Questões de Concurso sobre Cardiopediatria

 
 
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Sobre a oxigenoterapia e o manejo inicial de recém-nascidos com cardiopatias congênitas, assinale a alternativa correta.


A

A oxigenoterapia deve ser sempre iniciada em todos os recém-nascidos com cardiopatia congênita, independentemente da saturação de oxigênio.


B

A saturação periférica-alvo em recém-nascidos com cardiopatias congênitas graves deve estar acima de 90%.


C

A oxigenoterapia é contraindicada para todos os tipos de cardiopatias congênitas.


D

A saturação periférica-alvo para a maioria das cardiopatias congênitas graves deve estar entre 70% e 80%.


E

Em cardiopatias com fluxo sistêmico dependente do canal arterial, a administração de oxigênio pode aumentar o fluxo pulmonar e agravar a circulação sistêmica.

Lactente de 11 meses, sexo masculino, é trazido à emergência após episódio de perda súbita de consciência durante a mamada, com cianose e hipotonia generalizadas, revertido espontaneamente após aproximadamente 40 segundos. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal com intervalo QTc de 540 ms. O ecocardiograma é estruturalmente normal. A mãe relata que um irmão de 4 anos faleceu subitamente durante o sono. O teste genético revela mutação no gene KCNH2 (LQT2). É iniciado tratamento com propranolol, porém a criança apresenta novo episódio sincopal com taquicardia ventricular polimórfica documentada no Holter após 8 semanas de tratamento. Não houve parada cardíaca ou necessidade de reanimação. Diante do quadro clínico, assinale a conduta CORRETA para esse paciente:


A

Manter o propranolol e associar mexiletina, reavaliando em 6 meses com Holter de controle.


B

Indicar implante de Cardioversor-Desfibrilador Implantável (CDI).


C

Realizar simpatectomia cardíaca esquerda e manter o betabloqueador.


D

Indicar estudo eletrofisiológico com estimulação ventricular programada para estratificação de risco e definição terapêutica.


E

Substituir o propranolol por amiodarona em dose pediátrica.

São exemplos de defeitos da migração do tecido ectomesenquimal, EXCETO


A

dupla via de saída do ventrículo direito.


B

tetralogia de Fallot.


C

janela aortopulmonar.


D

interrupção do arco aórtico.


E

truncus arteriosus.

São relacionados à prevenção de doença cardiovascular na infância:


A

controle de obesidade, suplementação de vitamina D, redução de tempo de tela.


B

redução de tempo de tela, atividade física anaeróbica, alimentação balanceada.


C

aleitamento materno, redução de tempo de tela, atividade física regular.


D

alimentação balanceada, suplementação de ômega 3, melhoria da qualidade do sono.


E

redução do consumo de cigarro em adolescentes, controle de obesidade, dieta com baixo teor de carboidratos.

A condição que apresenta maior nível de evidência para indicação de ablação é


A

criança de 4 anos com quadro de taquicardia supraventricular controlada com antiarrítmicos.


B

criança de 5 anos com taquicardia atrial recorrente com 2 episódios ao ano requerendo intervenção.


C

criança de 6 anos com taquicardia supraventricular crônica e disfunção ventricular.


D

criança de 6 anos que será submetida à correção de cardiopatia congênita e poderá ficar com as vias de acesso limitadas.


E

criança de 4 anos com taquicardia atrial reentrante crônica.

A respeito da interação cardiopulmonar em pacientes com cardiopatia congênita, assinale a alternativa correta.


A

Em pacientes com síndrome da hipoplasia do coração esquerdo, a hiperventilação ajuda no equilíbrio do Qp/Qs.


B

A leve retenção de CO2 pode favorecer a circulação sistêmica no pós-operatório de Glenn.


C

No pós-operatório de anastomose cavopulmonar superior, recomenda-se manter hiperventilação permissiva para melhor equilíbrio do Qp/Qs.


D

Em pacientes com miocardiopatia dilatada com fração de ejeção reduzida, a retirada da ventilação mecânica auxilia no débito cardíaco.


E

No pós-operatório de anastomose cavopulmonar total, a ventilação com pressão positiva auxilia no débito cardíaco.

Menino de 6 anos com coração univentricular evolui com piora progressiva da insuficiência cardíaca crônica. A despeito da otimização volêmica rigorosa no ambulatório, o paciente apresenta rápido declínio da capacidade funcional e baixa tolerância ao exercício miocárdico. Além da sobrecarga crônica de pressão e volume associada à lesão, o mecanismo celular patológico que contribui diretamente para a progressão da doença nesse indivíduo é:


A

Hiperplasia compensatória do miocárdio ventricular não compactado na base.


B

Infiltração amiloide severa localizada no subendocárdio da parede livre.


C

Deposição primária de glicogênio no miocárdio de ambos ventrículos.


D

Necrose fibrinoide segmentar extensa da parede ventricular direita sistêmica.


E

Estresse oxidativo celular e disfunção mitocondrial associada à anatomia.

Pré-escolar de 5 anos, sexo masculino, é encaminhado para avaliação cardiológica por sopro cardíaco. Ao exame físico, apresenta fácies peculiar descrita como "de duende", com nariz arrebitado, filtro longo e lábios proeminentes. A ausculta cardíaca revela sopro sistólico de ejeção, grau III/VI, mais audível no 2º espaço intercostal direito, com irradiação para o pescoço. Além disso, ausculta-se sopro sistólico adicional em dorso. A medida da pressão arterial nos quatro membros mostra valor de 110 × 70 mmHg no membro superior direito e de 88 × 60 mmHg no membro superior esquerdo. Não há diferença significativa entre membros superiores e inferiores. Com base na integração dos achados do exame físico, a localização provável da obstrução ao fluxo de saída do ventrículo esquerdo e o mecanismo que explica a diferença pressórica entre os membros superiores são, CORRETA e respectivamente:


A

Valvar: a diferença pressórica decorre da coarctação da aorta associada, que reduz o fluxo para a artéria subclávia esquerda e justifica o sopro em dorso.


B

Supravalvar: a diferença pressórica resulta do efeito Coanda e o sopro em dorso sugere estenose pulmonar periférica.


C

Subvalvar: a diferença pressórica resulta da obstrução dinâmica pelo septo interventricular hipertrofiado, que direciona o jato para o membro superior direito preferencialmente.


D

Valvar: a diferença pressórica é explicada pela dilatação pós-estenótica da aorta ascendente, que cria turbulência assimétrica favorecendo o fluxo para o membro superior direito.


E

Subvalvar: a diferença pressórica resulta da membrana fibrosa que desvia o fluxo aórtico preferencialmente para as artérias carótidas, reduzindo o débito para a subclávia esquerda.

Recém-nascido de 4 dias de vida, sexo masculino, nascido a termo, peso adequado, Apgar 8/9, apresenta-se com taquipneia progressiva, palidez cutânea, sudorese, taquicardia, pulsos periféricos de amplitude globalmente reduzida e hipotensão arterial sistêmica. A saturação periférica de oxigênio é de 93%. O ecocardiograma revela hipoplasia acentuada das estruturas do coração esquerdo (valva mitral, valva aórtica e ventrículo esquerdo), aorta ascendente hipoplásica e canal arterial com fluxo direita-esquerda. Após início de prostaglandina E1 em infusão contínua por acesso venoso central e intubação orotraqueal, o neonatologista discute os parâmetros ventilatórios ideais. Em relação ao manejo ventilatório e a oxigenoterapia nesse recém-nascido, assinale a conduta CORRETA:


A

Evitar o uso de oxigênio suplementar e de hiperventilação, mantendo a saturação periférica em torno de 85%, visando a preservar a resistência vascular pulmonar.


B

Manter fração inspirada de oxigênio a 100% para elevar a saturação periférica acima de 95% visando a garantir perfusão coronariana e cerebral adequadas.


C

Utilizar hiperventilação com fração inspirada de oxigênio de 60% para reduzir a resistência vascular pulmonar e aumentar o retorno venoso para o átrio esquerdo hipoplásico.


D

Instituir ventilação com pressão positiva e oxigênio a 40%, objetivando saturação periférica de 92%, para equilibrar os fluxos pulmonar e sistêmico


E

Manter ventilação espontânea sem oxigênio suplementar, uma vez que a saturação periférica de 93% indica fluxo pulmonar e sistêmico já equilibrados neste paciente.

A Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) no período neonatal é um diagnóstico predominantemente clínico, caracterizado por sinais e sintomas decorrentes da incapacidade do coração em suprir adequadamente as demandas metabólicas teciduais. Sob o ponto de vista fisiopatológico, a insuficiência cardíaca por sobrecarga de pressão ocorre tipicamente em qual das cardiopatias abaixo?


A

Coarctação isolada da aorta.


B

Tronco arterioso comum.


C

Janela aortopulmonar.


D

Persistência do canal arterial.

Lactente, 3 meses de idade, apresenta relato materno de sudorese excessiva (diaforese) na fronte durante as mamadas, tempo prolongado para sugar e ganho ponderal estagnado no último mês. Ao exame físico na puericultura: frequência cardíaca de 165 bpm em repouso, taquipneia leve e ritmo de galope (presença de B3). O ecocardiograma revela disfunção sistólica importante do ventrículo esquerdo. Nesse contexto, a sudorese excessiva em repouso ou aos pequenos esforços e a taquicardia descritas nesse quadro clínico de insuficiência cardíaca são justificadas primariamente pela:


A

Vasodilatação sistêmica generalizada induzida pela liberação aguda de peptídeo natriurético.


B

Hipervolemia crônica pulmonar causando transudação alveolar fluida e hipóxia tecidual secundária.


C

Ativação simpática compensatória com estímulo de betarreceptores e liberação de catecolaminas.


D

Inibição sustentada do eixo renina-angiotensina-aldosterona devido à perfusão renal cronicamente diminuída.


E

Redução do retorno venoso sistêmico atrelada à disfunção diastólica acentuada inerente do lactente.

Recém-nascido a termo, sexo masculino, com 2 dias de vida, peso de 3.100 g, Apgar 8/9, apresenta cianose central progressiva desde as primeiras horas de vida. Encontra-se taquipneico (frequência respiratória de 64 irpm), sem sinais de desconforto respiratório significativo (ausência de retrações, gemido ou batimento de aletas nasais). A SpO₂ pré-ductal é de 72% e a pós-ductal é de 70%. Realiza-se teste de hiperóxia com oferta de O₂ a 100%: a PaO₂ arterial pré-ductal é de 45 mmHg e a pós-ductal é de 42 mmHg. A radiografia de tórax mostra área cardíaca discretamente aumentada e trama vascular pulmonar reduzida. Não há sinais clínicos de baixo débito sistêmico. Nesse contexto, o grupo fisiopatológico de cardiopatias congênitas compatível com esse cenário é:


A

Cardiopatias com fluxo sistêmico dependente do canal arterial, como a síndrome de hipoplasia do coração esquerdo.


B

Cardiopatias com shunt misto, como a conexão anômala total de veias pulmonares ou o tronco arterial comum.


C

Cardiopatias com fluxo pulmonar dependente do canal arterial, como a atresia pulmonar com septo ventricular íntegro.


D

Cardiopatias com circulação em paralelo, como a transposição das grandes artérias com comunicação interatrial restritiva.


E

Cardiopatias com shunt esquerda-direita, como a comunicação interventricular grande ou a persistência do canal arterial.

As anomalias congênitas da valva mitral incluem uma variedade morfofuncional heterogênea, com apresentações que vão desde obstrução fixa ao fluxo de entrada esquerdo até incompetência valvar isolada, e repercussões hemodinâmicas amplamente variáveis. Considerando esse tema, analise as afirmativas a seguir.


I.O anel supravalvar mitral é uma linha membranosa fibrosa de tecido anômalo que pode estar localizada acima do plano da valva mitral, podendo aderir às cúspides e gerar obstrução significativa à entrada ventricular esquerda.

II.O ecocardiograma bidimensional e Doppler é capaz de identificar duplo orifício mitral quando há separação completa ou parcial das porções da valva, sendo essa lesão frequentemente associada a outras cardiopatias congênitas.

III.A fenda isolada da valva mitral, quando não está associada a defeitos do septo atrioventricular, representa uma variante de dupla fenestração da cúspide anterior e, quando presente, tipicamente resulta em estenose mitral primária sem regurgitação associada.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS.


A

I e II.


B

I, II e III.


C

I e III.


D

II.

A ecocardiografia, desde sua origem com Edler e Hertz na década de 1950, segue como método hemodinâmico e anatômico não invasivo central, com impacto direto no diagnóstico e tomada de decisão em cardiologia pediátrica. Considerando os marcos históricos e o desenvolvimento tecnológico do método ao longo de sua evolução, assinale a alternativa correta.


A

O ultrassom cardíaco tridimensional em tempo real foi desenvolvido e demonstrado como tecnologia comercialmente disponível já em meados da década de 1970, antes mesmo da consolidação do eco 2D.


B

A primeira geração de ecocardiografia fetal com capacidade diagnóstica estrutural no coração do feto foi publicada ainda na década de 1940, antes da difusão do eco-M clínico.


C

A teoria da orientação sequencial segmentar, utilizada em cardiologia pediátrica e congênita, nasce historicamente no contexto de reconstrução tridimensional direta de ultrassom, sendo criada especificamente após o advento dos transdutores matrix-array.


D

O Doppler pulsado foi introduzido após o Doppler contínuo e permitiu, pela primeira vez, a quantificação não invasiva de gradientes transvalvares intracardíacos, representando um marco da transição do ecocardiograma como método puramente morfológico para método funcional-hemodinâmico.

Lactente de 45 dias, com dificuldade alimentar e ganho ponderal lento, realiza ecocardiograma que demonstra aumento do tronco pulmonar com hiperfluxo pulmonar e imagem sugestiva de drenagem venosa anômala, sem obstrução evidente nas avaliações iniciais do retorno venoso, sendo discutida a necessidade de complementação diagnóstica com outros métodos de imagem. Considerando os critérios morfofuncionais e hemodinâmicos que orientam a caracterização das anomalias da conexão veno-atrial (tanto das veias sistêmicas quanto das veias pulmonares), incluindo implicações na interpretação do ecocardiograma e na definição de conduta, assinale a alternativa correta.


A

Nas anomalias da conexão veno-atrial, o cateterismo cardíaco não tem nenhuma utilidade, sendo um exame terapêutico, sem aplicação diagnóstica atual.


B

Na drenagem venosa pulmonar anômala parcial, a direita, o uso de ressonância magnética cardíaca é sistematicamente contraindicado porque não permite quantificar com precisão os fluxos diferenciais direita/esquerda.


C

Na atresia da veia cava superior esquerda persistente, o retorno sistêmico correspondente é invariavelmente desviado para o átrio esquerdo, gerando dessaturação obrigatória.


D

Na drenagem venosa anômala pulmonar total supracardíaca, o retorno das veias pulmonares pode convergir em uma estrutura comum que drena para a veia cava superior por veia vertical, e esta é uma variante clássica descrita.

Considerando os fármacos frequentemente utilizados na prática pediátrica, assinale a alternativa que apresenta um tipo de medicamento associado ao aumento da pressão arterial.


A

Diuréticos de alça.


B

Corticosteroides sistêmicos.


C

Vasodilatadores diretos.


D

Benzodiazepínicos.


E

Betabloqueadores.

Adolescente de 16 anos, bailarina, apresenta perda ponderal progressiva, medo intenso de ganhar peso, restrição alimentar persistente e percepção distorcida do corpo. IMC abaixo do esperado para a idade. Há bradicardia sinusal de 44bpm e extremidades frias.

O seguite achado aumenta a preocupação cardiológica e pode indicar necessidade de maior nível de cuidado:


A

hiperamilasemia salivar isolada.


B

prolongamento do intervalo QTc.


C

leucocitose neutrofílica persistente.


D

hipertrigliceridemia pós-prandial leve.


E

erosão dentária por vômitos recorrentes.

A parada cardiorrespiratória na pediatria, embora menos frequente do que em adultos, costuma estar associada principalmente a insuficiência respiratória e choque, o que torna o reconhecimento precoce da deterioração clínica e a intervenção rápida decisivos para o prognóstico. Nesse contexto, o PALS (Pediatric Advanced Life Support) organiza a abordagem sistematizada do paciente grave, reforçando a avaliação contínua, o manejo das causas reversíveis e a execução de uma RCP de alta qualidade (compressões eficazes, mínima interrupção, ventilação adequada, desfibrilação quando indicada e uso oportuno de fármacos). Atualizações recentes buscam aumentar a segurança e a efetividade das manobras, com recomendações sobre ventilação com via aérea avançada, escolha do tubo, monitorização de parâmetros e tempo para administração de epinefrina. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que:


A

mesmo com PA invasiva disponível, a pressão diastólica não deve ser utilizada para avaliar qualidade da RCP.


B

com via aérea avançada, deve-se ventilar 2 ventilações por minuto, realizando 15 compressões por minutos, nos intervalos, desde que tenham dois profissionais.


C

recomenda-se preferir tubo traqueal sem balonete em todas as idades, pois o cuff aumenta complicações e não deve ser monitorado.


D

a pressão cricoide passou a ser recomendada rotineiramente durante a ventilação, a fim de reduzir regurgitação e facilitar o procedimento.


E

recomenda-se administrar a primeira dose de epinefrina em até 5 minutos do início das compressões, quando indicada.

Em qual dos seguintes pacientes mais impactaria a adequada transição dos cuidados cardiológicos na vida adulta?


A

Sexo feminino, 16 anos, em pós-operatório tardio de comunicação interatrial, sem shunt residual.


B

Sexo feminino, 16 anos, doença de Kawasaki em uso crônico de anticoagulante oral.


C

Sexo feminino, 15 anos, em pós-valvoplastia pulmonar percutânea com insuficiência pulmonar em grau moderado.


D

Sexo masculino, 16 anos, em pós-operatório de correção de drenagem anômala total das veias pulmonares com leve aceleração de fluxo nas veias pulmonares.


E

Sexo masculino, 15 anos, em pós-valvoplastia aórtica com gradiente residual de 25 mmHg e insuficiência leve.

Um cardiologista pediátrico é chamado para avaliar um recém-nascido de 35 semanas, 28 horas de vida, cujo teste do coraçãozinho deu o seguinte resultado: membro superior direito 95%, membro inferior direito 92%. Qual é a conduta a ser tomada nesse caso?


A

Seguimento neonatal de rotina.


B

Repetir exame após 1 hora.


C

Dar alta com ecocardiograma agendado ambulatorialmente.


D

Solicitar ecocardiograma.


E

O teste não é recomendado para esse recémnascido.

 
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