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Assinale a alternativa que apresenta o antidepressivo que traz alívio da dor aos pacientes portadores de osteoartrite de joelho.
Fluoxetina.
Mirtazapina.
Paroxetina.
Duloxetina.
Clomipramina.
Na prevenção primária na Geriatria, não faz(em) parte do calendário vacinal regular do idoso, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações
vacinas para influenza, vacinas para pneumococos.
vacina para Herpes zoster.
vacina dTpa, vacina para difteria, tétano e acelular para coqueluche(dTpa) associada a booster de dT a cada 10 anos.
vacina para Hpv.
vacina para Hepatite A e B.
Analise a tabela a seguir.
Faixa etária | Mulheres | Homens | ||
Expectativa de vida | Anos com incapacidade | Expectativa de vida | Anos com incapacidade | |
60 a 64 anos | 24,6 anos | 13,2 anos | 19,7 anos | 7,2 anos |
65 a 69 anos | 20,6 anos | 11,8 anos | 16,4 anos | 6,6 anos |
70 a 74 anos | 16,9 anos | 10,1 anos | 13,3 anos | 5,6 anos |
75 a 79 anos | 13,7 anos | 8,9 anos | 10,7 anos | 4,7 anos |
Mais de 80 anos | 10,9 anos | 5,9 anos | 8,6 anos | 4,1 anos |
Assinale a alternativa que a interpreta de forma correta.
Quanto maior a expectativa de vida, maior a expectativa de viver com algum grau de incapacidade, independentemente do gênero.
As mulheres possuem uma expectativa de vida maior que os homens, mas uma expectativa de viver com algum grau de incapacidade, menor.
Os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres, mas uma expectativa de viver com algum grau de incapacidade, maior.
Independentemente do gênero, quanto maior a expectativa de vida, menor a expectativa de viver com algum grau de incapacidade.
A expectativa de viver com alguma grau de incapacidade diminui conforme a expectativa de vida aumenta.
Para os pacientes idosos é considerada uma contra indicação para a vacinação contra a influenza:
Idosos portadores de insuficiência cardíaca.
Idosos portadores de doenças respiratórias crônicas.
Idosos portadores de doenças neurodegenerativas como a Doenças de Alzeimer.
Idosos portadores de hipersensibilidade aos componentes da vacina.
Mulher de 72 anos, diabética, apresenta níveis pressóricos de 145/90 mmHg, sem tratamento anti-hipertensivo prévio. Exames laboratoriais: creatinina 1,6 mg/dL; microalbuminúria de 50 ug/min em urina de 24h. Assinale a alternativa que apresenta o medicamento mais indicado para o tratamento.
Inibidor de enzina conversora de angiotensina II
Beta -bloqueador
Diurético
Antagonisma de canal de cálcio
Simpaticolítico
Considere a seguinte escala de fragilidade:
1 | Robusto / em boa forma | São ativos, vigorosos, motivados, fortes, praticam atividade física regular e são aptos para a idade. |
2 | Bem / saudável | Vivem sem doenças ativas, são menos aptos que a categoria anterior e realizam atividade física ocasionalmente. |
3 | Controlados | Vivem com sintomas e comorbidades controladas, não realizam atividade física além da marcha habitual. |
4 | Vulnerável | Apresentam sintomas não controlados, são independentes para as atividades de vida diária, possuem marcha lenta, cansaço diurno e algum grau de limitação funcional pela doença. |
5 | Fragilidade leve | Apresentam grau reduzido de dependência para as atividades instrumentais de vida diária, necessitam de supervisão para medicação e marcha fora do domicílio. |
6 | Fragilidade moderada | É necessária ajuda para todas as atividades de vida diária (banho, trabalho doméstico e locomoção). |
7 | Fragilidade severa | Dependência para todas as atividades de vida diária, dependente de cuidador por causa física ou cognitiva, estável sem o risco de morrer nos próximos 9 meses. |
8 | Fragilidade muito severa | Dependência elevada para todas as atividades de vida diária, próximo ao fim de vida. |
9 | Fragilidade terminal | Aproximando-se do fim de vida, com uma expectativa de vida inferior aos 6 meses. |
Assinale a alternativa que corresponda a condição atual do Sr. JRM.
9 – fragilidade terminal.
7 – fragilidade severa.
5 – fragilidade leve.
4 – vulnerável.
8 – fragilidade muito severa.
Assinale a alternativa que contém somente efeitos colaterais relacionados à prescrição de quinolonas.
Prolongamento do intervalo QT, fratura patológica, deficit auditivos.
Encurtamento do intervalo PR, tendinopatia, síncopes.
Transtornos na visão, prolongamento do intervalo QT, fratura patológica.
Encurtamento do intervalo PR, tendinopatia, distúrbios neuropsiquiátricos.
Distúrbios neuropsiquiátricos, tendinopatia, deficit visuais.
Quanto à meta da hemoglobina glicada para o Sr. JRM, assinale a alternativa correta.
Até 6,5 g%
Até 8,5 g%
Até 9,5 g%
Até 7,5 g%
Não há uma meta específica, deve-se somente evitar hiperglicemias.
Mulher com 83 anos de idade, portadora de DPOC, vem em consulta acompanhada de filha com quem ela vive. A filha relata que teve diagnóstico de influenza, realizado por teste de antígeno em swab nasal há 1 dia. A paciente está assintomático e foi vacinada contra influenza há 2 anos. Além da imunização contra influenza agora, assinale a alternativa que apresenta qual a melhor medida de profilaxia contra influenza para esta paciente
Oseltamivir
Amantadina
Rimantadina
Amoxacilina-clavulanato
Azitromicina
Paciente do sexo feminino, 65 anos, procura ambulatório para consulta de rotina que faz a cada 6 meses. Relata ser portadora de insuficiência renal crônica não dialítica, hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. Faz uso de enalapril 10 mg de 12 em 12 horas, metformina 850 mg, 3 vezes ao dia, e gliclazida 60 mg, 1 vez ao dia. Os níveis de pressão arterial, glicemia de jejum e hemoglobina glicada estão normais. A Taxa de Filtração Glomerular estimada (TFGe) há 2 anos era de 71 mL/min/1,73 m² e agora está de 35 mL/min/1,73 m².
Dentre as opções a seguir, qual a conduta a ser tomada?
Manter os medicamentos, pois a TFGe é maior que 30.
Suspender o enalapril devido à piora da insuficiência renal.
Suspender o enalapril e metformina, pois TFGe é menor que 60.
Suspender apenas metformina, pois o enalapril é nefroprotetor.
Suspender gliclazida, pois a TFGe é menor que 60.
Homem de 87 anos refere perda de 10 kg em 6 meses, fraqueza e cansaço e fica deitado cerca de 18 horas ao dia. Refere incontinência urinária e deficiência de memória. Relata 3 quedas sem lesões importantes nos últimos 6 meses, sendo a última há 15 dias. É portador de hipertensão arterial, doença arterial coronariana, hiperplasia benigna de próstata, deficiências visual e auditiva. Faz uso de hidroclortiazida, polivitamínico, anlodipino, losartan, AAS, finasterida e sinvastatina. Ao exame físico apresenta peso de 58 Kg (IMC de 20 kg/m2 ), circunferência de panturrilha de 28 cm, marcha lenta e de passos curtos, não tendo sido realizados testes de caminhada. Obteve 29 pontos no MEEM. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
Síndrome de fragilidade
Demência tipo Alzheimer
Síndrome paraneoplásica
Sarcopenia
Pré-caquexia
A descontinuação medicamentosa deve ser considerada em qualquer paciente idoso com a situação clínica de
não aderência terapêutica.
quadro demencial inicial.
dependência parcial de terceiros.
sintomas novos ou síndrome clínica sugestiva de efeitos adversos de medicação.
idoso semifrágil.
Quanto ao tratamento da depressão no idoso, assinale a alternativa incorreta.
Em idosos, a maioria das evidências não aponta superioridade em termos de eficácia ente as várias classes de antidepressivos.
Ainda há pouca evidência da eficácia dos antidepressivos em idosos, o que não representa necessariamente ausência de eficácia.
Devemos esperar menos de 2 semanas para avaliar resposta terapêutica na mudança de esquema inicial do tratamento antidepressivo no idoso.
Após a prescrição inicial, caso não haja alguma melhora dos sintomas iniciais, podemos mudar o antidepressivo.
Muitos dos efeitos adversos do início do tratamento são temporários e reversíveis, principalmente os mais leves e os gastrointestinais.
Sobre o tratamento da incontinência urinária do idoso, está incorreta a seguinte correlação entre medicamento e classe/função indicada em:
oxibutinina – antimuscarínico relativamente seletivo M1/M2.
duloxetina – antidepressivo inibidor seletivo da recaptação de serotonina e noradrenalina.
solifenacina – antimuscarínico relativamente seletivo M1.
mirabegrona – agonista beta 3-adrenérgico.
tolterodina – antimuscarínico seletivo M2 e M3.
Mulher de 77 anos é esposa e cuidadora de homem com demência. Não tem filhos e o suporte social é mínimo. Preocupa-se com o futuro de seu marido e chora bastante durante a consulta. Refere ter dificuldades para dormir e teve perda de peso de 2 kg nos últimos 6 meses (IMC atual = 22,5 Kg/m2). Obteve 7 pontos em 15 na Escala de depressão geriátrica.
Assinale a alternativa que apresenta qual dos antidepressivos abaixo é a melhor opção para esta paciente.
Fluoxetina
Trazodona
Mirtazapina
Nortriptilina
Paroxetina
Homem de 36 anos é atendido em consulta de rotina com queixa de desinteresse sexual. Ele não tem tido fantasias sexuais e está desmotivado para iniciar a atividade sexual com a esposa. Ele não tem sintomas depressivos e não apresenta outras queixas físicas. O exame físico é normal.
Nesse momento, o exame sérico inicial de maior utilidade é:
prolactina.
antígeno específico da próstata.
testosterona livre.
hormônio luteinizante.
perfil da tireoide.
Mulher de 34 anos é avaliada para hipertensão. Durante os últimos 3 meses, duas medidas de pressão arterial (PA) em estabelecimentos de saúde tiveram uma média de 150 x 90 mmHg. Durante o mesmo período de tempo, três medidas de PA obtidas fora dos serviços de saúde tiveram uma média de 126 x 78 mmHg. Ela não tem outros antecedentes pessoais ou familiares pertinentes e não toma remédios. Ao exame físico: PA: 144 x 92 mmHg em ambos os braços; frequência cardíaca: 80 bpm; IMC: 22 kg/m2; o restante do exame é normal.
A conduta correta, nesse momento, é
solicitar ultrassom de rins e artérias renais.
solicitar a monitorização ambulatorial da PA.
iniciar clortalidona.
iniciar enalapril.
rever a PA no consultório em 3 meses.
Homem de 19 anos de idade apresenta quadro de febre, prostração, dor abdominal, tenesmo e diarreia com muco e laivos de sangue há 7 dias. Não há doenças prévias, e ele não usa nenhuma medicação. Exame físico: consciente, desidratado (1+/4+), corado e anictérico; temperatura: 38,9 ºC; PA: 100 x 65 mmHg; frequência cardíaca: 108 bpm; cardiopulmonar: normal; abdome: flácido, ruídos intestinais normais, discreta dor à palpação difusamente, sem sinais de peritonismo (descompressão brusca negativa).
Com relação à hipótese diagnóstica mais provável, assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, o germe e o tratamento.
Entamoeba histolytica; tinidazol.
Clostridium difficile; clindamicina.
Escherichia coli enterohemorrágica O157:H7; cefaclor.
Rotavírus; hidratação oral, dipirona e hioscina.
Salmonella typhi; trimetoprima-sulfametoxazol.
O Sr. LAF também trouxe uma cultura de urina que mostra o crescimento de mais de 100000 UFC/mL de Escherichia coli. Ele não apresenta qualquer sintoma urinário e não há perspectiva de ser submetido a qualquer procedimento das vias urinárias. O antibiograma é o seguinte:
Antibiótico | Concentração inibitória Mínima | Resultado |
Amicacina | ≤ 8 | Sensível |
Cefazolina | 4 | Sensível |
Cefepime | ≤ 1 | Sensível |
Ceftriaxona | ≤ 1 | Sensível |
Ciprofloxacino | ≤ 0,125 | Sensível |
Ertapenem | ≤ 0,25 | Sensível |
Gentamicina | ≤ 2 | Sensível |
Imipenem | ≤ 0,25 | Sensível |
Meropenem | ≤ 0,5 | Sensível |
Piperacilina/tazobactam | ≤ 4/4 | Sensível |
Sulfametoxazol/trimetropim | ≤ 0,5/9,5 | Sensível |
Ampicilina | > 16 | Resistente |
Ampicilina/sulbactam | > 16/8 | Resistente |
Assinale a alternativa correta, quanto à prescrição de antibiótico para esse caso.
Ceftriaxone 1,0 g, EV, 12/12 horas, por 7 dias.
Ertapenem 1,0 g, IM, 24/24 horas, por 10 dias.
Não se deve prescrever antibiótico.
Ciprofloxacino 500 mg, VO, 12/12 horas, por 7 dias.
Sulfametoxazol/trimetropim 800 mg/160 mg 1cp, VO, 12/12 horas, por 7 dias.
Assinale a alternativa que caracteriza de forma correta a asma de início tardio (AIT) e a asma de longa data (ALD).
Na AIT, a atopia tem um papel mais importante na fisiopatologia; na ALD, o papel da atopia é pouco relevante.
Na AIT, há uma importante associação do tabagismo no desencadeamento de uma crise; na ALD, o tabagismo tem um papel de menor importância.
Na fisiopatologia da AIT, há um importante componente genético-hereditário, que não existe na ALD.
Na AIT, a inflamação é mediada por células TH2, enquanto que, na ALD, o processo inflamatório é decorrente da exposição a poluentes.
Não há relação entre obesidade e AIT, ao contrário da ALD, na qual a obesidade tem um importante papel na fisiopatologia.