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O uso da forma variante “tô” nos balões de fala dos meninos deixa entrever a escolha do cartunista em representar uma situação comunicativa de
inadequação.
informalidade,
desrespeito.
equívoco.
Contém expressão própria da linguagem informal o trecho
“Se você está boa parte do dia nas mídias sociais, pode ter certeza de que outras atividades serão negligenciadas. No futuro, o preço a pagar será alto: obesidade, diabete e doenças cardiovasculares”. (linhas 6 a 8)
Quanto mais tempo ficamos conectados, maior o risco de desenvolver sintomas de depressão, constata um experimento da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. (linhas 11 e 12)
Quando a moderação sai de cena e as plataformas digitais são mal usadas, a vida escolar (e, mais tarde, a profissional) paga o pato. (linhas 21 e 22)
No dia seguinte, adeus foco e atenção à lousa e aos livros. (linha 25)
Na dúvida, recomendo aos pais que, na hora de dormir, retirem tablets e smartphones do quarto dos filhos”, diz a educadora Sally Power, da Universidade de Cardiff, no País de Gales. (linhas 27 a 29)
A reportagem utiliza uma linguagem informal para tratar sobre a relação do sucesso com a felicidade. Para finalizar, a repórter conclui com uma conjunção (destacada no trecho a seguir) muito comum em conversas cotidianas: “Aí é só alegria – no trabalho e em casa”. Em um texto que exige o uso de linguagem formal, assinale qual das seguintes conjunções poderia substituir “Aí” sem a perda do sentido da frase.
Na verdade.
Contudo.
Portanto.
Vale ressaltar.
Porquanto.
Considerando as variações linguísticas, os sentidos das palavras e o gênero textual apresentados, assinale a alternativa correta.
No trecho “E, não, não estou falando que as pessoas precisam viver de forma rígida e azeda.”, o uso repetido do advérbio de negação “não” denuncia uma linguagem mais informal, próxima da oralidade, traço linguístico característico de textos de opinião.
A sequência “E errar. E acertar. E tentar outra vez, outra coisa, de outro jeito.” traz a repetição das palavras “E” e “outra”, o que é uma característica muito marcante da linguagem formal, repleta de rigidez gramatical, com foco exclusivo na transmissão de informações.
Em “Existe uma legião de perdidos num limbo da infância emocional eterna [...]”, o vocábulo destacado possui um sentido figurado, significando um espaço entre o certo e o errado.
As referências mostradas no trecho “Vivemos cercados de pessoas acometidas por uma espécie de mistura de ‘Síndrome de Peter Pan’, com ‘Complexo de Cinderela’, mais uma pitada de ‘Jeito Pateta de ser’ e um tiquinho de ‘Meu sonho é morar na Disney.’” são inúteis para o entendimento do texto, isso é comum em textos muito formais.
Em “[...] o que era encantador certamente será ridículo.”, há a contraposição de ideias entre os adjetivos destacados. Tal característica não é bem-vista em textos opinativos como o apresentado.
No texto, há exemplo de uso coloquial da linguagem na passagem:
... então tudo foi pensado para que o público entrasse junto com a gente nesse túnel do tempo.
Com frases que parecem retiradas de um romance antigo, [...] os personagens se expressam de maneira correta e erudita.
Quem assiste a “Tempo de Amar” já reparou no português extremamente culto e correto...
... o autor da novela [...] diz que o linguajar de seus personagens é um ponto que leva a novela a se destacar.
Ele revela que toma diversos cuidados na hora de escrever o texto, utilizando, inclusive, o dicionário.
Nessa crônica, Nelson Rodrigues mescla passagens em linguagem coloquial e culta. Assinale a alternativa que apresenta essa dualidade.
“Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompeia”.
“Sim, amigos: — aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau”.
“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis”.
“Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento”.
Considerando o contexto do excerto, sua linguagem e sua fonte, pode-se afirmar que se trata de:
Um trecho de notícia jornalística formal.
Um comunicado com linguagem coloquial.
Um texto não verbal.
Um comunicado com características de documento oficial
Há elementos no texto que lhe conferem tom de informalidade. Linguisticamente, essa informalidade se materializa, principalmente, pelo emprego
de vocativos.
de artigos.
de pontuações.
de substantivos.
Com relação ao emprego do pronome oblíquo, é possível observar registro de linguagem coloquial na alternativa
“Encerram-se aí...” (l.03 e 04)
“Sete mortos em Paris nos colocam...” (l.17)
“Nos compadecemos com tudo...” (l.24-25)
“É fácil colocar-se no lugar...” (l.36)
“...de quem se parece conosco...” (l.37)
Nas citações diretas do discurso da socióloga e secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti), Isa Oliveira, no sétimo parágrafo, há o predomínio do registro de uma linguagem
coloquial.
formal.
regional.
prolixa.
Segundo Biderman (1978, p.139), “O Léxico se expande, se altera e, às vezes, se contrai. As mudanças sociais e culturais acarretam alterações nos usos vocabulares: daí resulta que unidades ou setores completos do Léxico podem ser marginalizados, entrar em desuso e vir a desaparecer. Inversamente, porém, podem ser ressuscitados termos que voltam à circulação, geralmente com novas conotações. Enfim, novos vocábulos, ou novas significações de vocábulos já existentes, surgem para enriquecer o Léxico.”
Nas frases: “Olhe como ficou bacana.” (l. 12) e “Onde fica isso, meu chapa?” (l. 20), do texto de Drummond, encontra-se exemplos de um processo de ampliação lexical da língua portuguesa. Assinale a resposta correta em relação ao processo que permite tal expansão.
Os exemplos são casos de processos morfológicos de criação de palavras.
As expressões destacadas são casos de arcaísmos.
As expressões indicadas são denominadas jargão.
Os termos destacadas classificam-se como gírias.
Assinale a alternativa em que se verifica a utilização de linguagem coloquial.
“[…] os lugares são marcados previamente.”
“É impossível que todo mundo tenha sempre tanta pressa.”
“Dali a pouco entrou uma perua no meio [...]”.
“[...] as pessoas andam esquecendo as regras mínimas do bem viver.”
“É justo que um cliente tenha suas vantagens.”
Na construção do texto, o autor:
registra a linguagem formal, utilizando-se de vocabulário rico, prestigiado e erudito.
apresenta fatos fictícios distantes da realidade ou de qualquer verossimilhança.
usa o registro informal da língua, por meio de vocabulário simples e de coloquialismos.
individualiza em excesso seus pontos de vista, sem qualquer suporte teórico.
Quanto ao gênero e às características deste texto de Sergio Porto é correto afirmar que ele:
é marcado por tentativa de reflexão crítica e subjetiva, característica do ensaio.
por ser um conto, apresenta uma “complicação, seu desenvolvimento, um clímax e um desfecho.
do lide à impessoalidade, mostra os principais marcadores de uma notícia.
mostra uma descrição minuciosa que compreende certo número de fatos, como uma resenha crítica.
apresenta linguagem simples e coloquial própria da crônica.
Das opções abaixo, a que NÃO apresenta linguagem informal é:
Mas tem galera que curte ficar down.
Esta sociedade exalta apenas o oba-oba.
Se disser pra você que não acordei triste, você acredita?
Voltei a ser aquela que sempre fui, velha de guerra!
Cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam com coragem.
Assinale a alternativa em a frase está em linguagem informal.
Toda mudança cobra um alto preço emocional.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Uma amiga cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom.
Assinale a alternativa em que a linguagem é utilizada de maneira mais informal.
“Pra mim, se eles me chamassem de Marcelo também tava bom [...]”.
“É por isso que em geral não tenho coragem de insistir.”.
“Fico pensando que se eles, os meus pais, resolveram esperar cinco anos, a explicação só pode ser uma coisa bem ruim.”.
“Não se preocupe, meu coração, vai passar.”.
“Quando pergunto a minha mãe por que razão exatamente eu cheguei com cinco anos de atraso, ela olha pra mim como se eu estivesse querendo que ela me explicasse a existência do mundo.”.
O trecho da entrevista de Carlos Heitor Cony que exemplifica linguagem coloquial é:
“banda de pop-rock que estourou em 1995”.
“escreverem um livro sobre a teoria do quanta”.
“A indústria do livro era muito elitista naquela época”.
“O livro era considerado um objeto”.
“Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil”.
Na passagem: “em função do ouvinte, ela será mais formal ou mais coloquial, mais cuidada ou mais solta” (§ 2), faz-se no texto alusão a:
funções da linguagem.
registros da língua padrão.
variantes socioculturais da língua.
variantes regionais da língua.
atos de fala.
As alternativas abaixo analisam algumas características dos textos desta prova. Assinale a que estiver correta.
O texto I, com linguagem informal, tem por finalidade informar o leitor sobre o desaparecimento de um melro.
O principal objetivo do texto III, de linguagem predominantemente formal, consiste em informar o leitor sobre o crescimento do mercado pet no Brasil.
O texto II, com linguagem predominantemente formal, pretende instruir o leitor sobre a melhor maneira de se adquirir um bicho de estimação.
Para sensibilizar o leitor, os textos II e III recorreram ao uso da linguagem predominantemente informal, figurada e subjetiva.