

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação do “que” DIFERENTE dos demais.
“... que navegam na Internet.”
“... que orienta a campanha lançada...”
“... mais que o mote, o alerta...”
“... que trata de crimes cibernéticos.”
“... a ameaça que o PL 84 representa...”
Observe a frase abaixo.
“Amo que afaguem meus cabelos”
O termo destacado, na situação em que foi empregado, é classificado como conjunção integrante pela gramática normativa, por exercer uma função específica na Língua Portuguesa. Desta forma, assinale a alternativa cujo termo em destaque exerce a mesma função de “que” na frase acima.
Gosto de olhar teu rosto quando o sol nasce.
“Apedreja essa mão vil que te afaga.” (Augusto dos Anjos)
Venha rápido, que a comida vai esfriar.
“Todas as mulheres estão atentas porque hoje é sábado”. (Vinícius de Moraes)
Meus colegas da faculdade ainda não sabem se vão ao concerto.
O que irrita, no Brasil, é que governantes e lobbies são rápidos para estender a conta ao cidadão, mas muito lentos, para não dizer abúlicos, em fazer a sua parte. (L.39-43)
No período acima, as ocorrências da palavra QUE classificamse, respectivamente, como
conjunção integrante e conjunção integrante.
conjunção integrante e pronome relativo.
pronome relativo e partícula expletiva.
pronome relativo e conjunção integrante.
pronome indefinido e partícula expletiva.
Considere o seguinte fragmento: "(...) Tive um amigo QUE até guardava as sacolas das roupas de grife QUE comprava. (...)". Assinale a alternativa em que a classificação do conectivo destacado NÃO é a mesma:
“(...) Foi o caso de uma garota QUE ofereceu uma caixa de bombons (...)”
“(...)Acabei dando uma camiseta, QUE ele odiou.”
“(...) ofereceu uma caixa de bombons para um amigo QUE acabara de descobrir a diabetes, (...)”
“Há presentes QUE são puro veneno. (...)”
“Ah... Eu não sabia QUE você tinha engordado!”
Nos trechos abaixo foram destacadas palavras, que atuam como elos coesivos entre as orações. Assinale a que possui classificação morfológica diferente das demais.
“...o marido costuma dizer QUE separou...”
"“Se um homem conta QUE está namorando...”
“Enquanto estiverem lado a lado na pia, é uma certeza de QUE...”
“...me emocionei com a história de um casal americano QUE li...”
“O marido costuma dizer que separou e QUE a mulher continua casada.”
Verdade é que (1) a ação em nome de um universal por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela que (2) se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da vantagem que (3) define a regra, o sujeito honesto se transfigura imediatamente em otário. (L. 43‐47) A respeito das ocorrências do QUE no período anterior, é correto afirmar que se trata de conjunção em
(1), apenas.
(3), apenas.
todas.
(2), apenas.
Em “não se parece muito com o que eles previram” (l.15), o pronome “que” tem como antecedente o pronome “o”, que se refere a “mundo” (l.14).
O pronome “que” (l.4) refere-se a “Charlize Theron” (l.3).
Considere o que está sendo afirmado com base em cada um dos segmentos abaixo. Está correto o que consta em:
Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas.
O emprego do pronome demonstrativo Esta, em substituição à palavra zebra, garante a continuidade lógica e coerente do desenvolvimento.
Gosto muito de La Fontaine, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos.
O emprego do pronome possessivo seus com o substantivo versos, no plural, cria ambiguidade no contexto, marcada ainda pela forma verbal vende, no singular.
O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações.
O pronome relativo que tem por referente, no contexto, o substantivo moralista.
O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.
No lugar do pronome pessoal oblíquo lhes poderia ter sido empregada a forma os, porque substitui a expressão todos os vícios da razão humana.
“A corrupção é muitas vezes encarada como uma fatalidade, algo que não se elimina da cultura brasileira. Há um enorme cinismo em pensar assim. É o que move os bandidos travestidos de empresários. Há bons e maus empresários. Uma legislação que puna exemplarmente os corruptores vai separar o joio do trigo, assim como a multiplicação de exemplos de empreendedores que assumem riscos, produzem, geram empregos e devolvem à sociedade parte do que conquistaram em ações ou projetos sociais”; nesse segmento do texto há cinco ocorrências (sublinhadas) do pronome relativo QUE; assinale a alternativa em que a identificação do antecedente do pronome está errada.
que/algo.
que/o.
que/legislação.
que/exemplos.
que/o.
A inserção do segmento que é imediatamente antes da expressão “"exercida"” (l.3) preservaria a correção gramatical do texto.
Em todos os exemplos abaixo o QUE é pronome relativo, EXCETO:
“[...] tu ainda és quase tão moroso como a velha gôndola QUE destronaste ...”
“O bonde, assim QUE nasceu [...]”
“E a cidade ainda está cheia de gente QUE se lembra das gôndolas [...]”
“[...] num ritmo regular QUE é a expressão perfeita de regularidade [...]”
“[...] estou antegozando a satisfação QUE me vais dar daqui a pouco ...”
Se ao invés de “que pergunta”, no segundo balão de diálogo, tivéssemos “que pergunta legal” poderíamos dizer que Shirlei:
É uma fêmea tipicamente ingênua.
Só faz pergunta legal.
É preconceituosa.
É machista.
No trecho “...e imaginando QUE OS PAIS E AVÓS ESCREVIAM DAQUELE JEITO.” (parágrafo 10), pode-se afirmar que:
I. a oração destacada é introduzida por um pronome relativo.
II. o termo QUE é uma conjunção integrante.
III. o conectivo E tem o valor semântico de explicação.
IV. a única palavra acentuada segue a regra das oxítonas.
Estão corretas apenas:
I, II e III.
II, III e IV.
III e IV.
II e IV.
I e II.
“... muitos dos pressupostos e dos condicionantes que marcavam as polêmicas daquelas épocas...”
Assinalar a alternativa em que a palavra “que” possui a mesma função que a do fragmento:
“Parece que nossa maior contribuição está na busca de soluções...”
O término das obras é o que mais me preocupa.
Por fim, elas é que conseguiram chegar a tempo.
Apressa-te, que é muito tarde.
A palavra que (l. 1) tem o mesmo valor sintático e morfológico do que se destaca em:
Vamos ao Maranhão, que a passagem está barata.
Ainda que chova, irei ao encontro.
Há mais razões para sorrir que para chorar.
Ele espera que tudo dê certo.
A cidade em que nascemos só prospera.
A análise morfossintática das palavras grifadas, na sequência em que aparecem, está correta na alternativa:
conjunção integrante, adjunto adverbial, partícula apassivadora, pronome pessoal oblíquo
sujeito, pronome relativo, pronome pessoal, artigo definido
pronome relativo, conjunção integrante, objeto direto, pronome substantivo
pronome relativo, adjunto adverbial, pronome oblíquo, objeto direto
objeto direto, pronome locativo, sujeito, artigo definido