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O sinal do “duplo contorno” é característico em pacientes com gota. Essa alteração é visualizada em qual exame de imagem?
Radiografia.
Ecografia.
Tomografia computadorizada convencional.
Tomografia computadorizada de dupla energia.
Ressonância nuclear magnética.
Sobre a análise de autoanticorpos, assinale a alternativa correta.
Anti-Ro (anti-SSA) raramente é encontrado na ausência de anti-La (anti-SSB).
Anti-Sm é mais frequente do que o anti-DNA no lúpus eritematoso sistêmico.
Anti-Jo1 é compatível com o diagnóstico de síndrome antissintetase.
Anticentrômero é descrito com maior frequência na esclerodermia localizada.
Anti-Ro não é descrito na dermatomiosite juvenil.
Homem de 78 anos, há 10 anos diabético, hipertenso e portador de gota. Foi submetido à cateterismo eletivo com implante de stent. Durante a internação, apresentou crise de gota e recebeu anti-inflamatório não hormonal, colchicina e alopurinol. Teve alta sete dias após o procedimento. Creatinina de base 1,4 mg/dL e na alta 1,6 mg/dL. No retorno ambulatorial, 20 dias após a alta, os exames apresentam: K+ = 5,9 mEq/L, ureia = 90 mg/dL e creatinina 4,0 mg/dL.
A causa mais provável da insuficiência renal é:
embolia arterial de colesterol.
progressão da nefropatia diabética.
nefropatia relacionada ao contraste.
necrose tubular aguda pelo AINE.
As manifestações clínicas que melhor caracterizam a síndrome antissintetase são:
sinal do xale e vasculite periungueal.
fraqueza muscular e neuropatia.
sinal do heliotropo e capilaroscopia padrão SD.
mãos de mecânico e pneumonite.
poliartralgia e fraqueza muscular distal.
Homem, 45 anos, espondilite anquilosante de diagnóstico recente, apresenta hematúria e proteinúria no parcial de urina. Você encaminha à nefrologia para realização de biopsia renal. Na imunofluorescência, você, como reumatologista, espera encontrar o depósito de qual imunoglobulina?
IgA.
IgM.
IgG.
IgD.
IgE.
A presença de um tempo de protrombina prolongado em uma paciente com suspeita de síndrome do anticorpo antifosfolípide pode indicar as seguintes alterações, EXCETO
deficiência congênita do fator II.
deficiência de vitamina K.
doença hepática.
doença renal crônica.
anticoagulante lúpico em altos títulos.
É critério maior de Jones para febre reumática:
poliartralgia.
intervalo PR aumentado no eletrocardiograma (ECG).
febre maior que 38,5 ºC.
coreia.
A tomografia computadorizada com dupla energia pode ajudar a confirmar o diagnóstico por identificar o depósito de
ácido úrico.
pirofosfato de cálcio.
hidroxiapatita de cálcio.
cristais de colesterol.
cristais de oxalato.
De acordo com as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Febre Reumática, sobre os reagentes da fase aguda da febre reumática, assinale a afirmativa correta.
A proteína C reativa se eleva no início da fase aguda e diminui ao final da primeira semana.
A velocidade de hemossedimentação tende a ser mais fidedigna do que a proteína C reativa.
A alfa-1-glicoproteína ácida apresenta títulos elevados na fase aguda e tem utilidade no monitoramento da atividade da febre reumática.
Na eletroforese de proteína, a alfa-2-microglobulina se reduz progressivamente na fase aguda, sendo utilizada no seguimento da atividade da doença.
São características da Esclerose sistémica do tipo Esclerose Sistémica Cutânea Difusa:
Esclerodermia linear consiste em placas de pele espessada que podem variar de 1 a 5 cm de diâmetro.
Afeta 40% dos doentes e tem maior envolvimento dos órgãos internos. o atingimento dos orgãos internos é mais tardio e confinado, quase sempre, apenas ao tubo digestivo, embora possa, por vezes, haver envolvimento pulmonar. A pele mais afetada é a dos dedos, antebraços e pernas, face e pescoço. Há alterações no funcionamento do sistema digestivo, problemas respiratórios e, eventualmente, insuficiência renal.
O atingimento dos orgãos internos é mais tardio e confinado, quase sempre, apenas ao tubo digestivo, embora possa, por vezes, haver envolvimento pulmonar. A pele mais afetada é a dos dedos, antebraços e pernas, face e pescoço. Esta forma é, muitas vezes, chamada CREST. O significado desta sigla corresponde aos sinais e sintomas mais frequentes nestes doentes: C para calcinose - depósitos de cristais de cálcio na pele; R para Raynaud - alterações da cor dos dedos quando expostos ao frio (ficando brancos inicialmente e depois arroxeados); E de esófago - disfunção deste órgão que causa dor e/ou azia; S para esclerodactilia (começa por s em inglês) - pele dos dedos das mãos dura e espessa e T de telangiectasias - lesões avermelhadas da pele.
Aparecem zonas de pele espessada, geralmente de forma oval, esbranquiçadas no centro e com bordo de cor púrpura. Surgem, com mais frequência, no tronco, mas também aparecem nos braços, pernas ou fronte.
Afeta 40% dos doentes e tem maior envolvimento dos órgãos internos. A pele dos dedos, mãos, braços, pernas, face, pescoço e tronco fica endurecida e espessa. Podem estar atingidos vários órgãos internos, como pulmões, coração, tubo digestivo (incluindo o esófago) e rins. Há alterações no funcionamento do sistema digestivo, problemas respiratórios e, eventualmente, insuficiência renal. Este tipo de Esclerodermia, se não for tratada, pode ser fatal.