

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Posto que abastado, moço, amigo do seu único amigo, não se pode dizer que Quintanilha fosse inteiramente faliz, como vais ver. (3º parágrafo)
No contexto em que se encontra, em relação ao trecho que 6 sucede, o trecho sublinhado expressa ideia de
consequência.
comparação.
finalidade.
condição.
concessão.
Observe o trecho destacado na passagem:
É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.
É correto afirmar que ele expressa, em relação ao trecho que o precede, uma
comparação e pode ser substituído por como os séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.
concessão e pode ser substituído por em que pesem os séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.
condição e pode ser substituído por desde que os séculos nos separem e criem contextos um tanto distintos.
causa e pode ser substituído por porque os séculos nos separam e criam contextos um tanto distintos.
conclusão e pode ser substituído por portanto os séculos nos separam e criam contextos um tanto distintos.
Em: “Ao fazermos essa orientação, com base em conhecimento técnico e científico reconhecido, queremos proteger a saúde da população ...”, a oração destacada classifica-se como:
subordinada substantiva subjetiva reduzida de particípio
subordinada adjetiva explicativa reduzida de gerúndio
coordenada sindética conclusiva
subordinada adverbial temporal reduzida de infinitivo
subordinada adverbial condicional
Na frase: “Como não havia estudado, foi mal na prova.” – A oração introduzida pela conjunção COMO é CORRETAMENTE classificada como:
Oração Subordinada Adverbial Causal.
Oração Subordinada Adverbial Comparativa.
Oração Subordinada Adverbial Conformativa.
Oração Subordinada Adverbial Condicional.
A partir das Orações Subordinadas, leia as assertivas e assinale a incorreta.
“Acordamos cedo para viajar” é uma oração subordinada adverbial final.
“É fundamental que participem das reuniões trimestrais” é uma oração subordinada substantiva subjetiva.
“O problema é só um: que eu não estudei para as provas semestrais” é uma oração subordinada substantiva predicativa.
“Não gosto de comer doces, porque engordo” é uma oração subordinada adverbial causal.
“Caso você venha, jantamos juntos” é uma oração subordinada adverbial condicional.
Qual é a ideia veiculada pela oração grifada no trecho “Se cooperamos uns com os outros, tudo fica mais fácil!” (6º parágrafo)?
Condição.
Comparação.
Adição.
Conclusão.
Oposição.
Analise o uso do “que” no trecho da música “Minha Alma”, do grupo O Rappa, apresentado a seguir:
Mas não me deixe sentar na poltrona no dia
de domingo, domingo
Procurando novas drogas de aluguel
Nesse vídeo coagido
É pela paz que eu não quero seguir admitindo
O termo em destaque introduz uma ideia de
causa.
condição.
consequência.
comparação.
Releia este trecho do texto III.
“Para que uma alimentação seja saudável, é importante ter variedade, equilíbrio, controle de quantidade (comer o que lhe é adequado) e qualidade dos alimentos.”
Em relação ao pensamento contido na oração principal, a primeira oração desse período expressa
causa.
finalidade.
consequência.
condição.
“Eu estava lendo Baixo Esplendor, do Marçal Aquino — um ótimo livro, por sinal —, que se passa nos anos 70.”
Parágrafo 1º
A oração sublinhada exprime ideia de:
restrição.
explicação.
conclusão.
tempo.
condição.
No que tange à subordinação, avalie as afirmativas a seguir.
I. Em "A OMS também aponta que a expectativa de vida de pessoas que fazem uso recorrente de cigarros pode ser de até dez anos a menos do que não fumantes", o trecho "que a expectativa de vida de pessoas .... pode ser de até dez anos a menos..." funciona como uma oração subordinada adverbial objetiva direta.
II. Em "A OMS também aponta que a expectativa de vida de pessoas que fazem uso recorrente de cigarros pode ser de até dez anos a menos do que não fumantes", o trecho "que fazem uso recorrente de cigarros" funciona como uma oração subordinada adjetiva restritiva.
III. Em "Uma das principais estratégias do Estado para diminuir o uso do tabaco está no Programa Estadual para Controle do Tabagismo, que visa reduzir a prevalência de fumantes e a mortalidade decorrente do consumo de produtos derivados", o trecho "que visa [...]" funciona como uma oração subordinada adjetiva explicativa.
IV. Em "A campanha alerta que o tabagismo é uma doença crônica e se esforça para reduzir sua prevalência", o trecho "e se esforça para [...]" funciona como uma oração subordinada adverbial condicional.
Está CORRETO o que se afirma em:
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
Na oração Isso exigiu que ele parasse no acostamento (/
Oração subordinada adverbial condicional.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Oração subordinada adverbial causal.
Oração coordenada sindética explicativa.
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.
Um Brasil de cidades
Por Washington Fajardo
Em 2024, empurraremos a pedra da esperança para cima da montanha da realidade, como Sísifos urbanos, votando novamente em prefeitos. A escolha das lideranças locais deveria ser a forma mais exitosa da democracia representativa, pela proximidade entre cidadão e político, mas comumente converte-se em frustração com duração de quatro anos. O Brasil é um país de cidades, com gigantesco contingente humano dentro da urbanização, vivendo dilemas que futuros prefeitos precisarão saber manejar e equacionar. O Censo evidenciou a consolidação da interiorização do país, cuja nova geografia aponta risco de redução da complexidade econômica justamente pela eficiência das commodities extrativistas-exportadoras, incapazes, entretanto, de impulsionar o mercado de trabalho “metropolinizado” e envelhecido.
Os brasileiros vivem em conurbações, deslocando-se entre municípios altamente assimétricos, desesperados por serviços públicos de qualidade, buscando oportunidades não em utópicas cidades de 15 minutos, mas em manchas urbanas com no mínimo duas horas de viagem, lidando há décadas com violência e medo. Apesar dessa conjuntura labiríntica, votamos em prefeitos que conseguem atuar em partes do problema, em governadores que não organizam as metrópoles e em presidentes que têm agendas de macroescala. Quem está de fato cuidando do chão onde o povo mais urbanizado do planeta vive?
A União vem ganhando nas últimas décadas um perigoso perfil moralista de exclusivo garantidor da cidadania, como formulador, financiador e implementador de programas e projetos, retroalimentando infatigavelmente a polarização política. Os governos estaduais são medíocres em viabilizar a integração da mobilidade metropolitana e em expandir a oferta de transporte de alta capacidade, o básico rudimentar. A insegurança brutal mostra que o escopo de trabalho dos governadores precisa ser logo revisado. Melhor seria elegermos síndicos de metrópoles. Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais. Ou bajuladores de governadores inúteis.
Os fundamentos da Nova Democracia vieram das cidades e das lutas urbanas em polinização cruzada, formando uma união pelas partes. A genialidade do Estatuto da Cidade residia no fato de ter conseguido coletar experiências locais, vislumbradas na Reforma Urbana, sistematizadas e dando-lhes relevância de política pública nacional, funcionando como metodologias que outras cidades poderiam então acessar. O desenho municipalista da nossa Constituição, exagerado até, não viabilizou em 35 anos cidades melhores. Precisamos urgentemente de resultados para o desenvolvimento urbano brasileiro semelhantes aos do Plano Real e do Bolsa Família.
Isso ocorre porque Brasília seduz e exerce um controle exagerado. O Planalto Central agressivamente amplia a tutela sobre a vida nacional, atuando de cima para baixo na forja de soluções locais, mas com rarefeita eficácia. Assim tem sido no subsídio da moradia popular racionalista e positivista, no apoio ao rodoviarismo anacrônico, no saneamento vacilante, no silêncio avassalador sobre o financiamento do transporte público. Brasília joga em todas as posições quando deveria ser um técnico orientando jogadores, observando como o jogo se desenvolve, cobrando resultados, dando broncas, valendo-se de métricas, indicadores e premiações, mas não entrando em campo, como faz com frequência.
O resultado é uma redução drástica das inovações nas cidades, ao contrário do processo que deu origem aos alicerces institucionais da gestão urbana do Brasil contemporâneo. O colossal desafio de ressignificação, revitalização e repovoamento dos centros das cidades brasileiras, uma enxaqueca para prefeitos, nem sequer é percebido como relevante pelo governo federal. Nesse quadro, os prefeitos precisam saber cocriar soluções com os cidadãos, responder efetivamente à desigualdade, à crise climática e ao ocaso da infraestrutura e da habitação, compreender e não temer o urbanismo, meio pelo qual se pode melhorar a qualidade de vida. E, aos eleitores, cabe votar na ousadia, para que nossas cidades possam ser de novo, um dia, as fontes de inspiração das políticas nacionais, e não o contrário.
*Washington Fajardo é arquiteto e urbanista
Disponível em: https://oglobo.globo.com. [Adaptado]
Analise o período a seguir.
Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais.
Nesse período, há a presença de
uma oração adverbial condicional e outra adjetiva restritiva.
duas orações adjetivas, sendo uma restritiva e a outra explicativa.
uma oração adverbial consecutiva e a outra substantiva subjetiva.
duas orações substantivas, sendo uma subjetiva e outra objetiva direta.
Machos exibem objetos vistosos para se valorizar sexualmente aos olhos das fêmeas. (3º parágrafo)
Em relação à oração que a precede, a oração sublinhada expressa ideia de
proporção.
consequência.
condição.
finalidade.
causa.
“Ele fica perplexo com isso, mas depois descobre que o verdadeiro amor não vai parar.” 3º§
A oração sublinhada é classificada corretamente como:
oração coordenada sindética conclusiva.
oração subordinada adverbial condicional.
oração subordinada adjetiva restritiva.
oração subordinada substantiva objetiva direta.
oração subordinada substantiva completiva nominal.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: Os usuários cobrem o conteúdo da lixeira com turfa ou serragem após seus “afazeres”; uma vez cheios, eles movem os excrementos para um recipiente maior e hermético ao longo de vários meses, para que todos os microrganismos morram.
Tempo.
Finalidade.
Conformidade.
Condição.
Comparação.
A oração "a não ser que eu saiba que a fonte é confiável" estabelece uma condição de hipótese, sendo classificada como uma oração subordinada adverbial condicional.
Certo
Errado

https://monteazul.mg.gov.br
Na produção da campanha, o autor empregou a oração “QUE SE CUIDA”. Essa oração expressa valor semântico de:
restrição.
causa.
consequência.
condição.
conclusão.
A expressão sublinhada em “Com o declínio da atividade agrícola, os trechos foram sendo desativados, encerrando em definitivo em 1966” (linhas 24-26) expressa uma relação semântica de:
consequência
conclusão
condição
causa
comparação
No trecho 'como quem não acha o que queria', a oração subordinada desempenha qual função sintática em relação à oração principal?
condicional
comparativa
conformativa
causal
concessiva
Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6:
“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”
A relação que se estabelece entre a primeira oração do período e as demais orações que nele ocorrem, no excerto indicado, é de:
condicionalidade.
causa.
concessão.
conformidade.
consecutividade.