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Praticamente todas as doenças que ocorrem na mucosa oral podem afetar as superfícies mucosas da língua. A língua é um órgão muscular importante para as funções de comunicação, paladar e mastigação, sendo composta basicamente por um músculo esquelético que apresenta complexos movimentos devido a múltiplos músculos arranjados em variadas direções. Em relação as doenças que afetam o órgão, é correto afirmar que:
a glossite migratória benigna tem sua etiologia bem estabelecida e relacionada a deficiências vitamínicas.
a língua pilosa é uma condição benigna causada por má higiene oral e tabagismo.
na maioria das vezes a leucoplasia pilosa oral necessita de tratamento especifico com antivirais.
a glossite rombóide mediana tem relação com a infecção pelo vírus Epstein Barr (EBV).
o pênfigo vulgar é caracterizado por vesículas bolhosas indolores na língua.
Paciente do sexo feminino, com 45 anos, apresenta aumento de volume indolor em região parotídea direita com evolução de três anos. Ao exame físico, observa-se nódulo móvel, de consistência fibroelástica, medindo aproximadamente 3 cm. A ultrassonografia evidencia lesão nodular bem delimitada, hipoecogênica, com áreas císticas em seu interior. A tomografia computadorizada do pescoço com contraste mostrou que a lesão apresenta formato de halteres, com parte dela sendo medial à veia retromandibular. Foi realizada punção aspirativa por agulha fina (PAAF), que revelou células epiteliais sem atipias, células mioepiteliais e material mixoide.
Considerando o diagnóstico mais provável, qual a melhor conduta terapêutica para essa paciente?
Acompanhamento clínico e radiológico semestral.
Parotidectomia total com sacrifício do nervo facial.
Parotidectomia superficial seguida de remoção do polo profundo com preservação do nervo facial.
Enucleação simples da lesão.
Radioterapia adjuvante após exérese da lesão.
Homem, 45 anos, vem à consulta no ambulatório de cirurgia de cabeça e pescoço por queixa de abaulamento cervical em topografia jugulocarotídea alta à direita, assintomático. Refere massa há cerca de 4 anos, com crescimento progressivo, porém lento. Nega episódios inflamatórios prévios. Ao exame, a massa é fibroelástica, indolor, móvel no sentido anteroposterior, porém não no craniocaudal. Nesse sentido, analise a Figura 1 a seguir, em que a TC é mostrada:

Figura 1 – Fonte: Case courtesy of Dr. Mohammed Alshammari, Radiopaedia.org, rID: 16563.
Em relação ao caso, assinale a alternativa que indica a hipótese diagnóstica mais provável.
Cisto branquial.
Metástase de CEC de orofaringe.
Neurofibroma.
Glomus carotídeo.
Linfoma.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo abaixo.
A relação clínica entre os maxilares é grandemente afetada pela altura facial anterior inferior (AFAI), descrita por McNamara como a distância entre .......... . Ainda sobre a AFAI, sabe-se que suas alterações afetam profundamente a relação horizontal entre os maxilares, sendo que uma diminuição da AFAI provocará uma impressão de .......... .
o ponto A e o mento – retrognatismo
o ponto A e o ponto B – prognatismo
a espinha nasal anterior e o mento – prognatismo
a espinha nasal anterior e o pogônio – prognatismo
Assinale a assertiva correta sobre alterações anatômicas relacionadas à fissura labial bilateral completa.
A crux medialis nasal está alterada, geralmente resultando num grande encurtamento da columela.
O ângulo entre a crux medialis e a lateralis é mais agudo, resultando em uma ponta mais arredondada.
A cartilagem lateral superior é a única bem-posicionada.
O sulco gengivolabial está presente na maioria dos casos.
Qual estrutura vascular, entre as apontadas nas alternativas, pode ser responsável por um hematoma cervical em lipoaspiração de mento?
Artéria retromandibular.
Artéria temporal superficial.
Artéria lingual.
Artéria alveolar inferior.
Veia facial profunda.
O Índice Cefálico é definido com a relação entre o diâmetro biparietal e o:
Comprimento do fêmur.
Diâmetro occipito-frontal.
Circunferência abdominal.
Distância interorbitária.
Diâmetro transverso cerebelar.
Paciente do sexo feminino, com 62 anos, apresenta queixas de fadiga, fraqueza muscular proximal, poliúria e constipação intestinal há oito meses. Relata episódio de cólica renal há dois meses. Exames laboratoriais mostram: cálcio sérico: 12,2 mg/dL (VR: 8,5 – 10,5); fósforo: 2,1 mg/dL (VR: 2,5 – 4,5); PTH: 180 pg/mL (VR: 15 – 65); creatinina: 1,1 mg/dL; calciúria de 24 horas: 450 mg (VR: < 250). A densitometria óssea evidencia T-score de – 2,8 em terço distal do rádio, – 2,3 em colo femoral e – 1,8 em coluna lombar. A ultrassonografia cervical mostra nódulo hipoecogênico de 2,1 cm em topografia de paratireoide inferior direita, sem outras alterações, e cintilografia com Tecnécio sestamibi confirma captação do isótopo na mesma topografia.
Qual a conduta terapêutica mais adequada para esse caso?
Tratamento com cinacalcete e bisfosfonatos.
Alcoolização percutânea do nódulo paratireoidiano.
Paratireoidectomia minimamente invasiva.
Observação clínica e monitoramento laboratorial semestral.
Ablação térmica da paratireoide guiada por ultrassonografia.
Paciente do sexo masculino, com 68 anos, tabagista há 35 anos (30 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta disfonia progressiva há nove meses, com relato de piora nos últimos dois meses associada a odinofagia e sensação de “bolo” na garganta. Durante laringofibroscopia ambulatorial, foi evidenciada lesão vegetante em prega vocal direita, com extensão para comissura anterior e invasão superficial da prega vocal contralateral, com mobilidade preservada de ambas as pregas vocais. A comissura anterior somente foi acessível com o exame fibroscópico, sendo de difícil visibilização com telescópio, e o paciente tem um grau moderado de retrognatia. Tomografia computadorizada com contraste e cortes finos (1 mm) evidencia lesão restrita à glote, com mínima invasão de cartilagem tireoide na face interna da quilha dela, com espessamento de pregas vocais e extensão para comissura anterior. Não há evidência de linfonodomegalias cervicais ou metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Laringectomia parcial vertical frontolateral.
Cordectomia endoscópica a laser.
Laringectomia total com esvaziamento cervical bilateral.
Quimiorradioterapia definitiva com preservação de órgão.
Radioterapia exclusiva com técnica de intensidade modulada (IMRT).
Mulher de 45 anos, não tabagista e não etilista, apresenta tumor em base de língua com 2,5 cm de diâmetro, com evolução de seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular submucosa em hemibase de língua à direita, além de presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, o maior com 1,8 cm à direita. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas não queratinizante. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à base de língua e presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT evidencia captação em lesão primária e em linfonodos cervicais bilaterais, sem evidência de metástases à distância. Após tratamento com quimiorradioterapia definitiva (70 Gy + cisplatina), a paciente apresenta resposta completa clínica e radiológica. Dois anos após o tratamento, a paciente permanece sem evidência de doença, mas apresenta xerostomia grau 2, disfagia leve para alimentos sólidos e hipotireoidismo em tratamento.
Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
A paciente deveria ter sido submetida a cirurgia de resgate após quimiorradioterapia para confirmar resposta patológica completa.
A presença de metástases linfonodais bilaterais é comum em carcinomas de orofaringe HPV-positivos.
O estadiamento inicial da paciente seria T2N2cM0, estágio IVA (8a edição TNM para tumores p16 negativos).
O estadiamento inicial da paciente seria T2N2M0, estágio I (8ª edição TNM para tumores p16 positivos).
As complicações apresentadas pela paciente são incomuns e sugerem recidiva tumoral precoce.
Homem, hígido, 40 anos, é admitido em serviço de emergência em vigência de sinais de choque hipovolêmico, saturação de O2 em 97%, mas redução do nível de consciência. Há algumas horas havia sido submetido a procedimento estético ambulatorial, contanto, com aumento submandibular difuso e hematoma cutâneo. Há uma incisão pontual em mento.
Nesse caso, qual a melhor conduta?
Cervicotomia exploradora imediata.
Compressas de gelo locais, transfusão de concentrado de hemácias e observação.
Radioterapia hemostática.
Estudo angiográfico cervical para embolização de estrutura vascular acometida.
Exploração do local afetado através da ferida operatória, em sala de emergência.
Mulher, 49 anos, técnica de enfermagem, com antecedente de doença celíaca, comparece ao ambulatório devido à elevação do hormônio da paratireoide. Negava queixas, história de nefrolitíase ou fraturas patológicas. Negava uso de medicações. Exames laboratoriais: cálcio total 8,8 mg/dL (referência: 8,4-10,2 mg/dL), fósforo 3,0 mg/dL (referência: 2,7-4,5 mg/dL), PTH 97 pg/mL (referência: 15-65 pg/mL), vitamina D 13,2 ng/mL (referência: >20 ng/mL), creatinina 0,6 mg/dL (referência: 0,5-0,9 mg/dL) e ureia 35 mg/dL (referência: 10-50 mg/dL). Em relação ao quadro, assinale a alternativa correta.
A paciente muito provavelmente possui um quadro de hiperparatireoidismo secundário, devendo-se realizar reposição de vitamina D e novo controle laboratorial.
A paciente possui um quadro de hiperparatireoidismo primário e, apesar de não possuir sintomas, possui indicação de cirurgia por ser jovem.
É necessária a realização de exames adicionais, como ultrassonografia de rins e vias urinárias, bem como densitometria óssea, para avaliar necessidade cirúrgica.
Pode-se tomar conduta expectante com novos exames em 6 meses, haja vista que a paciente se encontra com hiperparatireoidismo normocalcêmico e assintomática.
Apesar de muito raro, a paciente deve ser portadora de hipercalcemia hipocalciúrica familiar benigna, devendo-se dosar a calciúria de 24 horas para confirmar o diagnóstico.
Adulto jovem, não tabagista, conta com nódulo sólido em parótida, em topografia pré-tragus, com leve crescimento desde sua percepção, há 2 anos, e ausência de acometimento da mímica facial. O exame citológico indica uma neoplasia epitelial categoria III pelo Sistema de Milão para Classificação Citopatológica de Neoplasias de Glândulas Salivares.
A partir do exposto, assinale a alternativa correta.
Embora haja uma possibilidade de 80% de se tratar de neoplasia benigna, a punção aspirativa com resultado compatível com atipia de significado indeterminado não exclui malignidade. O exame poderá ser repetido, mas a conduta ideal é a ressecção cirúrgica, com margens e estudo histopatológico.
A ausência de paralisia facial, passados 2 anos do diagnóstico, deve excluir a possibilidade de malignidade.
Frente à maior possibilidade de se tratar de um adenoma pleomórfico, preconiza-se conduta expectante, especialmente pelo risco cirúrgico de lesão de ramos do nervo facial pela localização da lesão.
Neoplasias malignas de baixo grau em glândulas salivares estão associadas a um comportamento indolente. A radioterapia como modalidade terapêutica exclusiva é o tratamento primário de escolha.
Sendo o paciente jovem e não tabagista, a hipótese de um tumor de Warthin não é factível.
No tratamento cirúrgico de paragangliomas carotídeos, alguns cuidados devem ser tomados para minimizar as complicações do procedimento.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
A dissecção no plano subadventício raramente é necessária.
O nervo hipoglosso raramente é manipulado ou lesado.
A avaliação pré-operatória de catecolaminas plasmáticas pode ser dispensada.
A embolização pré-operatória é indispensável em todos os casos.
A remoção de linfonodos inflamatórios no nível II antes da ressecção do tumor não auxilia no procedimento.
Homem de 72 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista social, apresenta disfonia progressiva há oito meses, associada a dispneia aos médios esforços nas últimas semanas. Nasofibrolaringoscopia mostrou lesão ulceroinfiltrativa em supraglote, envolvendo a prega vestibular e a prega ariepiglótica à direita, paralisia da hemilaringe direita. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão com invasão da cartilagem tireoide, sem extensão extralaríngea, e presença de linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,5 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT confirma captação em lesão primária e linfonodo cervical, sem evidência de metástases à distância. Após laringectomia total com esvaziamento cervical radical modificado à direita e esvaziamento cervical seletivo II-IV à esquerda, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, com 3,8 cm no maior diâmetro, invasão da cartilagem tireoide, margens cirúrgicas livres, ausência de embolização vascular e linfática e invasão perineural ausente, com metástase em quatro de 32 linfonodos dissecados, sem ruptura capsular, homolaterais ao tumor primário.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
Quimiorradioterapia adjuvante com cisplatina.
Quimioterapia adjuvante exclusiva.
Observação clínica e seguimento rigoroso.
Radioterapia adjuvante em leito tumoral e cadeias cervicais bilaterais.
Radioterapia em leito tumoral e quimioterapia sistêmica sequencial.
Quanto à epidemiologia do câncer em cabeça e pescoço, no Brasil, é correto afirmar:
a imunização contra o papilomavírus humano (HPV) tem como objetivo a redução da prevalência do câncer genital feminino, mas não deve interferir nas taxas do carcinoma epidermóide de orofaringe, pois estão associados a sorotipos distintos do vírus.
os estados da federação brasileira contam com taxas distintas de incidência para os diferentes tipos de câncer. No estado de São Paulo, o câncer de tireoide é o terceiro mais prevalente entre as mulheres e o quarto entre os homens.
entre os homens brasileiros, as incidências dos cânceres em território de cabeça e pescoço seguem a ordem descendente: pele não melanoma, laringe, boca e orofaringe.
entre os acometidos pelo câncer bem diferenciado da tireoide, observa-se redução da participação do carcinoma folicular em favor da papilífero, especialmente suas variantes clássica e folicular.
há tendência à redução progressiva da incidência e das mortes/ano por melanoma maligno.
Homem de 49 anos, fototipo II, sem comorbidades, com histórico de exposição solar recreacional, conta com lesão cutânea malar, pigmentada, com bordas irregulares, ulceração central, 2,1 cm no maior diâmetro, e surgimento há cerca de 6 meses. Foi submetido a uma biopsia excisional com diagnóstico de melanoma invasivo, com 1,8 mm de espessura e identificação de figuras de mitose > 1/mm2. A tomografia computadorizada de face e pescoço não demonstra lesões linfonodais suspeitas para acometimento metastático.
Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
À suspeita de um melanoma em território de cabeça e pescoço, o paciente deveria ter sido submetido a uma dermatoscopia para diagnóstico e definição de conduta definitiva, uma vez que a biopsia excisional poderá comprometer seu prognóstico.
Complementar o tratamento com ampliação de margem radial de 3 mm e realizar parotidectomia superficial.
Complementar o tratamento com margem radial de 20 mm e realizar a pesquisa e biopsia de linfonodo sentinela.
Complementar o tratamento com margem radial de 10 mm, realizar parotidectomia parcial e esvaziamento supra-omohioideo ipsilateral.
Realizar ressecção da cicatriz com margem de 10 mm e realizar a pesquisa e biopsia de linfonodo sentinela.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma situação em que se deve indicar a realização de uma tireoidectomia.
Mulher, 50 anos, apresenta nódulo tireoidiano de 1,8 cm, assintomática, com Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF) Bethesda II.
Homem, 42 anos, sem queixas, apresenta bócio multinodular em exames de investigação.
Mulher, 30 anos, queixa-se de aumento de peso, queda de cabelo e sonolência, com TSH elevado e tireoide reduzida.
Homem, 50 anos, assintomático, apresenta tireoide aumentada difusamente, não sendo possível palpar seu limite inferior ao exame físico.
Mulher, 60 anos, exibe múltiplos cistos coloides de até 0,6 cm em ambos os lobos tireoidianos.
Mulher de 48 anos, não tabagista e não etilista, sem comorbidades, tem queixa de cefaleia frontal persistente e visão dupla há quatro meses. Ao exame físico, observa-se proptose e limitação da motilidade ocular extrínseca à esquerda, com diminuição da acuidade visual do mesmo lado. Sem linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão expansiva de 4,5 cm no seio etmoidal esquerdo, com invasão da órbita, deslocamento do globo ocular e comprometimento do músculo reto medial com extensão intracraniana e invasão não extensa da dura-máter na fossa craniana anterior. Não parece haver invasão de encéfalo. A biópsia incisional revela adenocarcinoma de tipo intestinal. Após discussão multidisciplinar, a paciente é submetida à ressecção craniofacial anterior com maxilectomia medial, etmoidectomia, ressecção da dura-máter invadida e exenteração da órbita esquerda. O exame anatomopatológico confirma adenocarcinoma de tipo intestinal, com margens cirúrgicas livres, porém exíguas (menor que 1 mm) na região da dura-máter.
Qual é a conduta mais adequada no pós-operatório?
Radioterapia adjuvante em leito tumoral.
Reabordagem cirúrgica para ampliação de margens.
Observação clínica e seguimento radiológico trimestral.
Quimioterapia adjuvante exclusiva.
Quimiorradioterapia concomitante.
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista, apresenta quadro de obstrução nasal à direita, sangramentos nasais recorrentes e dor facial há três meses. Na rinoscopia, nota-se abaulamento da parede medial do seio maxilar direito, com extensão para fossa nasal ipsilateral. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada com contraste dos seios da face mostra lesão expansiva de 2,5 cm no seio maxilar direito, com destruição da parede medial e extensão para fossa nasal, sem invasão da órbita, etmoide, septo, base do crânio ou tecidos moles da face. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
Qual a melhor abordagem para o caso descrito?
Maxilectomia total com exenteração orbital.
Quimioterapia neoadjuvante seguida de cirurgia.
Maxilectomia medial com ressecção endoscópica.
Radioterapia exclusiva com técnica de intensidade modulada (IMRT).
Quimiorradioterapia definitiva com preservação de órgão.