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Considere os trechos do texto.
• ... librando-se majestosamente pouco abaixo das nuvens. (1º parágrafo)
• ... e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens... (2º parágrafo)
• ... decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. (3º parágrafo)
É correto afirmar que os três termos destacados
estão empregados em sentido figurado.
enfatizam ideias presentes nos respectivos parágrafos.
atestam a preferência da escritora pela linguagem coloquial.
retificam ideias expostas anteriormente no texto.
descrevem características dos protagonistas.
Em " Mas, a coisa não é tão simples assim" (2° parágrafo), o uso da palavra "coisa" é informal, pelo seguinte motivo:
Acerca da linguagem utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Apresenta marcas de discurso direto.
II. É formal, com trechos descritivos que auxiliam sua leitura.
III. É informal, com passagens narrativas que veiculam marcas da oralidade.
IV. Predomina a linguagem técnica.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas I e II são corretas.
Somente as afirmativas I e IV são corretas.
Somente as afirmativas III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
Assinale a opção que indica o elemento que participa da construção do Texto II.
Linguagem coloquial.
Comparação.
Paralelismo.
Redundância.
Humorismo.
O registro coloquial, predominante em todo o texto de Lygia Bojunga, pode ser comprovado em estratégias como o emprego de
palavras repetidas, que remete ao registro oral da língua.
verbos no pretérito perfeito e no pretérito imperfeito para narrar a história.
termos antônimos, como “jovem” e “velha”, no primeiro parágrafo do texto.
um vocabulário mais sofisticado, próprio do ambiente escolar retratado no texto.
O texto III apresenta as seguintes características:
Informativo e prolixo
Expositivo e coloquial
Irreverente e coloquial
Prolixo e conciso
Opinativo e expositivo
Assinale a alternativa em que NÃO há presença de linguagem informal:
Isto aqui é a pagadoria, meu chapa.
Receber mil cruzeiros a troco de quê?
O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte.
Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta.
O enunciador na construção de seu discurso:
Vale-se tão somente da linguagem literal.
Mostra-se impassível na análise da realidade enfocada.
Estrutura os parágrafos a partir de posicionamentos filosóficos nem sempre abonados integralmente.
Apresenta, em certos trechos, pontuação emotiva e aproveitamento do nível coloquial da linguagem.
Assinale a alternativa em que o autor opta pelo uso coloquial do pronome oblíquo átono.
“Me deito no toque suave da flanela limpa e me preparo para mais um dia, sem medo do tempo ou do próprio medo, adormeço, ancorado no agora.” (Linhas 26-27)
“Cansado dessa narrativa que me aprisiona, sem espaço entre o que já não é mais e o vir a ser, esqueci a lâmina de barbear na bancada do banheiro e, apesar da aspereza que trago ainda no meu rosto, decidi ir ao encontro da luz do Sol, que brilha do lado de fora.” (Linhas 7-9)
“Em travessia, é o observar do ritmo das mudanças que nos mantém no rumo.” (Linhas 20-21)
“Acolher o que se apresenta e me permitir ficar vulnerável tece uma rede de tolerância que fermenta o sentimento de pertencimento, de que faço parte de algo maior.” (Linhas 15-16)
A linguagem utilizada no texto é muito próxima da coloquialidade e há momentos em que o autor comete desvios da norma culta que se aprende na escola. Dadas as opções, marque a que todas as palavras estão escritas corretamente:
Espezinhar, discente, expontâneo, herege;
Expezinhar, dicente, espontâneo, herege,
Espezinhar, discente, espontâneo, herege;
Expezinhar, dicente, espontâneo, hereje;
Espezinhar, discente, expontâneo, hereje;
No trecho a seguir:
“Madame tem um parafuso a menos
Só fala veneno, meu Deus, que horror!”
Esses versos são exemplos de linguagem informal. Marque a alternativa que NÃO apresenta uma característica desse tipo de uso da língua.
Utilização de vocabulário rico e diversificado.
Despreocupação com as normas gramaticais.
Ocorrência eventual de variações regionais, culturais e sociais.
Uso eventual de gírias, palavrões, palavras inventadas, onomatopeias, gestos.
Uso eventual de palavras abreviadas ou contraídas.
Leia os quadrinhos a seguir:

Maurício de Sousa
Com base no texto e nos usos da língua, julgue os itens a seguir e assinale a opção correta.
I. Há, no texto, uma variedade regional do interior de alguns estados brasileiros, conhecida como “falar caipira” ou “variedade caipira”.
II. Nos quadrinhos, há vocábulos, a exemplo de “bão”, “intonci”, “ocê”, “premero” e outros, que não são admitidos no registro linguístico culto.
III. Na fala dos personagens dos quadrinhos há um registro formal da língua, preocupado com a modalidade escrita culta padrão.
IV. De acordo com o texto e com conhecimentos acerca da variação linguística, assinale a opção correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item II está certo.
Os itens I e II estão certos.
Os itens I e III estão certos.
Em virtude do meio de publicação do texto, ele pertence à esfera jornalística. Apesar disso, ele foge do padrão habitual desse gênero por que:
Apresenta sequências narrativas com linguagem coloquial.
Não apurou de maneira efetiva os fatos ocorridos.
Não apresentou as fontes consultadas para a pauta em questão.
Tem linguagem excessivamente rebuscada.
É exageradamente subjetivo.
A linguagem coloquial apresenta
menos argumentatividade.
sintaxe mais complexa.
traços de homogeneidade.
maior grau de planejamento.
maior dependência contextual.
Assinale o trecho que contém uma ocorrência de linguagem informal.
“‘Levante a mão quem de vocês está completamente satisfeito com a imagem do seu corpo’. Pronto, pra quê!”
“Os homens, embora bem menos afetados por esses transtornos por razões culturais, não escapam: ser razoavelmente forte agora é para os fracos.”
“A moça, de rosto lavado e roupas confortáveis, ergueu um dos braços como se fosse uma Estátua da Liberdade.”
“Idealizadora do Instituto de Nutrição Comportamental, ela investiga há duas décadas transtornos alimentares, um dos problemas mais prevalentes entre aqueles que lidam mal com o que veem refletido no espelho e de mal a pior, muito pior, com o que sua mente guarda, fidedigno ou não, das formas, cores, texturas e tamanho do corpo, ou seja, a imagem corporal propriamente dita.”
Assinale o trecho em que se verifica o uso do registro informal.
“Agora são os ipês rosa. Depois virão os amarelos. Por fim, os brancos. Cada um dizendo uma coisa diferente.” (Linha 29)
“As outras árvores fazem o que é normal — abrem-se para o amor na primavera, quando o clima é ameno e o verão está pra chegar, com seu calor e chuvas.” (Linhas 9-11)
“Ainda haverá de vir um tempo em que os homens e a natureza conviverão em harmonia.” (Linha 28)
“Conheci os ipês na minha infância, em Minas, os pastos queimados pela geada, a poeira subindo das estradas secas e, no meio dos campos, os ipês solitários, colorindo o inverno de alegria.” (Linhas 13-14)
O trecho que apresenta marcas de uso mais informal da língua escrita é:
[...] “todos os políticos são ladrões”, “sempre que um político aparece na televisão eu desligo a TV”, horário eleitoral é um saco” [...].
Portanto, podemos entender que política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público [...].
A Associação de Moradores de Umbará obteve uma vitória com a instalação de um semáforo na rua Nicola Pellanda [...].
E cabe a nós participar desse processo, para contribuir e construir uma política mais desejável [...].
Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido:
ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
à presença de um complemento verbal na forma de oração.
à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
Nessa crônica, Nelson Rodrigues mescla passagens em linguagem coloquial e culta. Assinale a alternativa que apresenta essa dualidade.
“Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompeia”.
“Sim, amigos: — aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau”.
“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis”.
“Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento”.