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Pedro, 9 anos, apresenta movimentos involuntários rápidos dos olhos e do pescoço, acompanhados por emissão de sons guturais. Esses tiques têm ocorrido várias vezes ao dia, quase todos os dias, pelo último ano.
É o diagnóstico mais provável para Pedro:
Transtorno de tique transitório.
Transtorno de tique crônico.
Transtorno de Tourette.
Transtorno obsessivo-compulsivo.
Síndrome de Gilles de la Tourette.
Mariana, 8 anos, tem apresentado irritabilidade, choro frequente e dificuldade para dormir desde que seus pais iniciaram um processo de divórcio. Ela teme ter que escolher entre morar com a mãe ou o pai e preocupa-se constantemente com as mudanças em sua vida.
É o diagnóstico mais provável para Mariana:
Transtorno adaptativo.
Transtorno de ansiedade de separação.
Transtorno de ansiedade generalizada.
Transtorno depressivo maior.
Transtorno de estresse pós-traumático.
Leia:
“Deve-se observar a variação de expressividade emocional, a adequação de afeto ao conteúdo do pensamento, a capacidade de passar com suavidade de um afeto a outro e mudanças emocionais súbitas da criança.”
Da avaliação psiquiátrica da criança, o excerto aborda conceitos ligados a seguinte área:
Afeto.
Humor.
Julgamento.
Processos de pensamento.
Relações sociais.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável com base na apresentação clínica de Lucas.
Transtorno Depressivo Maior.
Transtorno do Espectro Autista.
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Transtorno de Ansiedade Generalizada.
Considerando-se todas as necessidades da criança e do adolescente, o psiquiatra que atende esse público tem de pensar a atenção à saúde mental da população sob seus cuidados a partir de:
I. Escutar a criança e a família sobre o comportamento apresentado, contextualizando-o;
II. Procurar ver todas as manifestações como decorrentes da hereditariedade ou da carga biológica;
III. Procurar resolver as dificuldades no próprio ambiente da criança (antes de recorrer a programas de atenção secundária ou hospitais).
Estão CORRETOS os itens:
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Considerando o uso concomitante de medicações e eletroconvulsoterapia em crianças e adolescentes, é correto afirmar que
antidepressivos tricíclicos devem ser descontinuados várias semanas antes da ECT devido ao risco aumentado de complicações cardiovasculares.
o uso concomitante de benzodiazepínicos e ECT é recomendado para aumentar a eficácia anticonvulsivante do procedimento.
medicações antipsicóticas podem ser mantidas durante o tratamento com ECT sem ajustes de dose.
o lítio deve ser evitado durante o tratamento com ECT devido ao risco significativo de confusão e delirium pós-procedimento.
Em relação às complicações associadas à Eletroconvulsoterapia (ECT) em crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta.
A incidência de fraturas ósseas é significativamente maior em pacientes pediátricos devido à intensidade das convulsões induzidas.
Alterações cognitivas transitórias, especialmente, na memória recente, são as complicações mais comuns, mas tendem a se resolver em algumas semanas.
Arritmias cardíacas severas, são observadas em mais de 50% dos pacientes pediátricos submetidos à ECT, limitando sua aplicabilidade.
Há um aumento significativo no risco de desenvolvimento de transtornos psicóticos pós-procedimento em comparação com a população adulta.
Gabriel, 10 anos, é levado ao psiquiatra infantil por seus pais devido a preocupações excessivas com desempenho escolar e medo constante de que algo ruim aconteça a seus familiares. Essas preocupações têm dificultado sua concentração em tarefas e interferido no sono. Gabriel evita situações que acredita poderem desencadear sua ansiedade.
É o diagnóstico mais provável para Gabriel:
Transtorno de ansiedade generalizada.
Transtorno de pânico.
Fobia específica.
Transtorno obsessivo-compulsivo.
Transtorno de estresse pós-traumático.
A primeira linha de tratamento recomendada para Lucas é
medicação antipsicótica.
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
internação psiquiátrica imediata.
terapia de exposição prolongada.
É um critério diagnóstico principal para o Transtorno Opositor Desafiador (TOD) observado em Dereck:
manifestações frequentes de medos irracionais.
dificuldades persistentes em manter a atenção em tarefas.
explosões frequentes de raiva e desobediência deliberada a solicitações ou regras dos adultos.
retraimento social e falta de interesse em interações com pares.
Isabela, uma adolescente de 14 anos, foi recentemente diagnosticada com diabetes tipo 1. Desde o diagnóstico, ela tem apresentado sinais de depressão, incluindo perda de interesse em atividades que antes gostava, dificuldade de concentração, e alterações significativas no padrão de sono. Isabela expressa sentimentos frequentes de desesperança em relação ao futuro e irritabilidade. Seus pais notaram uma mudança na alimentação, com Isabela às vezes omitindo suas doses de insulina propositadamente. A equipe de saúde observou a dificuldade de Isabela em aceitar sua condição e aderir ao tratamento proposto.
Indique qual é o diagnóstico mais provável para Isabela, considerando a integração de sua condição médica sistêmica com sua saúde mental:
Transtorno depressivo maior, desencadeado pelo diagnóstico de uma doença crônica.
Transtorno de ansiedade generalizada, com foco nas preocupações com a saúde.
Transtorno de ajustamento com humor depressivo, secundário ao diagnóstico de diabetes tipo 1.
Transtorno alimentar não especificado, em resposta ao manejo da diabetes.
Transtorno de estresse pós-traumático, devido ao trauma do diagnóstico de uma doença crônica.
Assinale a alternativa que apresenta uma estratégia terapêutica é recomendada, inicialmente, para o manejo do TOD em Dereck.
Prescrição imediata de medicamentos psicoestimulantes.
Terapia comportamental focada na criança e na família.
Isolamento temporário para prevenir comportamento disruptivo.
Terapia de exposição com prevenção de resposta.
Assinale a alternativa que apresenta o transtorno psiquiátrico cujo pico de incidência ocorre na primeira década de vida.
Transtorno afetivo bipolar.
Bulimia nervosa.
Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
Esquizofrenia.
Ansiedade generalizada.
Tiago, 7 anos, apresenta episódios recorrentes de enurese noturna, apesar de já ter adquirido controle vesical. Esse problema ocorre aproximadamente duas vezes por semana e tem causado constrangimento e estresse tanto para Tiago quanto para seus pais.
É o diagnóstico mais provável para Tiago:
Encoprese.
Transtorno do controle dos esfincteres devido a condição médica geral.
Enurese noturna.
Incontinência urinária de urgência.
Transtorno do controle dos esfincteres devido a condição psicológica.
Em relação às psicoterapias, aponte qual a sua importância no tratamento de transtornos mentais em crianças e adolescentes:
As psicoterapias podem ser eficazes no tratamento de diversos transtornos mentais, como ansiedade, depressão e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
As psicoterapias podem ser mais eficazes que os medicamentos no tratamento de transtornos mentais em crianças e adolescentes.
As psicoterapias são contraindicadas para crianças e adolescentes com transtornos mentais graves.
As psicoterapias não são eficazes no tratamento de transtornos mentais em crianças e adolescentes.
As psicoterapias são apenas eficazes no tratamento de transtornos de comportamento em crianças e adolescentes.
Das manifestações do transtorno do desenvolvimento da coordenação, é manifestação motora fina em pré-escolares:
Caligrafia confusa ou ilegível.
Dificuldade em usar ferramentas manuais, costurar e tocar piano.
Dificuldade nos cuidados pessoais (aplicar maquiagem, usar secador de cabelos e fazer as unhas).
Dificuldade em aprender a se vestir (atar, fechar zíperes, abotoar).
Dificuldade em encaixar peças de quebra-cabeças, usar tesouras, construir com blocos, desenhar ou tracejar.
Adolescente do sexo feminino, 14 anos, apresenta histórico de desatenção, impulsividade e hiperatividade. Em avaliação psiquiátrica, observa-se:
• dificuldade em se concentrar em tarefas escolares.
• inquietação e agitação motora.
• interrupção frequente dos outros.
• prejuízo no desempenho acadêmico e social.
Considerando o caso clínico, assinale a alternativa que apresenta o subtipo de TDAH mais provável.
Combinado.
Predominantemente desatento.
Predominantemente hiperativo-impulsivo.
Desatento-hiperativo-impulsivo.
Criança do sexo masculino, 10 anos, apresenta histórico de comportamento agressivo em casa e na escola, incluindo brigas frequentes, bullying e mentiras. Em avaliação psiquiátrica, observa-se:
• falta de empatia e remorso.
• baixo desempenho escolar.
• dificuldade em seguir regras.
• ausência de sintomas depressivos ou ansiosos.
Considerando o caso clínico, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
Transtorno de Oposição Desafiador.
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.
Transtorno de Ansiedade de Separação.
Transtorno de Conduta.
Criança de sete anos de idade apresenta dificuldades de interação social, movimentos repetitivos, inflexibilidade de rotina, isolamento, hiper-reatividade a estímulos sensoriais, o provável diagnóstico é de:
Transtorno depressivo de humor.
Transtorno do espectro autista.
Transtorno do movimento estereotipado.
Transtorno específico de aprendizagem.
Síndrome de Gilles de La Tourette.
A Lei nº 14.811, de janeiro de 2024, institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares. Essa lei introduz como crime a prática de “intimidar sistematicamente, individualmente ou em grupo, mediante violência física ou psicológica, uma ou mais pessoas, de modo intencional e repetitivo, sem motivação evidente, por meio de atos de intimidação, de humilhação ou de discriminação ou de ações verbais, morais, sexuais, sociais, psicológicas, físicas, materiais ou virtuais”. A prática descrita corresponde
ao bullying.
ao narcisismo.
ao cutting.
ao criticismo.
à indução.