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A noção de “fracasso”, que o autor relaciona ao ato da criação de um texto, advém do seguinte raciocínio silogístico: O fracasso é a matéria-prima da literatura. O autor produz literatura; logo, ele é um fracassado na vida.
Caso o STJ seja composto pelo número mínimo de ministros estabelecido, 11 de seus membros serão do Ministério Público Federal, indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Se houver 36 ministros no STJ, então pode-se garantir que 24 deles foram escolhidos, em partes iguais, entre os juízes de TRFs e entre os desembargadores dos tribunais de justiça.
Uma análise de expressões usadas no texto nos leva a fazer as seguintes afirmações.
1) A expressão "arroubos nacionalistas" tem o mesmo sentido da outra expressão "xenofobia exacerbada".
2) A palavra "arrepios" está empregada no texto para corroborar o mesmo sentimento nacionalista do autor.
3) O fragmento "Olhos acentuadamente verde-amarelos" vai na mesma direção argumentativa de "arroubos nacionalistas".
4) A expressão: "exercício de xenofobia exacerbada" significa: 'rejeição aguda a tudo que não é nacional'.
Estão corretas apenas:
2, 3 e 4
1 e 2
3 e 4
2 e 3
1 e 4
Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue.
No campo da ética
Costuma-se dizer que os fins justificam os meios, de modo que, para alcançar um fim legítimo, todos os meios disponíveis são válidos. No campo da ética, porém, essa afirmação deixa de ser óbvia.
Suponhamos uma sociedade que considere um valor e um fim moral a lealdade entre seus membros, baseada na confiança recíproca. Isso significa que a mentira, a inveja, a adulação, a má-fé, a crueldade e o medo deverão estar excluídos da vida moral, e as ações que se valham desses recursos, empregando-os como meios para alcançar um fim, serão imorais.
No entanto, poderia acontecer que, para forçar alguém à lealdade, fosse preciso fazê-lo sentir medo da punição pela deslealdade, ou fosse preciso mentir-lhe para que não perdesse a confiança em certas pessoas e continuasse leal a elas. Nesses casos, o fim – a lealdade – não justificaria os meios – o medo e a mentira? A resposta ética é: não. Por quê? Porque esses meios desrespeitam a consciência e a liberdade da pessoa moral, que agiria por coação externa e não por reconhecimento interior e verdadeiro do fim ético.
No campo da ética, portanto, nem todos os meios são justificáveis, mas apenas aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos exigem meios éticos.
A relação entre meios e fins pressupõe que a pessoa moral não existe como um fato dado, como um fenômeno da Natureza, mas é instaurada pela vida intersubjetiva e social, precisando ser educada para os valores morais e para as virtudes.
(Marilena Chauí, Convite à Filosofia)
A leitura do último parágrafo do texto permite deduzir, corretamente, que
a prática moral é tanto mais fácil quanto mais alto o nível de escolaridade.
nenhuma ação é moral quando contraria a índole natural de uma pessoa.
os valores morais são categorias essencialmente individuais, e não coletivas.
é necessária uma educação moral para que bem se ajustem meios e fins.
a educação moral resulta de uma imposição interna de cada indivíduo.