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Sobre ectopia de colo, assinale a alternativa correta.
Presença de epitélio escamoso na ectocérvice, com o reposicionamento da junção escamocolunar (JEC) externamente ao orifício externo do colo, com consequente exposição do epitélio escamoso ao meio vaginal.
Presença de epitélio glandular na ectocérvice, com o reposicionamento da junção escamocolunar (JEC) externamente ao orifício externo do colo, com consequente exposição do epitélio escamoso ao meio vaginal.
Presença de epitélio glandular na ectocérvice, com o reposicionamento da junção escamocolunar (JEC) externamente ao orifício externo do colo, com consequente exposição do epitélio colunar ao meio vaginal.
Presença de epitélio metaplásico na ectocérvice, com o reposicionamento da junção escamocolunar (JEC) externamente ao orifício externo do colo, com consequente exposição do epitélio escamoso ao meio vaginal.
Presença de epitélio queratinizado na ectocérvice, com o reposicionamento da junção escamocolunar (JEC) externamente ao orifício externo do colo, com consequente exposição do epitélio escamoso ao meio vaginal.
Sobre ectopia cervical, assinale a alternativa INCORRETA.
Vaginose bacteriana não altera ectopia cervical.
Candidíase tende a levar à ectopia cervical.
Anticoncepcionais hormonais orais de alta dosagem podem induzir ectopia cervical.
Tabagismo está relacionado à ectopia cervical.
Ectopia não está relacionada à sensibilidade nos casos de dispareunia.
De acordo com dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, nos últimos 10 anos (2007-2017), foram notificados, no Brasil, quase 63 mil mulheres vivendo com o vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana). Desta forma, a vacina HPV é indicada para essa população alvo na faixa etária de
nove a 26 anos de idade, com esquema diferenciado de doses (0, 2 e 6 meses). Mantém-se a necessidade de prescrição médica para mulheres vivendo com HIV, a qual deverá ser apresentada no ato da vacinação.
nove a 14 anos de idade, com esquema diferenciado de doses (0, 2 e 6 meses). Mantém-se a necessidade de prescrição médica para mulheres vivendo com HIV, a qual deverá ser apresentada no ato da vacinação.
nove a 26 anos de idade, com esquema diferenciado de doses (0, 2 e 6 meses). Mantém-se a necessidade de prescrição médica para mulheres vivendo com HIV, a qual deverá ser apresentada no ato da vacinação, pois a vacina está contraindicada em mulheres sabidamente com doença prévia HPV induzida.
nove a 26 anos de idade, com esquema diferenciado de doses (0, 1 e 6 meses). Não há a necessidade de prescrição médica para mulheres vivendo com HIV.
onze a 26 anos de idade, com esquema diferenciado de doses (0, 2 e 6 meses). Mantém-se a necessidade de prescrição médica para mulheres vivendo com HIV, a qual deverá ser apresentada no ato da vacinação.
Paciente, 18 anos, nuligesta, sexarca aos 17 anos, 2 parceiros sexuais, refere relação sexual desprotegida há 3 meses. Procura atendimento médico com queixa de dor em baixo ventre nos últimos 15 dias. Ao exame observa-se, em região vulvar, uma úlcera única em região vestibular à direita medindo aproximadamente 1.5 cm, indolor, com base endurecida e fundo limpo. Exame especular: colo trófico, muco endocervical claro, vagina trófica, secreção de aspecto fisiológico. Linfonodos inguinais indolores. A principal hipótese diagnóstica, os principais exames laboratoriais e o tratamento a ser instituído são respectivamente:
Sífilis latente – cancro duro. VDRL e oferecer pesquisa de outras ISTs. Penicilina G benzatina 2,4 milhões UI, IM, dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo) semanal por 3 semanas.
Sífilis secundária – condiloma plano. VDRL e oferecer pesquisa de outras ISTs. Penicilina G benzatina 2,4 milhões UI, IM, dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo).
Herpes genital – HSV 1 ou 2. Sorologia para herpes 1 e 2 e oferecer pesquisa de outras ISTs. Aciclovir 400 mg 8/8h 10 dias.
Cancróide – Haemophilus ducreyi. Colher material da lesão para microscopia (Gram), oferecer pesquisa de outras ISTs. Azitromicina 1g VO dose única.
Sífilis primária – cancro duro. VDRL e oferecer pesquisa de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Penicilina G benzatina 2,4 milhões UI, IM, dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo).
Paciente, 30 anos, G2 P2, sem comorbidades, com colpocitologia de “Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau” apresentando o seguinte laudo colposcópico (segundo terminologia IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio acetobranco tênue com margens irregulares dentro da zona de transformação do colo ocupando parte de um quadrante do lábio posterior às 6h. Teste de Schiller negativo”. A mesma foi submetida à biópsia com seguinte resultado: “lesão intraepitelial escamosa de baixo grau cervical”. A paciente deverá ser mantida em seguimento
citocolposcópico semestral por 24 meses. Caso, nesse seguimento, seja obtido um diagnóstico mais relevante (ASC-H, HSIL, AGC ou câncer), a conduta deverá ser definida em função do novo resultado.
citológico. Caso o exame citopatológico seja negativo em dois exames seguidos, a mulher deve retornar à rotina de rastreamento citológico trienal. Caso, nesse seguimento, seja obtido um diagnóstico mais relevante (ASC-H, HSIL, AGC ou câncer), a conduta deverá ser definida em função do novo resultado. Na persistência de LSIL por 24 meses, a mulher deve ser reencaminhada para colposcopia.
citológico. Caso o exame citopatológico seja negativo em dois exames seguidos, a mulher deve retornar à rotina de rastreamento citológico anual. Caso, nesse seguimento, seja obtido um diagnóstico mais relevante (ASC-H, HSIL, AGC ou câncer), a conduta deverá ser definida em função do novo resultado. Na persistência de LSIL por 24 meses, a mulher deve ser reencaminhada para colposcopia.
citocolposcópico semestral por 24 meses. Caso, nesse seguimento, seja obtido um diagnóstico mais relevante (ASC-H, HSIL, AGC ou câncer), a paciente deverá ser submetida a uma excisão conforme a zona de transformação do colo uterino.
citológico. Caso o exame citopatológico seja negativo em dois exames seguidos, a mulher deve retornar à rotina de rastreamento citológico anual. Caso, nesse seguimento, seja obtido um diagnóstico mais relevante (ASC-H, HSIL, AGC ou câncer), a conduta deverá ser definida em função do novo resultado. Na persistência de LSIL por 24 meses, a mulher deve ser reencaminhada para procedimento excisional conforme a zona de transformação.
Em caso de paciente negra, 54 anos, menopausada há 4 anos, sem uso de TRH, primeiro resultado da citologia com ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas) e atrofia, qual é a conduta correta?
Estrogênio tópico e repetir nova colpocitologia em 6 meses.
Estrogênio tópico e colposcopia a seguir.
Estrogênio tópico e colposcopia em 6 meses.
Sem necessidade de estrogenizar, colposcopia.
Sem necessidade de estrogenizar, colposcopia em 6 meses.
Sobre epitélio cervical, assinale a alternativa correta.
As células colunares são alvo de infecções por HPV.
As células da zona de transformação são alvo de infecções por HPV.
As células da zona de transformação são alvo de infecções por Chlamydia tracomatis.
As células da zona de transformação têm baixa atividade mitótica.
A metaplasia escamosa não tem relação com Ph vaginal.
Em caso de mulher, profissional do sexo, 32 anos, colpocitologia oncótica apontando células escamosas atípicas de significado indeterminado, quando não se pode excluir lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H), a conduta a ser tomada é
encaminhar para colposcopia, se JEC completamente visível e achado colposcópico anormal, e repetir citopatológico sem colposcopia em 6 meses.
encaminhar para colposcopia, se JEC completamente visível e achado colposcópico anormal, e biopsiar ou excisionar tipo 1 ou 2.
encaminhar para colposcopia, se JEC não completamente visível e achado colposcópico anormal, e realizar avaliação do canal endocervical.
encaminhar para colposcopia, se JEC não completamente visível e achado colposcópico anormal, e repetir citopatológico sem colposcopia em 6 meses.
encaminhar para colposcopia, se JEC não completamente visível e achado colposcópico anormal, e excisão tipo 3.
Sobre o exame de colposcopia, assinale a alternativa correta.
Utilizando-se éter acético a 3% ou a 5%, revela-se a presença de epitélio colunar ao redor do orifício externo, que se estende pela ectocérvice.
A aplicação do ácido acético é restrita ao colo uterino.
O Lugol ou Iodeto de Potássio é um ânion biatômico que pode ser aplicado diretamente sobre a mucosa do colo uterino, vaginal e também anal.
O Lugol ou Iodeto de Potássio é um ânion triatômico que reage com o glicogênio presente nas células da camada intermediária do epitélio estratificado escamoso.
O Lugol ou Iodeto de Potássio é um ânion biatômico que reage no epitélio colunar, reação essa visível ao colposcópico como área corada.
Qual é a atipia mais comumente descrita nos resultados dos laudos citopatológicos de colo uterino ?
ASCUS (Células escamosas atípicas de significado indeterminado).
AGC (Células glandulares atípicas de significado indeterminado).
AOI (Células atípicas de origem indefinida).
LSIL (Lesão de baixo grau).
HSIL (lesão de alto grau).
Existem algumas situações em que se faz necessária coleta de exame citopatológico concomitantemente à colposcopia. Assinale a alternativa que exemplifica corretamente uma dessas situações e, sequencialmente, a ordem preferencial da coleta /
Em acompanhamento por células glandulares atípicas de significado indeterminado. Aplicação acética deve anteceder à coleta de citologia.
Após o primeiro diagnóstico de ASC-US (Células escamosas atípicas de significado indeterminado). Coleta citológica deve anteceder à aplicação acética para colposcopia.
Após conização. Coleta citológica anterior à aplicação acética para colposcopia.
Em acompanhamento de AOI (Células atípicas de origem indefinida). Aplicação acética deve anteceder à coleta de citologia.
Em acompanhamento de ASC-US (Células escamosas atípicas de significado indeterminado). Aplicação acética deve anteceder a coleta de citologia.
A lesão precursora do câncer escamoso de vulva pode ser oriunda de duas vias carcinogênicas. A principal via e a lesão dermatológica subjacente mais frequentemente encontrada são respectivamente:
Tumor HPV positivo e condilomas genitais em pacientes imunossuprimidas.
Tumor HPV positivo e neoplasia intraepitelial vulvar de alto grau.
Oriundo da neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada e líquen escleroso vulvar.
Tumor HPV positivo e líquen plano.
Oriundo da neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada e líquen plano-erosivo.
Paciente, negra, 65 anos, G6 P6 (6 partos normais), portadora de hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e hipotireoidismo. Sem vida sexual ativa há 20 anos. Comparece à consulta ginecológica com queixa de prurido vulvar crônico mesmo após o uso de diversas medicações (orais e vaginais). Desconhece seu controle glicêmico atual. Ao exame: vulva atrófica, com mancha hipocrômica que se estende de face interna de grandes lábios, clitóris, períneo atingindo região perianal, apagamento de pequenos lábios em seu terço inferior. Exame especular: vagina atrófica, colo plano róseo, secreção vaginal ausente. Pequena área de desepitelização em fundo de saco anterior vaginal. A principal hipótese diagnóstica e a principal terapêutica utilizada são, respectivamente,
vitiligo e imunossupressor tópico.
líquen escleroso vulvar e corticoide tópico de alta potência.
candidíase vulvar complicada e antifúngico oral ou tópico.
líquen plano-erosivo e corticoide tópico de alta potência.
neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada e exérese de lesão e corticoide tópico de alta potência.
Paciente, branca, 75 anos, G4 P4 (4 partos normais), hipertensa e obesa com queixa de sangramento vaginal discreto há 2 meses. Ao exame: vulva atrófica, com mancha hipocrômica discreta que se estende de face interna de grandes lábios, clitóris até períneo e apagamento de pequenos lábios em toda sua extensão. Em terço inferior de região de pequeno lábio esquerdo foi observada pápula avermelhada com bordos endurecidos com área friável com aspecto de necrose central. Exame especular: vagina atrófica, colo róseo sem lesões. A principal hipótese diagnóstica para o sangramento, a provável causa subjacente e a principal conduta a ser tomada são, respectivamente,
câncer de vulva, neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada e biópsia de lesão papular.
câncer endométrio, hiperplasia endometrial atípica e histopatológico de endométrio.
câncer de vulva, líquen plano-erosivo e biópsia de lesão papular.
neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada, líquen plano e biópsia de lesão papular.
neoplasia intraepitelial vulvar diferenciada, líquen escleroso e biópsia de lesão papular.
Paciente, 30 anos, G1P0A1, comparece à consulta para realizar colposcopia com colpocitologia evidenciando “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau, não podendo excluir microinvasão”. Parceiro fixo há 1 ano sem uso de métodos de barreira. Refere episódios de sinusiorragia e ardência vaginal. Laudo colposcópico: “Colposcopia inadequada por processo inflamatório com microulcerações no colo uterino com aspecto de morango (teste de Schiller de aspecto “tigroide”)”. Observado corrimento vaginal intenso, amarelo-esverdeado, bolhoso e espumoso, acompanhado de odor fétido lembrando peixe. Fita de ph em parede vaginal aferiu ph de 7.0. Realizado microscopia de lâmina a fresco, mediante gota do conteúdo vaginal e soro fisiológico, com observação do aumento do número de polimorfonucleares, predomínio de células superficiais e escassez de lactobacilos.
Trata-se de possível caso de:
Vaginose bacteriana. Deve tratar somente a paciente com Metronidazol 500 mg VO 2xdia 7dias. Por se tratar de citologia com alta suspeição de microinvasão, deve-se realizar biópsia de colo uterino. Orientar uso de preservativos.
Vaginose bacteriana. Deve tratar somente a paciente com Metronidazol 500 mg VO 2xdia 7dias. Remarcar a colposcopia após tratamento. Orientar uso de preservativos.
Tricomoníase. Deve tratar o casal com Metronidazol 400 mg 5 comprimidos VO dose única. Por se tratar de citologia com alta suspeição de microinvasão, deve-se realizar biópsia de colo uterino. Oferecer pesquisa de outras ISTs. Orientar uso de preservativos.
Tricomoníase. Deve tratar o casal com Metronidazol 400 mg 5 comprimidos VO dose única. Remarcar a colposcopia após tratamento. Oferecer pesquisa de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Orientar uso de preservativos.
Tricomoníase. Deve tratar o casal com Metronidazol 400 mg 5 comprimidos VO dose única. Devido ao processo inflamatório intenso, deve-se repetir a citologia após o tratamento e remarcar a colposcopia somente se nova citologia alterada. Oferecer pesquisa de outras ISTs. Orientar uso de preservativos.
Paciente, 18 anos, com queixa de prurido e dor vulvar importantes há 7 dias. Refere também desconforto ao urinar além de mal-estar geral e febre baixa não aferida. Sexarca há 2 meses. Refere uso de preservativos. Nega comorbidades. Ao exame: região vestibular e perineal com múltiplas exúlceras medindo aproximadamente 3 mm muito dolorosas com base avermelhada e fundo limpo. Ausência de linfonodomegalia inguinal. Afebril durante a consulta.
Trata-se de quadro de
candidíase vulvar complicada. Tratar com Fluconazol 150 mg VO dias 1, 4 e 7.
úlcera de Lipschutz. Tratar com Prednisona 1mg/kg/dia 10 dias.
primo-infecção herpética. O tratamento oral não está mais indicado pois a paciente já se encontra na fase de úlceras. Realizar apenas tratamento sintomático. Oferecer pesquisa de outras ISTs.
cancro mole. Tratar com Azitromicina 1g VO dose única. Oferecer pesquisa de outras ISTs.
primo-infecção herpética. Tratar com Aciclovira 200 mg, 2 comprimidos, VO, 3xdia, por 7 dias. Iniciar o tratamento o mais precocemente possível. Oferecer pesquisa de outras ISTs.
Segundo a Sociedade Internacional para o Estudo das Doenças Vulvovaginais (ISSVD) e terminologia preconizada pela Sociedade Americana de Colposcopia e Patologia Cervical e Colégio Americano de Patologistas, a terminologia atual das Lesões Escamosas Intraepiteliais Vulvares são:
Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (condiloma acuminado ou efeito do HPV); Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (NIV tipo usual); Neoplasia intraepitelial vulvar, tipo diferenciada.
Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (condiloma plano ou efeito do HPV); Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (NIV tipo usual); Neoplasia intraepitelial vulvar, tipo diferenciada.
Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (condiloma plano, condiloma acuminado e efeito do HPV); Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (NIV tipo usual); Neoplasia intraepitelial vulvar, tipo diferenciada.
Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (condiloma plano ou efeito do HPV); Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (Neoplasia intraepitelial vulvar, tipo diferenciada ou NIV tipo usual).
Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau; Lesão intraepitelial escamosa de alto grau; Condiloma acuminado.
Paciente, 36 anos, G3 P3 (3 partos cesariana), tabagista, sem comorbidades, procurou Posto de Saúde para exame de rotina anual. Última colpocitologia há 2 anos negativa para neoplasia. O exame colpocitológico atual descreve o seguinte laudo: “células glandulares atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas - AGC”. Refere ciclos menstruais regulares durando 7 dias com fluxo normal. Laudo colposcópico: “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação tipo 1, ausência de áreas acetobrancas, presença de inúmeros cistos de Naboth. Teste de Schiller negativo.” A conduta mais adequada para esta paciente é:
Coletar novamente material para citologia com especial atenção para o canal. Concomitantemente, é recomendável a avaliação endometrial com histeroscopia e estudo anatomopatológico endometrial pela alta associação com doença endometrial.
Realizar uma excisão do tipo 1 por se tratar de colpocitologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica de lesão de alto grau em paciente com colposcopia com zona de transformação ectocervical totalmente visível.
Realizar uma excisão do tipo 3 por se tratar de colpocitologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica de lesão glandular oriunda do canal cervical.
Coletar novamente material para citologia com especial atenção para o canal. Concomitantemente, é recomendável a avaliação endometrial com ultrassonografia transvaginal e, caso anormal, estudo anatomopatológico do endométrio. Na persistência de AGC na citologia, após o fim das investigações no colo e corpo uterinos, além de órgãos adjacentes, sem evidência de doença, as mulheres devem ser mantidas em seguimento citológico e colposcópico semestral até a exclusão de doença pré-invasiva ou invasiva.
Coletar novamnete material para citologia com especial atenção para o canal. Concomitantemente, é recomendável a avaliação endometrial com ultrassonografia transvaginal e, caso anormal, estudo anatomopatológico do endométrio. Na persistência de AGC na citologia, após o fim das investigações no colo e corpo uterinos, além de órgãos adjacentes, sem evidência de doença, as mulheres devem ser submetidas a uma excisão do tipo 3 por se tratar de colpocitologia com alta probabilidade de confirmação histopatológica de lesão glandular.
Segundo as recomendações das Diretrizes Brasileiras para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino de 2016, o rastreio deverá ser iniciado em pacientes com
25 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo semestral e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos.
25 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo anual e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos.
20 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo anual e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos.
20 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo semestral e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos.
21 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo anual e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos.
Apesar da baixa prevalência de AGC (células glandulares atípicas), esse diagnóstico pode ser relevante pela possibilidade de se tratar de neoplasia intraepitelial escamosa, adenocarcinoma invasor do colo uterino, adenocarcinoma de endométrio e, mais raramente, neoplasia extrauterina, além de outras derivações mullerianas. Achados de benignidades, como hiperplasia microglandular, adenose vaginal, pólipos endometriais, endocervicais, quadros inflamatórios, endometriose, efeitos radiógenos, gestação, uso prolongado de progestágenos, artefatos da própria escovação, metaplasia tubária, uso do DIU e alterações reativas (após conização, cauterizações ou biópsias) também podem ser responsáveis por essas atipias celulares. Sobre AGC, qual é a conduta adequada em uma paciente de 37 anos, em climatério?
Refazer a colpocitologia após tratamento ou estrogenização tópica.
Encaminhar à colposcopia e biópsia, somente.
Encaminhar à colposcopia e biópsia, além da avaliação endometrial com ultrassonografia transvaginal, e, caso anormal, estudo anatomopatológico do endométrio com curetagem.
Encaminhar à colposcopia e biópsia, sem necessidade de avaliação endometrial, com necessidade de avaliação hormonal e consideração de terapia de reposição hormonal.
Encaminhar à colposcopia, biópsia e excisão.