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Na avaliação clínica oftalmológica, a tonometria de aplanação é considerada o padrão-ouro para a medição da pressão intraocular. Este método é preferencialmente utilizado por:
Minimizar o risco de infecções oculares cruzadas ao utilizar uma sonda descartável.
Permitir uma avaliação rápida da pressão intraocular sem contato direto com a córnea.
Fornecer medições precisas independente da espessura corneal, ao contrário de métodos não contato.
Evitar o uso de anestésicos tópicos, reduzindo o desconforto para o paciente.
Ser menos susceptível a erros de medição por parte do examinador, em comparação com a tonometria de sopro.
Um paciente do sexo masculino de 68 anos de idade, com miopia alta (-9,00 D), refere a percepção de flashes de luz e manchas flutuantes na visão do olho direito há 2 dias. Ao exame oftalmológico, a acuidade visual é de 20/30. O exame de lâmpada de fenda não mostra sinais de vitrite. O exame de fundo de olho revela um descolamento do vítreo posterior com hemorragia vítrea e uma ruptura retiniana periférica inferior no olho direito, sem sinais de descolamento de retina completo. Nos exames complementares: a ultrassonografia ocular (modo B) mostra condensação vítrea com ruptura retiniana, sem descolamento de retina total. A tomografia de coerência óptica (OCT) não revela tração macular significativa.
Conforme o caso relatado, assinale a alternativa correta.
O manejo do descolamento de vítreo posterior com ruptura retiniana sem descolamento de retina requer vitrectomia posterior imediata para evitar a progressão para descolamento total.
A presença de hemorragia vítrea indica um descolamento de retina iminente, e o tratamento deve ser a realização de retinopexia pneumática imediata para evitar complicações maiores.
O tratamento inicial deve ser a fotocoagulação a laser em torno da ruptura retiniana, acompanhada de observação rigorosa, reservando a vitrectomia para casos de descolamento de retina subsequente.
O descolamento de vítreo posterior com ruptura retiniana sem descolamento de retina completo é autolimitado, e o manejo conservador com acompanhamento regular é o tratamento de escolha.
Ainda sobre o US oftalmológico, hialosis asteroid (HA) e corpos estranhos intraoculares (CEIO) são classificados, respectivamente, como Ecos de:
massa e ponto.
ponto e massa.
membrana e massa.
ponto e membrana.
massa e membrana.
A drenagem do humor aquoso da câmara anterior ocorre basicamente por meio de duas vias, que são:
Coroidal e uveoescleral.
Veias vorticosas e coroidal.
Trabecular e canal de Schlemm.
Canal de Schlemm e veias vorticosas.
Uveoescleral e trabecular.
Sobre a neurite óptica, assinale a afirmativa CORRETA:
A presença de bandas oligloconais positivas no líquor é sugestivo para esclerose múltipla.
Crianças com quadro de neurite óptica pós-infecciosa apresentam um risco aumentado para esclerose múltipla.
A presença de edema de disco óptico ocorre em 2/3 dos casos, tanto nas formas idiopáticas quanto nas associadas à esclerose múltipla.
A neuromielite óptica é considerada uma variante da esclerose múltipla, porém com melhor prognóstico visual quando comparado à esclerose múltipla.