Questões de Concurso sobre Vocativo

 
 
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Percebe-se que o texto é uma resposta a uma pergunta de uma leitora através:


A

Da utilização de um aposto.


B

Do uso de um vocativo.


C

Da presença de um complemento nominal.


D

Da identificação, em discurso indireto, do leitor.


E

Da linha argumentativa adotada.

“Roberto Aylmer, médico e especialista em gestão estratégica de pessoas, explica que [...].” 5º§


As vírgulas empregadas nesse período separam:


A

oração intercalada.


B

sujeito.


C

aposto.


D

vocativo.


E

termo deslocado.

Na oração “tudo isso, meus senhores, não significa que eu tenha sido…”, a expressão “meus senhores” pode ser classificada como:


A

adjunto adnominal.


B

aposto.


C

adjunto adverbial.


D

vocativo.

Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: O sargento explicou que a trilha, apesar de poder ser utilizada, é pouco movimentada e "difícil de andar".


A

Objeto Direto.


B

Vocativo.


C

Predicativo.


D

Sujeito.


E

Objeto Indireto.

Analise o trecho retirado do Texto:


“[...], os autores...” (linha 17).


É correto afirmar que o trecho, no contexto em que se encontra no Texto, exerce função sintática de:


A

Objeto direto.


B

Vocativo.


C

Aposto explicativo.


D

Sujeito.

Assinale a alternativa em que o termo grifado possui função de vocativo na oração.


A

Gabriela, por exemplo, não trouxe os livros de volta.


B

Ontem, domingo, fui à igreja durante a manhã.


C

O conflito, contudo, foi importante para a paz que seguiu.


D

Entrego a ti, minha filha, o anel que era de minha mãe.


E

Paulo e Rodrigo, meus amigos, ficarão hospedados neste hotel.

Pode -se analisar “meu rico senhor” como:


A

vocativo.


B

sujeito simples.


C

aposto.


D

adjunto adnominal.

Em “nos roubaram outra vez, juiz ladrão” (linhas 28 e 29), a vírgula tem a finalidade de separar um vocativo.


C

Certo


E

Errado

A primeira ocorrência de vírgula no texto acontece porque:


A

“Menino” designa-se como aposto.


B

“Menino” designa-se como sujeito.


C

“Menino” designa-se como vocativo.


D

“Menino” designa-se como adjunto adverbial deslocado.

As vírgulas presentes em “(...) vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento (...)” foram empregadas, pois:


A

trata-se de questão estilística.


B

marcam uma enumeração.


C

separam termos com função de aposto.


D

destacam termos com papéis sintáticos diferentes.


E

isolam vocativos.

Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “Mesmo fazendo sucesso na rádio, Elza Soares foi condenada pela imprensa e pela sociedade ao se relacionar com Mané Garrincha quando ele ainda era casado, em 1962”.


A

Sujeito.


B

Agente da voz passiva.


C

Objeto Direto.


D

Vocativo.


E

Objeto Indireto.

O que uma menina de 9 anos tem a nos ensinar sobre propósito?


Encontrar um propósito através do qual se consiga deixar sua marca no mundo ou um sentido para aquilo que se faz todos os dias tornou-se um fenômeno.


Luciana Rodrigues 6 de abril de 2022


Em uma das despretensiosas conversas que tive com a Isadora, minha filha de 9 anos, ela soltou, como quem não quer nada: “Sabia que todo mundo quer ser lembrado?”. Sem entender muito bem como ela tinha chegado a essa conclusão, pedi-lhe para que me contasse um pouco mais sobre essa sua observação.

“Quando eu crescer, quero abrir um café. Acho triste passar pelo mundo sem deixar alguma coisa para as pessoas lembrarem da gente”. Mesmo sem saber ao certo de onde veio essa inspiração repentina, confesso que meu lado mãe-fã-número-um ficou super orgulhoso.

Indo além das paredes do meu apartamento, encontrar um propósito, através do qual se consiga, de fato, deixar sua marca no mundo – como sonha a Isadora –, ou ainda, conseguir um sentido para aquilo que se faz todos os dias, tornou-se um fenômeno que une de tech-nerds do Vale do Silício a profissionais dos mais variados cargos e salários pelo Brasil e o mundo. Obviamente, isso só é possível quando a base da Pirâmide de Maslow (lembra dela?) está muito bem estabelecida.

Nos EUA, existe até um nome para esse movimento: “The Great Resignation” ou “A Grande Demissão”. Segundo o U.S. Department of Labor, só no último mês de fevereiro, 4,4 milhões de americanos deixaram seus empregos formais. Os motivos para esses números vão do desejo de fazer mudanças drásticas na carreira à necessidade de largar a profissão para cuidar de crianças ou parentes idosos. Além de sintomas típicos dos tempos atuais, como o burnout e o sentimento de abismo existente entre o que as pessoas acreditam e os valores do seu empregador.

Os números não afirmam, categoricamente, qual é o principal fator para essa debandada de trabalhadores, mas uma coisa é certa: para milhões de pessoas ao redor do mundo, a pandemia veio para rever suas prioridades. A remuneração deixa de ser o fator decisivo para a permanência em um emprego, ganhando relevância questões que, há poucos anos, ficavam em segundo plano, como modelos híbridos e flexíveis de trabalho, tempo gasto em deslocamentos, equilíbrio maior entre vida pessoal x trabalho, e até mesmo afinidade com o propósito da empresa.

Para Ariana Huffington: “A Grande Demissão na verdade é uma Grande Reavaliação. O que as pessoas estão abandonando é uma cultura de esgotamento e uma definição quebrada de sucesso. Ao deixar seus empregos, as pessoas estão afirmando seu desejo por uma maneira diferente de trabalhar e viver”.

Conheci uma dessas histórias de perto, em um dos encontros mensais que organizo na empresa em que atuo como CEO. A ideia dos bate-papos é trazer novos repertórios para dentro da nossa rotina de trabalho, com convidados que, à primeira vista, não têm nada a ver com o nosso “core-business”, mas que ajudam imensamente a furar a bolha em que vivemos.

Um desses convidados foi uma enfermeira. Uma mulher muito culta, expansiva e encantadora que, no alto dos seus 30 anos, decidiu dar uma guinada em sua vida. Depois de um período sabático pela América Latina, decidiu abandonar uma carreira bem-sucedida na área do entretenimento e estudar enfermagem. Uma profissão com menos perspectivas financeiras, mas completamente alinhada com o seu chamado.

“Para alguns, hospital significa morte. Para mim, é sinônimo de vida”. Essa foi uma das frases ditas por ela que mais me impactou em seu depoimento, e que, por semanas, me fez refletir sobre sua história de coragem e seu olhar transformador.

Mas não espere respostas certas nos momentos certos. Cada um tem seu tempo e suas formas de encontrá-las. Sabemos tão pouco sobre nós. Por isso, investir seu tempo (que também é dinheiro) em coisas que ninguém pode tirar de você, como autoconhecimento, é a decisão mais sábia que você pode tomar. É um processo transformador, que envolve desconforto, mas que vai te colocar numa posição de maior controle das suas emoções.

Não passe uma vida inteira esperando algo que ninguém jamais poderá lhe oferecer.

E, se eu pudesse dar mais uma dica, seria: assim como no mercado financeiro, nunca invista todo seu patrimônio em só um ativo. Não fique esperando que o trabalho supra todas as suas necessidades. Encontre um hobby. Dedique-se a um trabalho voluntário. Seja mentor de um jovem aprendiz. Ou, então, coloque no papel um plano para daqui a 2 anos e persiga-o incansavelmente.

Talvez “A Grande Demissão” seja um movimento coletivo de pessoas querendo encontrar seu verdadeiro propósito aqui na Terra. Ou, talvez, uma oportunidade para que consigam usar suas histórias para dar sentido às próprias vidas. Mas também pode ser apenas o reflexo de dois anos trancados em casa, e o desejo por uma mudança, seja ela qual for.

Na animação da Pixar “Viva – A Vida é uma Festa”, de que aliás, a Isadora é fã, é contada a história do “Dia de Los Muertos”, típica tradição mexicana de celebração aos que se foram. Diz-se que, após a morte de uma pessoa, ela vai para o mundo dos mortos e permanece lá apenas enquanto os vivos ainda se lembrarem dela. Quando for esquecida, aí, sim, será seu verdadeiro fim.

Não posso afirmar que veio daí a inspiração para a reflexão inicial da Isa, mas a conversa, que começou com uma questão existencial, terminou com: “Mamãe, qual é o sentido da vida?”. Dei a última mordida no pão de queijo e respondi: “Isa, que tal fazermos um brigadeiro?”


Luciana Rodrigues é CEO da Grey Brasil, conselheira do board da Junior Achievement, membro do conselho da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e do comitê estratégico de presidentes da Amcham.



Vocabulário:

• tech-nerds: estudiosos de tecnologia.

• CEO: diretor executivo.

• core-business: negócios principais.

• burnout: síndrome de esgotamento mental no trabalho.

• hobby: passatempo, atividade para lazer.




RODRIGUES, Luciana. O que uma menina de 9 anos tem a

nos ensinar sobre propósito? Forbes Brasil, 06 de abril de

2022. Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/coluna/2022/04/luciana-rodrigues-o-

que-uma-menina-de-9-anos-tem-a-nos-ensinar-sobre-

proposito/.


No trecho “Em uma das despretensiosas conversas que tive com a Isadora, minha filha de 9 anos, ela soltou, como quem não quer nada: ‘Sabia que todo mundo quer ser lembrado?’.” (1º parágrafo), as vírgulas foram usadas para isolar a estrutura sublinhada porque ela é


A

um vocativo.


B

um advérbio extenso deslocado.


C

um termo em elipse.


D

um termo em uma enumeração.


E

um aposto explicativo.

Leia o título e o subtítulo de uma reportagem do jornal O Globo, de 2016.


‘Vem, meteoro!’ é a expressão de 2016


Em ano que muitos gostariam de esquecer, pedido por fim (ou recomeço) do mundo ganha as redes e até os palcos


Disponível em: http://glo.bo/38Qauja.

Acesso em: 29 maio. 2022.


A palavra “meteoro”, nesse trecho, é


A

vocativo.


B

sujeito simples.


C

predicado.


D

objeto indireto.

Assinale a alternativa correta:


A

Ao longo de toda a tirinha, há três verbos de ligação.


B

Ao longo de toda a tirinha, há dois vocativos.


C

A tirinha foi escrita em linguagem formal.


D

O termo “de coisas novas”, presente no segundo quadrinho, é um exemplo de complemento verbal.

Ainda em relação à charge, só NÃO está correto:


A

há um verbo no modo imperativo na fala da professora.


B

há um complemento verbal na fala da professora.


C

há um complemento nominal na fala do aluno.


D

há um Vocativo na fala do aluno.

A vírgula empregada no segundo quadrinho, em Sim, filho, tem como função:


A

Separar uma oração intercalada.


B

Isolar o vocativo.


C

Isolar o adjunto adverbial deslocado.


D

Separar elementos que exercem a mesma função sintática.

"O que tem nesse recorte de jornal, Manolito?


O termo sublinhado é, gramaticalmente, classificado como vocativo.


A frase reescrita de modo a manter o sentido original da pergunta e sem ferir a gramática da Língua Portuguesa é:


A

O que tem, Manolito, nesse recorte de jornal?


B

Manolito o que tem nesse recorte de jornal?


C

O que tem, Manolito nesse recorte de jornal?


D

O que tem nesse recorte Manolito, de jornal?

Assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas no título e no subtítulo, também conhecido como lide.


A

A primeira vírgula foi utilizada para o aposto explicativo, enquanto a segunda, para isolar o advérbio de lugar.


B

A primeira vírgula foi utilizada para isolar o advérbio, enquanto a segunda, para o vocativo.


C

A primeira vírgula foi utilizada para o vocativo, enquanto a segunda, para isolar o aposto explicativo.


D

A primeira vírgula foi utilizada para sequenciar itens, enquanto a segunda, para isolar o advérbio de tempo.

No que se refere a pontuação do texto, é possível afirmar que, em Como está acontecendo, atualmente, ele é função da chuva (l.19-20), as vírgulas são empregadas para:


A

Enumerar elementos de mesma ordem sintática.


B

lsolar vocativo.


C

lsolar aposto.


D

Marcar uma elipse.


E

lsolar um adjunto adverbial.

Ano: 2021
Prova: FURB - Prefeitura - Professor - Área: Teatro - 2021

No trecho, "Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto", a vírgula foi empregada para:


A

Separar orações subordinadas.


B

Isolar o vocativo.


C

Separar o adjunto adverbial deslocado.


D

Isolar o aposto.


E

Separar orações coordenadas.

   
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