Questões de Concurso sobre Linguagem Informal, popular, coloquial e vulgar

 
 
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As tirinhas são textos apresentados em linguagem normalmente acessível e coloquial, com traços de humor. São palavras que contribuem para esse efeito na tirinha apresentada, EXCETO:


A

Daí.


B

Livros.


C

Gente.


D

Putz.


E

Sacripantas.

Referente ao uso da linguagem, marque a afirmativa correta.


A

O autor usa uma linguagem objetiva, a fim de marcar a sua neutralidade frente ao tema em questão.


B

Como se trata de um texto de opinião, todas as palavras são empregadas no sentido denotativo.


C

O uso da linguagem formal está de acordo com a função social do gênero artigo de opinião.


D

O autor usa o nível informal da linguagem, como se pode conferir no primeiro período do primeiro parágrafo.

Assinale a alternativa em que todas as palavras fazem parte de um uso informal da língua.


A

Beleléu, rolê, incalculável.


B

Socialite, martelinho, memorabilia.


C

Playboy, coitado, repleto.


D

Memorabilia, ganhara, patrão.


E

Estripulias, beleléu, diacho.

Uma das passagens do texto marcada pelo uso da linguagem coloquial é:


A

“Deixa ele bater até cansar – amanhã eu pago.”


B

“Bom dia, minha senhora – disse ele, confuso.”


C

“Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força...”


D

“Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém.”


E

“E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador...”

O tom subjetivo combina-se com um nível de linguagem explicitamente informal na seguinte passagem:


A

Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação. (4o parágrafo)


B

Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. (2o parágrafo)


C

Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros... (5o parágrafo)


D

Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. (2o parágrafo)


E

Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada [...] pelas mãos de minha avó Nair. (3o parágrafo)

O texto apresenta definições para o termo “procrastinar”. Assinale aquele que se encontra em linguagem coloquial e metafórica.



A

“‘[...] atraso de um ato voluntário [...]’” (Linha 6)


B

“[...] ‘depois eu faço’ [...]” (Linha 12).


C

“[...] postergando início e término de uma atividade [...]” (Linhas 14-15).


D

“[...] ‘empurrar com a barriga’ [...]” (Linha 9).


E

“[...] ‘transferir para o outro dia’ [...]” (Linha 23).

Sobre a estrutura: “(...) menos atenção a gente dá às coisas boas (...)”, é incorreto afirmar que:


A

há emprego do nível coloquial da linguagem.


B

o acento grave é obrigatório pela regência de “dar”.


C

excerto está em ordem indireta, hipérbole.


D

verbo “dar” é transitivo direto e indireto.

Assinale a frase que não inclui uma marca da linguagem coloquial.


A

Quando uma pessoa é presa da comichão de escrever, nada a pode curar, senão o coçar de uma pena.


B

O tema de uma obra é o que sobra de uma obra ruim.


C

Nunca se deve ler um mau autor, nem para desdenhar dele. Sempre há um grão de tolice que pega.


D

“Para que vieste na minha janela meter o nariz? / Se foi por um verso, não sou mais poeta. / Ando tão feliz”.


E

O musical é chato do começo ao fim, mas está cheio de bom entretenimento.

Ao substituir o pronome “nós” (formal) pela expressão informal, haveria acerto em:


A

É aí que a gente entramos.


B

É aí que a gente entra.


C

E aí que agente entraria.


D

É aí que agente entramos.

Assinale a alternativa em que há predominância da linguagem coloquial.


A

Entre eu e minha mãe há concordância de ideias.


B

Que diferença há entre mim e um artista famoso do cinema?


C

Sempre há confusão entre mim e ela na hora do acerto de contas.


D

É uma afronta pedir-me ajuda quando há entre mim e ti apenas ingresias!

Está destacado um termo característico do registro informal no seguinte fragmento:


A

“A cura também representaria um novo fardo.”


B

“Também desconfiei que as enxaquecas crônicas atrapalhariam uma candidata à presidência...”


C

“...por tudo aquilo que não fiz, tipo tornar-me a primeira mulher na presidência.”


D

“Passei décadas sonhando com uma cura, geralmente deitada no quarto escuro...”

Analise as seguintes assertivas sobre o texto:

I. Faz uma analogia com um personagem de um filme de animação, mas não é necessário conhecer esse personagem para entender o texto.

II. Emprega expressões coloquiais, como “fazer uma limpa” (l. 01), ainda que se trate de uma notícia ligada à ciência.

III. Usa descrições e depoimentos a fim de ilustrar o assunto de que está tratando.

IV. A conclusão do texto permite inferir que o personagem do filme referido era infeliz.

Quais encontram respaldo no texto?


A

Apenas I e IV.


B

Apenas II e III.


C

Apenas I, II e III.


D

Apenas II, III e IV.


E

I, II, III e IV.

No que se refere à linguagem coloquial, pode-se dizer que ela apresenta:


A

traços de homogeneidade.


B

maior dependência contextual.


C

sintaxe mais completa.


D

números gramaticais irregulares.


E

menos argumentatividade.

Leia o fragmento abaixo do texto Antigamente, de Carlos Drummond de Andrade:

“Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.”

De acordo com a variação linguística, esse texto é um exemplo em que predomina a variação:


A

Informal.


B

Histórica.


C

Sociocultural


D

Geográfica.

Pra você ficar por dentro do que rola, convidamos a jornalista e apresentadora Renata Simões, para te guiar nesse vocabulário das ruas.

Se liga só:


Bapho: Um acontecimento para lá de inesperado, marcante. Algo que pode (ou não) causar uma revolução na vida. Às vezes é dito em tom de fofoca “preciso te contar um bapho” ou como comentário “que bapho!” Quando o bapho é muito bapho mesmo, a gente escreve com PH.

Salve: Um aceno, um alô. A gente manda salve pros amigos e quando quer avisar algo.

Tranqueira: Aquele ou aquilo que ninguém quer. Não é bom pra nada.

Causar: Tem gente que causa uma situação, um problema, um furor, uma excitação. Usado em sua maioria de maneira positiva, causar é o ato de chegar chegando ou perturbar alguma situação. O fulano pode causar no bar ao beber demais ou os amigos podem causar no show ao fazer um mosh.”

Disponível em:https://tinyurl.com/y39xbjkr . Acesso em: 5 ago. 2019.


A respeito do uso das gírias, assinale a alternativa incorreta.


A

A língua, como elemento de comunicação que está a serviço do falante, modifica-se de acordo com suas necessidades comunicacionais e de criação de identidade, sendo a gíria uma expressão dessa função da linguagem.


B

As gírias constituem uma criação de códigos linguísticos que empobrecem a linguagem, pois só são acessíveis a determinados grupos sociais. Por isso, os registros nos quais se utilizam gírias não fazem parte da língua portuguesa.


C

A modalidade coloquial, na qual se verifica o uso das gírias, constitui uma variedade da língua portuguesa que abarca não só esse fenômeno, mas também marcas de oralidade, utilização distinta da sintaxe e criação de neologismos, por exemplo.


D

Situações formais de comunicação exigem domínio das variantes formais da língua, como o conhecimento da norma-padrão. Nesses contextos, o uso de gírias e outros marcadores de dialeto não configura a escolha mais adequada de variantes linguísticas.

Assinale a alternativa em que a frase retirada do texto possui um termo próprio da linguagem coloquial:


A

Para que desejar bom apetite?


B

Não é chique comer.


C

Comer é cafonérrimo.


D

Já notaram que agora tudo é light, diet ou sem gordura?


E

Descobriram que a gordura pode ser tirada com facilidade de praticamente tudo.

Leia atentamente o texto abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://www.google.com.br. Acesso em: 03/01/2019.)


A respeito do uso da língua nesse texto publicitário, marque a afirmativa correta.


A

Todas as palavras estão empregadas no sentido denotativo, possibilitando uma só interpretação.


B

É usada uma variante informal, porque se trata de um texto publicitário dirigido a um público jovem.


C

Em Tome essa atitude, a forma verbal destacada possibilita uma única interpretação.


D

Em Se liga!, a forma verbal destacada expressa incerteza.

Analise o poema e assinale a alternativa que não o contempla:


A

O poema pertence a uma escritora da Geração do Mimeógrafo.


B

Há características líricas e intimistas nos versos.


C

Foi empregado o registro formal no poema.


D

Há o uso de coesão lexical por reiteração.

Inédita Questão de autoria de um professor do Gran!
Ano: 2019
Prova: FADESP - Prefeitura - Fisioterapeuta - 2019

O trecho em que o termo grifado é típico da linguagem coloquial é


A

Nova pesquisa da Universidade Pepperdine, nos Estados Unidos, mostra que pessoas que são capazes de admitir que seus conhecimentos e opiniões podem não estar corretos são, na verdade, mais bem informados do que quem acha que já sabe de tudo (linhas 1 a 4).


B

O estudo, liderado pela psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso e publicado no The Journal of Positive Psychology, examina o conceito de humildade intelectual e seu oposto, o excesso de confiança intelectual – ter certeza de que você está certo sempre (linhas 5 a 8).


C

"Isto é, saber e estar disposto a admitir o que você não conhece pode ser o primeiro passo para buscar novos conhecimentos." (linhas 32 e 33).


D

Isso soa como uma coisa boa, mas a humildade intelectual pode vir com alguns problemas (linhas 34 e 35).

Em geral, o artigo de opinião é um gênero textual em que se emprega o nível formal da linguagem, mas é possível que seu autor empregue a linguagem informal ou coloquial, como uma maneira de se aproximar do leitor. O nível informal ou coloquial de linguagem é observado em:


A

“Estudos no Brasil têm destacado a importância da relação entre jovens e professores, que não deve ser confundida com vínculos de amizade ou professores que passam a mão na cabeça dos alunos.” (l. 24-25)


B

“Sabemos, pela maneira como o cérebro funciona, que para o aprendizado ocorrer de forma efetiva precisamos nos sentir seguros e conectados.” (l. 10-11)


C

“Para isso acontecer, é preciso não apenas boa vontade e formação, mas apoio às escolas para que possam desenvolver um bom clima.” (l. 31-33)


D

“Alunos aprendem mais quando se sentem seguros e constroem relações de confiança e respeito com os professores.” (l. 1-2)

   
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