Questões de Concurso sobre Cirurgia de Cabeça e Pescoço

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.546 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Um homem de 28 anos chega ao pronto-socorro após ferimento por arma branca em zona II do pescoço. Está hemodinamicamente estável, sem sinais de sangramento ativo. Apresenta disfagia leve e enfisema subcutâneo discreto. Não há sinais de comprometimento vascular ou de via aérea. O exame de escolha para investigação de lesão vascular nesse paciente deve ser:


A

Angiografia por cateter convencional.


B

Doppler colorido de vasos cervicais.


C

Angiotomografia computadorizada.


D

Angioressonância magnética cervical.


E

Ultrassonografia cervical com modo B associada a elastografia.

Paciente com carcinoma espinocelular de cavidade oral apresenta linfonodo cervical palpável, fixo, em nível II. Nesse caso, a conduta considerada padrão é:


A

Esvaziamento cervical seletivo apenas dos níveis II e III, pois o comprometimento é restrito.


B

Radioterapia exclusiva, sem necessidade de abordagem cirúrgica.


C

Observação clínica, pois linfonodos cervicais raramente influenciam no prognóstico.


D

Quimioterapia isolada, suficiente para controle da doença regional.


E

Esvaziamento cervical radical, incluindo linfonodos e estruturas não linfáticas, como músculo esternocleidomastoideo, veia jugular interna e nervo acessório.

Considerando um paciente com tumor avançado de hipofaringe apresenta obstrução respiratória aguda, com estridor e dessaturação, a conduta imediata diante do caso deve ser:


A

Intubação orotraqueal forçada, mesmo em obstrução quase completa, pois é sempre possível.


B

Administração de corticoterapia intravenosa isolada, suficiente para reduzir edema e restaurar via aérea.


C

Realização de traqueostomia de urgência, garantindo via aérea definitiva e segura.


D

Ventilação não invasiva com máscara facial, até resolução espontânea da obstrução.


E

Observação clínica, pois a obstrução tende a regredir espontaneamente em poucas horas.

A compreensão anatômica detalhada da cavidade oral, orofaringe, cavidade nasal e seios paranasais é fundamental na especialidade de cirurgia de cabeça e pescoço, pois essas regiões possuem relações íntimas entre estruturas neurovasculares, áreas linfáticas e planos mucosos distintos Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A tonsila faríngea está localizada na parede posterior da orofaringe, imediatamente abaixo da úvula e acima do nível da epiglote.

(__)O meato médio é a via principal de drenagem do seio maxilar, das células etmoidais anteriores e do seio frontal

(__)A concha nasal inferior é o limite anatômico mais medial do óstio esfenóide, sendo o reparo principal para localizar o óstio do seio esfenoidal em cirurgias endoscópicas.

(__)A inervação sensitiva do dorso da língua é predominantemente realizada pelo nervo glossofaríngeo em sua porção posterior e pelo nervo lingual em sua porção anterior.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, V, F, V.


B

F, F, V, V.F, F, V, V.


C

V, V, V, V.


D

V, F, F, F.

Paciente hígida, 45 anos, eutireoidea, é submetida à cirurgia de Sistrunk por cisto em ducto tireoglosso. O exame anátomo-patológico indica a presença de foco de carcinoma papilífero, variante folicular, 0,8 cm, com extensão para a cápsula do cisto, mas sem ultrapassá-la. Há invasão angiolinfática pontual. Não há nódulos na tireoide e uma ultrassonografia pós-operatória indica a presença de linfonodos inespecíficos bilateralmente.


Segundo as diretrizes, qual a conduta sugerida?


A

Esvaziamento nível IA cervical.


B

Tireoidectomia total.


C

Tireoidectomia total e esvaziamento de compartimento central e níveis I.


D

Observação clínica.


E

As diretrizes não contemplam condutas para tal situação. A reabordagem cirúrgica ou a observação clínica deverão ser discutidas entre o médico assistente e o paciente.

Quanto à anatomia muscular de indivíduos com fenda palatina, assinale a alternativa correta.


A

O principal dilatador da tuba auditiva é o músculo pterigóideo lateral.


B

O tensor do véu palatino trabalha em conjunto com o levantador do véu palatino.


C

o tensor do véu palatino tensiona o palato mole e obstrui a tuba auditiva.


D

Na fenda palatina, a maioria das fibras tendíneas arqueia-se anteriormente até a margem da fenda e prende-se na aponeurose do véu palatino.


E

O tensor do véu palatino tem sua origem no pterigóideo lateral, e o tendão largo insere-se na aponeurose do véu palatino.

No contexto de obstrução da via aérea superior em emergências e com relação à indicação de cricotireoidostomia ou traqueostomia, assinale a alternativa correta.


A

Em suspeitas de câncer da laringe, a cricotireoidostomia é o procedimento de escolha.


B

A causa da obstrução não altera a tática de abordagem da via aérea.


C

A maior parte dos casos de obstrução alta da via aérea não necessita de traqueostomia ou cricotireoidostomia.


D

O osso hioide tem localização mais baixa na criança do que no adulto.


E

Nos casos de disjunção laringotraqueal traumática, a traqueostomia deve ser evitada.

Paciente do sexo feminino, de 52 anos, previamente hígida, apresenta nódulo em região submandibular esquerda, com crescimento progressivo há seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda de 3,5 cm, que faz corpo com a glândula submandibular esquerda, pétrea, fixa a planos profundos, dolorosa à palpação. Há um linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,0 cm, com características metastáticas e fixo. Ressonância magnética evidencia lesão infiltrativa em glândula submandibular esquerda, com 3,8 cm, com invasão do soalho da boca e musculatura adjacente, além de linfonodo metastático em nível IIA homolateral com sinais de ruptura capsular. A biópsia incisional revela carcinoma adenoide cístico com padrão predominantemente sólido e invasão perineural extensa. Após ressecção da glândula submandibular com margem de segurança, incluindo parte do assoalho bucal e musculatura adjacente, associada a esvaziamento cervical seletivo (níveis I-III), o exame anatomopatológico confirmou tratar-se de carcinoma adenoide cístico, padrão sólido, com 3,5 cm, invasão perineural extensa, margens cirúrgicas livres (menor margem de 3 mm) e metástase em dois de dezoito linfonodos dissecados, sem ruptura capsular.


Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?


A

Reabordagem cirúrgica para ampliação de margens.


B

Observação clínica e seguimento rigoroso.


C

Radioterapia adjuvante em leito tumoral e cadeias cervicais ipsilaterais.


D

Quimioterapia adjuvante exclusiva.


E

Quimiorradioterapia concomitante.

Indivíduo submetido à tireoidectomia total, esvaziamento cervical de compartimento central e radioiodoterapia (200 mCi) por carcinoma papilífero clássico, pT3bpN1aM1, tendo sido diagnosticados focos captantes em ápices pulmonares nas pesquisas de corpo inteiro pré e pós dose e com resposta parcial ao iodo. Passados 2 anos, foi diagnosticada metástase linfonodal em nível IV cervical com 2,0 x 2,1 x 2,2 cm, assintomática.


Nesse contexto, qual a conduta preconizada?


A

Radioiodoterapia, uma vez que ainda há indícios de doença metastática distante.


B

Esvaziamento cervical dos níveis II a V ipsilateral e considerar nova dose de iodo radioativo.


C

Ressecção pontual da lesão metastática, uma vez que o paciente já fora submetido ao esvaziamento regrado, e considerar nova dose de iodo radioativo.


D

Observação clínica frente a uma lesão metastática considerada pequena e assintomática.


E

Tratamento percutâneo da lesão (ablação) e observação clínica, uma vez que o paciente já recebeu uma significativa dose de iodo radioativo e permaneceu com evidências de doença em atividade.

Paciente do sexo feminino, de 58 anos, não tabagista e não etilista, apresenta lesão leucoplásica em soalho bucal com 1,8 cm de diâmetro, com áreas eritematosas e endurecimento à palpação. A paciente relata crescimento progressivo da lesão nos últimos seis meses e dor leve relacionada a alimentação. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular bem diferenciado com invasão superficial do tecido conjuntivo. A ressonância magnética mostra lesão restrita ao assoalho bucal sem invasão de estruturas adjacentes e sem evidência de comprometimento linfonodal. PET-CT não evidencia metástases à distância ou linfonodais. Após ressecção cirúrgica com margens de 1 cm, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular bem diferenciado com 1,5 cm no maior diâmetro, profundidade de invasão de 6 mm, invasão perineural presente em pequenos filetes nervosos, invasão linfovascular presente, margens cirúrgicas livres, porém exíguas.


Qual a conduta mais adequada para essa paciente no pós-operatório?


A

Quimioterapia adjuvante exclusiva.


B

Radioterapia adjuvante em leito tumoral.


C

Observação clínica e seguimento rigoroso.


D

Quimiorradioterapia adjuvante.


E

Ampliação das margens cirúrgicas seguida de radioterapia.

Paciente masculino, 30 anos, com queixa de dor abdominal difusa, de início súbito, há 24 horas. A dor é localizada inicialmente na região periumbilical, com evolução para a fossa ilíaca direita, com piora nas últimas horas. Refere náuseas e febre baixa (38 ºC), sem vômitos.

Ao exame físico, dor à palpação da FID e hipogástrio sem sinais de defesa muscular. O exame laboratorial revela leucocitose com desvio à esquerda (14.000 leucócitos/mm³). A ultrassonografia abdominal mostra uma área de inflamação e espessamento da parede intestinal na região do íleo terminal, sugestivo de apendicite aguda.

Diante desse quadro foi submetido a videolaparoscopia exploradora que identificou um apêndice cecal normal e a presença de um divertículo à 60 cm da válvula íleo cecal, com sinais inflamatórios, sem abscedação.


A conduta adequada para o caso é


A

realizar ileotiflectomia e reconstrução com anastomose do íleo com o ascendente.


B

realizar ressecção do segmento do íleo englobando o divertículo com anastomose primária.


C

não ressecar o divertículo, manter antibioticoterapia de amplo espectro e orientação dietética no pós operatório.


D

não ressecar e programar colonoscopia terapêutica para evacuar qualquer conteúdo que esteja obstruindo o divertículo.


E

não ressecar, colocar um dreno junto ao divertículo, manter antibioticoterapia de amplo espectro e orientação dietética no pós operatório.

Paciente com histórico de ressecção ampla de carcinoma invasivo de assoalho de boca e esvaziamento cervical ipsilateral apresentou deiscência parcial da ferida e exposição da mandíbula. Exame sugere osteomielite local. Assinale a alternativa que apresenta a melhor opção terapêutica definitiva.


A

Tratamento com antibiótico sistêmico prolongado e cicatrização por segunda intenção.


B

Aplicação tópica de antissépticos e manutenção de curativos até cicatrização secundária.


C

Desbridamento cirúrgico do osso necrosado com cobertura por retalho e antibioticoterapia dirigida.


D

Radioterapia adjuvante imediata sobre a área exposta para controlar infecção.


E

Excisão marginal da ferida e sutura direta para fechamento primário.

Uma paciente de 45 anos, previamente hígida, procura o pronto-socorro com queixa de dor cervical intensa, disfagia, trismo e voz abafada há 3 dias. Ao exame, apresenta abaulamento cervical, rigidez do pescoço e sialorreia. Durante a avaliação, refere piora súbita da dispneia, com início de estridor. A hipótese diagnóstica é de abscesso cervical profundo com risco iminente de obstrução das vias aéreas. Considerando as informações do caso, qual é a conduta inicial mais adequada para o manejo da via aérea?


A

Realizar intubação orotraqueal rápida às cegas, para evitar perda de tempo com exames adicionais.


B

Solicitar tomografia computadorizada antes de qualquer intervenção, para avaliar a extensão da infecção.


C

Realizar intubação nasal guiada por fibroscopia, em ambiente controlado, com visualização direta da via aérea.


D

Tentar sedação leve e ventilação com máscara até obtenção de exames de imagem.


E

Realizar imediatamente traqueostomia de urgência em todos os casos, independentemente da possibilidade de intubação.

Portador de carcinoma medular da tireoide, com mutação somática no RET proto-oncogene, mas não germinativa, pT2pN1b. No seguimento clínico, pós-operatório, apresenta elevação progressiva dos títulos séricos de calcitonina (tempo de duplicação: 8 meses) e antígeno carcinoembrionário (CEA). Não há evidências de doença estrutural aos exames de imagem seccionais (tomografias de crânio, pescoço, tórax e abdômen).


Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.


A

Cervicotomia exploratória.


B

Radioterapia empírica em leito cirúrgico.


C

Tratamento sistêmico com inibidor tirosino-quinase (Vandetanibe ou Cabozantinibe).


D

PET-CT 68 Galio.


E

Monitoramento clínico e bioquímico.

A partir dessas informações, assinale a alternativa que indica, corretamente, a melhor conduta terapêutica a ser adotada.


A

Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, traqueostomia, reconstrução com retalho osteomiocutâneo microcirúrgico de fíbula.


B

Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, esvaziamento cervical supra-omohioideo à direita, traqueostomia, reconstrução de mento com placa metálica e rotação de retalho miocutâneo de músculo peitoral maior.


C

Pelveglossomandibulectomia, esvaziamento seletivo níveis I a IV bilateralmente, reconstrução com retalho local de língua e mucosa labial.


D

Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical à esquerda, esvaziamento cervical radical modificado à direita, reconstrução mandibular com placa metálica e retalho microcirúrgico antebraquial.


E

Pelvectomia, mandibulectomia marginal em mento, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, esvaziamento cervical seletivo dos níveis I a IV à direita, reconstrução com retalho miocutâneo infra-hióide.

Considerando os dados apresentados, segundo o sistema TNM de Classificação dos Tumores Malignos (UICC/AJCC), 8a edição, qual seria o estadiamento clínico dessa paciente?


A

Não há dados suficientes para o estadiamento clínico TNM.


B

T4aN2bM0, Estágio IV A.


C

T4bN2cM0, Estágio IV B.


D

T3N2bM0, Estágio III.


E

T4aN1M0, Estágio IV C.

Paciente portador de carcinoma epidermoide, P16 negativo, de trígono retromolar, com acometimento mandibular extenso e extensão para pilar amigdaliano, com metasteses linfonodais cervicais ipsilaterais e extensão extranodal, mas ausência de doença metástica distante. Submetido ao tratamento cirúrgico com margens livres. Seguindo-se as diretrizes do National Comprehensive Cancer Network (NCCN, versão 2.2024), quais seriam os próximos passos, entre as alternativas a seguir, após um tratamento cirúrgico bem sucedido?


A

Radioterapia (66-70 Gy) e quimioterapia com cisplatina, adjuvantes; seguimento clínico a cada 1 a 3 meses no primeiro ano pós-tratamento.


B

Radioterapia (45-50 Gy), não há informações suficientes para a definição de terapia sistêmica adjuvante; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.


C

Radioterapia (não há informações suficientes para a definição da dose) em concomitância com cisplatina em altas doses e associada ao 5-FU; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.


D

Terapia sistêmica adjuvante com Docetaxel e Cetuximab, considerar radioterapia em função dos exames de imagem a serem realizados após 2 meses do término do tratamento; seguimento clínico a cada dois meses no primeiro ano pós-tratamento.


E

Radioterapia (45-60 Gy) e Pembrolizumabe concomitantes; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.

Assinale a alternativa correta acerca do tratamento e prognóstico dos tumores malignos de partes moles em território de cabeça e pescoço.


A

Em função de suas localizações superficiais, os sarcomas são normalmente diagnosticados em estágios iniciais, permitindo, com frequência, ressecções cirúrgicas curativas.


B

O emprego de terapia antiangiogênica com inibidores de VEGF em regime neoadjuvante é a conduta padronizada e associada à redução da extensão da ressecção cirúrgica, com incremento da sobrevivência global, em portadores de angiossarcomas.


C

Para os sarcomas, normalmente opta-se pela ressecção cirúrgica com margens amplas e radioterapia adjuvante, a depender do grau da neoplasia, suas dimensões, extensão e qualidade das margens de ressecção.


D

O rabdomiossarcoma tem como primeira via de disseminação o sistema linfático, de tal forma que o esvaziamento cervical eletivo das estações linfonodais, responsáveis pela drenagem linfática da região acometida, deve ser realizado se houver lesões a partir de 2 cm no maior diâmetro.


E

Apesar da agressividade local, os angiossarcomas contam com baixa probabilidade de desenvolvimento de metástases distantes por via hematogênica.

Mulher de 47 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 1 e obesidade, conta com aumento do volume submandibular, bilateral, progressivo associado à odinofagia, trismo e dor à palpação local. Há leve desconforto respiratório, sem impacto na saturação de O2 , e temperatura corpórea de 38,5 graus Celsius.


Assinale a alternativa correta frente à hipótese diagnóstica de angina de Ludwig.


A

A ressonância magnética de face e pescoço é o exame de escolha para documentação imagenológica do quadro por permitir uma avaliação mais detalhada das partes moles da região em comparação à ultrassonografia ou a tomografia computadorizada.


B

Preconiza-se antibioticoterapia endovenosa de amplo espectro e abordagem cirúrgica com atenção à integridade da via aérea.


C

Aconselha-se a administração de sintomáticos e observação clínica, sendo processos, em geral, de origem viral e autolimitados.


D

É condição infecciosa com foco mais prevalente em amigdalas, sendo comum a história de amigdalite aguda prévia.


E

A hipótese diagnóstica não é pertinente, pois a angina de Ludwig, caracterizada por uma celulite necrotizante grave, é unilateral.

Em relação a patologias cirúrgicas da traqueia, assinale a opção correta.


A

Na fístula traqueoarterial, o insuflamento do balonete sempre piora o quadro de sangramento e não pode ser usado como medida inicial imediata.


B

As estenoses mediastinais distais em região da carina traqueal devem ser abordadas por toracotomia esquerda para melhor exposição do campo cirúrgico.


C

A irrigação da traqueia é distribuída de forma que os 2/3 superiores sejam supridos pelos ramos da artéria tireoidea inferior e no terço distal à custa das artérias brônquicas.


D

A correção de fístulas traqueoesofágicas pode ser realizada segundo a técnica de Mathisen, em que o segmento traqueal é removido e o fechamento da fístula é feito com sutura vertical em dois planos com prolene 4-0.


E

As fístulas traqueoarteriais são tratadas com clampeamento do tronco da inominada em sua raiz, na artéria subclávia esquerda.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado