

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Após resolução do motivo da internação, com sete dias de vida, apresenta hematúria, vômitos, sódio de 150 mEq/L, distensão abdominal com massa palpável em flanco direito, pressão arterial média de 70 mmHg e demais sinais vitais normais.
Qual o exame indicado e a hipótese diagnóstica provável?
Ecografia abdominal total – trombose de veia renal.
Raio X de abdome agudo com decúbito lateral – enterocolite necrotizante.
Hemograma, hemocultura e provas de coagulação – septicemia tardia.
Ecocardiograma – cardiopatia canal dependente.
Ecografia abdominal total – tumor de Wilms.
Quanto à dor em recém-nascidos internados em UTI neonatal, é correto afirmar que:
É de baixa intensidade em prematuros, pois ainda não existe a maturidade neurológica e endócrina para sua adequada percepção.
Sua intensidade não pode ser adequadamente medida por sinais vitais, mímica e posição corporal.
Sacarose via oral, associada à sucção não nutritiva, não provê uma analgesia adequada para procedimentos como punção venosa e capilar.
Fentanil e midazolam são as drogas de escolha para procedimentos dolorosos em prematuros.
Fentanil pode ser usado em infusão lenta (entre 2 a 5 minutos), visando reduzir o risco de rigidez de tórax.
Sobre a nutrição de recém-nascidos de extremo baixo peso (menores de 1.000 gramas), é correto afirmar que:
São considerados expostos a uma urgência nutricional, devendo iniciar na primeira prescrição com taxas de infusão de glicose intravenosa entre 8 a 10 mg/kg/minuto.
Devem iniciar com dose baixa de aminoácido parenteral, após 24 horas de vida, sendo a dose aumentada lentamente devido a sua imaturidade metabólica para adequada utilização.
Na prescrição de nutrição parenteral, deve-se considerar um adequado balanço entre as calorias consumidas para metabolização dos aminoácidos e as calorias ofertadas pelos lipídios e hidratos de carbono.
A nutrição enteral trófica deve ser iniciada para pacientes clinicamente estáveis e sem uso de indometacina ou terapia vasopressora, independente da presença de cateter arterial.
Os fortificantes de leite materno devem ser adicionados imediatamente ao iniciar a dieta enteral.
Um recém-nascido com 34 semanas de idade gestacional apresenta-se no posto de saúde aos 60 dias de vida, pesando 2.700 g, com história vacinal exclusiva de antihepatite B ao nascer. De acordo com as recomendações ao prematuro, a orientação vacinal no momento para a programação da criança consiste de:
BCG, anti DPT, antipneumocócica e anti-hemophilus com metade da dose e anti-hepatite B com doses habituais.
BCG, anti DPT, anti-hemophilus, antipólio inativada, antipneumocócica multivalente, antirrotavírus e antihepatite B, com doses habituais.
BCG, anti-hemophilus, anti-hepatite B, antipólio inativada, antimeningocócica e antirrotavírus com doses reduzidas.
anti-hemophilus, anti-hepatite B, antipólio inativada e antipneumocócica com doses habituais.
anti-hepatite B, antipólio oral, antipneumocócica com doses habituais.
Um recém-nascido com idade gestacional de 37 semanas, pesando 4.800 g, com Apgar 9 de 1º minuto, e 10 de 5º minuto, apresenta, com cinco horas de vida, crise convulsiva. A glicemia capilar foi inferior a 20 mg/dL. Foi medicado com glicose em flush seguido de manutenção de glicose endovenosa. A normoglicemia só ocorreu com 10 mg/kg/min, no segundo dia de vida. O mecanismo mais provável para a hipoglicemia desse paciente é
hiperinsulinismo.
deficiência de glucagon.
gliconeogênese ineficaz.
baixa reserva de glicogênio.
hipoplasia das células pancreáticas.
Um recém-nascido de 39 semanas de idade gestacional apresenta-se, ao nascer, com choro fraco e irregular, cianose de extremidades, frequência cardíaca de 112 batimentos por minuto, com tônus muscular normal, respondendo com caretas à passagem da sonda de aspiração pelas narinas. Que pontuação deve receber na escala de Apgar?
1
3
5
7
9
Em um lactente de 5 meses de idade, com história de crises de cianose central generalizada acometendo também lábios e mucosas, em duas consultas até os 3 meses de idade, nada foi constatado. As crises acontecem pela manhã durante choro ou evacuação. Apresenta sopro cardíaco 2+/6+, em foco pulmonar, e no momento está eupneico, sem cianose e com frequência cardíaca de 140 bpm. O RX de tórax mostra diminuição da circulação pulmonar, e o aspecto do coração é descrito como imagem semelhante a tamanco holandês. Este quadro clínico radiológico é sugestivo de qual cardiopatia congênita?
Tetralogia de Fallot
Anomalia de Ebstein
Persistência do canal arterial
Comunicação interventricular
Dupla via de saída de ventrículo direito
A administração de imunoglobulina G, anti D, na mãe de um recém-nascido, cuja icterícia se manifestou nas primeiras 24 horas de vida, está formalmente indicada na seguinte situação:
mãe “O” Rh positivo com RN “A” Rh positivo e coombs direto negativo.
mãe “O” Rh positivo com RN “A” Rh positivo e coombs direto positivo.
mãe Rh negativo com RN Rh negativo e coombs indireto negativo.
mãe Rh negativo com RN Rh positivo e coombs indireto negativo.
mãe Rh negativo com RN Rh positivo e coombs indireto positivo.
Um recém-nascido com líquido amniótico meconial, apresentando depressão respiratória, foi entubado e confirmado mecônio intratraqueal, sendo aspirado. O Apgar foi 3 no 1º minuto , 6 no 5º minuto e 8 no 10º minuto. Na unidade de cuidados neonatais, foi admitido com diagnóstico de Síndrome de Aspiração Meconial. Baseado nesse diagnóstico e na prevalência dos achados, é esperado que o recém-nascido apresente
desconforto respiratório precoce e sinais de prematuridade.
desconforto respiratório precoce e hemocultura positiva.
aumento do diâmetro anteroposterior do tórax e coarctação aórtica.
hipertensão pulmonar persistente e sinais de pós-maturidade.
dissociação clínico-radiológica inicial e febre nas primeiras 48 horas.
Uma mãe dá à luz um bebê de 4.200 g e 52 cm, com 39 semanas, de parto vaginal sem intercorrências de risco, apenas uma bossa serossanguínea. No terceiro dia de vida, a criança apresentava icterícia acometendo cabeça, tronco e raiz dos membros até braços e coxas. A bossa havia regredido e palpava-se um cefalo-hematoma de tamanho médio. O tipo sanguíneo da mãe era A positivo, assim como o do recém-nascido. A bilirrubina total era 13 mg/dL com direta de 1,5 mg/dL, hematócrito 52% e hemoglobina de 15 g/dL. A amamentação estava se dando de forma fisiológica, com evacuações normais. A provável causa da icterícia nesse paciente é
deficiência de glicose 6-fosfato desidrogenase.
irregularidade no aleitamento materno.
reabsorção de coleção sanguínea.
hipotireoidismo congênito.
infecção congênita.
Na impossibilidade de realizar punção lombar, tratar sempre o caso como neurosífilis.
RN de mãe com sífilis não-tratada ou inadequadamente tratada, não precisam receber tratamento com penicilina, desde que não apresentem manifestações clínicas e tenham sorologia negativa.
RN de mãe adequadamente tratada, sem manifestações clínicas e com sorologia (VDRL) quatro vezes maior do que a da mãe deve ser tratado com penicilina.
RN com alterações clínicas e/ou sorológicas e/ou radiológicas e/ou hematológicas, devem ser tratados com penicilina cristalina a cada 12 h (nos primeiros sete dias de vida) ou penicilina G procaína a cada 24 h.
RN de mãe com HIV e sífilis provável deve ser tratado com penicilina cristalina (150.000 U/Kg/dia) durante 14 dias.
Qual a droga de primeira escolha para o tratamento das convulsões neonatais?
Fenobarbital;
Benzodiazepínicos;
Fenitoína;
Tiopental;
Primidona.