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Em “Alunos que ‘visualizavam’ boas notas acreditavam mesmo que iriam bem nas provas [...]” e em “Pessoas em dieta que se imaginavam resistindo bravamente aos alimentos calóricos caíam mais nas tentações [...]”, apesar das inúmeras funções que podem ser exercidas pelo termo “que”, em língua portuguesa, os destacados nesse excerto possuem função idêntica.
No primeiro parágrafo, aparece duas vezes a palavra "que". Com relação a sua morfologia, assinale a alternativa totalmente correta.
Nas duas ocorrências, a palavra "que" pertence à classe das conjunções.
Na primeira ocorrência, o "que" é um pronome relativo; na segunda ocorrência, o "que" é uma conjunção.
Nas duas ocorrências, a palavra "que" não possui classificação morfológica.
Na primeira ocorrência, o "que" é uma conjunção; na segunda ocorrência, o "que" é um pronome relativo.
Nas duas ocorrências, a palavra "que" pertence à classe dos pronomes relativos.
Sabia que a roupa nova, o colarinho, a gravata, as botinas e o chapéu de baeta o tornavam ridículo, mas não queria pensar nisso.
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2016. p. 76 (fragmento).
Assinale a alternativa correta, considerando os aspectos formais da gramática normativa.
O que utilizado no fragmento é um pronome relativo.
O que utilizado no fragmento é uma conjunção integrante.
O trecho o tornavam ridículo aceita, sem danos, a forma lhe tornavam ridículo.
O trecho Sabia que também aceita a forma Sabia, que, já que o uso da vírgula nesse caso é facultativo.
O trecho a gravata, as botinas e o chapéu de baeta pode ser reescrito da seguinte forma, sem danos: a gravata, as botinas, e o chapéu de baeta.
As plantações de bananeiras que a cobrem... (3º parágrafo)
... com troncos plenos de seiva que terminam numa girândola de folhas... (4º parágrafo)
... que sai de um enorme lótus castanho e rosado... (4º parágrafo)
Os pronomes sublinhados referem-se respectivamente a:
bruma − seiva − mão
planície − troncos − mão
planície − troncos − dedos
Terra − seiva − mão
bruma − troncos − dedos
No segmento mas ainda nos cobram o ensino e o uso de um “latim clássico”, que é o português literário consagrado antigo, o item destacado tem valor:
Anafórico.
Catafórico.
Dêitico.
Elíptico.
Leia a passagem a seguir.
“O mercado anunciante e a sociedade não podem ficar reféns de certas tendências que ameaçam não apenas um modelo tradicional de comunicação, mas a própria democracia. Alguém consegue imaginar o que seria do Brasil sem a presença de um jornalismo independente?” (4º parágrafo)
Analise as afirmativas a seguir.
I. Constitui uma reescrita correta para o trecho em destaque a seguinte: “não pode ficar refém de certas tendências o mercado anunciante e a sociedade”.
II. Mantém-se inalterado o sentido textual, substituindo-se a expressão “não apenas... mas” por “ou... ou”.
III. A palavra “que”, em ambas as ocorrências na passagem em análise, apresenta idêntica natureza gramatical.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
I e III, apenas.
I, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
No que se refere aos recursos da língua usados no texto está correto o que se afirma em:
Em, “Pois é assim que nos encontramos hoje no Brasil,...” (L. 28), a expressão “que” é indispensável para a construção do sentido lógico da oração.
“Por isso é que não se pode dizer que em Brasil e Portugal "se fala a mesma língua"...” (L.19), a expressão “é que” introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva.
“...que a jovem ciência linguística (...) ainda peleja...” (L.2), o vocábulo “que” introduz uma oração subordinada adverbial consecutiva.
O vocábulo “que”, em “O grande escritor é aquele que vai além do normal” (L.10), tem o mesmo valor morfológico do “que” de “...não se pode dizer que em Brasil e Portugal "se fala a mesma língua" (L.19).
Assinale a alternativa correta na qual o uso do "que" tenha valor de pronome relativo.
A professora explicou que cada região tinha seu idioma.
- Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir.
Não podia admitir que não o entendera.
Assinale a opção que apresenta a frase em que a substituição da oração adjetiva sublinhada pelo termo em destaque é inadequada.
“O que é a felicidade além da simples harmonia entre o homem e a vida que ele leva?” – vivida por ele.
“Sucesso é conseguir o que você quer e felicidade é gostar do que você conseguiu”. – desejado.
“Você não será mais feliz com mais até ser feliz com o que você já tem”. – já obtido.
“A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido”. – multiplicável.
“Felicidade é como uma flor que não se deve colher”. – recolhida.
Assinale a alternativa em que o pronome destacado que pode ser corretamente substituído pela expressão entre colchetes, sem alteração de sentido.
“... por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.” [por onde]
“As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história.” [das quais]
“... essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade...” [de que]
“... família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não...” [a qual]
“... prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições.” [nos quais]
Marque a alternativa em que a palavra QUE, em destaque, apresenta a mesma função sintática do QUE no trecho abaixo.

Releia e analise esta passagem do texto:
O balanço do ministério aponta também que R$ 14 milhões foram poupados [...]
Assinale a alternativa que contenha a classe morfológica a que a palavra "que", no contexto em que aparece na passagem acima, pertence.
Preposição.
Conjunção.
Pronome.
Verbo.
Substantivo.
No trecho do último parágrafo – … “as avós são tão importantes, que nós evoluímos genes para proteger suas mentes”. –, o termo destacado introduz, com relação à afirmação que o antecede, uma
condição.
concessão.
comparação.
consequência.
conformidade.
Os referentes dos pronomes destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:
“[...] eu escutei uma frase genial do Pedro Bandeira, aquele escritor que você deve estar cansado de conhecer.[...].” (aquele escritor)
“[...] não perco uma chance de comentar aquelas acusações que a Nike vive recebendo [...].” (aquelas acusações)
“[...] e não podia comprar um livro, um mísero livro, coitadinho, que nunca brigou com ninguém?” (coitadinho)
“É a senhora que prefere investir no pé do que na cabeça dos seus filhos”. (a senhora)
As duas palavras classificam-se respectivamente como:
“Autores de relatórios que têm leitores definidos podem pressupor que compartilham com seus leitores um conhecimento geral sobre a questão abordada”.
A frase em que os vocábulos sublinhados possuem, respectivamente, as mesmas classes gramaticais – pronome relativo e conjunção integrante – que as sublinhadas nesse segmento do texto é:
Ouvi, com humilde admiração, uma senhora declarar que a sensação de estar bem-vestida dava-lhe um sentimento de tranquilidade interior que a religião não lhe podia conferir.
É o uniforme que faz esquecer aquele que o veste.
O que é a felicidade além da simples harmonia entre o homem e a vida que ele leva?
Sucesso é conseguir o que você quer e felicidade é gostar do que você conseguiu.
O otimista é um cara que acredita que o que está para acontecer será adiado.
... que a mim lembrava vagamente um olho. (2º parágrafo)
... que me restava na palma da mão... (3º parágrafo) .
.. o prazer de encontrá-las. (5º parágrafo)
Os elementos sublinhados acima referem-se, na ordem dada, a:
Assinale a alternativa em que o “que” destacado possui a mesma função exercida pelo “que” presente em: “[...] distanciou-o também da arte, que talhada para captar a essência humana, o faz de maneira basicamente intuitiva.”.
“Os sonhos eram considerados proféticos e reveladores, até que, em 1899, Sigmund Freud apresentou uma das primeiras tentativas de interpretá-los cientificamente [...]”.
“Tanto insistiu que conseguiu [...]”.
“A reunião não foi das mais frutíferas, já que os dois eram incapazes de conversar [...]”.
“[...] a retomada desse episódio na peça Histeria, do dramaturgo Terry Johnson, mostra que não desistimos [...]”.
“[...] Johnson expande o diálogo que não aconteceu [...]”.
Observe as seguintes orações e assinale a alternativa CORRETA:
I – Que lindos quadros!
II – Chorou tanto que ficou com o rosto inchado.
Em I a palavra em destaque é um advérbio, pois exerce função sintática de adjunto de intensidade. Em II a palavra em destaque é uma conjunção subordinativa consecutiva.
Em I a palavra em destaque é um pronome relativo. Em II a palavra em destaque é uma conjunção coordenativa explicativa.
Em I a palavra em destaque é uma interjeição. Em II a palavra em destaque é pronome adjetivo que determina um substantivo. Nesse caso, exerce a função sintática de adjunto adnominal.
Nenhuma das alternativas.