

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Recém-nascido a termo, sexo feminino, com 3 dias de vida, peso de 3.400 g, é trazido à emergência com taquipneia (frequência respiratória de 78 irpm), palidez cutânea, sudorese, pulsos periféricos globalmente reduzidos e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. A SpO₂ no membro superior direito é de 92%. Ecocardiograma confirma síndrome de hipoplasia do coração esquerdo com canal arterial restritivo. Após início de prostaglandina E1, a SpO₂ sobe para 97% e a frequência respiratória se mantém em 74 irpm, porém os pulsos periféricos permanecem com amplitude reduzida e há piora da perfusão. Acerca do caso, assinale CORRETAMENTE a conduta adequada para melhorar o débito sistêmico:
Aumentar a fração inspirada de oxigênio para 100% visando otimizar a oferta tecidual de oxigênio e a perfusão periférica.
Reduzir a fração inspirada de oxigênio para 21% (ar ambiente) e ajustar parâmetros ventilatórios para evitar hiperventilação.
Realizar atriosseptostomia com balão para ampliar a comunicação interatrial e reduzir a pressão atrial esquerda.
Aumentar a dose de prostaglandina E1 para 0,1 mcg/kg/min para ampliar o diâmetro do canal arterial e elevar o fluxo sistêmico.
Iniciar óxido nítrico inalatório na dose de 20 ppm para reduzir a resistência vascular pulmonar e melhorar a oxigenação arterial.
As arritmias são frequentemente relatadas em pósoperatório de cirurgia cardíaca em pediatria. A taquicardia juncional ectópica é a arritmia mais comum. Em relação ao manejo na ocorrência dessa arritmia, é correto afirmar que
se deve evitar a hipotermia, aumentar a infusão de catecolaminas se bem tolerado pelo paciente e iniciar amiodarona.
a noradrenalina é a primeira linha de tratamento farmacológico.
inicialmente o manejo é realizado com manobras vagais ou cardioversão sincronizada.
se deve fazer resfriamento ao redor de 35–36 °C, tentar redução das catecolaminas e iniciar amiodarona.
esses pacientes necessitam de desfibrilação sincronizada assim que detectada a arritmia.
Sobre pacientes em pós-operatório tardio de correção de coarctação de aorta, assinale a alternativa correta.
Hipertensão arterial recorrente pode ser observada mesmo em pacientes sem coarctação residual.
A hipertensão arterial ocorre no pós-operatório imediato e no longo prazo apenas em casos de recoarctação.
Cateterismo cardíaco deve ser indicado em casos de hipertensão arterial no pós-operatório tardio para adequada avaliação de recoarctação.
Nesses pacientes, o tratamento de escolha para hipertensão é inibidores da enzima conversora de angiotensina.
A hipertensão arterial ocorre em pacientes < 1 ano de idade submetidos à cirurgia.
Durante o ecocardiograma de uma criança de 9 anos em pós-tardio de valvoplastia pulmonar percutânea, as seguintes medidas foram registradas:
• Pressão do Átrio Direito (PAD) estimada = 5 mmHg;
• velocidade máxima da regurgitação tricúspide (Vmax TR) = 3,2 m/s;
• velocidade máxima através da valva pulmonar de 2,8 m/s;
• curva de insuficiência do Doppler da valva pulmonar apresentava protodiastólica com desaceleração rápida, tempo de meia pressão de 90 ms e tempo de desaceleração de 200 ms.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
A pressão sistólica da artéria pulmonar estimada é 45mmHg.
O paciente é portador de dupla lesão pulmonar com predomínio de insuficiência em grau importante.
O paciente é portador de insuficiência pulmonar em grau leve.
O paciente é portador de estenose pulmonar residual em grau moderado.
O paciente é portador de hipertensão pulmonar de grau leve.
Quanto à saúde materna e ao seu impacto em cardiopatias congênitas, assinale a alternativa INCORRETA.
Há estudos que demonstram redução da incidência de defeitos cardíacos septais após suplementação de ácido fólico no Brasil.
Promoção de saúde no período pré-concepcional com controle de peso e correção de déficit nutricional pode impactar na incidência de cardiopatia.
É possível que o tabagismo tenha influência, porém há falta de evidência direta no desenvolvimento de cardiopatia congênita.
O uso indiscriminado de cosméticos em mulheres em idade fértil pode constituir fator de risco ao desenvolvimento de malformações, incluindo as cardíacas.
O diabetes gestacional e o pré-gestacional levam a riscos semelhantes quanto ao desenvolvimento de cardiopatia.
A respeito da transição para idade adulta e da transferência dos cuidados do paciente portador de cardiopatia congênita, assinale a alternativa correta.
A transferência para o cardiologista clínico não influencia a adesão ao tratamento no longo prazo.
Estudos indicam que a transferência para o atendimento por cardiologista clínico está frequentemente associada à interrupção do acompanhamento cardíaco.
Apesar dos desafios, atualmente há ampla disponibilidade de programas de acompanhamento de adultos com cardiopatia congênita.
Estudos recomendam que o cuidado do paciente adulto com cardiopatia congênita deve permanecer com o cardiologista pediátrico de origem.
A idade ideal para a transferência do cuidado é entre 12-13 anos, pois está associada a melhores resultados no cuidado a longo prazo
São fatores de risco para aneurisma/dissecção aorta após correção de coarctação, EXCETO
angioplastia com patch.
gravidez.
correção nos primeiros anos de vida.
pseudoaneurismas.
hipertensão arterial sistêmica.
Criança de 4 anos, sexo feminino, previamente hígida, é levada ao ambulatório de cardiologia pediátrica para investigação de sopro cardíaco detectado em consulta de rotina. Mãe nega cianose, dispneia, cansaço aos esforços ou infecções respiratórias de repetição. Desenvolvimento neuropsicomotor e ganho ponderoestatural adequados. Ao exame: frequência cardíaca de 95 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, saturação periférica de 98%. Precórdio calmo, sem abaulamentos. Ausculta cardíaca: B1 e B2 normais, com desdobramento fisiológico de B2 variável com a respiração. Identifica-se sopro sistólico de ejeção grau 2/6, localizado na borda esternal esquerda média, com timbre vibratório e musical, sem frêmito, sem irradiação significativa. Pulsos normais e simétricos. Conforme o enunciado, a característica auscultatória que, se presente, tornaria obrigatória a investigação complementar por indicar sopro patológico é:
A localização do sopro ser na borda esternal esquerda média durante a sístole.
Acentuação da intensidade do sopro durante episódio febril intercorrente recente.
Sopro sistólico audível também em posição supina com discreta atenuação em ortostase.
Percepção de timbre vibratório e musical do sopro durante a ausculta cardíaca.
Presença de sopro diastólico associado ao sopro sistólico já identificado no exame.
Recém-nascido de 2 dias de vida, sexo feminino, nascido de parto cesáreo a termo, Apgar 8/9, peso de 4.250 g. A mãe, 34 anos, é portadora de diabetes mellitus tipo 2 em uso irregular de metformina durante a gestação com hemoglobina glicada de 9,2% no 3º trimestre. Na ecocardiografia fetal realizada com 36 semanas, havia sido identificada hipertrofia septal assimétrica. Ao exame do recém-nascido: frequência cardíaca de 148 bpm, frequência respiratória de 52 irpm, saturação periférica de 94% em membro superior direito. Precórdio com impulsão paraesternal esquerda. Na ausculta: B1 normal, B2 única no foco pulmonar, sopro sistólico de ejeção grau 3/6 na borda esternal esquerda, com irradiação para a fúrcula esternal. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos nas quatro extremidades. Considerando a história materna, os achados ecocardiográficos fetais e a semiologia neonatal, a combinação de cardiopatias congênitas CORRETA seria:
Persistência do canal arterial associada a comunicação interatrial do tipo ostium secundum.
Estenose pulmonar valvar associada a persistência do canal arterial.
Comunicação interventricular perimembranosa associada a tetralogia de Fallot.
Bloqueio atrioventricular congênito associado a cardiomiopatia hipertrófica.
Cardiomiopatia hipertrófica associada a transposição das grandes artérias.
Considerando que uma criança de 5 anos com cardiopatia congênita cianótica apresenta anemia grave, a particularidade transfusional CORRETA deve ser:
Transfusão rápida em grande volume, para corrigir anemia imediatamente.
Transfusão lenta e monitorada, evitando sobrecarga circulatória e descompensação cardíaca.
Exclusiva administração de plasma fresco congelado, sem hemácias.
Exclusiva administração de plaquetas, sem hemácias.
Exclusiva administração de albumina, sem hemácias.
Escolar de 8 anos, sexo masculino, é encaminhado por cianose de longa data com piora progressiva. Ao exame, apresenta baqueteamento digital, saturação de oxigênio de 78% e sopro sistólico ejetivo grau II/VI em borda esternal esquerda alta. A mãe relata que a criança adotava a posição de cócoras frequentemente durante atividades físicas até os 3 anos de idade, quando realizou cirurgia paliativa com shunt sistêmico-pulmonar. A radiografia de tórax mostra silhueta cardíaca com ponta elevada e escavamento do arco médio à esquerda. A trama vascular pulmonar está diminuída. Diante do quadro clínico, assinale CORRETAMENTE a cardiopatia provável:
Truncus arteriosus.
Tetralogia de Fallot.
Transposição das grandes artérias.
Estenose pulmonar valvar.
Comunicação interventricular.
Criança de 6 anos, do sexo feminino, é encaminhada pela pediatria geral para investigação especializada após a detecção incidental de um sopro cardíaco em consulta de rotina. Na anamnese, a genitora nega integralmente a ocorrência pretérita ou atual de cianose de mucosas, crises de dispneia aguda, letargia aos pequenos esforços físicos ou episódios de infecções respiratórias do trato inferior de repetição. Os dados antropométricos apontam índice de massa corporal, desenvolvimento neuropsicomotor e ganho ponderoestatural compatíveis com as curvas normatizadas para a idade cronológica. Ao exame segmentar cardiovascular: paciente eupnéica, SatO2 de 99%, precórdio sem frêmitos com sutil impulsão parassagital esquerda sugerindo atividade ventricular direita. A ausculta detecta o componente pulmonar da segunda bulha acentuado com desdobramento amplo e rigorosamente fixo independentemente do ciclo inspiratório ou expiratório do paciente. Ausculta-se também um sopro sistólico de ejeção suave de grau 2/6, confinado à borda esternal esquerda alta. As extremidades periféricas não possuem edema ou alterações de pulsos. Com base nesse caso, o diagnóstico CORRETO é:
Coarctação de aorta pós-ductal de apresentação tardia na infância.
Miocardiopatia hipertrófica restritiva secundária.
Estenose da valva aórtica de padrão congênito unicúspide.
Tetralogia de Fallot de variante clínica pink Fallot.
Comunicação interatrial ostium secundum.
Lactente de 6 meses com IC aguda descompensada apresenta-se com congestão pulmonar, hepatomegalia, edema e hipotensão arterial com extremidades frias. De acordo com a classificação do perfil hemodinâmico, assinale CORRETAMENTE o grupo clínico cujo paciente se enquadra:
Perfil A.
Perfil B.
Perfil C.
Perfil D.
Perfil E.
Lactente de 8 meses, sexo feminino, portadora de tetralogia de Fallot diagnosticada no período neonatal, aguardando correção cirúrgica, é trazida à emergência por episódio de cianose intensa de início súbito ocorrido durante choro prolongado. Na chegada, encontra-se hipotônica, com cianose central, frequência cardíaca de 172 bpm, frequência respiratória de 62 irpm, saturação periférica de oxigênio de 58% em membro superior direito e pressão arterial de 70×40 mmHg. A ausculta cardíaca revela B2 única e diminuição significativa da intensidade do sopro sistólico previamente documentado em consultas anteriores. Acerca do caso, assinale a alternativa que indica o mecanismo fisiopatológico que explica CORRETAMENTE o quadro clínico:
Aumento do shunt direita-esquerda por espasmo infundibular do ventrículo direito com redução do fluxo pulmonar e aumento da mistura venosa sistêmica.
Aumento do shunt esquerda-direita por queda da resistência vascular pulmonar com consequente hiperperfusão pulmonar e edema alveolar.
Ruptura de placa ateromatosa em artéria coronária anômala, com isquemia miocárdica aguda e disfunção ventricular esquerda.
Taquicardia supraventricular sustentada com dissociação atrioventricular e falência do débito cardíaco anterógrado.
Embolia pulmonar por trombose venosa profunda com obstrução da circulação pulmonar e hipoxemia refratária.
Lactente de 5 meses, portador de síndrome de Down, com diagnóstico ecocardiográfico de defeito do septo atrioventricular de forma total, apresenta insuficiência cardíaca de difícil controle clínico. Considerando o tratamento desta cardiopatia, a conduta CORRETA deve ser:
Realizar bandagem da artéria pulmonar.
Postergar a correção cirúrgica até os 2 anos de idade visando reduzir os riscos diretos da cirurgia.
Encaminhar para correção cirúrgica precoce, idealmente em torno do sexto mês de vida.
Manter tratamento clínico com anticongestivos e reavaliar após estabilização com 1 ano de idade.
Indicar cateterismo intervencionista para fechamento dos defeitos septais com dispositivo.
Lactente de 15 dias de vida, nascido a termo, é levado à emergência por cianose progressiva desde o segundo dia de vida. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 68% em membros superiores e inferiores, cianose central e ausência de desconforto respiratório significativo. A ausculta cardíaca revela segunda bulha (B2) única e sopro sistólico ejetivo grau III/VI em borda esternal esquerda alta. A radiografia de tórax mostra área cardíaca discretamente aumentada com silhueta cardíaca em formato ovoide e mediastino superior estreitado (“ovo deitado no fio”) com trama vascular pulmonar aumentada. O eletrocardiograma evidencia desvio do eixo do QRS para a direita com sobrecarga ventricular direita. Em relação ao conjunto dos achados clínicos, o diagnóstico CORRETO é:
Persistência do canal arterial com hipertensão pulmonar grave.
Drenagem anômala total de veias pulmonares.
Comunicação interatrial tipo ostium secundum.
Truncus arteriosus.
Transposição das grandes artérias.
O cor triatriatum é uma cardiopatia congênita rara, caracterizada por uma membrana que divide o átrio em duas câmaras, podendo causar obstrução ao fluxo sanguíneo e sintomas variáveis conforme a gravidade anatômica. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O cor triatriatum ocorre comumente no átrio direito e geralmente não afeta o fluxo pulmonar ou sistêmico.
(__)Esta condição é geralmente assintomática em neonatos e lactentes, não exigindo investigação ecocardiográfica na suspeita clínica.
(__)O cor triatriatum é uma forma de comunicação interatrial simples, podendo ser tratado com medicação diurética sem necessidade de correção cirúrgica.
(__)O diagnóstico definitivo pode ser realizado por ecocardiografia, permitindo avaliação da membrana atrial, gradiente de fluxo e possíveis repercussões hemodinâmicas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
F, F, F, V.
V, F, F, F.
V, V, V, V.
As anomalias da valva tricúspide, incluindo a malformação de Ebstein e a displasia da valva tricúspide, podem causar insuficiência tricúspide, arritmias e repercussões hemodinâmicas variáveis. Sobre os aspectos anatômicos, funcionais e diagnósticos dessas condições, analise as afirmativas a seguir.
I.Na malformação de Ebstein, ocorre apicalização da valva tricúspide, com átrio direito funcionalmente aumentado e compartimento ventrícular atrializado, sendo comum a associação com comunicação interatrial.
II.A displasia da valva tricúspide é caracterizada pela ausência de cúspides valvares, sendo indiferente a quaisquer alterações de mobilidade ou espessamento das cúspides remanescentes.
III.O ecocardiograma é o exame de escolha para avaliação dessas anomalias, permitindo análise morfológica, grau de insuficiência tricúspide, função ventricular direita e possíveis associações com outras cardiopatias congênitas.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS.
I e III.
I, II e III.
II.
I.
Um adolescente de 16 anos com diagnóstico de Comunicação Interventricular (CIV) ampla, não corrigida na infância, apresenta-se com cianose central progressiva, dispneia aos esforços, baqueteamento digital e policitemia. A ausculta revela hiperfonese de segunda bulha (P2) e o ecocardiograma demonstra reversão do shunt (tornando-se direita-esquerda) através da CIV. Este quadro clínico de hipertensão pulmonar fixa com reversão do shunt é característico de qual complicação?
Síndrome de Eisenmenger.
Miocardiopatia dilatada secundária.
Crise de hipóxia (Tetralogia de Fallot).
Endocardite infecciosa subaguda.
Atenção: use o caso a seguir para responder às duas próximas questões.
Menino de 12 anos é levado à consulta por seus pais devido a cansaço aos esforços associados a dor torácica precordial, que melhoram em repouso. Houve progressão dos sintomas no último mês razão pela qual procuraram atendimento. Os pais relatam que o paciente apresenta bom desempenho escolar, mas nunca se interessou pela prática esportiva, por achar que “não levava jeito”. Nega febre, síncope, palpitações, assim como qualquer outra comorbidade, história familiar de cardiopatia ou uso de medicamentos.
Ao exame: lúcido, orientado, fácies atípica, eupneico em ar ambiente, corado, acianótico. Estatura reduzida para a idade. PA: 100x60 mmHg. FC: 102 bpm, FR: 18 irpm, SatO2: 96%. Ausculta pulmonar sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável na linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B3), com sopro sistólico em foco mitral 2+/6+. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal e com alterações de repolarização sugestivas de isquemia anterolateral. Ecocardiograma transtorácico revelou dilatação do ventrículo esquerdo com fração de ejeção de 40% e insuficiência mitral moderada secundária. Em seguida, foi solicitada uma angiotomografia coronariana, que revelou a seguinte imagem.

ACD: artéria coronária direita; ACE: artéria coronária esquerda;
AO: aorta; AP: artéria pulmonar
Em relação ao caso, e considerando o diagnóstico principal, o tratamento prioritário deve ser:
correção cirúrgica da anomalia coronariana.
angioplastia coronariana com implante de stent farmacológico.
tratamento clínico com drogas antianginosas, principalmente nitratos.
tratamento clínico com drogas para insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, até a resolução espontânea do quadro.
anticoagulação plena com anticoagulantes orais diretos.