Questões de Concurso sobre Colposcopia

 
 
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Em resultado citológico indicando metaplasia escamosa imatura, o seguimento deve ser


A

seguir rotina citológica.


B

seguir acompanhamento com colposcopia semestral.


C

encaminhar à colposcopia, sem necessidade de biópsia.


D

encaminhar à colposcopia, com necessidade de biópsia.


E

tratar e repetir citologia após tratamento.

Sobre o Teste de Collins, assinale a alternativa correta.


A

Utiliza azul de Toluidina, um corante vital que se fixa no citoplasma celular. Quanto maior o conteúdo de cromatina, maior será a impregnação pelo azul.


B

Aplica-se o azul de Toluidina a 30% sobre a lesão e, 3-5 minutos após, lava-se com ácido acético.


C

No epitélio com atipia, ocorre hipercelularidade, corando azul-rei nas áreas de maior concentração nuclear.


D

Positivamente, diminuem os falsos positivos, uma vez que não coram áreas de microabrasão ou ulcerações benignas.


E

Cora azul-rei nas áreas de hiperqueratose, sendo uma boa escolha para pacientes com líquen.

Selvaggi demonstrou maior frequência de NIC II/III em pré-menopáusicas. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.


A

A atrofia de mucosa pode mimetizar a alteração citológica de ASC-H. Recomendase o preparo com estrogênio antes da colposcopia, em casos de pacientes com atrofia diagnosticada ou climatério.


B

Alteração de ASC-H não tem relação com atrofia.


C

Espera-se encontrar atrofia clínica em pacientes que possuem alteração citológica de ASC-H.


D

Toda coleta de citologia em colo atrófico trará resultado de ASC-H.


E

Nem toda atrofia genital conduzirá a uma alteração citológica de ASC-H, mas toda alteração citológica de ASC-S virá de uma atrofia clínica genital.

Sobre as indicações de colposcopia, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.


( ) A colposcopia pode ser utilizada no controle pós-tratamento de lesões préinvasivas e invasivas.

( ) A indicação da colposcopia é absolutamente pela citologia.

( ) A colposcopia deve ser realizada preventivamente a toda paciente sexualmente ativa.

( ) A colposcopia pode ser utilizada em lesões de colo, vagina e vulva.

( ) A colposcopia é indicada também em caso de prurido vulvar crônico e condilomatose vulvoperineal.


A

V – F – V – F – V.


B

V – F – V – F – F.


C

V – V – F – V – F.


D

V – F – V – V – F.


E

V – F – F – V – V.

Sobre o material utilizado durante a colposcopia, assinale a alternativa correta.


A

Na falta de Lugol, a solução de Iodo pode ser substituída por PVPI (iodopovidona) tópica.


B

O teste de Collins pode ser feito com azul de metileno.


C

O aspirador deve ser usado principalmente quando houver emprego de CAF (cirurgia de alta frequência), para melhora de campo e para proteção do médico colposcopista.


D

O ácido acético pode ser enriquecido com ácido tricloroacético a 80% (ATA 80%).


E

O lugol é a solução de ácido ascórbico com iodeto de potássio.

De acordo com a terminologia proposta pela Federação Internacional de Patologia Cervical e Colposcopia (IFCPC) de 2011 e as Diretrizes Brasileiras para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino de 2016, a zona de transformação do colo uterino é dividida e definida da seguinte forma:


A

Zona de transformação tipo 1 – junção escamocolunar totalmente visível, completamente ectocervical. Zona de transformação tipo 2 – junção escamocolunar com componente endocervical além de 0.5cm do canal, mas completamente visível. Zona de transformação tipo 3 – junção escamocolunar com componente endocervical não totalmente visível.


B

Zona de transformação tipo 1 – junção escamocolunar totalmente visível, completamente ectocervical. Zona de transformação tipo 2 – junção escamocolunar com componente endocervical, mas completamente visível até 1 cm do canal. Zona de transformação tipo 3 – junção escamocolunar com componente endocervical não totalmente visível.


C

Zona de transformação tipo 1 – junção escamocolunar totalmente visível, completamente ectocervical. Zona de transformação tipo 2 – junção escamocolunar com componente endocervical além de 1cm do canal, mas completamente visível. Zona de transformação tipo 3 – junção escamocolunar com componente endocervical não totalmente visível.


D

Zona de transformação tipo 1 – junção escamocolunar totalmente visível, completamente ectocervical. Zona de transformação tipo 2 – junção escamocolunar com componente endocervical, mas completamente visível até 0.5 cm do canal. Zona de transformação tipo 3 – junção escamocolunar com componente endocervical não totalmente visível.


E

Zona de transformação tipo 1 – junção escamocolunar totalmente visível, completamente ectocervical. Zona de transformação tipo 2 – junção escamocolunar com componente endocervical, mas completamente visível. Zona de transformação tipo 3 – junção escamocolunar com componente endocervical não totalmente visível.

Paciente, 28 anos, G3 P3 (3 partos normais), refere relação sexual desprotegida nos últimos meses com múltiplos parceiros. Nega tabagismo e comorbidades. Realiza colheita de colpocitologia oncótica com o seguinte resultado: “Células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas”. A melhor conduta frente o caso relatado é:


A

A repetição do exame citopatológico deverá ser realizada em 12 meses. Se dois exames citopatológicos subsequentes com intervalo de 12 meses forem negativos, a mulher deverá retornar à rotina de rastreamento citológico trienal; porém, se o resultado de alguma citologia de repetição for igual ou sugestiva de lesão intraepitelial ou câncer, a mulher deverá ser encaminhada à unidade de referência para colposcopia.


B

A repetição do exame citopatológico deverá ser realizada em 6 meses. Se dois exames citopatológicos subsequentes com intervalo de 6 meses forem negativos, a mulher deverá retornar à rotina de rastreamento citológico trienal; porém, se o resultado de alguma citologia de repetição for igual ou sugestiva de lesão intraepitelial ou câncer, a mulher deverá ser encaminhada à unidade de referência para colposcopia.


C

A repetição do exame citopatológico deverá ser realizada em 12 meses. Se dois exames citopatológicos subsequentes com intervalo de 12 meses forem negativos, a mulher deverá retornar à rotina de rastreamento citológico anual; porém, se o resultado de alguma citologia de repetição for igual ou sugestiva de lesão intraepitelial ou câncer, a mulher deverá ser encaminhada à unidade de referência para colposcopia.


D

A repetição do exame citopatológico não deverá ser realizada por se tratar de paciente com comportamento sexual de risco para infecções sexualmente transmissíveis (IST). Logo, a mesma deve ser encaminhada para realização imediata de colposcopia e oferecido pesquisa de outras ISTs.


E

A paciente deve ser encaminhada para colposcopia imediata com nova coleta de canal endocervical independente dos achados colposcópicos pelo comportamento sexual de risco.

Paciente, 40 anos, G2 P2 (1 cesariana), tabagista, portadora de hipertensão arterial e obesidade, comparece à consulta para colocação de DIU (dispositivo intrauterino) de cobre com queixa de corrimento vaginal amarelo recorrente que piora após ato sexual. Fez tratamento com creme vaginal 5 vezes no último ano (não lembra os nomes) com as mesmas queixas. Ao exame: corrimento amarelado bolhoso com odor fétido lembrando peixe. Fita de ph em parede vaginal lateral mediu 6.5. Realizado microscopia de lâmina a fresco, mediante gota do conteúdo vaginal e soro fisiológico, com observação de clue cells.


Trata-se de possível caso de


A

vaginose bacteriana. Deve tratar somente a paciente com Metronidazol 500 mg 2xdia 7dias. Remarcar a colocação do DIU.


B

vaginose bacteriana recorrente. Deve-se colocar o DIU e realizar o tratamento. O tratamento pode ser realizado com Metronidazol 250 mg, 2 comprimidos VO, 2x/dia, por 10-14 dias ou Metronidazol gel vaginal 100 mg/g, um aplicador cheio, via vaginal, 1x/ dia, por 10 dias, seguido de tratamento supressivo com óvulo de ácido bórico intravaginal de 600mg ao dia por 21 dias e metronidazol gel vaginal 100 mg/g, 2x/semana, por 4-6 meses. O tratamento das parcerias não está recomendado.


C

vaginose bacteriana recorrente. Deve-se tratar antes da colocação do DIU pelo risco de Doença inflamatória pélvica (DIP). O tratamento pode ser realizado com Metronidazol 250 mg, 2 comprimidos VO, 2x/dia, por 10-14 dias ou Metronidazol gel vaginal 100 mg/g, um aplicador cheio, via vaginal, 1x/ dia, por 10 dias, seguido de tratamento supressivo com óvulo de ácido bórico intravaginal de 600mg ao dia por 21 dias e metronidazol gel vaginal 100 mg/g, 2x/semana, por 4-6 meses. O tratamento das parcerias não está recomendado.


D

tricomoníase. Deve-se tratar antes da colocação do DIU pelo risco de DIP. O tratamento pode ser realizado com Metronidazol 400 mg 5 comprimidos VO dose única. Oferecer pesquisa de outras ISTs e tratamento das parcerias. Orientar uso de preservativos.


E

vaginose bacteriana recorrente. Deve-se tratar antes da colocação do DIU pelo risco de DIP. O tratamento deve ser feito com Metronidazol 250 mg, 2 comprimidos VO, 2x/dia, por 10-14 dias para a mulher. O tratamento das parcerias está recomendado.

Frente ao laudo colpocitológico de “Lesão intraepitelial de alto grau, não podendo excluir microinvasão” e excluída a possibilidade de gestação com o seguinte laudo colposcópico: “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio acetobranco denso com bordas regulares e rápido aparecimento ocupando um quadrante do lábio anterior do colo na zona de transformação especialmente entre 1-2h. Teste de Schiller positivo.” A paciente deve ser submetida a uma


A

excisão do tipo 1 frente à colposcopia sem achados sugestivos de invasão porém com colpocitologia com alto risco de confirmação histopatológica de lesão.


B

excisão do tipo 3 para excluir doença endorvical invasiva frente à colposcopia sem achados sugestivos de invasão, porém com colpocitologia com alto risco de confirmação histopatológica de lesão


C

biópsia para excluir invasão frente à colpocitologia com alto risco de confirmação histopatológica de lesão.


D

conização a frio frente à colposcopia sem achados sugestivos de invasão, porém com colpocitologia com alto risco de confirmação histopatológica de lesão.


E

biópsia, pois não existe concordância citocolposcópica.

Segundo as Diretrizes Brasileiras para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino, as mulheres que apresentarem laudo citopatológico de “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau – HSIL” deverão ser encaminhadas à unidade de referência para realização de colposcopia. De acordo com critérios específicos, poderão ser abordadas com a estratégia do “Ver e Tratar”. Os critérios para sua realização na presença de achados anormais são


A

maiores, junção escamocolunar visível (zona de transformação - ZT tipos 1 ou 2), lesão restrita ao colo e ausente suspeita de invasão ou doença glandular, deverá ser realizado o “Ver e Tratar”, ou seja, a excisão tipo 1 ou 2, de acordo com o tipo da ZT. Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, a biópsia é aceitável.


B

maiores ou menores, junção escamocolunar visível (zona de transformação - ZT tipos 1 ou 2), lesão restrita ao colo e ausente suspeita de invasão ou doença glandular, deverá ser realizado o “Ver e Tratar”, ou seja, a excisão tipo 1 ou 2, de acordo com o tipo da ZT. Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, a biópsia é aceitável.


C

maiores, junção escamocolunar visível (zona de transformação - ZT tipos 1 somente), lesão restrita ao colo e ausente suspeita de invasão ou doença glandular, deverá ser realizado o “Ver e Tratar”, ou seja, a excisão tipo 1. Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, a biópsia é aceitável.


D

maiores ou menores, junção escamocolunar visível (zona de transformação - ZT tipos 1 ou 2), lesão restrita ao colo e ausente suspeita de invasão ou doença glandular, deverá ser realizado o “Ver e Tratar”, ou seja, a excisão tipo 1 ou 2, de acordo com o tipo da ZT. Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, o procedimento deverá realizado em nível hospitalar.


E

maiores, junção escamocolunar visível (zona de transformação - ZT tipos 1 ou 2), lesão restrita ao colo independente da suspeita de invasão ou doença glandular, deverá ser realizado o “Ver e Tratar”, ou seja, a excisão tipo 1 ou 2, de acordo com o tipo da ZT. Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, a biópsia é aceitável.

Paciente, 42 anos, G5 P4 A1, usuária de drogas ilícitas, apresenta citologia com laudo de “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau – HSIL”. Após realização da colposcopia, a mesma foi submetida à excisão do tipo 1 na mesma consulta de acordo com os critérios do “Ver e Tratar”. Retorna após 30 dias para análise do histopatológico com o seguinte resultado: “Neoplasia intraepitelial cervical grau II/III com margens ecto e endocervical comprometidas por neoplasia intraepitelial cervical grau I”.


A melhor estratégia de seguimento deste caso é:


A

O seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros três anos. Após os dois primeiros anos, o seguimento deverá ser feito com a citologia anual até completar cinco anos do tratamento, na unidade básica de saúde.


B

O seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos. Após os dois primeiros anos, o seguimento deverá ser feito com a citologia anual até completar cinco anos do tratamento, na unidade básica de saúde.


C

A paciente deverá ser submetida à citologia em seis e 12 meses após o procedimento. A colposcopia poderá ser realizada a critério do serviço. Após o primeiro ano, o seguimento deverá ser realizado com citologia anual até completar cinco anos do tratamento na unidade básica de saúde.


D

A paciente deverá ser submetida a novo procedimento excisional pois a mesma apresenta alta probabilidade de lesão residual no canal endocervical associado à imunossupressão pelo uso de drogas ilícitas.


E

A paciente deverá ser submetida à citologia em seis, 12 e 18 meses após o procedimento. A colposcopia poderá ser realizada a critério do serviço. Após o primeiro ano, o seguimento deverá ser realizado com citologia anual até completar cinco anos do tratamento na unidade básica de saúde.

Considere o laudo colposcópico abaixo (seguindo a terminologia da Federação Internacional de Patologia Cervical e Colposcopia - IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio escamoso metaplásico com inúmeros cistos de Naboth, epitélio acetobranco denso com rápido aparecimento e pontilhados grosseiros dentro da zona de transformação ocupando parte de um quadrante do colo às 10h. Teste de Schiller positivo às 10h.” Os achados colposcópicos são


A

maiores sugestivos de carcinoma escamoso microinvasivo.


B

menores sugestivos de lesão escamosa intraepitelial de baixo grau.


C

maiores sugestivos de lesão escamosa intraepitelial de alto grau.


D

maiores sugestivos de lesão glandular de alto grau.


E

maiores sugestivos de carcinoma escamoso invasivo.

Sobre diagnóstico citopatológico de adenocarcinoma in situ do colo uterino, assinale a alternativa correta.


A

A prevalência é grande.


B

Se produto de conização, uma vez com margens livres, a lesão foi completamente extirpada.


C

Não é necessário conduzir com colposcopia.


D

É necessário acompanhar ultrassonograficamente: mulheres - somente mulheres - menores de 20 anos.


E

As lesões podem ser multifocais.

Sobre o Teste de Schiller, assinale a alternativa correta.


A

Em homenagem ao médico Adler Schiller, é uma solução à base de Iodo. Teste de Schiller positivo é uma região Iodo-positiva, ou seja, não se cora com a aplicação do Lugol. Enquanto Schiller negativo, trata-se de uma região Iodo-negativa, corada, portanto, com o Lugol.


B

Em homenagem ao médico Walter Schiller, é uma solução à base de Iodo. Teste de Schiller positivo é uma região Iodo-positiva, ou seja, cora-se com a aplicação do Lugol. Enquanto Schiller negativo, trata-se de uma região Iodo-positiva, não corada portanto com o Lugol.


C

Em homenagem ao médico Sander Schiller, é uma solução à base de Iodo. Teste de Schiller positivo é uma região Iodo-negativa, ou seja, cora-se com a aplicação do Lugol. Enquanto Schiller negativo, trata-se de uma região Iodo-positiva, não corada, portanto, com o Lugol.


D

Em homenagem ao médico Wander Schiller, é uma solução à base de Iodo. Teste de Schiller negativo é uma região Iodo-negativa, ou seja, não se cora com a aplicação do Lugol. Enquanto que Schiller positivo, tratase de uma região Iodo-positiva, corada, portanto, com o Lugol.


E

Em homenagem ao médico Walter Schiller, é uma solução à base de Iodo. Teste de Schiller positivo é uma região Iodo-negativa, ou seja, não se cora com a aplicação do Lugol. Enquanto Schiller negativo, trata-se de uma região Iodo-positiva, corada, portanto, com o Lugol.

Quanto à vulvoscopia, assinale a alternativa correta.


A

A colposcopia compreende a vulvoscopia, indica melhores locais para biopsiar e dermarcar lesões em acompanhamento.


B

A vulvoscopia compreende a colposcopia e não deve ser feita em paciente asiática.


C

O principal critério de avaliação é o teste de Schiller com Lugol.


D

A vulvoscopia é indicada em todas as mulheres maiores de 24 anos.


E

A vulvoscopia é o exame da vulva ao microscópio de varredura.

Sobre o colposcópio, assinale a alternativa correta.


A

Obrigatoriamente monocular, com luz quente, com distância adequada para manipulação dos materiais no exame de pelo menos 10 cm e diferentes aumentos, cerca de 5 x para o exame panorâmico e 20 x para definição de detalhes e fotografia; pode haver câmera digital acoplada.


B

Opcionalmente binocular, com luz quente, com distância adequada para manipulação dos materiais no exame de pelo menos 10 cm e diferentes aumentos, cerca de 2 x para o exame panorâmico e 20 x para definição de detalhes e fotografia; necessariamente com câmera digital acoplada.


C

Obrigatoriamente binocular, com luz fria, com distância adequada para manipulação dos materiais no exame de pelo menos 02 cm e diferentes aumentos, cerca de 5 x para o exame panorâmico e 20 x para definição de detalhes e fotografia; necessariamente com câmera digital acoplada.


D

Obrigatoriamente binocular, com luz fria, com distância adequada para manipulação dos materiais no exame de pelo menos 28 cm e diferentes aumentos, cerca de 5 x para o exame panorâmico e 20 x para definição de detalhes e fotografia; pode haver câmera digital acoplada.


E

Obrigatoriamente monocular, com luz fria, com distância adequada para manipulação dos materiais no exame de pelo menos 10 cm e diferentes aumentos, cerca de 5 x para o exame panorâmico e 20 x para definição de detalhes e fotografia; pode haver câmera digital acoplada.

São considerados achados colposcópicos anormais, EXCETO


A

vasos atípicos.


B

mosaico grosseiro.


C

zona de transformação.


D

iodo parcialmente positivo.


E

iodo negativo.

Sobre o colo atrófico, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Pode estar presente desde o climatério, sendo mais acentuado no período pósmenopausa.


B

Células escamosas, com citoplasma plano basófilo ou eosinófilo.


C

O colo apresenta-se mais pálido e friável.


D

Pode apresentar petéquias subepiteliais que são patognomônicas de lesão de alto grau.


E

Convém estrogenizar um período anterior à coleta de citologia / colposcopia.

Considerando a mesma paciente da questão anterior, de 24 anos, CID 10 B24, com contagem de linfócitos CD4+ em 140 células/mm, a conduta de seguimento seria


A

coleta anual e, após duas coletas normais, coleta bienal.


B

coleta semestral e, após duas coletas normais, coleta anual.


C

coleta a cada três meses e, após duas coletas normais, coleta semestral.


D

coleta trimestral + acompanhamento com colposcopia.


E

coleta semestral + acompanhamento com colposcopia.

Em caso de paciente de 48 anos, não menopausada, diagnóstico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau, colposcopia com JEC visível e achados anormais menores, deve-se realizar


A

biópsia e, quando o resultado da biópsia for compatível com NICI, realizar excisão tipo 1 ou 2 conforme o tipo de zona de transformação.


B

biópsia e, quando o resultado da biópsia for compatível com NICII/III, realizar excisão tipo 1 ou 2 conforme o tipo de zona de transformação.


C

biópsia e, quando o resultado da biópsia for compatível com NICII/III, realizar excisão tipo 3.


D

não há necessidade de biopsiar, considerando achados anormais menores.


E

não há necessidade de colposcopia. Repetir citologia oncótica em 6 meses.

   
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