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Um homem de 28 anos chega ao pronto-socorro após ferimento por arma branca em zona II do pescoço. Está hemodinamicamente estável, sem sinais de sangramento ativo. Apresenta disfagia leve e enfisema subcutâneo discreto. Não há sinais de comprometimento vascular ou de via aérea. O exame de escolha para investigação de lesão vascular nesse paciente deve ser:
Angiografia por cateter convencional.
Doppler colorido de vasos cervicais.
Angiotomografia computadorizada.
Angioressonância magnética cervical.
Ultrassonografia cervical com modo B associada a elastografia.
Paciente com carcinoma espinocelular de cavidade oral apresenta linfonodo cervical palpável, fixo, em nível II. Nesse caso, a conduta considerada padrão é:
Esvaziamento cervical seletivo apenas dos níveis II e III, pois o comprometimento é restrito.
Radioterapia exclusiva, sem necessidade de abordagem cirúrgica.
Observação clínica, pois linfonodos cervicais raramente influenciam no prognóstico.
Quimioterapia isolada, suficiente para controle da doença regional.
Esvaziamento cervical radical, incluindo linfonodos e estruturas não linfáticas, como músculo esternocleidomastoideo, veia jugular interna e nervo acessório.
Considerando um paciente com tumor avançado de hipofaringe apresenta obstrução respiratória aguda, com estridor e dessaturação, a conduta imediata diante do caso deve ser:
Intubação orotraqueal forçada, mesmo em obstrução quase completa, pois é sempre possível.
Administração de corticoterapia intravenosa isolada, suficiente para reduzir edema e restaurar via aérea.
Realização de traqueostomia de urgência, garantindo via aérea definitiva e segura.
Ventilação não invasiva com máscara facial, até resolução espontânea da obstrução.
Observação clínica, pois a obstrução tende a regredir espontaneamente em poucas horas.
A compreensão anatômica detalhada da cavidade oral, orofaringe, cavidade nasal e seios paranasais é fundamental na especialidade de cirurgia de cabeça e pescoço, pois essas regiões possuem relações íntimas entre estruturas neurovasculares, áreas linfáticas e planos mucosos distintos Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A tonsila faríngea está localizada na parede posterior da orofaringe, imediatamente abaixo da úvula e acima do nível da epiglote.
(__)O meato médio é a via principal de drenagem do seio maxilar, das células etmoidais anteriores e do seio frontal
(__)A concha nasal inferior é o limite anatômico mais medial do óstio esfenóide, sendo o reparo principal para localizar o óstio do seio esfenoidal em cirurgias endoscópicas.
(__)A inervação sensitiva do dorso da língua é predominantemente realizada pelo nervo glossofaríngeo em sua porção posterior e pelo nervo lingual em sua porção anterior.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, F, V.
F, F, V, V.F, F, V, V.
V, V, V, V.
V, F, F, F.
Paciente hígida, 45 anos, eutireoidea, é submetida à cirurgia de Sistrunk por cisto em ducto tireoglosso. O exame anátomo-patológico indica a presença de foco de carcinoma papilífero, variante folicular, 0,8 cm, com extensão para a cápsula do cisto, mas sem ultrapassá-la. Há invasão angiolinfática pontual. Não há nódulos na tireoide e uma ultrassonografia pós-operatória indica a presença de linfonodos inespecíficos bilateralmente.
Segundo as diretrizes, qual a conduta sugerida?
Esvaziamento nível IA cervical.
Tireoidectomia total.
Tireoidectomia total e esvaziamento de compartimento central e níveis I.
Observação clínica.
As diretrizes não contemplam condutas para tal situação. A reabordagem cirúrgica ou a observação clínica deverão ser discutidas entre o médico assistente e o paciente.
Quanto à anatomia muscular de indivíduos com fenda palatina, assinale a alternativa correta.
O principal dilatador da tuba auditiva é o músculo pterigóideo lateral.
O tensor do véu palatino trabalha em conjunto com o levantador do véu palatino.
o tensor do véu palatino tensiona o palato mole e obstrui a tuba auditiva.
Na fenda palatina, a maioria das fibras tendíneas arqueia-se anteriormente até a margem da fenda e prende-se na aponeurose do véu palatino.
O tensor do véu palatino tem sua origem no pterigóideo lateral, e o tendão largo insere-se na aponeurose do véu palatino.
No contexto de obstrução da via aérea superior em emergências e com relação à indicação de cricotireoidostomia ou traqueostomia, assinale a alternativa correta.
Em suspeitas de câncer da laringe, a cricotireoidostomia é o procedimento de escolha.
A causa da obstrução não altera a tática de abordagem da via aérea.
A maior parte dos casos de obstrução alta da via aérea não necessita de traqueostomia ou cricotireoidostomia.
O osso hioide tem localização mais baixa na criança do que no adulto.
Nos casos de disjunção laringotraqueal traumática, a traqueostomia deve ser evitada.
Paciente do sexo feminino, de 52 anos, previamente hígida, apresenta nódulo em região submandibular esquerda, com crescimento progressivo há seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda de 3,5 cm, que faz corpo com a glândula submandibular esquerda, pétrea, fixa a planos profundos, dolorosa à palpação. Há um linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,0 cm, com características metastáticas e fixo. Ressonância magnética evidencia lesão infiltrativa em glândula submandibular esquerda, com 3,8 cm, com invasão do soalho da boca e musculatura adjacente, além de linfonodo metastático em nível IIA homolateral com sinais de ruptura capsular. A biópsia incisional revela carcinoma adenoide cístico com padrão predominantemente sólido e invasão perineural extensa. Após ressecção da glândula submandibular com margem de segurança, incluindo parte do assoalho bucal e musculatura adjacente, associada a esvaziamento cervical seletivo (níveis I-III), o exame anatomopatológico confirmou tratar-se de carcinoma adenoide cístico, padrão sólido, com 3,5 cm, invasão perineural extensa, margens cirúrgicas livres (menor margem de 3 mm) e metástase em dois de dezoito linfonodos dissecados, sem ruptura capsular.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
Reabordagem cirúrgica para ampliação de margens.
Observação clínica e seguimento rigoroso.
Radioterapia adjuvante em leito tumoral e cadeias cervicais ipsilaterais.
Quimioterapia adjuvante exclusiva.
Quimiorradioterapia concomitante.
Indivíduo submetido à tireoidectomia total, esvaziamento cervical de compartimento central e radioiodoterapia (200 mCi) por carcinoma papilífero clássico, pT3bpN1aM1, tendo sido diagnosticados focos captantes em ápices pulmonares nas pesquisas de corpo inteiro pré e pós dose e com resposta parcial ao iodo. Passados 2 anos, foi diagnosticada metástase linfonodal em nível IV cervical com 2,0 x 2,1 x 2,2 cm, assintomática.
Nesse contexto, qual a conduta preconizada?
Radioiodoterapia, uma vez que ainda há indícios de doença metastática distante.
Esvaziamento cervical dos níveis II a V ipsilateral e considerar nova dose de iodo radioativo.
Ressecção pontual da lesão metastática, uma vez que o paciente já fora submetido ao esvaziamento regrado, e considerar nova dose de iodo radioativo.
Observação clínica frente a uma lesão metastática considerada pequena e assintomática.
Tratamento percutâneo da lesão (ablação) e observação clínica, uma vez que o paciente já recebeu uma significativa dose de iodo radioativo e permaneceu com evidências de doença em atividade.
Paciente do sexo feminino, de 58 anos, não tabagista e não etilista, apresenta lesão leucoplásica em soalho bucal com 1,8 cm de diâmetro, com áreas eritematosas e endurecimento à palpação. A paciente relata crescimento progressivo da lesão nos últimos seis meses e dor leve relacionada a alimentação. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular bem diferenciado com invasão superficial do tecido conjuntivo. A ressonância magnética mostra lesão restrita ao assoalho bucal sem invasão de estruturas adjacentes e sem evidência de comprometimento linfonodal. PET-CT não evidencia metástases à distância ou linfonodais. Após ressecção cirúrgica com margens de 1 cm, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular bem diferenciado com 1,5 cm no maior diâmetro, profundidade de invasão de 6 mm, invasão perineural presente em pequenos filetes nervosos, invasão linfovascular presente, margens cirúrgicas livres, porém exíguas.
Qual a conduta mais adequada para essa paciente no pós-operatório?
Quimioterapia adjuvante exclusiva.
Radioterapia adjuvante em leito tumoral.
Observação clínica e seguimento rigoroso.
Quimiorradioterapia adjuvante.
Ampliação das margens cirúrgicas seguida de radioterapia.
Paciente masculino, 30 anos, com queixa de dor abdominal difusa, de início súbito, há 24 horas. A dor é localizada inicialmente na região periumbilical, com evolução para a fossa ilíaca direita, com piora nas últimas horas. Refere náuseas e febre baixa (38 ºC), sem vômitos.
Ao exame físico, dor à palpação da FID e hipogástrio sem sinais de defesa muscular. O exame laboratorial revela leucocitose com desvio à esquerda (14.000 leucócitos/mm³). A ultrassonografia abdominal mostra uma área de inflamação e espessamento da parede intestinal na região do íleo terminal, sugestivo de apendicite aguda.
Diante desse quadro foi submetido a videolaparoscopia exploradora que identificou um apêndice cecal normal e a presença de um divertículo à 60 cm da válvula íleo cecal, com sinais inflamatórios, sem abscedação.
A conduta adequada para o caso é
realizar ileotiflectomia e reconstrução com anastomose do íleo com o ascendente.
realizar ressecção do segmento do íleo englobando o divertículo com anastomose primária.
não ressecar o divertículo, manter antibioticoterapia de amplo espectro e orientação dietética no pós operatório.
não ressecar e programar colonoscopia terapêutica para evacuar qualquer conteúdo que esteja obstruindo o divertículo.
não ressecar, colocar um dreno junto ao divertículo, manter antibioticoterapia de amplo espectro e orientação dietética no pós operatório.
Paciente com histórico de ressecção ampla de carcinoma invasivo de assoalho de boca e esvaziamento cervical ipsilateral apresentou deiscência parcial da ferida e exposição da mandíbula. Exame sugere osteomielite local. Assinale a alternativa que apresenta a melhor opção terapêutica definitiva.
Tratamento com antibiótico sistêmico prolongado e cicatrização por segunda intenção.
Aplicação tópica de antissépticos e manutenção de curativos até cicatrização secundária.
Desbridamento cirúrgico do osso necrosado com cobertura por retalho e antibioticoterapia dirigida.
Radioterapia adjuvante imediata sobre a área exposta para controlar infecção.
Excisão marginal da ferida e sutura direta para fechamento primário.
Uma paciente de 45 anos, previamente hígida, procura o pronto-socorro com queixa de dor cervical intensa, disfagia, trismo e voz abafada há 3 dias. Ao exame, apresenta abaulamento cervical, rigidez do pescoço e sialorreia. Durante a avaliação, refere piora súbita da dispneia, com início de estridor. A hipótese diagnóstica é de abscesso cervical profundo com risco iminente de obstrução das vias aéreas. Considerando as informações do caso, qual é a conduta inicial mais adequada para o manejo da via aérea?
Realizar intubação orotraqueal rápida às cegas, para evitar perda de tempo com exames adicionais.
Solicitar tomografia computadorizada antes de qualquer intervenção, para avaliar a extensão da infecção.
Realizar intubação nasal guiada por fibroscopia, em ambiente controlado, com visualização direta da via aérea.
Tentar sedação leve e ventilação com máscara até obtenção de exames de imagem.
Realizar imediatamente traqueostomia de urgência em todos os casos, independentemente da possibilidade de intubação.
Portador de carcinoma medular da tireoide, com mutação somática no RET proto-oncogene, mas não germinativa, pT2pN1b. No seguimento clínico, pós-operatório, apresenta elevação progressiva dos títulos séricos de calcitonina (tempo de duplicação: 8 meses) e antígeno carcinoembrionário (CEA). Não há evidências de doença estrutural aos exames de imagem seccionais (tomografias de crânio, pescoço, tórax e abdômen).
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Cervicotomia exploratória.
Radioterapia empírica em leito cirúrgico.
Tratamento sistêmico com inibidor tirosino-quinase (Vandetanibe ou Cabozantinibe).
PET-CT 68 Galio.
Monitoramento clínico e bioquímico.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que indica, corretamente, a melhor conduta terapêutica a ser adotada.
Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, traqueostomia, reconstrução com retalho osteomiocutâneo microcirúrgico de fíbula.
Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, esvaziamento cervical supra-omohioideo à direita, traqueostomia, reconstrução de mento com placa metálica e rotação de retalho miocutâneo de músculo peitoral maior.
Pelveglossomandibulectomia, esvaziamento seletivo níveis I a IV bilateralmente, reconstrução com retalho local de língua e mucosa labial.
Pelvemandibulectomia, esvaziamento cervical radical à esquerda, esvaziamento cervical radical modificado à direita, reconstrução mandibular com placa metálica e retalho microcirúrgico antebraquial.
Pelvectomia, mandibulectomia marginal em mento, esvaziamento cervical radical modificado à esquerda, esvaziamento cervical seletivo dos níveis I a IV à direita, reconstrução com retalho miocutâneo infra-hióide.
Considerando os dados apresentados, segundo o sistema TNM de Classificação dos Tumores Malignos (UICC/AJCC), 8a edição, qual seria o estadiamento clínico dessa paciente?
Não há dados suficientes para o estadiamento clínico TNM.
T4aN2bM0, Estágio IV A.
T4bN2cM0, Estágio IV B.
T3N2bM0, Estágio III.
T4aN1M0, Estágio IV C.
Paciente portador de carcinoma epidermoide, P16 negativo, de trígono retromolar, com acometimento mandibular extenso e extensão para pilar amigdaliano, com metasteses linfonodais cervicais ipsilaterais e extensão extranodal, mas ausência de doença metástica distante. Submetido ao tratamento cirúrgico com margens livres. Seguindo-se as diretrizes do National Comprehensive Cancer Network (NCCN, versão 2.2024), quais seriam os próximos passos, entre as alternativas a seguir, após um tratamento cirúrgico bem sucedido?
Radioterapia (66-70 Gy) e quimioterapia com cisplatina, adjuvantes; seguimento clínico a cada 1 a 3 meses no primeiro ano pós-tratamento.
Radioterapia (45-50 Gy), não há informações suficientes para a definição de terapia sistêmica adjuvante; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.
Radioterapia (não há informações suficientes para a definição da dose) em concomitância com cisplatina em altas doses e associada ao 5-FU; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.
Terapia sistêmica adjuvante com Docetaxel e Cetuximab, considerar radioterapia em função dos exames de imagem a serem realizados após 2 meses do término do tratamento; seguimento clínico a cada dois meses no primeiro ano pós-tratamento.
Radioterapia (45-60 Gy) e Pembrolizumabe concomitantes; seguimento clínico semestral no primeiro ano pós-tratamento.
Assinale a alternativa correta acerca do tratamento e prognóstico dos tumores malignos de partes moles em território de cabeça e pescoço.
Em função de suas localizações superficiais, os sarcomas são normalmente diagnosticados em estágios iniciais, permitindo, com frequência, ressecções cirúrgicas curativas.
O emprego de terapia antiangiogênica com inibidores de VEGF em regime neoadjuvante é a conduta padronizada e associada à redução da extensão da ressecção cirúrgica, com incremento da sobrevivência global, em portadores de angiossarcomas.
Para os sarcomas, normalmente opta-se pela ressecção cirúrgica com margens amplas e radioterapia adjuvante, a depender do grau da neoplasia, suas dimensões, extensão e qualidade das margens de ressecção.
O rabdomiossarcoma tem como primeira via de disseminação o sistema linfático, de tal forma que o esvaziamento cervical eletivo das estações linfonodais, responsáveis pela drenagem linfática da região acometida, deve ser realizado se houver lesões a partir de 2 cm no maior diâmetro.
Apesar da agressividade local, os angiossarcomas contam com baixa probabilidade de desenvolvimento de metástases distantes por via hematogênica.
Mulher de 47 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 1 e obesidade, conta com aumento do volume submandibular, bilateral, progressivo associado à odinofagia, trismo e dor à palpação local. Há leve desconforto respiratório, sem impacto na saturação de O2 , e temperatura corpórea de 38,5 graus Celsius.
Assinale a alternativa correta frente à hipótese diagnóstica de angina de Ludwig.
A ressonância magnética de face e pescoço é o exame de escolha para documentação imagenológica do quadro por permitir uma avaliação mais detalhada das partes moles da região em comparação à ultrassonografia ou a tomografia computadorizada.
Preconiza-se antibioticoterapia endovenosa de amplo espectro e abordagem cirúrgica com atenção à integridade da via aérea.
Aconselha-se a administração de sintomáticos e observação clínica, sendo processos, em geral, de origem viral e autolimitados.
É condição infecciosa com foco mais prevalente em amigdalas, sendo comum a história de amigdalite aguda prévia.
A hipótese diagnóstica não é pertinente, pois a angina de Ludwig, caracterizada por uma celulite necrotizante grave, é unilateral.
Em relação a patologias cirúrgicas da traqueia, assinale a opção correta.
Na fístula traqueoarterial, o insuflamento do balonete sempre piora o quadro de sangramento e não pode ser usado como medida inicial imediata.
As estenoses mediastinais distais em região da carina traqueal devem ser abordadas por toracotomia esquerda para melhor exposição do campo cirúrgico.
A irrigação da traqueia é distribuída de forma que os 2/3 superiores sejam supridos pelos ramos da artéria tireoidea inferior e no terço distal à custa das artérias brônquicas.
A correção de fístulas traqueoesofágicas pode ser realizada segundo a técnica de Mathisen, em que o segmento traqueal é removido e o fechamento da fístula é feito com sutura vertical em dois planos com prolene 4-0.
As fístulas traqueoarteriais são tratadas com clampeamento do tronco da inominada em sua raiz, na artéria subclávia esquerda.