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O esôfago de Barrett eleva o risco de adenocarcinoma em 30 a 125 vezes, se comparado o paciente com esôfago de Barrett com a população em geral.
Com relação ao tratamento do paciente com esôfago de Barrett, é CORRETO afirmar.
É indicada a cirurgia antirrefluxo, em caso de persistência de displasia de baixo grau, após 3 meses de tratamento clínico intensivo.
A melhora sintomática do paciente em tratamento clínico com inibidor de bomba de próton é o principal fator preditivo para manter o tratamento clínico permanente do paciente com esôfago de Barrett.
Paciente com esôfago de Barrett, sem displasia associada, deve ser mantido em tratamento clínico intensivo e, caso evolua para algum grau de displasia estará indicado a cirurgia antirrefluxo.
Em paciente com displasia de alto grau, a cirurgia antirrefluxo é o tratamento de escolha, uma vez que a regressão da doença é comum com este tratamento.
A esofagectomia distal é indicada em qualquer grau de displasia e, de acordo com o seu grau, é indicado a linfadenectomia ou não.
A maioria dos polipos colônicos são assintomáticos e são achados de exame de colonoscopia, podendo serem classificados como adenomas, inflamatórios e hiperplásicos.
Com relação aos pólipos adenomatosos, indique a alternativa CORRETA.
Se for diagnosticado e ressecado durante uma retossigmoidoscopia, há indicação de nova retossigmoidoscopia, em 1 ano, para avaliar a ocorrência de novos pólipos.
Se o pólipo for suspeito de malignidade e, se for ressecado via colonoscopia, não há necessidade de tatuar o local da polipectomia, pois mesmo se o histopatológico vier como adenocarcinoma, não há necessidade de ressecção do colon.
Fatores de risco para malignização incluem adenoma do tipo tubuloviloso e pólipos maiores que 1 cm. Nesses casos, há necessidade de vigilância colonoscópica mais rigorosa.
Pólipos adenomatosos sesseis, em reto inferior, não passiveis de ressecção via colonoscopia, podem ser excisados cirurgicamente por via endoanal.
Segmento colonoscópio deve ser feito em todo paciente com pólipos adenomatosos, a cada 2 anos, independente do tipo histológico, do tamanho e numero dos pólipos.
O teste de Bernstein para o diagnóstico de Doença do Refluxo compreende:
teste terapêutico com IBP por 14 dias dose dobrada.
teste terapêutico com IBP e inibidor H2.
infusão contínua no esôfago de ácido cítrico a 0,9N.
infusão com ácido cítrico, no estômago a 0,1N.
infusão com ácido clorídrico a 0,1N no esôfago.
Quando dizemos que um paciente apresenta em neoplasia de esôfago no estágio III, qual assertiva é mais correta:
T2N1M0.
T3N0M0.
T1N1M1.
T4N1M0.
T3N0M1.