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“E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vida dos insetos.”
Mário Quintana
A oração grifada é uma oração
coordenada assindética.
coordenada sindética.
subordinada adverbial.
subordinada adjetiva.
subordinada substantiva.
Considere os termos grifados na afirmativa a seguir.
“Um novo estudo mostrou que Fobos segue em sua órbita através de um fluxo de partículas carregadas, que saíram do Planeta Vermelho”.
Sintaticamente, o termo “que” introduz, respectivamente, uma oração subordinada e uma oração subordinada
adverbial e adjetiva.
adjetiva e adverbial.
substantiva e adjetiva.
adverbial e adverbial.
adjetiva e substantiva.
Assinale a alternativa CORRETA com relação à classificação das orações coordenadas em destaque no excerto a seguir:
“A enfermeira, que ainda estava curvada sobre o advogado e se ocupava em esticar as cobertas do lado da parede, virou apenas a cabeça e respondeu num tom calmo que contrastava estranhamente com as palavras do tio, entrecortadas pela raiva e pela rapidez [...]”
(Franz Kafka, em “O processo”, 1985)
Orações coordenadas alternativas.
Orações coordenadas conclusivas.
Orações coordenadas adversativas.
Orações coordenadas aditivas.
Assinale a alternativa que corresponde à classificação CORRETA da oração em destaque no excerto a seguir:
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de particípio.
Oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de gerúndio.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo.
Na oração “Somos descendentes de uma geração que lutou para conseguir seus direitos”, o trecho destacado é classificado como:
oração subordinada adjetiva restritiva.
oração subordinada adverbial concessiva.
oração subordinada substantiva objetiva mista.
oração subordinada substantiva subjetiva.
oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Analise as afirmativas acerca do trecho "As visitas foram planejadas pelas professoras":
I."As visitas" exerce a função de sujeito simples da voz ativa.
II.Na oração destacada, "pelas professoras" é o agente da passiva.
III.A oração destacada está na voz reflexiva.
IV.Na voz ativa, teríamos "As professoras planejaram as visitas".
É CORRETO o que se afirma em:
I, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
III, apenas.
II e IV, apenas.
II, apenas.
A construção “que chegou a perder massa encefálica”, presente no terceiro parágrafo do corpo da notícia, possui a seguinte função sintática no período:
Oração subordinada adjetiva restritiva, com a falta do emprego da vírgula após a palavra “homem”.
Oração subordinada adjetiva restritiva, com o emprego correto da vírgula após a palavra “homem”.
Oração subordinada substantiva objetiva direta, com a falta do emprego da vírgula após a palavra “homem”.
Oração subordinada substantiva apositiva, com a falta do emprego da vírgula após a palavra “homem”.
Oração subordinada adjetiva explicativa, com a falta do emprego da vírgula após a palavra “homem”.
No subtítulo do texto, há duas orações iniciadas por “que”. A primeira delas é
subordinada adjetiva explicativa.
subordinada adjetiva restritiva.
subordinada substantiva objetiva direta.
subordinada substantiva objetiva indireta.
coordenada sindética explicativa.
“Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
Sobre a articulação das orações do período acima, é CORRETO afirmar:
A oração principal é “Nosso homenzinho teria toda razão”.
A última oração é coordenada aditiva.
Contém uma oração subordinada reduzida adverbial final.
É composto por 4 (quatro) orações.
Assinale a alternativa que corresponde à classificação CORRETA da oração subordinada em destaque:
A mulher estava esperando o ônibus quando a chuva começou a cair.
Oração subordinada adverbial causal.
Oração subordinada adverbial consecutiva.
Oração subordinada adverbial temporal.
Oração subordinada adverbial final.
Em “[…] tudo expresso de maneira tão sutil que pega as mínimas ondulações do pensamento do homem […]”, o advérbio de intensidade “tão” introduz uma relação de sentido explicativa entre as orações da frase.
Certo
Errado
O emprego de vírgula após “rural” (linha 7) e “estadual” (linha 8) justifica-se por isolar oração subordinada adjetiva de sentido explicativo.
Certo
Errado
De acordo com Bechara (2019), uma oração subordinada adjetiva pode ter valor explicativo ou restritivo, a depender do fato de ela modificar ou não a referência do antecedente. Com base na distinção feita pelo autor, assinale a alternativa em que está destacada uma oração subordinada adjetiva restritiva.
… e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país.
Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo
Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição.
… colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória.
O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar.
Em relação aos vocábulos destacados no trecho "Acho que deveriam construir um monumento a esses autores sacrificados que em vez de escreverem coisas inteligentes [ ... ]", analise as afirmativas abaixo.
I- O primeiro vocábulo cíassifica-se como pronome relativo.
II- O segundo vocábulo classifica-se como conjunção integrante.
III- O segundo vocábulo exerce a função sintática de sujeito.
IV- O primeiro vocábulo introduz uma oração subordinada substantiva.
V- Os dois vocábulos pertencem à mesma classe de palavras.
Assinale a opção correta.
Apenas as afirmativas I, II, IIl e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.
Apenas a afirmativa V está correta.
Atente para o trecho: "Quando ativavam o modo autodestruição, ficavam verdes."
Esse trecho é composto por:
Duas orações coordenadas assindéticas.
Uma oração subordinada adverbial temporal e uma oração principal, respectivamente.
Uma oração principal e uma oração subordinada adjetiva restritiva, respectivamente.
Uma oração coordenada sindética adversativa e uma oração coordenada assindética, respectivamente.
A oração "por isso as medidas aplicadas são as chamadas não farmacêuticas" (linha 11) expressa, em relação à oração anterior, circunstância de causa.
Certo
Errado
A oração “mas também executam ações comuns” (linha 17), com relação à oração que a antecede, apresenta
oposição relativa ao fato de os profissionais realizarem intervenções em áreas de atuação e, por isso, é correta a substituição de “mas também” por porém.
justificativa decorrente da complementação entre intervenções próprias e ações comuns e, por isso, é correta a substituição de “mas também” por pois.
ideia que adiciona a execução de ações comuns à realização de intervenções próprias de profissionais de áreas especializadas.
destaque na execução de ações comuns como finalidade da realização de intervenções de áreas específicas.
consequência de intervenções próprias a determinadas áreas: executar também ações comuns.
Sobre o período, "QUANDO A SEDE AUMENTOU, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente", a oração destacada é classificada sintaticamente como:
Oração Subordinada Adverbial Condicional.
Oração Subordinada Adjetiva Restritiva.
Oração Subordinada Adverbial Temporal.
Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.
O caso da borboleta
"Ninguém nasce borboleta", pensou Breno. Depois disse baixinho: "A borboleta é um presente do tempo". Lá fora, ela, a borboleta, não pensava nada disso. Ocupava-se em voar pela noite de árvore em árvore. Era azul e sem dúvida um dia havia sido lagarta. Breno tem nove anos e é uma criança, a lagarta é como se fosse uma borboleta criança, mas quando Breno for adulto vira homem e não borboleta, e homens não voam. Sonho de Breno é voar, seja como piloto de avião ou jogador de futebol. Como borboleta, Breno nunca chegou a pensar, tem nove anos, mas sabe que é menino e não lagarta. A avó de Breno sempre diz: "Lagarta queima o dedinho e come planta, mas vira borboleta. Ninguém nasce borboleta". Agora o menino pensa e olha a borboleta na janela. "De manhã vi um monte de buraquinhos nas folhas"; explicaram a ele: "É coisa de lagarta". Os buracos nas acerolas e goiabas eram coisa dos passarinhos. Isso ninguém precisou explicar, porque ele sempre viu os passarinhos indo bicar as frutas, menos o beija-flor, que só ia bicar a água no copo de flor pendurado na goiabeira. "O que será que borboleta come? Será que beija-flor só bebe água? "Pensou muito nisso e sentiu fome. Saiu em direção à cozinha.
A avó cochilava de frente para a novela das sete. Justamente aquela durante a qual ela mais gostava de cochilar. Breno sabia disso e não quis acordá-la pra pedir comida. Na cozinha a janela estava aberta. Era uma janela enorme e dava de frente pro quintal da casa. Algumas vezes Breno ouviu gente falando como era engraçado aquela janela na cozinha. A avó sempre explicava que, antes de cozinha, ali havia sido quarto, e por isso a tal janela. Breno achava normal. Desde que tem lembrança, ali é cozinha e tem janela e ele adora. Enquanto sua avó faz o almoço, ele olha para o mundo. O azar é daqueles que não têm janela na cozinha. Breno decidiu que a melhor coisa pra comer naquele momento era biscoito. "Tomara que tenha. Se não tiver, seria muito bom comer uns ovos."Sabe como fazer: é só acender o fogo apertando o botão, colocar a frigideira em cima do fogo, quebrar o ovo em cima da frigideira e ficar mexendo com o garfo. Agora que já tem nove anos nem precisa mais de cadeira pra mexer no fogão. Abre a geladeira e tem três ovos. Fecha a geladeira e vai procurar o biscoito. Entra uma borboleta na cozinha. É maior e mais bonita que a outra. Parece desesperada, bate nas paredes uma a uma até ficar presa pela porta encostada. Breno vai até a porta e a puxa para que saia, de lá voa direto pro outro lado da cozinha, onde ficam a janela e o fogão. Breno acompanha com o olhar e espera que consiga sair logo pela janela. Em cima do fogão tem uma panela destampada cheia de óleo (no almoço teve batata frita), a borboleta voa na direção do fogão e, assim que chega em cima da panela, cai no óleo como se tivesse sido atraída pra lá igual quando Breno atrai moedas com seu ímã.
Ele correu pra ver a borboleta, ela nadava pelo óleo lentamente. Quis tirá-la de lá, mas nunca colocou a mão no óleo antes. Só queima se estiver de fogo aceso, tinha quase certeza. Correu até o papel-toalha e tirou a borboleta de dentro da panela. Olhou-a com atenção: toda coberta de óleo. Todas as partes do seu corpo de inseto. As asas pingavam óleo pela cozinha. Agora tinha certeza: só queimava se tivesse ligado o fogo. A borboleta se mexia muito. Tratou de colocá-la em cima da janela. Pegou o biscoito e foi para o quarto. Começou a comer, era de chocolate e era bom.
Ainda assim, não conseguia esquecer a borboleta nadando no óleo. Seu corpo inteiro afundado no óleo. Logo começou a imaginar como seria se fosse ele, mergulhado no óleo numa panela gigante que cabe criança. Imaginou seu cabelo cheio de óleo, seus olhos, ouvidos, nariz, boca. Comia o biscoito e imaginava. Lambeu o dedo que havia colocado na panela pra imaginar melhor seu corpo no óleo. Não gostava de imaginar, mas não conseguia evitar. Era igual cheirar a mão quando está fedendo, ou alguma coisa assim. Lambeu, e o gosto era péssimo. Muito pior que o gosto do biscoito de chocolate. Lembrou de sua avó que dizia que o pozinho da borboleta, se batesse no olho, deixava cego. Ficou com medo de passar mal. O dedo que lambeu, além de óleo devia ter o tal pozinho. Correu até a cozinha para ver a borboleta. Estava dura, morta. Teve pena e quis enterrar. Decidiu que a borboleta seria seu bicho preferido, caso não passasse mal por conta daquela lambidinha no dedo. Precisava avisar a avó pra não fritar mais batata naquela panela. Enquanto não amanhecia, deixaria a borboleta na janela da cozinha. No caminho de volta pro quarto viu que a avó ainda cochilava. Deitou na cama, sua cabeça realizou os últimos mergulhos no óleo.
Começou a pensar apenas em não passar mal por conta do pozinho da borboleta. Ninguém nasce borboleta. Sentiu medo e uns trecos no estômago, se apavorou achando que era consequência do pozinho que cega quando cai no olho, e depois dormiu.
(FONTE: Geovani Martins. O sol na cabeça. São Paulo: Companhia das Letras, 2018)
A frase: "Ele correu pra ver a borboleta, ela nadava pelo óleo lentamente" pode ser classificada como:
Oração Coordenada Sindética Adversativa
Oração Coordenada Assindética
Oração Assindética Explicativa
Oração Coordenada Conclusiva
Oração Coordenada Alternativa
Em seu representação, José Bonifácio afirma que “passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias”. Em relação a esse trecho, pode-se afirmar que é composto por:
duas orações, ambas com sujeitos compostos.
uma só oração, formada por um sujeito simples.
duas orações, cada uma delas com um sujeito simples.
uma só oração, caracterizada por um sujeito composto.