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Recém-nascido de termo, peso de nascimento de 2600 g, com diagnóstico de síndrome de hipoplasia do coração esquerdo, foi transferido para um centro especializado para tratamento cirúrgico. Deu entrada em mau estado geral, recebendo infusão intravenosa contínua de prostaglandina E1.
Qual o tratamento deverá ser instituído?
Realizar a cirurgia de Norwood-Sano.
Clínico para estabilização do quadro clínico.
Realizar a cirurgia de Norwood clássico.
Procedimento híbrido, com bandagem das artérias pulmonares, colocação de stent no canal arterial e, possivelmente, atriosseptostomia com cateter-balão de Rashkind.
Colocar na lista de espera para transplante cardíaco.
Um menino de nove anos passou em consulta com pediatra devido a quadro de cefaleia constante. Mãe refere que seu filho, às vezes, apresenta problemas para engolir alimentos. Seu exame físico revelou hipertensão arterial sistêmica em membro superior esquerdo (180 x 100 mmHg) e hipotensão nos demais membros (80 x 40 mmHg), além de sopro sistólico discreto em borda esternal esquerda média.
O diagnóstico mais provável para este paciente é:
coarctação de aorta pré-ductal.
coarctação de aorta justaductal.
interrupção do arco aórtico do tipo B.
interrupção do arco aórtico do tipo A.
coarctação de aorta com artéria subclávia direita anômala.
Uma criança de três anos, saudável, eutrófica, foi encaminhada para avaliação pelo achado de um sopro cardíaco em consulta pediátrica de rotina. Ao exame físico, apresentava cianose moderada, segunda bulha hiperfonética em área pulmonar e um sopro sistólico 2+/6 em ejeção em borda esternal esquerda média-alta. A paciente após o exame físico pediu para descer da maca e permaneceu sentada de cócoras no chão do consultório.
Este quadro clínico lembra a seguinte malformação cardíaca:
transposição de grandes artérias com comunicação interventricular.
comunicação interatrial com hipertensão arterial pulmonar.
atresia pulmonar com comunicação interventricular.
tetralogia de Fallot.
drenagem anômala total de veias pulmonares.
A malformação cardíaca mais comum associada à transposição das grandes artérias é a
comunicação interventricular.
estenose valvar pulmonar.
estenose valvar aórtica.
coarctação da aorta.
anomalia de Ebstein da valva tricúspide.
Paciente é encaminhado por sopro cardíaco e apresenta os seguintes exames complementares:


O diagnóstico mais provável é:
dupla via de saída do ventrículo direito.
defeito do septo atrioventricular forma total.
comunicação interatrial tipo ostium secundum.
transposição de grandes artérias clássica.
drenagem anômala total de veias pulmonares.
Assinale a alternativa correta sobre uma criança de um dia de vida, com o diagnóstico de atresia tricúspide.
É necessário manter a patência do canal arterial para sua sobrevida, independentemente de qual seu subtipo.
Cursa com cianose decorrente da origem da aorta a partir do ventrículo direito.
A insuficiência cardíaca aparece nas fases terminais da evolução tardia desta cardiopatia.
Vai evoluir para tratamento cirúrgico na linha univentricular.
É a cardiopatia congênita cianogênica mais frequente no recém-nascido.
A operação de Jatene pode ser realizada na seguinte cardiopatia:
discordância átrio-ventricular com discordância ventrículo-arterial.
dupla via da saída de ventrículo direito com comunicação interventricular não relacionada.
dupla via de saída de ventrículo direito com comunicação interventricular subaórtica.
dupla via de entrada do ventrículo esquerdo.
dupla via de saída de ventrículo direito com comunicação interventricular subpulmonar.
Quanto ao tronco arterial comum, pode-se afirmar que
consiste em defeito cardíaco no qual um só vaso emerge do coração, dando origem à circulação sistêmica, pulmonar e coronariana.
evolui raramente com hipertensão pulmonar.
o fluxo aórtico encontra-se diminuído dando preferência para o lado pulmonar, levando a um baixo débito sistêmico.
o tratamento cirúrgico inicial deve ser do tipo paliativo.
um dos achados eletrocardiográficos é de isquemia miocárdica, devido à insuficiência coronariana.
Paciente de 13 anos de idade, aspirante a jogador de futebol, faz episódio de síncope durante um processo seletivo para um grande time de futebol. Já havia feito quadro semelhante em dois eventos enquanto estava jogando frescobol na praia em um dia ensolarado. Ao exame físico, demonstrava-se sudoreico, hipotenso e taquicárdico. Realizou ecocardiograma na emergência, que estava normal, assim como o eletrocardiograma. Baseado nos dados acima, o diagnóstico do paciente e o exame complementar mais indicado para a confirmação deste diagnóstico, são, respectivamente:
síncope vasovagal ; teste ergométrico
taquiarritmia supraventricular; MAPA
síncope vasovagal; teste da mesa inclinada
epilepsia; eletroencefalograma
Um jovem de 12 anos de idade foi ao consultório médico e relatou que há uma semana apresentou quadro súbito de cefaleia occipital associada a vômitos. Na ocasião, foi levado à emergência e observou edema de face e de membros inferiores; a PA estava 180 x 111 mmHg. Dois dias se passaram e a cefaleia retornou, mas associada à crise convulsiva tonicoclônica e novamente a PA estava elevada. Nesta consulta , foram solicitados exames laboratoriais de sangue e urina, e estes revelaram hematúria, proteinúria e creatinina sérica de 1.5 mg/dl. Ao exame físico na consulta PA:150x100 mmHg, FC:110 bpm, auscultura cardíaca com ritmo regular 3 tempos com B4 e sopro sistólico 2+/6+foco mitral. Auscultura respiratória e exame de abdome estavam normais. Edema 2+/4+ em membros inferiores, frio e indolor. Mãe reporta ao médico lesão cutânea infecciosa 1 O dias anteriores ao quadro. O diagnóstico do escolar vem a ser:
hipertensão arterial primária
glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica
coarctação aórtica
estenose aórtica
Escolar de 13 anos de idade, prematuro, passado de, aos 3 anos de idade, ter tido internação hospitalar prolongada em Centro de Terapia Intensiva devido à pneumonia nosocomial complicada com endocardite infecciosa em válvula tricúspide. Sofre trauma de face que necessita de extração dentária de urgência.
Em relação à profilaxia para endocardite infecciosa, é possível afirmar que esse paciente:
não necessita de profilaxia antibiótica porque a válvula tricúspide já está cicatrizada da infecção anterior
necessita de profilaxia antibiótica, pois a endocardite prévia danificou a válvula tricúspide e a cavidade oral é contaminada
necessita de profilaxia antibiótica, pois a válvula tricúspide demora a cicatrizar
não necessita de profilaxia antibiótica, pois é um procedimento de baixa complexidade
Um paciente magro, de 12 anos de idade, chega à emergência com quadro de cefaleia, escotomas cintilantes, cãimbras nas pernas, rarefação de pelos em membros inferiores, náuseas e vômitos. Estava em um churrasco há 4 horas. Seus pais não são hipertensos e não fazem uso de medicação. Ao exame físico, PA: 180 x 120 mmHg , FC: 80 bpm, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular com B4 e sopro sistólico em borda externa esquerda de 3+/6+. Ao ECG ritmo sinusal, HVE. O diagnóstico do paciente acima é:
hipertensão arterial sistêmica primária
hipertensão renovascular
estenose da artéria renal bilateral
coarctação da aorta
Pré-escolar de 5 anos de idade, comparece ao serviço de saúde com histórico de febre alta há 5 dias, hiperemia conjuntiva! bilateral, inflamação na cavidade oral que a impediu de se alimentar e dor precordial de forte intensidade. Realizou ECG que revelou ritmo sinusal, FC: 11 5 bpm e supradesnivelamento do segmento ST em D2, D3 e aVF. Ao ecocardiograma, havia imagem sugestiva de ectasia das coronárias. O diagnóstico da paciente acima é:
doença de Takayasu
doença de Kawasaki
doença de Takotsubo
síndrome de Rett
Um paciente de 10 anos de idade, respirador bucal, cuja mãe relata roncos com parada respiratória presenciada desde os 2 anos de idade, apresentou, ao ecocardiograma realizado para pré-operatório de amigdalectomia, aumento do ventrículo direito secundário à hipertensão pulmonar. A fisiopatologia responsável pelo quadro acima vem a ser:
comunicação interatrial
hiperfluxo pulmonar
hipoxemia intermitente
comunicação interventricular
P.O.N., gênero masculino de quatro anos de idade, portador de cardiopatia diagnosticada nos primeiros meses de vida , apresenta baixo desenvolvimento estatoponderal , cianose , acocoramento, mal-estar frequente e poliglobulia de sete milhões de glóbulos vermelhos. Na ausculta cardíaca, observa-se sopro sistólico de +++++ / 6 no terceiro espaço intercostal esquerdo e no ECG hipertrofia ventricular direita. O diagnóstico dessa criança é:
comunicação interventricular
persistência do canal arterial
tetralogia de Fallot
atresia da válvula tricúspide
Adolescente de 15 anos de idade, gênero masculino, deu entrada na emergência com quadro de dor precordial sem relação ao esforço físico. Ao exame físico, apresentava clique mesossistólico em foco mitral caracterizando o prolapso desta válvula, aracnodactilia e escoliose. Realizou Raio X de tórax e foi evidenciada dilatação do primeiro arco à esquerda. O diagnóstico do paciente vem a ser:
febre reumática
síndrome de Marfan
síndrome Merrf
síndrome Melas
Escolar de 12 anos de idade, portadora de sequela de febre reumática em válvula mitral, há um mês vem apresentando febre, artralgia, queda do estado geral . Ao exame físico , apresenta hemorragias subconjuntivais e sopro sistólico ++++/6 em foco mitral. O ecocardiograma transtorácico com Doppler demonstrou massa de ecos na face atrial do folheto anterior da mitral e IM grave. De acordo com o diagnóstico acima, a conduta para o caso é:
hemocultura e início de antibiótico venoso
dosagem de mucoproteína e penicilina benzatina
hemocultura e diurético venoso
ecocardiograma transesofágico e diurético venoso
Um escolar de 10 anos de idade, passado de febre reumática há 6 meses com diagnóstico de insuficiência mitral grave, dá entrada em uma emergência com quadro de dispneia de repouso associada à ortopneia. Apresentava-se com edema frio de membros inferiores 4+/4+ e ascite. Mãe alega suspensão da medicação há 3 semanas devido à melhora clínica.
Este paciente deverá ser tratado com:
furosemida e captopril
furosemida e AAS
furosemida e penicilina benzatina
furosemida e digoxina
Escolar de 13 anos de idade, diagnosticado como portador de distrofia muscular de Duchenne, vem apresentando náuseas, mal-estar e dispneia. Ao eletrocardiograma, apresentava ondas Q profundas em DI e aVL e ondas R amplas em V1 e V2. Das medicações abaixo, deverão fazer parte da conduta:
bromoprida e omeprazol
digoxina e furosemida
enalapril e espironolactona
nifedipina e captopril
Uma jovem de 15 anos de idade, longilínea, pectus escavatum, apresentou dor torácica atípica durante realização de uma prova de matemática. Ao exame, estava corada, hidratada, normotensa, PA: 90 x 60 mmHg, FC: 98 bpm. Ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, clique mesossistólico em foco mitral com sopro sistólico mitral. Ausculta respiratória normal, assim como os demais sistemas. O diagnóstico dessa jovem é:
feocromocitoma
prolapso da válvula mitral
febre reumática
síndrome de Noonan