Questões de Concurso sobre Passagem do discurso direto para o discurso indireto ou vice-versa

 
 
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"Eu não acredito nisso, mas nada é impossível.” (L.60)


Passando o segmento acima para o discurso indireto, algumas modificações se fazem necessárias.


Assinale a opção em que se tenha feito corretamente a transposição para o discurso indireto.


A

Marcos Boulos afirmou que ele não acreditava naquilo, mas nada era impossível.


B

Marcos Boulos afirmou que ele não acreditava naquilo, mas nada é impossível.


C

Marcos Boulos afirmou que ele não acreditava nisso, mas nada é impossível.


D

Marcos Boulos afirmou que ele não acredita nisso, mas nada era impossível.

Já esquecido de timidez e feiura: “Sabe o que eu mais quero? É embalar você no colo.”


O período acima poderia ser reescrito em discurso indireto da seguinte forma:


Já esquecido de timidez e feiura, ele perguntou para ela


A

para que soubera o que ele mais quis. E respondeu que poderia ser embalar você no colo.


B

se soubesse o que ele mais queria. E respondeu que é embalá-la no colo.


C

para que soubesse o que ele mais queria. E respondeu que era embalá-la no colo.


D

se soube o que ele mais quis. E respondeu que seria embalar você no colo.


E

se sabia o que ele mais queria. E respondeu que era embalá-la no colo.

Transpondo-se a frase “Acontece em toda parte, mas no Rio tem um jeito especial de acontecer que me emociona mais” para o discurso indireto, o resultado será: Disse que


A

acontecia em toda parte, mas que no Rio teria havido um jeito especial de acontecer que tinha lhe emocionado mais.


B

acontece em toda parte, mas que no Rio teve um jeito especial de acontecer que o emocionou mais.


C

aconteceu em toda parte, mas que no Rio teve um jeito especial de acontecer que o emocionara mais.


D

aconteceria em toda parte, mas que no Rio teria um jeito especial de acontecer que lhe emocionara mais.


E

acontecia em toda parte, mas que no Rio tinha um jeito especial de acontecer que o emocionava mais.

− [...] que [...] você foi fazer naqueles matos [...]?” (4o parágrafo)


Transposto para o discurso indireto, o trecho acima assumirá a seguinte redação:


A

O cronista perguntou ao amigo o que ele iria fazer naqueles matos.


B

O cronista perguntou ao amigo o que ele tinha ido fazer naqueles matos.


C

O cronista perguntou ao amigo: – O que você haveria de fazer naqueles matos?


D

O cronista perguntou ao amigo o que ele ia fazer naqueles matos.


E

O cronista perguntou ao amigo: – O que você iria fazer naqueles matos?

Um tio meu [...] costumava dizer que o amor da glória temporal era a perdição das almas (3o parágrafo)


Transposto para o discurso direto, a fala inserida no trecho acima assume a seguinte redação:


A

– O amor da glória temporal é a perdição das almas.


B

– No amor da glória temporal perderam-se as almas.


C

pensava que o amor da glória temporal seria a perdição das almas.


D

se não fosse o amor da glória temporal a perdição das almas.


E

– O amor da glória temporal fora a perdição das almas.

Lembram-se da história de Tristão e Isolda?


Transposto para o discurso indireto, o trecho acima assume a seguinte redação:


A

Ele pergunta se se lembraram da história de Tristão e Isolda.


B

Ele perguntou: vocês se lembram da história de Tristão e Isolda?


C

Ele perguntou se nós nos lembrávamos da história de Tristão e Isolda.


D

Ele perguntou-nos se acaso lembráramos da história de Tristão e Isolda.


E

Ele pergunta a vocês se lembram da história de Tristão e Isolda.

– Não é preciso – objetou o meu amigo. – Posso esperar perfeitamente aqui mesmo. (7o parágrafo)


Ao ser transposto para o discurso indireto, o trecho acima assume a seguinte redação:


A

O meu amigo objetou que não era preciso, que podia esperar perfeitamente lá mesmo.


B

O meu amigo objetou: – Não era preciso. Podia esperar perfeitamente lá mesmo.


C

O meu amigo objetou que não foi preciso, que poderia esperar perfeitamente lá mesmo.


D

O meu amigo objetou: – Não preciso. Posso esperar perfeitamente aqui mesmo.


E

O meu amigo objetou que não precisaria, que esperaria perfeitamente aqui mesmo.

A frase Eu me lembro de sacos de dinheiro na boca do caixa, está corretamente transposta para o discurso indireto em:


A

Ele disse que se lembra de sacos de dinheiro na boca do caixa.


B

Ele disse que se lembrava de sacos de dinheiro na boca do caixa.


C

Eu digo que me lembro de sacos de dinheiro na boca do caixa.


D

Ele disse: − Eu me lembrei de sacos de dinheiro na boca do caixa.


E

Eu disse que se lembraria de sacos de dinheiro na boca do caixa.

“O salto para uma potencial função médica é um exagero, nesta altura.” (9º parágrafo)


Assinale a opção em que se tenha feito a transposição correta do discurso direto para o indireto.


A

Ele disse que o salto para uma potencial função médica será um exagero, nessa altura.


B

Ele disse que o salto para uma potencial função médica seria um exagero, naquela altura.


C

Ele disse que o salto para uma potencial função médica foi um exagero, nessa altura.


D

Ele disse que o salto para uma potencial função médica era um exagero, naquela altura.

Liloca disse: Nós não somos obrigadas a aceitar isso.

Ao ser transposto para o discurso indireto, o texto acima assume a seguinte redação:


A

Liloca disse que elas não eram obrigadas a aceitar aquilo.


B

Liloca disse: − Elas não eram obrigadas a aceitar aquilo.


C

Liloca disse que elas não são obrigadas a aceitar aquilo.


D

Liloca disse: − Elas não seriam obrigadas a aceitar aquilo.


E

Liloca disse que elas não foram obrigadas a aceitar aquilo.

“Disse meu primo: -Eu gostei de estar presente hoje nesta feira de artesanato!”


Se reescrevêssemos essa frase, iniciando pelas palavras “No dia de ontem, meu primo declarou que...”, a forma adequada de terminar a frase, com a passagem do discurso direto para o discurso indireto, seria:


A

gostaria de estar presente hoje naquela feira de artesanato.


B

gostara de ter estado presente ontem naquela feira de artesanato.


C

gostava de ter estado presente ontem naquela feira de artesanato.


D

tinha gostado de ter estado presente ontem nesta feira de artesanato.


E

havia gostado de estar presente hoje naquela feira de artesanato.

“– Não, disse-lhe, deixa-me saber de tudo por boca do próprio réu.” (19o parágrafo)


Ao se transpor o trecho acima para o discurso indireto, o verbo sublinhado assume a seguinte forma:


A

deixou.


B

deixaria.


C

deixe.


D

deixava.


E

deixasse.

Observe as seguintes frases do texto "A arte de infantilizar formigas": "Como dizer: Eu pendurei um bentivi no sol..." "O que disse Bugrinha: Por dentro de nossa casa passava um rio inventado". O que nosso avô falou: O olho do gafanhoto é sem princípios." Assinale a alternativa correta quanto ao papel dos verbos dicendi nessas expressões:


A

O verbo dicendi introduz o discurso direto apenas na primeira fala.


B

Na segunda fala, o verbo dicendi introduz o discurso indireto.


C

Na terceira fala, o verbo dicendi introduz o discurso indireto livre.


D

Apenas nas duas primeiras falas, os verbos dicendi introduzem o discurso indireto.


E

Os verbos dicendi introduzem os discursos diretos nas três falas apresentadas.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas afirmações a seguir sobre a passagem de trechos do texto para o discurso indireto.


( ) Eu não tenho nada, estou até muito bem (l. 09) em discurso indireto seria Dora disse que ela não tinha nada, estava até muito bem.

( ) Depois do jantar a Dora vai cantar (l. 12) em discurso indireto seria Cintra anunciou, depois do jantar, que a Dora iria cantar.

( ) Não se discute (l. 16) em discurso indireto seria Cintra disse que não se discutia.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – V – V.


B

V – F – V.


C

F – V – F.


D

V – V – F.


E

F – F – F.

Atente para esta construção:


A filha alertou o velho:

– Olha aí, pai, o Zezito chegou. Pertinho de você.


Transpondo-se para o discurso indireto, esta passagem deverá ficar: A filha alertou o pai que


A

olhe para o Zezito que chegou, pertinho de você.


B

ali chegara o Zezito, que olhe ele pertinho de você.


C

o Zezito chegou, pai, aí pertinho de você.


D

olhasse o Zezito, que chegara e estava pertinho dele.


E

chegara o Zezito, que o olhasse pertinho, pai.

- Em que espelho ficou perdida a minha face? (3a estrofe)

Caso a frase acima seja transposta para o discurso indireto, o elemento sublinhado assumirá a seguinte forma:


A

ficasse.


B

ficará.


C

ficou.


D

ficava.


E

ficara.

Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. (1o parágrafo)


A frase acima está corretamente transposta para o discurso indireto do seguinte modo:


Disse que, às vezes,


A

assaltou-lhe o terror de que todos os seus poemas me eram apócrifos.


B

assaltava-lhe o terror de que todos os seus poemas fossem apócrifos.


C

teria sido assaltado pelo terror de que todos os meus poemas foram apócrifos.


D

fui assaltado pelo terror de que todos os meus poemas serão apócrifos.


E

será assaltado pelo terror de que todos os seus poemas lhe eram apócrifos.

“Propriedade de escravos” - dizia Torres Homem [...] - “era uma monstruosa violação do direito natural.” (1º parágrafo)


Transposto para o discurso indireto, o trecho transcrito acima assume a seguinte redação:


A

Torres Homem dizia: - Propriedade de escravos é uma monstruosa violação do direito natural.


B

Torres Homem dizia que propriedade de escravos era uma monstruosa violação do direito natural.


C

Torres Homem dizia que propriedade de escravos é uma monstruosa violação do direito natural.


D

Torres Homem dizia: - Propriedade de escravos era uma monstruosa violação do direito natural.


E

Torres Homem dizia que propriedade de escravos seria uma monstruosa violação do direito natural.

Nos textos narrativos em que há diálogos, portanto, discurso indireto e discurso direto, constitui uma atividade interessante de produção textual reescrever textos em discurso direto para o discurso indireto.

Observando-se as características de enunciação do discurso indireto e do discurso direto, pode-se afirmar que está INADEQUADA a enunciação do discurso indireto na opção:


A

O aluno perguntou à professora: “Dona Vilma, quando vamos fazer a primeira prova?” / O aluno perguntou a Dona Vilma, a professora, quando irão fazer a primeira prova.


B

“Nada disso é verdade” – retrucou o aluno, após o professor ter dito: “Você se esquivou de fazer o trabalho”. / Após o professor ter dito ao aluno que ele tinha se esquivado de fazer o trabalho, este retrucou que nada daquilo era verdade.


C

“Pedro, só mesmo com muito esforço e dedicação poderemos recuperar as aulas perdidas” – disse João ao amigo Pedro, quando estavam conversando no pátio. / João disse ao amigo Pedro, quando estavam conversando no pátio, que só mesmo com muito esforço e dedicação poderiam recuperar as aulas perdidas.


D

“Não se envergonhe caso o resultado não seja bom, pelo contrário, continue a se esforçar” – foi o que disse a professora ao menino, ao lhe entregar a prova. / O menino, ao receber a prova, ouviu da professora que não se envergonhasse caso o resultado não fosse bom, mas, pelo contrário, continuasse a se esforçar.


E

Após a conferência, o aluno perguntou ao conferencista: “Como posso fazer para alcançar esse nível de excelência?” / Após a conferência, o aluno perguntou ao conferencista como poderia fazer para alcançar aquele nível de excelência.

Ao se transpor o trecho O padre Lopes confessou que não imaginara a existência de tantos doidos no mundo (1º parágrafo) para o discurso direto, o verbo sublinhado assume a seguinte forma:


A

imaginasse.


B

imaginaria.


C

imagino.


D

imaginarei.


E

imaginei.

   
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