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Tanto em “se fala” (l.1) quanto em “pensa-se” (l.2) o “se” indica a indeterminação do sujeito da oração.
No segmento “quando se consolidou o perfil das gramáticas” (l.9-10), o elemento sublinhado indica a reflexidade do verbo.
No primeiro período do texto, a transposição da partícula “se” para depois da forma verbal de gerúndio mantém a correção gramatical do trecho.
Em “Sabe-se” (l.9), o pronome “se” indica que o sujeito da oração é indeterminado.
Na linha 10, a ideia generalizadora que o emprego do pronome “se”, na função de sujeito indeterminado, confere a “preserve”, “defenda” e “promova” justifica a flexão de singular nessas formas verbais.
Certo
Errado
Sabe-se que a palavra “que” e a palavra “se” podem assumir diferentes funções morfológicas e ou sintáticas. Dessa forma podemos concluir acerca destas palavras no fragmento abaixo que:
“Mesmo assim, um tucano, o mineiro Antonio Anastasia, está entre os 14 que se manifestaram a favor da volta do imposto do cheque”.
Partícula de realce e índice de indeterminação do sujeito, respectivamente;
Conjunção integrante e conjunção integrante, respectivamente;
Pronome relativo e parte integrante do verbo, respectivamente.
Leia a oração abaixo e selecione a proposição inteiramente correta: “Tratam-se de casos exemplares que soem ocorrer em momentos decisivos da História.”
A construção está correta. O substantivo “casos” é sujeito do verbos “tratar” e “soer”.
A construção está errada, pois o verbo “soer” não possui sujeito, devendo permanecer no singular: “sói”.
A construção está errada, pois a oração “ocorrer em momentos decisivos da História” é o sujeito do verbo “soer”, exigindo, portanto, que o verbo permaneça no singular: “sói”.
A construção está errada. O correto seria “Trata-se de casos exemplares...”, pois a partícula “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito.
No fragmento "O novo acordo precisa ir muito além de Kyoto, se a meta for impedir que o aumento da temperatura média da atmosfera ultrapasse 2 °C de aquecimento neste século, como recomenda a maioria dos climatologistas." (L. 15-19), o termo "se" tem o sentido equivalente ao de
logo que.
à medida que.
no caso de.
apesar de.
uma vez que.
O pronome “se” pode ser retirado do período “Será possível medir-se a extensão do espaço?” (l.11-12), assim como pode ser acrescentado ao período “Será possível avaliar a eternidade?” (l.14), formando avaliar-se, mantendo-se ambos os períodos gramaticalmente corretos.
Nos processos de coesão textual, há vocábulos que substituem palavras, expressões ou ideias anteriormente expostas.
Um exemplo em que o vocábulo grifado retoma algo enunciado em oração anterior é
“Na verdade, para a maioria das pessoas é realmente muito difícil discernir se uma declaração é verdadeira ou falsa”, (l. 17-18)
Os estudos de Bella e Bond revelaram ainda que, ao ser pego de surpresa num questionamento, o mentiroso se entrega mais facilmente, (l.26-27)
Se a pessoa parece nervosa e fala em tom mais alto do que o de costume, as chances de ela estar mentindo são ainda maiores. (l.30-31)
No trecho “pois se lhe repugnava a metafísica do nariz” (l.10-11), a partícula “se” classifica-se como pronome reflexivo.
Certo
Errado
Na forma verbal “formar-se” (l.5), o emprego da partícula “se” é opcional; portanto, caso ela seja omitida, serão mantidas a correção gramatical do texto e a adequação à modalidade escrita formal.
Em “aproximaram-se” (l.16) e “Encaminhando-se” (l.20), o pronome “se” indica reciprocidade da ação expressa pela forma verbal em ambos os casos.
Em relação ao uso das estruturas linguísticas no texto, assinale a opção correta.

Os pronomes "-lhes" e "-las" (l. 2 e 3) se referem a antecedentes diferentes: "governos" e "crises" (l. 2 e 1), respectivamente.
Estaria gramaticalmente correto e de acordo com as ideias originais do texto se a expressão "a fim de" (l. 9) estivesse grafada da seguinte forma: afim de.
O termo "é necessário" (l.10) está no masculino porque concorda com "juros" (l. 9).
Em "se comparada" (l. 16), o pronome "se" confere ao período a noção de condição.
Estaria gramaticalmente correto se em "a pagar" (l. 19) fosse colocado sinal indicativo de crase.
As ocorrências do pronome “se” em “sucedem-se” (l.5), “se superam” (l.5) e “adaptar-se” (l.6) retomam, nas relações de coesão do texto, “Diferentes organizações sociais” (l.4-5).
Em caso de se usar a estrutura sintática “se se pode usar” (l.6-7), em um documento oficial, que deve primar pela clareza, impessoalidade e concisão, seria recomendado evitar a repetição dos dois vocábulos de diferentes funções, mas de igual estrutura formal, e empregar, em lugar da voz passiva, o verbo auxiliar na primeira pessoa do plural — se podemos usar.
O deslocamento do pronome átono para depois do verbo, em "se torna" (l.12), escrevendo-se torna-se, provocaria erro gramatical no texto.
Ao se empregar a indeterminação do sujeito em "se pode questionar" (l.5-6), é possível incluir, na argumentação do texto, qualquer pessoa no universo daquelas que questionam, esperam e constatam.
No trecho “Se você não vê seus melhores amigos faz tempo” (linha 1), o vocábulo “Se" aponta uma carga de significado, em relação às ideias que o sucedem, direcionada à
explicitação
adversidade.
exclusividade
especificação.
condição.