

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A doença descrita no enunciado é a
doença de Gaucher.
doença de Fabry.
hemocromatose hereditária.
sarcoidose.
amiloidose transtirretina hereditária.
A seguinte droga representa uma opção terapêutica especificamente direcionada para subgrupos de pacientes portadores da doença descrita:
tafamidis.
vutrisiran.
desferoxamina.
migalastat.
prednisona.
Em pacientes com insuficiência cardíaca que apresentam sinais e sintomas de descompensação clínica, a causa mais comum de insuficiência ventricular direita na apresentação inicial é a(o)
embolia pulmonar.
hipertensão pulmonar do grupo 3.
infarto do ventrículo direito.
shunt intracardíaco.
insuficiência ventricular esquerda.
Devido aos sintomas, o paciente foi internado com a proposta de reversão do ritmo identificado no traçado inicial. Antes do procedimento de cardioversão elétrica, foi realizado um ecocardiograma transesofágico, ainda no mesmo dia da internação, que mostrou a seguinte imagem:

A conduta imediata mais adequada nesse momento é
não realizar a cardioversão, mantendo o paciente com anticoagulação plena e controle de frequência cardíaca.
prosseguir com a cardioversão elétrica imediata, mantendo o paciente com anticoagulação plena e controle de ritmo.
iniciar amiodarona venosa e programar a cardioversão para o dia seguinte após 24 horas de anticoagulação plena.
não realizar a cardioversão, mantendo o paciente com controle de frequência cardíaca e sem anticoagulação plena devido ao CHA2DS2-VA de 1.
prosseguir com a cardioversão, mantendo o paciente com controle de frequência cardíaca e sem anticoagulação plena devido ao CHA2DS2-VA de 1.
Um médico nuclear está interpretando um exame de FDG-PET cardíaco solicitado para avaliação de viabilidade miocárdica em um paciente com insuficiência cardíaca isquêmica. O laudo da cintilografia de perfusão (SPECT) prévia mostrava um defeito fixo (não reversível) na parede anterior do ventrículo esquerdo.
De acordo com os critérios reconhecidos de interpretação metabólica e de perfusão, o seguinte padrão de imagem no PET caracteriza o miocárdio hibernante e indica que o tecido que tem maior potencial de ser beneficiado por revascularização miocárdica:
perfusão de repouso normal com captação de FDG ausente na parede anterior.
defeito de perfusão em repouso associado à ausência de captação de FDG na mesma região (padrão de “match”, padrão concordante).
defeito de perfusão em repouso em uma área que exibe captação de FDG preservada ou aumentada (padrão de “mismatch” perfusão-metabolismo, padrão discordante).
presença de hipercinesia compensatória nas paredes adjacentes, independentemente do metabolismo de glicose.
captação de FDG intensa em todo o miocárdio, o que sugere que o paciente não realizou o jejum adequado para o estudo de viabilidade.
O Sr. EPM 55 anos, assintomático, sem diagnóstico prévio de diabetes mellitus ou doença cardiovascular estabelecida. Apresenta IMC de 29 kg/m², circunferência abdominal aumentada e história familiar de infarto agudo do miocárdio em parente de primeiro grau antes dos 55 anos. É não tabagista. Em três consultas diferentes, as medidas de pressão arterial em consultório variaram entre 168–174/102–106 mmHg, realizadas com técnica adequada. A monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) evidenciou média de 24 horas de 152/96 mmHg, com ausência de descenso noturno.
Exames complementares:
• Creatinina: 0,9 mg/dL
• TFGe: 92 mL/min/1,73 m²
• Potássio: 4 mEq/L
• Glicemia de jejum: 104 mg/dL
• LDL-colesterol: 162 mg/dL
• Urina tipo I: sem proteinúria
• Eletrocardiograma: sem critérios de hipertrofia ventricular esquerda
Não há evidências clínicas ou laboratoriais de lesão de órgão-alvo.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, a conduta inicial mais adequada para esse paciente é:
Solicitar ecocardiograma e teste ergométrico antes da introdução de qualquer terapia farmacológica, considerando a ausência de sintomas e de lesão de órgão-alvo.
Instituir exclusivamente medidas não medicamentosas por até 3–6 meses, uma vez que não há lesão de órgão-alvo documentada.
Iniciar monoterapia anti-hipertensiva em dose plena, com titulação rápida para atingir meta pressórica em até 30 dias.
Iniciar tratamento farmacológico com associação de dois fármacos anti-hipertensivos em baixas doses, preferencialmente em combinação fixa, associado a medidas não medicamentosas e à estratificação global do risco cardiovascular.
D.S.M., homem de 42 anos, apresenta dor torácica aguda, de caráter pleurítico, com piora ao decúbito dorsal e melhora ao sentar-se e inclinar o tronco para frente. Refere quadro viral há cerca de 10 dias. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento difuso do segmento ST e infradesnivelamento do PR. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica. Qual é a conduta terapêutica inicial mais adequada nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Corticoterapia sistêmica como tratamento de primeira linha.
Anticoagulação plena associada a betabloqueador.
Anti-inflamatório não esteroidal associado à colchicina.
Observação clínica sem tratamento específico.
O Sr. E.F.S., de 35 anos, assintomático, apresenta ecocardiograma com espessura septal máxima de 22 mm, sem dilatação ventricular. Não há história de síncope inexplicada, taquicardia ventricular documentada ou morte súbita em familiares de primeiro grau. O teste ergométrico não evidenciou queda anormal da pressão arterial ao esforço. Qual é a conduta mais adequada em relação à prevenção primária de morte súbita nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Iniciar amiodarona profilática.
Indicar implante de cardiodesfibrilador implantável (CDI) de rotina.
Acompanhamento clínico periódico, sem indicação atual de CDI.
Indicar ablação septal alcoólica preventiva.
R.D.M., homem de 68 anos, com dispneia progressiva aos esforços, apresenta sopro sistólico em foco aórtico com irradiação para carótidas. O ecocardiograma mostra área valvar aórtica de 0,8 cm² e gradiente médio de 45 mmHg, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada. Segundo a diretriz “2021 ESC/EACTS Guidelines for the management of valvular heart disease”, qual é a conduta mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Teste ergométrico para melhor estratificação antes de qualquer decisão.
Acompanhamento clínico anual, pois a fração de ejeção está preservada.
Início de betabloqueador e reavaliação ecocardiográfica em 6 meses.
Indicação de intervenção valvar aórtica.
R.J.S., homem de 70 anos, com insuficiência cardíaca crônica, apresenta dispneia aos pequenos esforços e edema de membros inferiores. O ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 28%. Encontra-se em ritmo sinusal, com frequência cardíaca de repouso de 78 bpm e pressão arterial controlada. Está em uso otimizado e tolerado de: inibidor do sistema renina–angiotensina, betabloqueador, antagonista de mineralocorticoide, inibidor de SGLT2. Mantém sintomas apesar dessa terapia. Segundo a diretriz “2023 Focused Update of the 2021 ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure”, qual fármaco adicional está indicado para redução de hospitalizações nesse perfil? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Digoxina como terapia de primeira linha.
Ivabradina.
Suspensão do betabloqueador.
Bloqueador de canal de cálcio não diidropiridínico.
O Sr. ACS 58 anos sofre colapso súbito em unidade de emergência. Encontra-se inconsciente, sem pulso palpável. O monitor cardíaco evidencia fibrilação ventricular. A equipe dispõe de desfibrilador e suporte avançado imediato. Segundo as diretrizes da American Heart Association (AHA) para Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS), qual é a conduta inicial prioritária nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Administrar adrenalina endovenosa imediatamente antes de qualquer intervenção elétrica.
Realizar desfibrilação elétrica imediata, seguida de ressuscitação cardiopulmonar.
Iniciar amiodarona antes da desfibrilação.
Aguardar confirmação do ritmo em novo traçado eletrocardiográfico de 12 derivações.
No ciclo cardíaco, o principal determinante da pressão arterial sistólica é:
débito urinário.
frequência respiratória.
volume sistólico.
temperatura corporal.
PVC.
O achado que mais sugere insuficiência cardíaca esquerda na anamnese é:
poliúria noturna.
tosse seca isolada.
claudicação intermitente.
dispneia paroxística noturna.
dor pleurítica localizada.
A Srta. L.F.S., de 28 anos, assintomática, apresenta sopro sistólico em foco pulmonar identificado em exame de rotina. O ecocardiograma revela comunicação interatrial do tipo ostium secundum, com sobrecarga de câmaras direitas e pressão arterial pulmonar normal. Qual é a conduta mais adequada nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Fechamento da comunicação interatrial.
Acompanhamento clínico, pois a paciente é assintomática.
Início de diurético de forma contínua.
Anticoagulação oral profilática.
Identifique abaixo os principais sinais e sintomas na semiologia do aparelho cardiovascular e seus significados clínicos.
1. Dispneia: dificuldade respiratória, frequentemente indicativa de insuficiência cardíaca esquerda ou edema pulmonar.
2. Dor torácica anginosa: opressiva e irradiada, sugestiva de isquemia miocárdica por aterosclerose coronariana.
3. Palpitações: percepção de batimentos irregulares, associadas a arritmias, como fibrilação atrial.
4. Edema periférico: inchaço em membros inferiores, sinal de insuficiência cardíaca direita ou venosa.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Homem de 50 anos, hipertenso, apresenta dor torácica súbita, intensa, migratória para dorso, com assimetria de pulsos e sopro de insuficiência aórtica. Conforme o caso, assinale a alternativa que indica o diagnóstico e a conduta CORRETA:
Infarto agudo do miocárdio, que exige reperfusão imediata.
Angina estável, que exige apenas acompanhamento ambulatorial.
Pericardite viral, que exige anti-inflamatórios.
Embolia pulmonar, que exige anticoagulação.
Dissecção aguda de aorta, que exige controle pressórico imediato com betabloqueadores e avaliação cirúrgica urgente.
Paciente de 50 anos apresenta hipertensão arterial sistêmica não controlada. De acordo com o caso, assinale a alternativa que indica a complicação crônica CORRETAMENTE associada ao mau controle da pressão arterial:
Anemia ferropriva e deficiência de vitamina B12.
Osteoporose e artrite reumatoide.
Doença cerebrovascular, insuficiência cardíaca, doença renal crônica e retinopatia hipertensiva.
Doença pulmonar obstrutiva crônica e enfisema pulmonar.
Hipotireoidismo e diabetes tipo 1.
Homem de 58 anos, tabagista, hipertenso e diabético, apresenta dor torácica intensa há 90 minutos, irradiada para braço esquerdo, acompanhada de sudorese fria e náuseas. ECG mostra supra de ST em derivações anteriores. Acerca do caso, assinale a conduta imediata CORRETA:
Administrar apenas analgésicos e observar evolução clínica, pois dor pode ser transitória.
Indicar angioplastia primária imediata, pois é a estratégia de reperfusão preferencial em pacientes com IAM com supra de ST dentro da janela terapêutica.
Solicitar apenas exames laboratoriais, sem intervenção imediata.
Indicar cirurgia cardíaca eletiva, sem considerar reperfusão imediata.
Prescrever apenas anticoagulante oral, sem reperfusão.
Considerando que uma mulher de 62 anos apresenta dor torácica em repouso, sem elevação de troponina, mas com alterações dinâmicas no ECG, o diagnóstico e a conduta adequados são, CORRETA e respectivamente:
Angina estável, que exige apenas acompanhamento ambulatorial e nitrato sob demanda.
Infarto agudo do miocárdio com supra de ST, que exige reperfusão imediata.
Pericardite aguda, que exige anti-inflamatórios e repouso.
Angina instável, que exige hospitalização, estratificação de risco e terapia anti-isquêmica e antitrombótica precoce.
Dissecção de aorta, que exige controle pressórico agressivo e cirurgia.
Assinale a alternativa que apresenta a situação clínica em que a ressonância nuclear magnética poderia emitir informações que não seriam possíveis apenas com a avaliação ecocardiográfica.
Paciente em pós-operatório tardio de tetralogia de Fallot e insuficiência pulmonar importante.
Paciente com doença de Kawasaki com dilatação coronariana.
Paciente com anemia falciforme e múltiplas transfusões.
Paciente com endocardite com falha de tratamento.
Paciente com comunicação interventricular de grande dimensão.