Questões de Concurso sobre Reabilitação

 
 
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Após um longo período de ausências aos retornos no centro de reabilitação, a adolescente compareceu a uma avaliação fisiátrica na qual observou-se espasticidade aumentada em tríceps sural, encurtamento musculotendíneo, marcha assimétrica e dificuldades de participação social. A família relata barreiras arquitetônicas em casa e na escola. A adolescente percebe que alguns professores do Ensino Médio que não conhecem sua história na escola não lhe dão atenção e não acreditam no que ela pode fazer nas atividades didáticas sozinha ou em grupos. Considerando o processo global de reabilitação da paciente, assinale a alternativa correta.


A

Diante da ausência prolongada aos retornos, a prioridade deve ser apenas o tratamento da espasticidade com recursos físicos ou farmacológicos, deixando a abordagem escolar e social para um momento posterior.


B

A reabilitação deve restringir-se à correção das alterações musculotendíneas atuais, pois as dificuldades escolares decorrem do déficit motor.


C

Como houve interrupção do acompanhamento, o processo de reabilitação deve reiniciar apenas após resolução completa das deformidades ortopédicas.


D

A falta de apoio dos professores não interfere no prognóstico funcional, que depende basicamente do grau de espasticidade observado ao exame físico.


E

A reavaliação funcional global define as metas centradas na adolescente, as intervenções multiprofissionais e ações voltadas às barreiras ambientais e atitudinais.

Considerando o caso apresentado anteriormente, qual é a conduta mais adequada?


A

Prescrição de cateterismo intermitente apenas se houver retenção completa, associado à restrição hídrica, pois o risco de complicações renais é baixo na bexiga espástica.


B

Indicação de cirurgia de descompressão/ampliação vesical ou derivação urinária como primeira linha de cuidado.


C

Prescrição de fisioterapia do assoalho pélvico, sem uso de medicações ou cateterismo, pois exercícios garantem controle da detrusora em lesões medulares acima de T1.


D

Uso de toxina botulínica na musculatura do esfíncter urinário a fim de reduzir o volume vesical e diminuir episódios de urgência e incontinência.


E

Uso de fármacos anticolinérgicos ou agonistas β3, treinamento vesical, associação com cateterismo intermitente e monitoramento regular da pressão vesical e função renal.

Homem de 32 anos sofreu fratura diafisária do úmero direito após acidente automobilístico. No exame físico, apresenta:


• Paralisia de extensão do punho e dos dedos.

• Déficit sensitivo no dorso da mão e na face posterior do antebraço.

• Dor local moderada, sem sinais de infecção.

• Radiografia confirma fratura diafisária do úmero com pequeno deslocamento.


Considerando os achados clínicos, assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, o diagnóstico e a conduta a ser seguida.


A

Lesão do nervo radial, indicada por déficit de extensão de punho e dedos, e alteração sensitiva no dorso da mão – conduta: imobilização adequada, acompanhamento da recuperação sensorial e motora, e exercícios de fortalecimento dos extensores dos dedos e punho.


B

Lesão do nervo mediano, indicada por déficit de extensão de punho, dificuldade em flexão do polegar e parestesia na face palmar dos dedos – conduta: fisioterapia motora, sem necessidade de acompanhamento ortopédico.


C

Lesão do nervo ulnar, indicada por dificuldade em extensão do punho, déficit de preensão e parestesia nos dedos 4º e 5º – conduta: cirurgia imediata obrigatória.


D

Lesão do plexo braquial superior, indicada por déficit de extensão do punho e sensibilidade preservada no dorso da mão – conduta: apenas analgesia e mobilização livre do ombro.


E

Lesão do nervo axilar, indicada por déficit de extensão do punho, fraqueza do bíceps e alteração sensitiva na face lateral do braço – conduta: órtese de punho para compensar déficit.

Assinale a alternativa em que está correta a associação entre o tipo de lesão nervosa do membro inferior, a órtese indicada, a conduta de cinesioterapia e o recurso de termoterapia.


A

Homem de 40 anos com fratura da cabeça da fíbula e pé caído esquerdo (lesão do nervo fibular comum), marcha em estepagem e déficit sensitivo no dorso do pé – indicada órtese cruropodálica rígida, cinesioterapia focada apenas em fortalecimento de quadríceps e aplicação de crioterapia contínua no tornozelo como principal recurso térmico.


B

Mulher de 55 anos com AVC isquêmico, hemiparesia direita espástica, equinovaro dinâmico e instabilidade medial do tornozelo – indicada órtese longa tipo cruropodálica, cinesioterapia restrita a exercícios passivos de quadril e uso exclusivo de gelo profundo para redução do tônus.


C

Homem de 32 anos com lesão incompleta do nervo tibial, fraqueza de flexores plantares, dificuldade na fase de propulsão da marcha e hipoestesia plantar – indicada órtese suropodálica rígida posterior, cinesioterapia baseada apenas em treino de equilíbrio estático e aplicação de calor superficial sobre a panturrilha.


D

Homem de 38 anos com fratura da cabeça da fíbula, incapacidade de dorsiflexão do tornozelo, marcha em estepagem e hipoestesia anterolateral da perna (lesão do nervo fibular comum) – indicada órtese suropodálica, cinesioterapia com fortalecimento residual de dorsiflexores, treino de marcha e alongamentos, associada a calor superficial para preparo tecidual antes dos exercícios.


E

Mulher de 60 anos com radiculopatia L5, dor irradiada para face lateral da perna e leve fraqueza extensora do hálux – indicada órtese cruropodálica bilateral, cinesioterapia com descarga total de peso corporal e uso prioritário de crioterapia profunda em toda a perna como estratégia principal.

A paciente apresenta sintomas há mais de 8 meses, apesar do uso prévio de tala noturna. Considerando esse quadro, assinale a alternativa correta quanto à conduta terapêutica.


A

Manter tratamento conservador exclusivo com cinesioterapia, termoterapia profunda e anti-inflamatórios não hormonais por tempo prolongado, pois a presença de déficit motor não modifica a indicação terapêutica.


B

Realizar infiltrações seriadas com corticosteroide como tratamento definitivo, associadas a analgésicos comuns e exercícios domiciliares, independentemente do grau de comprometimento axonal.


C

Indicar liberação cirúrgica do túnel do carpo, associada à analgesia medicamentosa no pós-operatório, possível uso adjuvante de fármacos para dor neuropática e reabilitação com mobilização precoce, treino funcional da mão e fortalecimento progressivo.


D

Priorizar imobilização contínua do punho por tempo indeterminado, associada apenas a analgésicos simples, evitando exercícios ativos até normalização espontânea da ENMG.


E

Prescrever apenas corticosteroide oral e vitamina B, aguardando regressão clínica antes de considerar qualquer intervenção cirúrgica ou reabilitadora.

Homem de 42 anos, previamente hígido, sofreu trauma torácico em acidente motociclístico. Três meses após o evento, evolui com:


• Fraqueza e espasticidade em membro inferior direito.

• Perda da propriocepção e da sensibilidade vibratória à direita, abaixo de T8.

• Perda da sensibilidade dolorosa e térmica à esquerda, iniciando cerca de dois dermátomos abaixo do nível da lesão.

• Dor em queimação persistente no hemicorpo esquerdo, de forte intensidade, com alodinia ao toque leve, refratária a dipirona e AINEs.

• Não há paresia facial, alteração de linguagem ou comprometimento de membros superiores.


Com base nos achados clínicos, assinale a alternativa que melhor define a topografia da lesão neurológica.


A

Lesão hemisférica cerebral direita, envolvendo cápsula interna e córtex sensitivo-motor.


B

Lesão completa da medula torácica ao nível de T8.


C

Radiculopatia torácica esquerda associada à neuropatia periférica do membro inferior direito.


D

Hemissecção medular direita em nível torácico.


E

Lesão bilateral dos funículos posteriores da medula espinhal (degeneração combinada subaguda).

Homem de 58 anos apresenta lombociatalgia crônica à esquerda há cerca de 10 meses, com irradiação para face anterior da coxa e perna, parestesias associadas e piora aos esforços prolongados em ortostatismo. Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica e doença renal crônica estágio 3 (TFG estimada ~45 mL/min). Ao exame físico: dor à extensão lombar, sinal de Lasègue negativo, hipoestesia em território L4 à esquerda e discreta redução de força em quadríceps esquerdo (grau 4).


ENMG:

• Neurocondução sensitiva e motora de nervos periféricos dos membros inferiores dentro da normalidade.

• Miografia com potenciais de fibrilação e ondas positivas em vasto medial e tibial anterior esquerdos.

• Unidades motoras com padrão neurogênico crônico nesses mesmos músculos.

• Paravertebrais lombares esquerdas com atividade espontânea.


Ressonância magnética da coluna lombossacra:

• Protusão discal mínima em L3–L4, sem compressão radicular significativa.

• Hipertrofia facetária em L4–L5 à esquerda, com redução do recesso lateral correspondente.


Com base no quadro clínico e nos exames complementares e considerando a farmacoterapia da dor inflamatória (artropatia facetária) e da dor neuropática (radicular), assinale a alternativa que indica uma conduta adequada.


A

Iniciar AINE em dose plena por tempo prolongado para controle da artropatia facetária e associar opioide forte como primeira linha para dor irradiada, evitando gabapentinoides devido à idade.


B

Priorizar gabapentinoide ou antidepressivo tricíclico para dor irradiada, associar AINE seletivo com cautela ou paracetamol para dor facetária, considerando a função renal, e evitar uso crônico de AINEs nesse paciente.


C

Tratar ambas as dores exclusivamente com relaxante muscular central e corticoterapia sistêmica contínua, independentemente da doença renal.


D

Utilizar apenas infiltração facetária como primeira abordagem medicamentosa e contraindicar completamente antidepressivos para dor neuropática.


E

Prescrever AINE não seletivo em altas doses associado a gabapentina e morfina de manutenção, sem necessidade de ajuste por comorbidades.

Considerando o formato do coto e a anatomia residual, assinale a alternativa correta quanto ao tipo de encaixe protético indicado.


A

Encaixe quadril universal com espaço amplo e pouca contenção do ísquio, indicado para todos os tipos de coto sem ajuste individual.


B

Encaixe de contenção isquiática (ischial containment socket) com parede medial alta e controle de abdutores, adequado para coto curto, globoso e abduzido.


C

Encaixe modular aberto, apenas com espuma protetora, sem controle de abdução ou contenção femoral, para cotos curtos.


D

Encaixe rígido com perfil cilíndrico longo, sem parede medial alta, indicado para cotos globosos e curtos.


E

Encaixe flexível de silicone integral sem ajustes estruturais, para todos os cotos femorais, independentemente da forma ou comprimento.

Paciente adulto é admitido após trauma raquimedular, evoluindo com paralisia flácida, arreflexia e perda sensitivo-motora abaixo do nível da lesão, quadro compatível com choque medular. Durante a evolução clínica, realiza-se acompanhamento neurológico seriado para identificação do término dessa fase aguda.


No exame físico, o seguinte achado define o término da fase de choque medular:


A

ausência de contração muscular com força muscular maior que 3 abaixo do nível da lesão.


B

ausência de sensibilidade tátil abaixo do nível da lesão.


C

presença do reflexo bulbocavernoso ou cremastérico.


D

ausência de reflexos tendinosos profundos.


E

ausência de sensibilidade dolorosa abaixo do nível da lesão.

Paciente com doença do neurônio motor, na forma bulbar inicial, encontra-se em acompanhamento fisiátrico. Considerando a evolução esperada dessa condição, é fundamental monitorar sinais que indiquem o momento oportuno para a instalação de via alternativa de alimentação, preferencialmente por gastrostomia, a fim de prevenir desnutrição e complicações respiratórias.


Nesse contexto, o parâmetro mais adequado para acompanhar e auxiliar nessa indicação é


A

a radiografia de tórax.


B

o hemograma associado à proteína c reativa.


C

a eletroneuromiografia.


D

a dosagem de proteínas no sangue.


E

a bioimpedância.

Adolescente de 14 anos, sexo masculino, em acompanhamento ortopédico por escoliose idiopática do adolescente, apresenta curva torácica com ângulo de Cobb de 30°, mensurada em radiografia panorâmica da coluna, e sinal de Risser 2, indicando esqueleto ainda em fase de crescimento. O paciente é assintomático do ponto de vista neurológico e não apresenta queixas dolorosas relevantes.


Considerando o quadro clínico e os critérios atuais de manejo da escoliose idiopática do adolescente, a melhor conduta terapêutica é


A

solicitar radiografias anuais de acompanhamento.


B

recomendar órtese toracolombar noturna.


C

fazer correção cirúrgica imediata.


D

indicar natação.


E

solicitar ao pediatra que realize o acompanhamento evolutivo.

Ao elaborar um programa de reabilitação para um paciente com patologia do quadril, o médico fisiatra deve considerar fatores biomecânicos que influenciam diretamente a descarga de peso e as forças articulares incidentes sobre essa articulação durante as atividades funcionais.


Nesse contexto, o seguinte fator interfere diretamente na descarga de peso sobre a articulação do quadril:


A

ângulo da lordose lombar associado à frouxidão da musculatura abdominal.


B

redução do peso corporal.


C

tipo de calçado utilizado no dia a dia.


D

posição adotada para dormir.


E

tipo e velocidade da passada.

As doenças osteomusculares e do tecido conjuntivo impactam significativamente a capacidade laboral e a funcionalidade dos usuários. No contexto da reabilitação na rede pública, assinale a alternativa CORRETA.


A

A reabilitação deve ser baseada no território, ocorrendo o mais próximo possível da moradia do usuário para facilitar o acesso, valorizar o saber da comunidade e integrar-se a outros equipamentos locais.


B

A avaliação da incapacidade física decorrente de doenças osteomusculares dispensa a análise da vulnerabilidade psicológica, visto que o sofrimento mental não possui relação com quadros de dor articular crônica.


C

A atuação fisioterapêutica e médica em casos de dores na coluna deve ignorar as condições de trabalho do usuário, focando em manobras mecânicas executadas dentro do consultório clínico.


D

O fornecimento de medicamentos analgésicos deve substituir integralmente a necessidade de orientações fonoaudiológicas ou fisioterapêuticas para usuários idosos com dificuldades de locomoção.


E

O tratamento de doenças osteomusculares degenerativas deve restringir-se ao plano da deficiência física isolada, vedando-se o desenvolvimento de ações que busquem a reinserção social ou a autonomia.

Criança de 2 anos de idade, com antecedente de parto distócico, apresenta atraso no desenvolvimento motor, aumento do tônus muscular em membros inferiores e sinal de Babinski bilateral ao exame neurológico. Não há relato de perda de habilidades previamente adquiridas.


Diante do quadro clínico descrito, o tipo de paralisia cerebral mais compatível é


A

diplegia espástica.


B

discinética.


C

atáxica.


D

hipotônica.


E

coreoatetose.

Atleta de futebol do sexo masculino, 20 anos, refere dor no joelho direito há três semanas, com início após treinos intensos, sem relato de sintomas sistêmicos. Apresenta dor aos movimentos de flexoextensão, piora com corrida e mudança de direção. Nega comorbidades prévias. Ao exame físico, observa-se discreto derrame articular e dor à palpação periarticular, sem sinais neurológicos associados.


Considerando a avaliação inicial desse paciente, fazem parte da abordagem diagnóstica indicada os seguintes procedimentos, exceto um. Assinale-o.


A

Investigar doença cardiovascular.


B

Investigar trauma.


C

Avaliar a instabilidade do joelho.


D

Avaliar a cinética da marcha.


E

Solicitar a ressonância magnética do joelho.

No acompanhamento de pacientes após acidente vascular encefálico (AVE), alguns achados clínicos permitem estimar o prognóstico de recuperação motora.


Um fator de mau prognóstico para recuperação motora é:


A

retorno rápido dos reflexos.


B

presença de anomia.


C

presença de infecção urinária.


D

período de flacidez prolongado.


E

presença de subluxação do ombro.

Um paciente de 78 anos foi submetido a amputação acima do joelho por doença vascular.


Dos fatores prognósticos para protetização apresentados a seguir, assinale aquele que indica pior prognóstico funcional para uso de prótese.


A

Idade avançada.


B

Presença de isquemia no coto.


C

Limitação em aumentar seu gasto energético.


D

Dor no membro fantasma.


E

Perda cognitiva para treinamento.

Paciente do sexo feminino, 52 anos, apresenta dor lombar há mais de 8 meses, de caráter contínuo, intensidade moderada a intensa, associada a fadiga, distúrbio do sono e redução progressiva da capacidade funcional. Já realizou exames de imagem, sem achados estruturais significativos. Refere afastamento de atividades laborais e sociais, além de medo de piora da dor com o movimento. Encontra-se em seguimento ambulatorial multiprofissional.


Caso seja diagnosticada dor crônica, não se deve recomendar de forma alguma


A

repouso prolongado.


B

medicação miorrelaxante.


C

anti-inflamatórios não esteroides por via parenteral.


D

opioides de alta potência.


E

intervenções diretas nas terminações nervosas.

Criança de 5 anos, com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresenta dificuldades de comunicação, prejuízo na interação social e atraso no desenvolvimento de habilidades funcionais. Encontra-se em acompanhamento multiprofissional e é encaminhada para avaliação em serviço de Medicina Física e Reabilitação (Fisiatria).


Considerando o papel do médico fisiatra no acompanhamento dessa criança, é correto afirmar que sua atuação deve priorizar


A

encaminhamento ao neurologista.


B

indicação de prática de esporte coletivo.


C

indicação de terapia ocupacional.


D

prescrição interrompida de medicação para controle de sintomas.


E

adaptação, de forma global, das abordagens terapêuticas às necessidades da criança.

Quatro semanas após artroplastia total do quadril direito por osteoartrose, o paciente inicia o programa de reabilitação. Apresenta dor leve residual, redução de ADM de quadril, fraqueza de abdutores e extensores, e insegurança para marcha. Já iniciou hidroterapia e cinesioterapia em solo. Considerando os princípios da cinesioterapia após artroplastia total de quadril, o uso da mecanoterapia e a progressão adequada da carga, assinale a alternativa que indica uma conduta adequada.


A

Priorizar alongamentos forçados em flexão e adução do quadril, evitar ativação de abdutores e iniciar subida de escadas antes do treino de marcha em superfície plana.


B

Evitar exercícios em cadeia fechada por 12 semanas, restringir mecanoterapia até completa ausência de dor e liberar carga total apenas após 3 meses, independentemente da evolução funcional.


C

Iniciar fortalecimento resistido intenso já na 1ª semana, evitar treino de marcha precoce e utilizar mecanoterapia apenas para membros superiores até consolidação óssea completa.


D

Manter apenas exercícios passivos de quadril até a 8ª semana, contraindicar bicicleta ergométrica e permitir progressão de carga somente após retorno radiográfico à normalidade.


E

Priorizar exercícios isométricos iniciais de glúteo médio e quadríceps, evoluir para exercícios ativos resistidos em cadeia fechada, utilizar mecanoterapia (ex.: bicicleta ergométrica) para ganho de mobilidade e resistência, e progredir carga conforme tolerância clínica e qualidade do movimento.

 
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