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Em situações de formalidade, é conveniente evitar o uso de linguagem informal; a frase abaixo que se mostra inteiramente formal é:
O Brasil não sabe mais o que é um porre feliz;
Um memorando serve não para informar a quem lê ele, mas para proteger quem o escreve;
Desde que organizado, o crime é que compensa;
Me disseram que o prazer é o grande incentivo para o mal;
Os ricos são diferentes de você e de mim. Eles têm mais crédito.
Acerca da linguagem empregada na tirinha, lei as assertivas:
I. A expressão Dê-me um beijo é própria do registro formal. Em situações de emprego coloquial, mantendo-se o modo verbal, se usaria Me dê um beijo.
II. A palavra Bah se configura como um regionalismo usual da região sul do Brasil.
III. A onomatopeia, recurso empregado no segundo quadrinho, pouco acrescenta para a produção de sentidos da tirinha, pois diminui a expressividade do discurso.
Pode-se afirmar que:
As assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
Sobre a linguagem usada pela autora, é CORRETO afirmar:
Predomina, no texto, o uso do registro informal, coloquial.
No texto, verifica-se o uso do registro formal e do registro informal.
Não se observa, no texto, o uso do registro informal, coloquial.
Ao longo do texto, verifica-se o uso da linguagem denotativa.
A linguagem coloquial foi utilizada em:
"Vem uma resposta com gancho para outra resposta, de minha parte. Tipo: "mas está tudo bem?".
"Jamais vou escolher alguém para um elenco porque mandou um vídeo no Instagram.".
"Mais ou menos como se eu estivesse na minha casa, alguém entrasse pela porta e exigisse toda atenção."
"Enviando emojis que seriam divertidos se não tivessem se tornado banais.".
Quanto ao emprego da linguagem, o texto apresenta:
apenas registro formal;
linguagem mista;
registro informal;
linguagem regional;
linguagem erudita.
A frase abaixo que mostra um registro coloquial é:
Como você se chama?
Você chegou a ver teu irmão?
Não sei quando ela vai partir.
Por que você não veio?
O que você vai dizer a ele?
Leia o texto abaixo:
O envelhecimento da população é um fato demográfico insuperável. Sabemos que existe uma possibilidade de aumento da solidão na terceira idade por motivos variados, inclusive pela dificuldade de estabelecer novos laços significativos e até por questões neuroquímicas. Porém, não é um destino: a sociabilidade pode ser explorada, e jovens também podem sentir solidão aguda.
(Leandro Karnal. Adaptado. G1 – Portal de Notícias. 2018).
Considerando que o fragmento acima foi retirado de uma entrevista do historiador Leandro Karnal, pode-se afirmar que as marcas linguísticas empregadas indicam uma linguagem:
Coloquial, pelo nível de informalidade expresso no texto.
Jornalística, tendo por base o suporte de veiculação do texto.
Regional, pela presença de vocábulos próprios de determinada região brasileira.
Culta, adequando-se à situação de comunicação.
Durante visita ao Brasil, no começo do ano passado, o presidente dos Estados Unidos da América recebeu um grupo de estudantes brasileiros selecionados em suas escolas.
Supondo que você foi um desses estudantes escolhidos e que pretende entrevistá-lo, com o auxílio de um intérprete para ajudá-lo, o que você deveria usar nessa situação de comunicação?
A linguagem informal
A norma padrão da língua
Gírias e expressões populares
Apenas a linguagem não verbal
A linguagem coloquial
No texto, estruturado em forma dissertativa, a autora emprega linguagem coloquial para expressar suas ideias e sua subjetividade.
Certo
Errado
I. Com base na linguagem utilizada no poema, o eu lírico se apresenta como falante de uma variedade linguística específica de determinada região brasileira.
II. O registro dos termos arguém, Pruquê e decifrá representam e caracterizam a pronúncia do sertanejo e do nordestino.
III. O emprego de uma linguagem simples e específica permite uma maior identificação do povo sertanejo com o texto e com a obra do autor.
Pode-se afirmar que:
Apenas a assertiva III está incorreta.
Apenas a assertiva I está correta.
As assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
A letra da canção acima se vale, em vários momentos, da variante informal e da variante formal da língua, ambas no plano conversacional, sobressaindo-se, entretanto, aquela sobre esta. Sobre o uso da variante informal, no tom coloquial, é correto afirmar que ela é usada com a finalidade de:
Causar estranhamento no interlocutor.
Instituir um tom formal, de distanciamento e de respeitabilidade.
Gerar humor e fazer com que o interlocutor não se identifique com a produção artística.
Estabelecer a aproximação entre a composição e o leitor, de forma a construir o processo de identificação deste com o que se afirma na narrativa.
Leia a piada a seguir, com atenção para as escolhas estruturais e lexicais e, em seguida, avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições explicativas dos efeitos produzidos pela escolhas realizadas.
O homem foi ao consultório médico e, ao chegar em casa, a mulher pergunta: -Como foi lá? -Vamos ter que sair do estado de São Paulo. - Mas, por quê? - O médico disse que no estado em que estou, eu não posso beber mais. |
( ) o tom humorístico se deve à ambiguidade de sentido provocada pelo emprego do termo “estado”.
( ) a interpretação equivocada se estabelece em razão do jogo discursivo que indica sentido duplo.
( ) o efeito de sentido da piada predomina em função da linguagem vulgar utilizada pelos personagens.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
F, V e V.
V, F e V.
V, F e F.
F, V e F.
V, V e F.
Com relação ao tipo de registro empregado no enunciado “Só que pardais mais velhos colocam menos banca, usando o gogó que os mais novos”, é CORRETO afirmar:
I- A elaboração linguística do enunciado apresenta um registro formal, empregando termos, exclusivos da variedade culta.
II- O enunciado foi construído com a utilização de termos coloquiais, para facilitar a compreensão do leitor.
III- O texto é da esfera jornalistica, sendo necessária uma linguagem objetiva, clara e precisa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
II.
I e II.
I e III.
II e III.
III.
Leia a tirinha abaixo e responda a questão 8.
A linguagem da tirinha em quadrinhos acima possui
Um aspecto informal para configurar o efeito de humor conotado pelo texto e recorre a liberdade criativa para subverter a correção gramatical do diálogo verbal. Nesse sentido, os enunciados abaixo exigem revisão, EXCETO:
Adão seu imprestável! (vocativos devem ser separados por vírgula).
Deus, por que você nunca se casou (o erro está na posição do pronome reflexivo).
Cade você (em tese, faltaria o acento circunflexo).
Nenhuma das alternativas.
Sobre os tipos de linguagem, é CORRETO afirmar que predomina no texto o uso da linguagem
denotativa.
informal.
conotativa.
regional.
técnica.
Em um dos fragmentos abaixo o autor emprega uma expressão comum da linguagem coloquial. Aponte-a:
“A vida de um desempregado é horrível”
“Mas corre-se o risco”
“mas não dão a mínima”
“se falta o trabalho, falta tudo.”
“em multiplicar a quantidade de produtos”
Leia, com atenção, as frases abaixo:
I - “Chego em casa à noite, exausto.” 1º§
II - “- Não botei gasolina no carro porque achei que ia dar!” 11º§
III - “Há algum tempo, vi um livro muito interessante em um antiquário.” 14º§
IV - “Quando voltei, fora vendido. Exemplar único.” 16º§
O autor emprega a linguagem coloquial apenas em:
Todas as construções a seguir são próprias da linguagem coloquial, pois não seguem as regras da norma culta, À EXCEÇÃO DE:
Não deveriam haver preconceitos de gêneros.
Estou meia triste, disse a mulher, diante do cachorro.
Haverão outros cachorros igual a esse.
Faltam dez minutos para ele voltar.
Não fala-se em outra coisa na cidade.
Os responsáveis pela organização do evento não aceitaram o trabalho do estudante Caio, devido a problemas sintáticos e de adequação linguística do seu e-mail (texto 3) à situação social. Assinale a alternativa que melhor justifica o posicionamento da organização do evento sobre a não aceitação do referido trabalho, uma vez que, no e-mail, o estudante Caio apresenta problemas de:
Pontuação, como o uso inadequado da vírgula em: “no Congresso Internacional X, conforme a chamada disponivel na página do evento”, além do uso de expressões inadequadas para a situação social formal, como a despedida “Valeu”, um exemplo de variação dialetal.
Pontuação, como o uso de dois pontos após “Querida Comissão Organizadora”, e de uso de expressões inadequadas para a situação social formal, como a onomatopeia representada pelo “hehe”, um exemplo de variação dialetal.
Concordância nominal, em “trabalhos a ser publicados”, em vez de “trabalho a ser publicado”, e de uso de expressões inadequadas para a situação social formal, como a intimidade do vocativo “Querida Comissão Organizadora”, um exemplo de variação dialetal.
Pontuação, como o uso da vírgula inapropriada após “Oportunamente”, e de uso de expressões inadequadas para a situação social formal, como a intimidade do vocativo “Querida Comissão Organizadora”, um exemplo de variação de registro.
Concordância verbal, em “trabalhos a ser publicados”, em vez de “trabalhos a serem publicados”, e de uso de expressões inadequadas para a situação social formal, como a onomatopeia representada pelo “hehe”, um exemplo de variação de registro.
O texto jornalístico se vale, em geral, de uma variante linguística formal. No entanto, em alguns momentos, o autor lança mão de um registro mais informal, dado o tipo de mídia em que é veiculado e o tipo de público a que se dirige. Assinale a alternativa que contenha uma palavra ou expressão de variante linguística informal, próxima da coloquialidade:
Ele demora muito tempo para se reproduzir: a título de comparação, ele leva 15 dias para dar origem a um novo bacilo (...).
A dermatologista Letícia Maria Edit, de Porto Alegre, publicou um artigo em que rememora episódios da hanseníase no Brasil.
Na tentativa de se livrar da encrenca, um grupo de leprosos resolveu invadir uma cidade no norte do estado de São Paulo (...).
A troca de nome de lepra para hanseníase parece ter mais confundido do que ajudado a aplacar a intolerância.