O parto humano pode ser um processo longo, doloroso e prolongado, que necessita assistência e, às vezes, chega a durar dias.” (linhas 1 a 3).
É correto afirmar que a partícula “que” presente no trecho acima introduz uma:
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada substantiva predicativa.
Oração subordinada adjetiva restritiva.
Acerca da partícula “que” (linha 1) presente no Texto, é correto afirmar que:
É uma partícula de realce, não possuindo importância semântica ou morfossintática.
É um termo anafórico de coesão que estabelece um elo entre duas orações.
Classifica-se morfologicamente como um pronome relativo.
Classifica-se morfologicamente como uma conjunção integrante.
Possui função sintática de sujeito composto da oração a que pertence.
Assinale a alternativa na qual o “QUE” funciona como pronome adjetivo.
“Foi assim que Maria Bethânia encerrou sua apresentação na sexta-feira (...)”
“(...) não que alguém tenha achado ruim ouvi-la cantar e ler trechos de poemas e livros.”
“‘Que coisa linda!’, ela disse após ler essa última frase (...)”
“‘(...) Na escolinha, a menina propícia a equívocos disse que masculino de noiva é navio’”.
“(...) Nestor Oliveira, que apresentou a poesia a Bethânia e Caetano.”
Assinale a alternativa correta a respeito das ocorrências da palavra QUE no texto.
Na linha 18, a palavra QUE é uma conjunção explicativa.
Na linha 20, a palavra QUE (nas duas ocorrências) é um pronome relativo.
Na linha 20, a segunda ocorrência da palavra QUE não é um pronome relativo.
Na linha 21, a palavra QUE é uma conjunção integrante.
Na linha 23, a palavra QUE é uma conjunção integrante.
Acerca da partícula “que” presente no período abaixo retirado do Texto, é correto afirmar que:
“Os pacientes que sobrevivem costumam desenvolver um quadro de insuficiência cardíaca permanente.” (linhas 12 a 14).
Exerce função morfológica de pronome relativo, além de exercer a função de sujeito simples da oração a que pertence.
É um termo anafórico de coesão, no entanto, não estabelece um elo entre duas orações.
Classifica-se como conjunção integrante, não possuindo, portanto, função sintática própria.
Poderia ser corretamente substituída por “às quais”, sem quaisquer outras alterações no período.
Classifica-se sintaticamente como pronome relativo, não possuindo, portanto, função morfológica própria.
Observe as sentenças abaixo, retiradas do Texto 2. Considerando o comportamento sintático do termo “que”, assinale a alternativa correta.
I. “Toda língua moderna tem o seu alfabeto e as suas regras gramaticais, que nos permitem expressar as nossas ideias.” (linhas 21 e 22)
II. “Em cada idioma já foram expressas belíssimas ideias que ficaram eternizadas em diferentes obras literárias.” (linhas 09 e 10)
III. “[...] pelas descobertas de novos fenômenos, que, para serem explicados, levam a grandes revoluções no modo de pensar.” (linhas 19 e 20)
IV. “[...] somos os únicos seres do universo que expressam pensamentos de forma complexa por meio de sons, gestos, pinturas, escrita etc.” (linhas 04 e 05)
V. “As teorias físicas têm como pano de fundo os chamados princípios de conservação, que são associados à conservação da energia [...].” (linhas 29 e 30)