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Paciente, 52 anos, menopausa há 3 anos, sem comorbidades, com citologias prévias negativas e apresentando resultado colpocitológico atual com o seguinte laudo: “Células escamosas atípicas de significado indeterminado, quando não se pode excluir lesão intraepitelial de alto grau”. Segundo as recomendações das Diretrizes Brasileiras para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino de 2016, a conduta mais adequada para este caso é
encaminhar para colposcopia.
orientar repetir citologia em 6 meses.
orientar repetir citologia em 6 meses com preparo estrogênico.
orientar repetir citologia em 12 meses com preparo estrogênico.
encaminhar para colposcopia e histeroscopia para avaliação endometrial.
Identifique a opção correta, segundo o último Informe Técnico do Ministério da Saúde sobre a vacina HPV:
A vacina HPV quadrivalente está disponível somente para a população do sexo feminino de nove a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) e para pacientes imunossuprimidos, o esquema de três doses também, com o intervalo de 0, 2 e 6 meses, neste caso em ambos os sexos, entre nove e 26 anos de idade.
A vacina HPV quadrivalente está disponível para a população do sexo feminino de nove a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) e para a população do sexo masculino de 11 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) com esquema vacinal de 2 (duas) doses (0 e 6 meses). Para pacientes imunossuprimidos, o esquema de três doses também, com o intervalo de 0, 2 e 6 meses, em ambos os sexos, está disponível entre nove e 26 anos de idade.
A vacina HPV quadrivalente ou bivalente está disponível para a população do sexo feminino de nove a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) e para a população do sexo masculino de 11 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) com esquema vacinal de 2 (duas) doses (0 e 6 meses). Para pacientes imunossuprimidos, o esquema de três doses também, com o intervalo de 0, 2 e 6 meses, em ambos os sexos, está disponível entre nove e 26 anos de idade.
A vacina HPV quadrivalente está disponível para a população do sexo feminino e masculino de nove a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias). Para pacientes imunossuprimidos, o esquema de três doses também, com o intervalo de 0, 2 e 6 meses, em ambos os sexos, está disponível entre nove e 26 anos de idade.
A vacina HPV quadrivalente está disponível para a população do sexo feminino e masculino de nove a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias). Para pacientes imunossuprimidos do sexo feminino, o esquema de três doses também, com o intervalo de 0, 2 e 6 meses, está disponível entre nove e 26 anos de idade.
A maioria das candidíases vulvovaginais (CVV) não é complicada e responde a vários esquemas terapêuticos. Todavia, 5% das mulheres apresentam inabilidade de controle do processo agudo, o que leva à instalação da forma recorrente do agravo. Dessa forma, a candidíase pode ser considerada complicada e não complicada. A CVV é considerada complicada quando há presente pelo menos um dos seguintes critérios:
sintomas intensos, frequência recorrente (CVVR – 4 ou + episódios em 1 ano), agente etiológico não albicans (glabrata, kruzei), presença de comorbidades (diabetes, HIV) ou gestação. Tratamento inicial: fluconazol 150 mg dose única ou Miconazol creme vaginal tópico diário por 7 dias. Manutenção: fluconazol 150mg, VO, 1x/semana, por 6 meses ou Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana. As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto as sintomáticas.
sintomas moderados/intensos, frequência recorrente (CVVR – 3 ou + episódios em 1 ano), agente etiológico não albicans (glabrata, kruzei), presença de comorbidades (diabetes, HIV) ou gestação. Tratamento inicial: fluconazol 150 mg, VO, 1x/dia, dias 1, 4 e 7 ou Miconazol creme vaginal tópico diário por 10-14 dias. Manutenção: fluconazol 150 mg, VO, 1x/semana, por 6 meses ou Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana. As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto as sintomáticas.
sintomas moderados/intensos, frequência recorrente (CVVR – 3 ou + episódios em 1 ano), agente etiológico não albicans (glabrata, kruzei), presença de comorbidades (diabetes, HIV) ou gestação. Tratamento inicial: fluconazol 150 mg, VO dose única ou Miconazol creme vaginal tópico diário por 7 dias. Manutenção: fluconazol 150 mg, VO, 1x/semana, por 6 meses ou Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana. As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto as sintomáticas.
sintomas intensos, frequência recorrente (CVVR – 4 ou + episódios em 1 ano), agente etiológico não albicans (glabrata, kruzei), presença de comorbidades (diabetes, HIV) ou gestação. Tratamento inicial: fluconazol 150 mg, VO, 1x/dia, dias 1, 4 e 7 ou Miconazol creme vaginal tópico diário por 10-14 dias. Manutenção: fluconazol 150 mg, VO, 1x/semana, por 6 meses ou Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana. As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto as sintomáticas.
sintomas intensos, frequência recorrente (CVVR – 4 ou + episódios em 1 ano), agente etiológico não albicans (glabrata, kruzei), presença de comorbidades (diabetes, HIV) ou gestação. Tratamento inicial: fluconazol 150 mg, VO, 1x/dia, dias 1, 4 e 7 ou Miconazol creme vaginal tópico diário por 10-14 dias. Manutenção: fluconazol 150 mg, VO, 1x/semana, por 6 meses ou Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana. As parcerias sexuais precisam ser tratadas.
Paciente, 37 anos, G1 P1 (1 parto normal) sem comorbidades, com colpocitologia evidenciando “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau - HSIL”, apresentando o seguinte laudo colposcópico (segundo terminologia IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio escamoso metaplásico com inúmeros cistos de Naboth, ausência de acetobranqueamento em epitélio de colo uterino. Teste de Schiller negativo. Parede vaginal lateral direita com epitélio acetobranco denso com rápido aparecimento medindo 2 cm em terço superior de parede vaginal lateral direita. Teste de Schiller positivo nesta área”. A principal hipótese diagnóstica é
lesão intraepitelial escamosa de baixo grau vaginal. Deve-se biopsiar a lesão vaginal mencionada.
esão intraepitelial escamosa de alto grau vaginal. Deve-se biopsiar a lesão vaginal mencionada e realizar excisão do tipo 1 cervical para excluir doença de alto grau no colo uterino.
condiloma vaginal. Uma nova citologia deverá ser realizada em seis meses. Se o resultado da nova citologia mantiver HSIL, deve-se manter controle citocolposcópico semestral até dois exames negativos.
lesão intraepitelial escamosa de alto grau vaginal. Deve-se biopsiar a lesão vaginal mencionada.
lesão intraepitelial escamosa de baixo grau vaginal. Deve-se acompanhar a lesão vaginal mencionada e repetir citologia em 6 meses.
Paciente, 30 anos, sem comorbidades, com laudo colpocitológico que evidenciou “lesão intraepitelial escamosa de alto grau - HSIL”. Encaminhada para realizar colposcopia na Unidade Secundária. Laudo colposcópico: “Colposcopia adequada, junção escamocolunar (JEC) totalmente visível, zona de transformação do tipo 1, presença de epitélio escamoso metaplásico típico com cistos de Naboth. Ausência de reação epitelial ao ácido acético. Teste de Schiller negativo.” A conduta para esta paciente é:
À colposcopia sem achados colposcópicos anormais, independente da visão da JEC, a ausência de lesão vaginal deve ser assegurada. Pode-se optar por tratamento excisional (conização) ou destrutivo imediato por se tratar de lesão colpocitologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica de lesão de alto grau.
À colposcopia sem achados colposcópicos anormais, independente da visão da JEC, a ausência de lesão vaginal deve ser assegurada. Solicitar revisão de lâmina. Mantido o diagnóstico de HSIL, deve-se investigar o canal neste caso. Caso a avaliação do canal endocervical mantenha a suspeita de lesão pré-invasiva ou invasiva realizar excisão tipo 3.
Deve-se realizar uma excisão do tipo 1 por se tratar de colpocitologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica de lesão de alto grau.
Deve-se realizar uma excisão do tipo 3 por se tratar de colpocitologia sugestiva de lesão de alto grau em paciente com ausência de lesão visível ectocervical.
Se possível, solicitar revisão de lâmina, de preferência por outro profissional. Mantido o diagnóstico de HSIL, sem achados anormais, realizar uma nova citologia em seis meses. A ausência de lesão vaginal deve ser assegurada.
Paciente 28 anos encaminhada para colposcopia por colpocitologia com “Adenocarcinoma in situ”. G4 P4 (2 cesarianas + ligadura tubária bilateral), sem comorbidades. Refere ciclos menstruais regulares, fluxo normal. Peso normal. Segue laudo da colposcopia: “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio escamoso metaplásico com orifícios glandulares abertos, epitélio acetobranco tênue com bordas irregulares mal definidas ocupando os dois quadrantes do lábio anterior da zona de transformação. Teste de Schiller positivo.” Trata-se de possível caso de
colposcopia com achados anormais menores. Neste caso, a biópsia deverá ser realizada. Caso a biópsia seja negativa ou tenha outro diagnóstico que não de doença invasiva, a indicação de conização do colo uterino deve ser mantida.
citologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica podendo chegar a 69% de lesão pré-invasiva e 38% de invasão. Como não há sinais de invasão na colposcopia, essa paciente deverá ser submetida à excisão tipo 3. Avaliação endometrial pode ser dispensada em virtude da idade, peso e história menstrual normal.
colposcopia com achados anormais menores. Neste caso, a biópsia deverá ser realizada, considerando-se a idade e o rastreamento prévio negativo e ausência de história de doença cervical pré-invasiva (NIC II/III). Segue-se conduta específica a partir do resultado histopatológico.
citologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica podendo chegar a 69% de lesão pré-invasiva e 38% de invasão. Como não há sinais de invasão na colposcopia, essa paciente deverá ser submetida à excisão tipo 1.
citologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica podendo chegar a 69% de lesão pré-invasiva e 38% de invasão. Como não há sinais de invasão na colposcopia, essa paciente deverá ser submetida à excisão tipo 3. Avaliação endometrial também deve ser realizada imediatamente pela possibilidade de doença endometrial.
Em relação ao diagnostico citopatológico de Lesão intraepitelial escamosa de alto grau, assinale V para verdadeiro e F para falso:
( ) Os métodos de escolha para a abordagem dessas lesões têm sido os incisionais;
( ) O tratamento geralmente é ambulatorial e pode ser feito na primeira consulta;
( ) A repetição da citologia deve ser a conduta inicial;
( ) Se na colposcopia houver achados sugestivos de invasão deve-se realizar biópsia
A sequência correta de cima para baixo é:
V, V, F, V;
V, F, V, F;
F, F, V, V;
F, V, F, V.
Os padrões vasculares associados ao epitélio anormal incluem pontilhado, mosaicismo e vasos atípicos. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Os vasos atípicos tem calibre, forma, curso e organização irregulares, e sua presença é indicativo de neoplasia
Um padrão grosseiro dos vasos indica anormalidades de baixo grau
Os padrões pontilhado e em mosaico são classificados com base no calibre dos vasos, distância intercapilar e uniformidade, melhor visualizados através de fonte de luz branca
Os padrões pontilhado fino e em mosaico caracterizam lesões de alto grau
Para uma prática colposcópica ideal, recomenda-se a sistematização do exame, após indicação clínica adequada. Sendo assim, assinale a alternativa incorreta.
A aplicação de solução salina isotônica no colo uterino é a maneira ideal de realizar a inspeção preliminar em busca de anomalias superficiais (por exemplo, leucoplasia ou condilomas), e examinar em detalhes os capilares e vasos sangüíneos superficiais cervicais
O Teste de Kraatz consiste na utilização do filtro verde do colposcópio para o exame dos vasos sangüíneos, pois aumenta o contraste dos vasos deixando-os mais escuros (marrom)
A aplicação do ácido acético pode ocasionar edema dos tecidos e conseqüente opacidade, mascarando alguns detalhes dos vasos do tecido subepitelial, de modo que é sempre melhor avaliar os capilares e os vasos com solução salina antes de aplicar outra solução
O ácido acético deve ser aplicado moderadamente, recobrindo toda a superfície cervical, poupando o orifício cervical externo (OCE) do colo uterino
Mulheres com diagnóstico citopatológico de Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) devem repetir o exame citopatológico:
Em seis meses na unidade de atenção básica;
Em doze meses na unidade secundaria de saúde;
Em dois meses na unidade de atenção básica;
Em dois anos na unidade de atenção secundária.
Paciente, 33 anos, em uso de DIU há cerca de dois anos, tem no resultado de seu exame citológico a presença de inflamação sem identificação de agente. Em relação a este caso, analise as afirmativas abaixo:
I. Havendo queixa de corrimento ou conteúdo vaginal anormal, a paciente deverá ser encaminhada para o tratamento de corrimento genital e doenças sexualmente transmissíveis;
II. Deve-se seguir a rotina de rastreamento citológico como para as mulheres com resultado normal;
III. Mesmo na ausência de queixa ou evidência clínica de colpite, há necessidade de encaminhamento para exame ginecológico e repetição do exame citopatológico;
IV. O exame citopatológico deve ser utilizado para diagnóstico dos processos inflamatórios ou infecciosos vaginais.
Estão corretas:
Apenas as afirmativas I e II;
Apenas as afirmativas II e III;
Apenas as afirmativas I, III e IV;
Apenas as afirmativas II e IV.
Representa a expressão citomorfológica de uma infecção transitória produzida pelo HPV e têm alta probabilidade de regredir, de tal forma que atualmente não é considerada como lesão precursora do câncer do colo do útero:
NIC II;
NIC III;
NIC I:
Adenocarcinoma in situ.
Hans Hinselmann, em 1925, foi o primeiro a descrever o equipamento colposcópico básico e seu uso, estabelecendo os fundamentos para a prática da colposcopia. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
A associação complementar da Colposcopia com a Colpocitologia trouxe a possibilidade de estudo de lesões exclusivamente em colo uterino, especialmente, com a definição de topografia e gravidade das mesmas, facilitando assim a detecção precoce de alterações préinvasivas e a conduta a ser seguida
A Colposcopia é a única forma de visualização das lesões subclínicas do Papiloma Vírus Humano (HPV)
A escolha do Colposcópio deve se basear, fundamentalmente, na possibilidade de avaliação da profundidade, sendo a distância focal preconizada de pelo menos 28 cm, podendo ser corrigida para 20 cm em situações específicas
A avaliação pode ser beneficiada com a utilização do zoom, que nunca promove distorção da imagem colposcópica
Leia com atenção o caso clínico abaixo e responda às questões 37 e 38.
M. F. P. S., 37 anos, G4P4A0C0, nega comorbidades, uso de medicações ou antecedentes familiares importantes, realizou coleta de exame citopatológico do colo uterino, com o seguinte resultado: células escamosas atípicas de significado indeterminado não podendo excluir lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Foi encaminhada para realização de colposcopia, apresentando o seguinte laudo: colposcopia adequada, JEC completamente visível, zona de transformação tipo I, presença de epitélio acetobranco denso às 12h com pontilhado grosseiro.
Assinale a alternativa correta que apresenta a recomendação mais adequada frente aos achados.
Biópsia da lesão e tratamento adequado de acordo com resultado
Programar novo exame citopatológico e colposcopia em seis meses
Biópsia da lesão ou excisão excisão tipo 1 ou 2
Biópsia e avaliação do canal endocervical
O ácido acético tem a propriedade fisiológica de precipitar as proteínas nucleares das células epiteliais favorecendo a visualização da Junção Escamocolunar (JEC). Leia com atenção o excerto abaixo e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
“O ácido acético desidrata as células e coagula de forma reversível as proteínas nucleares. Portanto, as áreas de ________ atividade nuclear e conteúdo de DNA apresentam alterações de coloração _______ evidentes.”
menor / menos
maior / menos
menor / mais
maior / mais
A constatação de que alguns termos têm sido usados indistintamente para procedimentos excisionais diferentes motivou a inclusão de uma classificação de tipos de excisão em função de cada tipo de Zona de Transformação (ZT) na nova nomenclatura colposcópica recomendada pela International Federation for Cervical Pathology and Colposcopy (IFCPC) a partir de 2011. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A excisão da ZT do tipo I destina-se a tratar a doença ectocervical ou que não se estende mais que 1 cm no canal endocervical.
( ) A excisão da ZT do tipo II destina-se a retirar maior porção do canal endocervical, suficiente para ultrapassar a junção escamocolunar (JEC), geralmente entre 1,5 e 2,0 cm de profundidade no canal.
( ) A excisão da ZT do tipo III destina-se a retirar entre 2,0 e 2,5 cm do canal endocervical
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V, F, V
V, V, V
F, F, F
F, V, V
Sobre o diagnóstico de Adenocarcinoma in situ e invasor (AIS) nos exames citopatológicos, assinale a afirmativa correta:
Na grande maioria dos casos de AIS as lesões são multifocais;
Mulheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia na Atenção Primária;
O teste de DNA-HPV negativo para tipos oncogênicos pode ser útil para identificar mulheres com maior risco de doença endometrial que cervical, sobretudo em pacientes acima de 50 anos de idade;
O resultado de AIS no espécime de excisão indica a histerectomia simples mesmo nas pacientes com prole incompleta.
O exame colposcópico é um procedimento ambulatorial, utilizado para o exame microscópico do trato genital. Em relação às soluções utilizadas em seus passos técnicos, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A solução de lugol colore as células epiteliais escamosas maduras em marrom escuro como resultado do baixo teor de glicogênio celular.
( ) A solução salina normal auxilia na remoção do muco cervical, permitindo a avaliação inicial do padrão vascular e do contorno superficial.
( ) O ácido acético de 3 a 5% é um agente mucolítico que exerce seu efeito aglutinando, reversivelmente, a cromatina nuclear.
( ) A aplicação de acido acético ao epitélio anormal resulta na alteração acetobranca, característica exclusivamente das lesões neoplásicas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
F, V, V, V
V, V, F, F
F, V, V, F
V, F, F, V
A terminologia colposcópica de Barcelona (2002) foi atualizada no Rio de Janeiro em 2011, e atualmente é a mais recomendada. Assinale a alternativa que não apresenta todos os achados descritos como miscelânea, dentre os relacionados abaixo.
Condiloma, pólipo endocervical e endometriose
Pólipo endocervical, anomalia congênita e inflamação
Condiloma, sequela pós-tratamento e estenose
Pólipo endocervical, leucoplasia (queratose) e inflamação
No Brasil, a classificação da Junção Escamocolunar (JEC) proposta por Victor Rodrigues é muito empregada, sendo sua utilização aceitável como complementar à terminologia colposcópica atual. Com base nessa classificação, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A JEC em zero localiza-se exatamente no orifício externo (anatômico) do colo uterino.
( ) A JEC +1 localiza-se pouco acima do orifício externo do colo uterino, mas ainda fora do canal endocervical.
( ) A JEC -1 localiza-se pouco abaixo do orifício externo do colo uterino.
( ) Preferencialmente, a JEC deve ser descrita em localização ectocervical (ectopia), endocervical ou justa-orificial.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V, F, F, V
F, F, V, V
V, F, V, V
F, V, F, F