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Paciente, 55 anos, hipertenso em pré-operatório de colecistectomia videolaparoscópica. Relata que está fazendo uso de dupla antiagregação plaquetária (DAPT) por angioplastia com aposição de stent farmacológico em território de DA, por quadro de infarto agudo sem supra de ST há 03 meses. Encontra-se sem crises de dor relacionadas à colelitíase há mais de um ano. Quais os cuidados que devemos ter na orientação desse paciente?
A DAPT pode ser abreviada para 3 meses e suspensa antes da colecistectomia.
Completar 03 meses de DAPT, estando indicada terapia ponte com heparina antes da colecistectomia.
Devido à necessidade cirúrgica antevista, a recomendação de angioplastia desse paciente deveria ter sido com stent metálico para suspensão precoce da DAPT.
Para pacientes que realizaram intervenção coronariana percutânea no contexto agudo, o ideal é completar 1 ano de DAPT antes de operações eletivas.
Considerando que a patologia anorretal benigna é motivo frequente de recurso a cuidados médicos, sendo a fissura anal uma das etiologias mais prevalentes, sendo a amiúde desvalorizada e inadequadamente tratada, analise as afirmativas a seguir.
I. No sexo masculino, na maioria das vezes, a fissura está localizada na comissura anal posterior.
II. Na esfincterotomia lateral interna, pela técnica aberta, a anoderme do canal anal é seccionada, expondo o esfíncter anal interno, que é cortado sob visão direta; na técnica fechada, é feito um pequeno orifício na margem anal através do qual se introduz uma lâmina de bisturi ou tesoura, seccionando o esfíncter anal interno, preservando a mucosa do canal anal.
III. A esfincteromia lateral interna fechada apresenta maiores taxas de incontinência para gases e de escorrências ou soiling, quando comparada com a técnica aberta.
Está correto o que se afirma em
I, II e III.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
Um homem de 45 anos de idade, tabagista, chega ao pronto-socorro por dor súbita iniciada há uma hora. Encontra-se em regular estado geral, eupneico, hidratado, corado, com frequência cardíaca de 120 bpm, tempo de enchimento capilar de 2 segundos e sinais de peritonite difusa. Seus exames, além de leucocitose e aumento de PCR, mostram amilase de 1.200 U/L (normal até 118 U/L).
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que, além das medidas clínicas para compensar o paciente, a melhor conduta no momento será
uma laparotomia exploradora.
uma tomografia de abdome.
uma videolaparoscopia.
uma ultrassonografia de abdome.
jejum, hidratação e sintomáticos até a melhora da dor abdominal.
Nos cuidados pós-operatórios ao retorno da alimentação oral do paciente idoso, o cirurgião deve proceder da seguinte maneira:
Antecipar a capacidade do idoso para uma alimentação oral, caso não haja problemas no intraoperatório.
Adiar por pelo menos duas semanas o retorno à alimentação oral, mesmo sem problemas no intraoperatório.
Manter a alimentação enteral, em detrimento da oral, em todos os casos pelo maior tempo possível.
Optar pela colocação de sonda nasoduodenal, nasojejunal ou jejunostomia e mantê-la no pós-operatório em vez de voltar à alimentação oral.
Uma paciente de 40 anos de idade, sem o diagnóstico de doenças prévias, procurou assistência no pronto-socorro por apresentar dor em cólica, localizada em hipocôndrio direito, com irradiação para a escápula direita 30 minutos após ter participado de uma feijoada da empresa em que trabalha. O sintoma associa-se a náuseas e vômitos. O exame físico mostrou a paciente com fácies de dor e com IMC igual a 40 kg/m².
Nesse caso, a causa mais provável da dor é
infarto agudo do miocárdio.
úlcera péptica perfurada.
pneumonia.
cólica biliar.
nefrolitíase.