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Filhos de mães diabéticas apresentam risco aumentado de enfermidades neonatais. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta as complicações observadas nesses recém-nascidos.
trombose de veia renal e síndrome do cólon esquerdo hipoplásico
hiperbilirrubinemia indireta e catarata congênita
defeitos no fechamento do tubo neural e hiperglicemia
cardiomiopatia hipertrófica e hiperparatireoidismo transitório
A nutrição parenteral é indicada quando as necessidades metabólicas e nutricionais não podem ser satisfeitas por meio da alimentação enteral. Em relação à nutrição parenteral, assinale a alternativa correta:
Após o cordão umbilical ser cortado, iniciar imediatamente a nutrição parenteral em acesso periférico com aminoácidos essenciais e oligoelementos.
A nutrição parenteral contém apenas lipídeos para manutenção do peso do RN.
O preparo da nutrição parenteral é realizado dentro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
A nutrição parenteral deve ser infundida em cateter umbilical arterial eletrólitos e aminoácidos essenciais.
A nutrição parenteral deve ser iniciada nas primeiras 24 horas de vida.
O emprego do CPAP nasal é fundamentado nos seguintes efeitos:
Estabiliza a caixa torácica e a função do diafragma; previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar; diminui a capacidade residual funcional, em relação ventilação/perfusão; diminui a função do surfactante alveolar; reabsorve o líquido pulmonar residual, melhorando a mecânica respiratória; estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência; reduz a resistência inspiratória.
Aumenta a resistência da caixa torácica e otimiza a função do diafragma; previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar; diminui a capacidade residual funcional, adequando os distúrbios da relação ventilação/perfusão; conserva a função do surfactante alveolar; redistribui o líquido pulmonar, melhorando a mecânica respiratória; estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência; reduz a resistência inspiratória.
Estabiliza a caixa torácica e otimiza a função do diafragma; previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar; aumenta a capacidade residual funcional, adequando os distúrbios da relação ventilação/perfusão; conserva a função do surfactante alveolar; redistribui o líquido pulmonar, melhorando a mecânica respiratória; estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência; reduz a resistência inspiratória.
Diminui a resistência a caixa torácica e otimiza a função do diafragma; previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar; diminui a capacidade residual funcional, adequando os distúrbios da relação ventilação/perfusão; altera a função do surfactante alveolar; redistribui o líquido pulmonar, melhorando a mecânica respiratória; estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência; reduz a resistência inspiratória.
Estabiliza a caixa torácica e otimiza a função do diafragma; previne o colapso alveolar e melhora a complacência pulmonar; aumenta a capacidade residual funcional, adequando os distúrbios da relação ventilação/perfusão; diminui a função do surfactante alveolar; aumenta a quantidade de líquido pulmonar, melhorando a mecânica respiratória; estabiliza e aumenta o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua oclusão e diminuindo sua resistência; reduz a resistência expiratória.
A pele atua como órgão de proteção, não só mecânica, mas também imunológica. Fenômenos transitórios manifestam-se durante os primeiros dias ou semanas de vida do recém-nascido. São exemplos desses fenômenos:
Icterícia fisiológica; Impetigo; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea.
Síndrome de Ritter; Ictiose; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea.
Icterícia fisiológica; Milium sebáceo; Pérolas de Epstein; Bossa serosanguínea.
Dermatite atópica; Milium sebáceo; Pérolas de Epstein; Onfalite.
Icterícia fisiológica; Impetigo; Dermatite seborreica; Escabiose neonatal.
A hemorragia peri-intraventricular (HPIV) é uma condição de alta incidência em RN pré-termo e ocasiona, em muitos casos, o desenvolvimento de hidrocefalia pós-hemorrágica e outras sequelas neurológicas graves, com elevado custo social. Quanto à classificação da HPIV, consideram-se os seguintes graus:
Grau I - hemorragia restrita à matriz germinativa; Grau II - hemorragia intraventricular sem dilatação ventricular; Grau III - hemorragia intraparenquimatosa.
Grau I - hemorragia intraparenquimatosa; Grau II - hemorragia intraventricular sem dilatação ventricular; Grau III - hemorragia intraventricular com dilatação ventricular; Grau IV – hemorragia subaracnoide.
Grau I - hemorragia restrita à matriz germinativa; Grau II - hemorragia intraventricular com dilatação ventricular; Grau III - hemorragia intraventricular sem dilatação ventricular; Grau IV – hemorragia intraparenquimatosa e medular.
Grau I - hemorragia intraparenquimatosa; Grau II - hemorragia intraventricular sem dilatação ventricular; Grau III - hemorragia intraventricular com dilatação ventricular.
Grau I - hemorragia restrita à matriz germinativa; Grau II - hemorragia intraventricular sem dilatação ventricular; Grau III - hemorragia intraventricular com dilatação ventricular; Grau IV – hemorragia intraparenquimatosa.
Após melhora clínica e laboratorial do processo infeccioso, esse recém-nascido foi realimentado com leite humano pasteurizado, com progressão satisfatória da dieta enteral (cerca de 20 mL/kg/dia) até atingir o volume pleno a ponto de ser possível suspender a NP.
Em relação à terapia nutricional enteral dessa criança, assinale a alternativa correta.
Uma vez atingida a oferta enteral plena, deve-se alternar o leite materno pasteurizado com fórmula para pré-termo para fornecer uma quantidade adequada de nutrientes sem perder os benefícios do leite materno.
O aditivo de leite materno deve ser utilizado somente nos casos de desenvolvimento de doença metabólica óssea em função do maior risco de enterocolite.
Como o RN é de extremo baixo peso, ele não tem capacidade de absorver proteína intacta, por isso, se for necessário, deve-se utilizar uma fórmula de aminoácidos.
O aditivo de leite materno deve ser utilizado quando se atingir a oferta enteral 100 mL/kg/dia, em concentrações progressivamente crescentes.
RNPT (31 semanas, AIG) recebe alta hospitalar com 2020g e 38 semanas. Na primeira consulta ambulatorial, ele está estável e em aleitamento materno exclusivo.
Em relação ao acompanhamento do crescimento desse RNPT, é correto afirmar que
o primeiro parâmetro a mostrar aceleração é o crescimento estatural aos 6 meses de idade corrigida.
o esperado é que sua recuperação (catch-up) tenha início pela aceleração do crescimento do perímetro cefálico aos 3 meses.
o crescimento desse RNPT, durante o período de hospitalização, influencia pouco no crescimento após a alta.
a idade corrigida (para 40 semanas) pode ser utilizada em conjunto com a cronológica para avaliação do crescimento até 9 meses de vida
Para um recém-nascido de extremo baixo peso internado em unidade neonatal, foi indicada administração orofaríngea de colostro.
A composição do colostro apresenta maior concentração de
fatores de crescimento epidérmico.
lactose e de leucócitos.
IgA sérica.
lactoferrina.
Um prematuro extremo, com insuficiência respiratória aguda, necessita de cuidados na UTI. Em linguagem simples, o neonatologista disse à família que, entre outros problemas, os pulmões do bebê ainda não funcionavam bem. Tal limitação se relaciona ao fato de o surfactante não estar satisfatoriamente maduro, cuja composição fosfolipídica predominante é de
lecitina.
pectina.
esfingosina.
fosfotidilserina.
Julgue os itens abaixo sobre toxoplasmose congênita e depois assinale a alternativa CORRETA.
I. A apresentação clínica mais comum é a assintomática, sendo responsável por até 85% dos casos.
II. Quando sintomas estão presentes, estes são variados, podendo ocorrer prematuridade, restrição de crescimento intrauterino, hepatoesplenomegalia, icterícia, etc. A tríade clássica de sintomas é hidrocefalia, retinocoroidite e prematuridade.
III. Sequelas tardias não são frequentes em toxoplasmose congênita não tratada. Quando aparecem são mais comumente vistas em sistema nervoso central e alterações oculares.
Assinale a opção CORRETA abaixo.
Somente I está correto.
Somente II está correto.
Somente III está correto.
Somente I e II estão corretos.
Somente I e III estão corretos.
Recém-nascido com idade gestacional de 29 semanas e peso ao nascer de 790g. Parto cesáreo por doença hipertensiva específica gestacional materna e centralização fetal ao doppler, realizado antes do parto. Após nascimento, com boa vitalidade, sem necessidade de reanimação neonatal, sendo mantido em CPAP e clinicamente estável. Sobre a prescrição da nutrição desse RN, é CORRETO afirmar:
Deve-se iniciar nutrição parenteral e dieta enteral trófica com fórmula infantil extensamente hidrolisada.
Deve-se iniciar hidratação venosa com soro glicosado e dieta enteral trófica com fórmula infantil extensamente hidrolisada.
Deve-se iniciar nutrição parenteral e dieta enteral trófica, priorizando leite materno.
Deve-se iniciar nutrição parenteral e manter em dieta zero, devido a utilização do CPAP.
Deve-se iniciar hidratação venosa com soro glicosado e dieta enteral trófica, priorizando leite materno.
Recém-nascido a termo, idade gestacional de 39 semanas, com 36 horas de vida, clinicamente bem, Apgar 8/10, sugando ao seio desde a primeira hora de vida com extremidades bem aquecidas. No teste do coraçãozinho é verificado uma saturação em membro superior direito de 93% e em membro inferior esquerdo de 89%. Frente a esse quadro, é possível concluir que há:
Hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido.
Cardiopatia congênita dependente de canal arterial.
Cardiopatia congênita independente do canal arterial.
Presença de forame oval patente.
Não há por que se preocupar, pois o teste está normal e a criança está assintomática.
Um a dois em cada 1000 recém-nascidos precisará de reanimação avançada. Dentre os fármacos utilizados na reanimação neonatal, assinale a alternativa correta.
Adrenalina 1:10.000 – 0,01-0,03mg/kg/dose (miligrama por quilograma por dose)
Cloreto de sódio a 0,9% - 20ml/kg (mililitro por quilograma)
Cloridrato de naloxona – 0,1mg/kg (miligrama por quilograma)
Adrenalina 1:10.000 – 0,1-0,3mg/kg/dose (miligrama por quilograma por dose)
Gestante sem comorbidades ou intercorrências durante a gestação. Recém-nascido (RN) 37 semanas nascido de cesárea eletiva, bolsa rota no ato, peso ao nascer 2450 gramas, sem necessidade de reanimação, APGAR 8/9. Evoluiu com desconforto respiratório em sala de parto com batimento de asa nasal e tiragem intercostal, frequência respiratória de 80 movimentos por minuto (mpm) e Saturação 96%. Em relação a melhor conduta inicial para este RN, assinale a alternativa correta.
Coleta de hemograma, proteína C reativa (PCR), hemocultura, e início de antibioticoterapia precoce
Início de CPAP em sala de parto e administração de surfactante
Incubadora aquecida, posicionamento cervical, monitorização e controle térmico
Estímulo ao seio materno, oxigenioterapia e observação seriada
Sobre a utilização da fototerapia para tratamento da icterícia neonatal, NÃO está correto afirmar:
Irradiâncias superiores a 30 mW/cm2/nm são consideradas altas.
A eficácia da fototerapia depende do comprimento de onda, irradiância espectral e da superfície corpórea irradiada.
Cuidados de enfermagem são importantes durante a terapia, como a checagem regular da temperatura e a mudança do decúbito.
A irradiância espectral é diretamente proporcional à distância em relação ao RN, ou seja, quanto mais distante estiver o aparelho do RN mais eficaz ela será.
Durante o tratamento, é necessário cobrir os olhos do RN, atentando para não cobrir as narinas, pelo risco de apneia.
A infecção congênita por citomegalovírus é um importante problema de saúde pública, uma vez que, pode levar a consequências graves no período intraútero e neonatal. Apesar disso, sua triagem na gestação é questionável no Brasil pois 90 a 95% das gestantes já tiveram contato com o vírus. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Os sinais mais frequentemente observados na infecção congênita por citomegalovírus são: microcefalia, calcificações difusas, trombocitose
O diagnóstico de infecção congênita por citomegalovírus é confirmado na presença do agente na urina ou saliva nas primeiras 3 semanas de vida
A partir do diagnóstico, todos os recémnascidos devem ser tratados com ganciclovir ou valganciclovir por, no mínimo, 4 semanas
Para mulheres soronegativas deve-se orientar a prevenção primária com uso de luvas no contato com secreções de gatos e cães
Com base no caso, em relação à toxoplasmose, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) No segundo trimestre, com sorologia para toxoplasmose IgG e IgM negativas, caracteriza gestante suscetível e deve-se orientar medidas de prevenção como: não ingerir carne crua ou malpassada, lavar cuidadosamente frutas e verduras antes do consumo e evitar contato com fezes de gato.
( ) Ao nascimento, a sorologia para toxoplasmose IgG e IgM positivas confirma infecção durante gestação e deve-se coletar todos os exames do recémnascido e iniciar o tratamento com sulfadizina, pirimetamina e ácido fólico por 6 meses.
( ) Ao nascimento, com sorologia para toxoplasmose IgG e IgM positivas, deve-se solicitar o teste de avidez para definir conduta no recém-nascido.
( ) A soroconversão durante a gestação confirma os diagnósticos de toxoplasmose gestacional e congênita e, portanto, devem ser notificado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V, V, V, V
V, V, F, F
V, F, F, F
F, F, V, V
O esclarecimento precoce do diagnóstico etiológico das diferentes causas de icterícia no recém-nascido ou lactente é fundamental para uma conduta médica adequada, o qual exerce uma influência decisiva no prognóstico e na qualidade de vida de muitos pacientes. Uma das possibilidades é que a icterícia seja decorrente de uma síndrome colestática.
Assim, assinale a alternativa CORRETA a respeito da síndrome colestática do lactente:
Uma das causas mais frequentes na síndrome colestática do lactente é a icterícia provocada pelo aleitamento materno, diagnóstico muitas vezes negligenciado pelo médico.
A redução na conjugação da bilirrubina nos hepatócitos, que tem entre suas causas a síndrome de Crigler Najjar, cursa com aumento evidente da bilirrubina direta e aumento da gamaglutamiltranspeptidase (Gama GT).
É frequente o aumento da bilirrubina direta no período neonatal, geralmente decorrente de incompatibilidade sanguínea ou por causas enzimáticas específicas, como deficiência transitória da uridina difosfatase glicuronosiltransferase (UGT).
A importância obstrutiva das vias biliares pode ser estimada pelo grau de colúria e de hipocolia, sendo que essa monitorização clínica tem boa acurácia no diagnóstico diferencial entre processo intrahepático e extrahepático.
Aumento da produção da bilirrubina, diminuição da sua captação, redução da conjugação pelos hepatócitos levam à hiperbilirrubinemia indireta. A diminuição da sua secreção leva à hiperbilirrubinemia direta, característica da síndrome colestática.
Um dos testes realizados logo após o nascimento é o teste do pezinho, estabelecido conforme o Programa Nacional de Triagem Neonatal ( PNTN). Com relação ao teste do pezinho é CORRETO afirmar que:
É importante verificar se o recém-nascido recebeu a 1a dose da vacina contra hepatite B e da BCG antes da realização do teste do pezinho.
O teste deverá ser feito a partir das primeiras 24 horas 3º de vida da criança, quando já ocorreu uma ingestão adequada de proteínas e é possível analisar com mais segurança o metabolismo da fenilalanina.
O teste do pezinho permite a detecção de inúmeras doenças, dentre elas são: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito (fase 1 do programa) e hemoglobinopatias (fase 2).
Nenhuma das alternativas corretas.
A melhor escolha visando confirmar ou afastar a possibilidade de atresia das vias biliares extra hepáticas em um recém-nascido é:
biópsia hepática;
ultrassonografia
cintilografia hepatobiliar;
colangiografia operatória.
tomografia computadorizada