Questões de Concurso sobre Psiquiatria pediátrica

 
 
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A esquizofrenia acomete cerca de 1% da população. Normalmente, a idade de início está entre 15 e 30 anos de idade. A esquizofrenia infantil, de início precoce, costuma ter um início mais insidioso, muitas vezes difícil de ser delimitado. É uma doença mental rara, mas grave, na qual as crianças apresentam:


I.Alteração no ritmo cardíaco, arritmia ou taquicardia, vertigens ou tonturas, boca seca e dificuldade respiratória.

II.Perda do interesse em atividades que gostavam de fazer, como passear, brincar com o cachorro ou assistir à televisão.

III.Higienização demasiada, como lavar as mãos tantas vezes a ponto de machucá-las, com medo de alguma contaminação.

IV.Alucinações, delírios, paranoia e temor que as outras pessoas estejam maquinando para lhe causar danos ou que estejam controlando seus pensamentos.

V.Contenção das suas emoções, nem a sua voz nem suas expressões faciais alteram-se em resposta a situações emocionais.


É correto o que se afirma em:


A

I, II e III, apenas.


B

II, III e V, apenas.


C

I, III e IV, apenas.


D

II, IV e V, apenas.


E

III, IV e V, apenas.

Um dos sintomas mais típicos do Transtorno de Ansiedade de Separação Infantil é de cenas dramáticas em contextos de despedidas. As crianças afetadas tentam desesperadamente evitar essas separações. Quando a separação é forçada, elas tornam-se preocupadas, de maneira angustiante, com a reunificação. Nesse contexto, podemos afirmar que o Transtorno de Ansiedade de Separação na criança é:


I.Estimulado por delírios ou alucinações cujo conteúdo não envolve temas depressivos típicos.

II.Tratado com terapia comportamental onde são reforçadas as separações regulares.

III.Frequentemente desenvolvido após um estresse vital, sobretudo uma perda.

IV.Normal em crianças de 8 a 24 meses, até entenderem o conceito da permanência do objeto.

V.Provocado por uma reatividade do humor na capacidade de se alegrar ante eventos positivos.


É correto o que se afirma em:


A

I, II e III, apenas.


B

I, IV e V, apenas.


C

III, IV e V, apenas.


D

I, II e V, apenas.


E

II, III e IV, apenas.

Leia o fragmento a seguir:


Os transtornos ansiosos encontram-se entre as doenças psiquiátricas mais comuns em crianças e adolescentes, perdendo para os transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e de conduta. Até 10% das crianças e adolescentes sofrem de algum transtorno ansioso (excluindo-se o transtorno obsessivo - compulsivo (TOC), que afeta até 2 % das crianças e adolescentes). Em crianças, o desenvolvimento emocional influi sobre as causas e a maneira como se manifestam os medos e as preocupações, sejam normais ou patológicas. Diferentemente dos adultos, crianças podem não reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, especialmente as menores (Asbahr, 2004).


Nesse contexto, relacione os transtornos de ansiedade que ocorrem em crianças e adolescentes, segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5), da 1ª coluna de acordo com os sintomas da 2ª coluna:


1ª coluna


1.Transtorno de ansiedade generalizada.

2.Fobia específica.

3.Transtorno de pânico.


2ª coluna


(__)Diferenciado de ansiedade persistente por seu tempo, o pico de intensidade ocorre em minutos.

(__)Surto abrupto de medo ou desconforto intenso com sintomas físicos e cognitivos.

(__)Medo de constrangimento ou humilhação, mas geralmente não há medo de avaliação negativa social.

(__)Preocupações sociais, mas o foco é mais na natureza das relações existentes do que no medo.

(__)Estado persistente de ansiedade e inquietação intensas caracterizado por excessiva preocupação.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:


A

3 − 3 − 2 − 1 − 1.


B

2 − 3 − 1 − 2 − 1.


C

2 − 3 − 1 − 1 − 2.


D

3 − 2 − 1 − 2 − 1.


E

1 − 2 − 2 − 3 − 3.

João é um menino de 7 anos, que foi encaminhado para avaliação devido à sua recusa persistente de falar na escola. A professora e os colegas contaram que, embora ele seja verbalmente ativo em casa e em outros contextos familiares, ele nunca fala ou interage verbalmente na escola. Ele é um aluno inteligente e participa das atividades escolares de maneira não verbal, apresenta ansiedade social e retraimento social.


Diante do exposto, o provável diagnóstico, segundo a CID-10, é de:


A

Autismo transitório (F93.0).


B

Esquizofrenia (F20.).


C

Tartamudez (F98.5).


D

Tiques (F93.4).


E

Mutismo seletivo (F94.0).

Sobre os transtornos de ansiedade social em crianças e adolescentes, é correto afirmar que:


A

Os primeiros sintomas do transtorno de ansiedade social em adolescentes podem ser preocupação excessiva antes de participar de um evento social ou preparação excessiva para uma apresentação em sala de aula.


B

Terapia com ansiolíticos é a base do tratamento do transtorno de ansiedade social. Não se deve permitir que a criança falte à escola. A ausência serve apenas para tornar a criança ainda mais relutante para frequentar a escola.


C

Os primeiros sintomas em crianças podem ser acessos de raiva, choro, congelamento, apego ou afastamento de situações sociais, e sempre são seguidos por comportamentos de esquiva (p. ex., recusar a ir à escola, não ir a festas, não comer na frente dos outros).


D

Para diagnosticar o transtorno de ansiedade social, a ansiedade deve persistir por menos de dois meses e estar consistentemente presente em ambientes similares (p. ex., as crianças ficam ansiosas em todas as apresentações em sala de aula, em vez de apenas naquelas especiais ou para uma aula específica).


E

A criança afetada tem pavor de se sentir humilhada perante seus pares ao dar uma resposta errada ou dizer algo inapropriado, alucinações e compulsões também estão presentes.

A Política Nacional de Saúde Mental tem como princípio o cuidado em liberdade das pessoas com transtornos mentais. Nesse contexto, são diretrizes para o atendimento em saúde mental a crianças e adolescentes:


I.Conduzir a ação do cuidado de modo a sustentar, em todo o processo, a condição da criança ou do adolescente como sujeito de direitos e de responsabilidades.

II.Adotar o modelo interpretativo da deficiência, levando à montagem de dispositivos mais pedagógicos do que clínicos, com as escalas de desenvolvimento.

III.Manter abertos os canais de articulação da ação com outros equipamentos do território, de modo a operar com a lógica da rede ampliada de atenção.

IV.Manter o movimento higienista na assistência à saúde mental, considerando as mudanças operadas com a medicalização da sociedade.

V.Garantir que a ação do cuidado seja o mais possível fundamentada nos recursos teórico-técnicos e de saber disponíveis aos profissionais, técnicos ou equipe.


É correto o que se afirma em:


A

I, II, III e IV, apenas.


B

I, II e III, apenas.


C

I, II e IV, apenas.


D

I, III e V, apenas.


E

III, IV e V, apenas.

Ballone e Moura (2008) dividem o Transtorno de Conduta em dois subtipos. O primeiro, com base na idade de início do transtorno, é o Tipo com Início na Infância que, geralmente, ocorre com crianças menores de:


A

dez anos, em sua grande maioria do sexo masculino.


B

dez anos, em sua grande maioria do sexo feminino.


C

onze anos, em sua grande maioria do sexo masculino.


D

doze anos, em sua grande maioria do sexo masculino.


E

doze anos, em sua grande maioria do sexo feminino.

Se decidido pela introdução medicamentosa, a melhor alternativa dentre as seguintes opções seria:


A

Amitriptilina.


B

Buspirona.


C

Fluoxetina.


D

Carbonato de lítio.


E

Risperidona.

Para o caso clínico relatado sobre a paciente S. e pensando na teoria dos 3 Ps de Spielman, é correto dizer que o bullying, o histórico familiar e a demora em buscar acompanhamento profissional são, respectivamente, fatores:


A

predisponente, precedente e preponderante.


B

precedente, prevalente e predisponente.


C

pessoal, pré-sintomático e pós-sintomático.


D

precipitante, predisponente e perpetuante.


E

pré-sintomático, pré-mórbido e psicossocial.

A fobia específica é um dos diagnósticos mais comuns na faixa etária infantojuvenil. Em termos de epidemiologia, é correto afirmar que:


A

a claustrofobia tem início por volta dos 6 anos de idade.


B

a fobia específica não representa fator de risco para desenvolvimento futuro de transtornos psiquiátricos.


C

fobias situacionais são as que se iniciam primeiro na infância.


D

a prevalência de fobia específica entre 1 e 5 anos de idade chega a 40%.


E

afetividade negativa ou inibição comportamental são riscos temperamentais para fobia específica.

Paciente Y, sexo feminino, 15 anos, estuda em escola pública estadual. Há 8 meses presenciou colegas e professores sendo atacados por um aluno armado.


Desde o ocorrido, tem faltado bastante às aulas, manifestado pesadelos frequentes nos quais se vê presa na sala de aula e fica com falta de ar. As lembranças do ataque aparecem de maneira repentina e involuntária na mente. Sente-se ansiosa e hipervigilante, mesmo quando a autorizam a assistir às aulas online. Não tem conseguido dormir e se alimentar bem e está com dificuldade de se concentrar até em atividades prazerosas, como vídeos no YouTube e ir ao shopping com amigas. A mãe percebeu que ela está mais quieta e isolada.


De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5a edição (DSM-5), a principal hipótese diagnóstica para o caso é


A

transtorno de ansiedade social.


B

transtorno de ajustamento.


C

transtorno de estresse agudo.


D

transtorno do estresse pós traumático.


E

transtorno depressivo maior.

Paciente T., 4 anos, sexo masculino, comparece em consulta acompanhado dos pais devido a sintomas durante o sono. Pais referem que T., por volta de 1 vez na semana e cerca de 3 horas após dormir, apresenta episódios de começar a gritar na cama parecendo assustado, apresentando sudorese e taquicardia, com duração de 15 minutos em que permanece dessa forma inconsolável, por vezes correndo ou se debatendo. No dia seguinte, não se lembra do ocorrido.


O diagnóstico mais provável pela descrição seria:


A

pesadelo.


B

sonambulismo.


C

terror noturno.


D

alucinação hipnagógica.


E

paralisia do sono.

A Teoria do Apego, de John Bowlby, defende a importância de haver um cuidador sensível às demandas do bebê e da criança para o desenvolvimento emocional e social destes ao longo de seus primeiros anos de vida, estabelecendo, assim, uma base sólida para novas descobertas e novos vínculos. Os quatro padrões de apego mais comumente descritos em estudos com bebês são:


A

seguro, ambivalente, evitativo e desorganizado.


B

habitual, neurótico, psicótico e ambivalente.


C

inseguro, hipoativo, exacerbado e ausente.


D

adequado, diminuído, aumentado e inespecífico.


E

ativo, reativo, inseguro e emotivo.

Analise os excertos sobre o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH):


I - Há dificuldade marcante de prestar atenção a estímulos internos e externos, pois o paciente, geralmente criança ou adolescente, tem a capacidade prejudicada em organizar e completar tarefas, assim como relutância em controlar seus comportamentos e impulsos.

II - Pacientes com TDAH revelam, em estudos de imagem cerebral, alterações no sistema frontal. A atenção constante prejudicada parece ser um aspecto primário e central dessa condição. A dificuldade é maior quando se faz necessário um estado de vigilância para detectar informação infrequente, sobretudo quanto tal informação não é, motivacionalmente, importante para o sujeito.

III - Crianças com TDAH têm prejuízo relacionado à filtragem de estímulos irrelevantes à tarefa (embora seja questionável se a filtragem atencional é ou não o principal problema das pessoas com TDAH).


Está correto o que se afirma em:


A

I, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

Os transtornos de conduta são caracterizados por padrões persistentes de conduta dissocial, agressiva ou desafiante. O diagnóstico se baseia em algumas condutas, da qual não se enquadra, a seguinte:


A

Manifestações excessivas de agressividade.


B

Manifestações excessivas de tirania.


C

Crueldade com relação a outras pessoas ou a animais.


D

Episódios de birra e de desobediência.


E

Cabular aulas e fugir de casa.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é uma doença, mas, sim, uma condição de desenvolvimento cerebral. Considerando que o cérebro é o órgão responsável por controlar todas as funções do corpo, pessoas autistas possuem, em razão da sua condição, formas variadas de interação com outras pessoas e comportamentos que podem assumir feições de repetição e restrição, bem como podem apresentar diferentes reações a estímulos ambientais, como sons e luzes.


É correto afirmar:


A

Entre os instrumentos de rastreamento/triagem de indicadores dos TEA adaptados e validados no Brasil, apenas o Modified Checklist for Autism in Toddlers (M-Chat) não é de uso livre.


B

As disposições normativas relacionadas ao autismo podem ser encontradas na Constituição Federal, na Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, na Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e na Lei Berenice Piana (Lei n. 12.764/2012). Tais normas são de observância obrigatória, impostas a todos, Estado e sociedade em geral, no intuito de preservar e respeitar o direito das pessoas com deficiência, incluindo os autistas.


C

Comportamentos incomuns são bons preditores de TEA, porque várias crianças com TEA os apresentam.


D

O M-Chat é um questionário com 32 itens, usado como triagem de TEA. Pode ser aplicado por qualquer profissional de saúde.

Os Transtornos de Tique são comuns na infância e adolescência e podem causar sofrimento importante e prejuízo na qualidade de vida. Entende-se que há uma base neurobiológica, orgânica, para esse grupo de transtornos, com envolvimento dos circuitos córtico-estriado-tálamo-corticais e com um forte componente genético. O tratamento específico do transtorno de Tique envolve:


I.A terapia comportamental, a terapia de reversão de hábito, a exposição e a prevenção de resposta.

II.Os medicamentos, como a clonidina, a sulpirida, o baclofeno e o topiramato.

III.A restrição da guanfacina, iniciada a 0,25 mg na hora de dormir sem aumento gradual.

IV.Simplesmente o fármaco de quarta linha, o haloperidol, faixa terapêutica 0,5 a 3 mg/dia.

V.A intervenção comportamental abrangente para tiques (ICAT).


É correto o que se afirma em:


A

II, IV e V, apenas.


B

II, III e IV, apenas.


C

III e IV, apenas.


D

I, II e III, apenas.


E

I, II e V, apenas.

Sobre o comportamento suicida em crianças e adolescente, analise as afirmativas:


I.Cada tentativa de suicídio é de grande importância, obrigando a rápidas e apropriadas intervenções. Uma vez removida a ameaça imediata à vida, deve-se pensar na necessidade de hospitalização. Isso depende do equilíbrio entre o grau de risco e a capacidade de apoio da família.

II.Incidentes suicidas são sempre precedidos de alterações do comportamento que são facilmente identificáveis (p. ex., desânimo, autoestima baixa, alterações do sono e apetite, incapacidade de concentrar-se, negligência escolar, queixas somáticas e preocupação suicida) que frequentemente levam a criança ou o adolescente à consulta médica.

III.Para o tratamento nesse contexto, é essencial a reconstrução moral e o restabelecimento do equilíbrio emocional da família. Uma resposta negativa de falta de apoio por parte dos pais é um sério obstáculo e sugere a necessidade de uma intervenção mais radical, como morar fora de casa.

IV.Alguns fatores podem contribuir para o aumento das tentativas de suicídio, incluindo aumento da depressão na adolescência, sobretudo em meninas, e aumento das taxas de suicídio entre adultos.

V.Familiares das crianças e dos adolescentes que cometeram suicídio têm reações complicadas ao suicídio, incluindo luto, culpa e depressão. Aconselhamento pode ajudá-los a entender o contexto psiquiátrico do suicídio, refletir e reconhecer as dificuldades da criança antes do suicídio.


É correto o que se afirma em:


A

I, II e V, apenas.


B

I, III e V, apenas.


C

I, III, IV e V, apenas.


D

I, II, III, IV e V.


E

III, IV e V, apenas.

Sobre as fases iniciais do desenvolvimento humano, é correto afirmar que:


A

As mães com níveis elevados de ansiedade têm maior probabilidade de dar à luz bebês hiperativos, irritáveis e de baixo peso ao nascer, com problemas para se alimentar e para dormir, se comparadas àquelas com baixos níveis de ansiedade. Mães com febre provocam diminuição na temperatura do feto como mecanismo compensatório.


B

Os fetos envolvem-se em uma grande variedade de comportamentos que são necessários para sua adaptação fora do ventre materno. Por exemplo, eles sugam o polegar e os dedos; dobram e desdobram o corpo; e, por fim, assumem a posição na qual seu occipício se coloca em uma configuração anterior de vértice, que é aquela em que costumam sair do útero.


C

Screening neuronal refere-se à remoção programada durante o processo de desenvolvimento dos neurônios, das sinapses, dos axônios e de outras estruturas cerebrais, a partir da quantidade original presente no nascimento, reduzindo-a para um número menor.


D

Microcefalia (circunferência da cabeça abaixo do terceiro percentil), história de desenvolvimento tardio, hiperatividade, déficits de atenção, dificuldades de aprendizado, déficits intelectuais e convulsões não apresentam relações com a síndrome do alcoolismo fetal.


E

O estresse materno está correlacionado a níveis elevados de hormônios do estresse (epinefrina, norepinefrina e hormônios adrenocorticotróficos) na corrente sanguínea fetal, que agem diretamente na rede neuronal do feto, diminuindo a pressão arterial, a frequência cardíaca e o nível de atividade.

Os transtornos alimentares da infância são caracterizados por perturbações persistentes na alimentação ou por transtornos alimentares que podem levar a prejuízos significativos na saúde física e no funcionamento psicossocial. Sobre esse tema, é correto afirmar que:


A

Pica costuma ser um transtorno permanente que, em geral, dura vários anos sem remissão. Em crianças menores, é vista com maior frequência entre crianças com atrasos no desenvolvimento social e discursivo.


B

Pica é definida como alimentação persistente com substâncias não nutritivas, sendo mais frequente no contexto do transtorno do espectro autista ou da deficiência intelectual.


C

Medicamentos são componentes-padrão do tratamento de todos os transtornos alimentares.


D

A ruminação é uma regurgitação para a boca, com esforço e dor, de alimentos parcialmente digeridos, logo após uma refeição, que é então engolida ou cuspida.


E

O transtorno alimentar restritivo/evitativo é caracterizado por falta de interesse em comida ou por sua evitação com base nas características sensoriais da comida ou das consequências percebidas da alimentação. O diagnóstico deve ser feito no contexto de outras condições como anorexia ou bulimia.

 
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