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Assinale a alternativa CORRETA com relação ao texto:
A charge critica a falta de diálogo entre pais e filhos na atualidade.
O autor faz uma crítica aos problemas sociais enfrentados pela família.
O chargista critica a devoção exagerada das famílias brasileiras.
Apesar do humor presente na charge, não identificamos crítica alguma.
Todas as anteriores estão corretas.
“Ouvir a opinião do outro, trabalhar em equipe e compartilhar conhecimento são habilidades desejadas não só no mercado de trabalho, mas no exercício da cidadania e nas relações interpessoais”.
Em relação a esse segmento inicial do texto 4, o restante do artigo se desenvolve por:
Após a leitura do texto de Aldo Bizzocchi podemos inferir que o autor trata a questão do erro de português a partir de um enfoque
pragmático, pois se refere ao uso da língua adequado às diferentes situações e contextos em que se insere o falante.
sociológico, pois se refere, prioritariamente, à questão socioeconômica das classes média e alta.
gramatical, pois trata do que é “certo” ou “errado” no uso da língua portuguesa, conforme o que prescreve a norma.
acadêmico, pois trata o uso da língua como uma questão científica que apresenta os motivos dos erros e acertos dos falantes.
As ideias apresentadas no quarto parágrafo expressam, em relação ao terceiro, um propósito de:
particularização
contraposição
relativização
contestação
conclusão
Observe as considerações abaixo sobre a palavra "apócrifos", linha 26.
I - Diz-se de ou obra ou fato não autêntico.
II - Poderia ser substituída por "idiossincráticos'' sem causar qualquer alteração semântica no texto.
III - Está empregada de forma equivocada pelo autor.
Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
Apenas a I.
Apenas a II.
Apenas a III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Com base no contexto em que foi escrito, pode-se recuperar o texto, logo existe nele intenção e interação, e isso faz do texto discurso, “como produto acabado de uma ação discursiva” (KOCH, 2004, XII), definido por Maingueneau (2000, p. 43) como a “atividade de sujeitos inscritos em contextos determinados”. Ao lado, vê-se uma situação de comunicação em que um falante concebe o referente “drogas” como substância entorpecente, e o seu ouvinte, como algo sem valor, insignificante, neste caso uma gíria. Esta charge, lida por um lusófono que desconhece o Brasil e seus problemas, um macaísta (de Macau), por exemplo, não teria a devida compreensão. Esse “desacordo de significação” deve-se a quê?
Esse lusofalante desconhece a intencionalidade comunicativa do falante 1, a professora, e a do falante 2, o aluno.
Para o macaísta, o referente drogas está fora de contexto, mesmo conhecendo essa situação comunicativa.
A língua só expressa parte daquilo que se quer transmitir, e o macaísta não deve ser fluente em português.
Esse lusófono desconhece as condições de produção em que se deu a realização desse texto.
No texto, a mensagem principal do Inmetro é a
capacidade de se fazer economia de até R$ 2 mensais com o consumo correto dos televisores.
perspectiva de aquisição de uma nova geladeira com o que for economizado em 12 anos.
viabilidade de troca das lâmpadas incandescentes por outras fluorescentes.
facilidade de se poupar energia elétrica somente trocando as lâmpadas durante o verão.
possibilidade de se economizar energia elétrica mediante estratégias simples.
O diálogo abaixo se passa entre o vendedor de sorvete e um cliente:
– Moço, o senhor não quer um sorvete de manga?
– Claro, rapaz. É só você me dar que eu aceito...
O diálogo, embora possa ser explicado pelo viés comunicativo, explora uma característica que está corretamente explicada na seguinte alternativa:
Os verbos “querer” e “dar” têm duplo sentido quando deixam implícitos seus parceiros sintático-semânticos.
A coloquialidade da conversação não permitiria o aparente desentendimento dos interlocutores.
A imprecisão contida no sintagma “sorvete de manga” mostra a insegurança do vendedor diante do cliente.
O emprego do verbo “dar” com o valor de “oferecer” não é adequado em situações de oralidade.
Os verbos “querer” e “aceitar” estão empregados em linguagem figurada sem necessidade.
Ao mencionar os “imigrantes digitais” e os “nativos digitais”, o texto os identifica, respectivamente, como
quem vê o computador como uma invenção recente e quem vê o computador como um recurso bastante conhecido.
quem vê o computador como uma inovação e quem vê o computador como algo que sempre fez parte de sua vida.
quem vê no computador um aliado assustador e quem vê no computador uma ferramenta de auxílio.
quem vê no computador uma novidade intimidativa e quem vê no computador um companheiro inseparável.
quem vê um computador pela primeira vez e quem vê um computador todos os dias.
A argumentação desenvolvida no texto está orientada no sentido de persuadir o leitora concluir que:
o dogmatismo dos cientistas conduz a erros de avaliação, o que faz com que a ciência entre em conflito com a religião.
a astrologia não é uma ciência, mas uma forma diversa de conhecimento, e como tal deve ser reconhecida.
em ciência não existe o dono da verdade: todas as hipóteses são submetidas a exame rigoroso destinado a aprová-las.
a distinção entre as diversas formas de conhecimento está fundada no método, que torna improvável o erro em ciência.
O texto defende o seguinte ponto de vista:
Os pássaros dependem das duas asas para levantar voo porque não mostram capacidade de integração.
O meio cultural é fator decisivo para permitir a integração familiar como um ambiente social acolhedor.
A inteligência apresenta predisposição propulsora para o aperfeiçoamento das habilidades.
A predisposição genética não é o único fator que causa o desenvolvimento da inteligência.
As crianças superdotadas são acolhedoras e aperfeiçoam suas habilidades em ambientes culturais.
O ponto de vista do autor do texto é contrário à proposta de limpar as palavras, que ele considera reducionista.
“Esqueceu-me apresentar-lhe minha mulher [...]” (linhas 19-20)
Assinale a alternativa que apresenta a melhor interpretação para essa frase de Machado de Assis transcrita no texto.
Ele se esqueceu de apresentar-me a sua mulher.
Esqueceram de apresentar a minha mulher a ele.
Eu me esqueci de apresentar a minha mulher a ele.
Minha mulher se esqueceu de apresentar-se a ele.
Ao expressar “Eu não sou livre” (linha 20), o autor
demonstra seu não-contentamento com o mundo e deixa seu humor abalar-se perante a vida.
baseia-se na descrença do conceito de liberdade e na crença na máxima de Schopenhauer.
perde a tranqüilidade e por isso não tolera as injustiças humanas.
sofre, pois perde seu senso de responsabilidade.
Há uma relação ambígua e paradoxal entre justiça e direito.
O tom predominante na crônica é o de:
A utilização de "infelizmente" (R.1), "Pior" (R.2) e "Pior de tudo" (R.10) indica julgamento do autor em relação às informações do texto.
Certo
Errado
Vocábulos que no segmento II mostram a opinião do autor do texto sobre o conteúdo veiculado é: