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A conduta indicada na admissão é prescrever
Quanto a cefaleia em salvas, assinale a alternativa correta.
A apresentação clínica é de cefaleia de forte intensidade, bilateral, acometendo região periorbitária e temporal, acompanhada de sintomas autonômicos ipsilaterais e de sensação de agitação ou inquietação durante a crise.
A duração de cada episódio é longa, normalmente entre um e dois dias.
As duas opções de primeira linha para o tratamento da crise aguda de salvas são oxigênio a 100% e sumatriptano.
Na cefaleia em salvas, não existem fatores desencadeantes bem estabelecidos, devendo o paciente ser encaminhado para acompanhamento via ambulatorial com neurologia.
Em pacientes com crises intensas refratárias a medicações orais previamente à admissão no departamento de emergência, a primeira opção de tratamento é a prescrição de opioides endovenosos.
Dentre as medidas abaixo, qual apresenta maior evidência de benefício, no tratamento da encefalopatia hepática?
Ômega 3 via oral.
Flumazenilendovenoso.
Lactulose via oral.
Tiamina endovenosa.
Suplementação de vitamina D via oral.
Qual dessas medidas não está indicada na hemorragia digestiva alta por varizes esofágicas com o objetivo de controlar o sangramento?
Terlipressina.
Tenoxicam.
Octreotida.
Somatostatina.
Balão de Sengstaken-Blakemore.
Paciente de 67 anos, tabagista de longa data. Portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Admitido no Pronto-socorro com piora da tosse, piora da dispneia e mudança no aspecto da expectoração (purulento). Exame inicial: consciente e orientado, taquidispneia moderada, ausculta pulmonar com sibilos difusos, PA= 140/90, SPO2 = 90% com máscara de Venturi (FIO2= 40%). Com relação à abordagem inicial, assinale a alternativa CORRETA.
É necessário utilizar um dispositivo que proporcione um maior aporte de oxigênio. Pacientes com exacerbação de DPOC devem ficar com SPO2 acima de 95%.
Iniciar antibiótico, pois a causa mais comum de exacerbação de DPOC é infecção bacteriana e os germes mais comuns são Staphylococus aureus, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella pneumoniae.
Administração de corticoide endovenoso é a medida de maior impacto e ação mais rápida.
Nebulização com beta agonista está contraindicado devido aos níveis pressóricos.
Ventilação não invasiva pode ser útil.
Em toda abordagem de pacientes com agravo clínico, após a realização da Avaliação Primária e das intervenções específicas, deve-se realizar a entrevista SAMPLA que consiste em, exceto:
Medicamentos em uso e/ou tratamentos em curso.
Horário da última ingestão de líquidos ou alimentos.
Verificação dos sinais vitais: Respiração (frequência, ritmo e amplitude); Pulso (frequência, ritmo e amplitude); Pressão arterial; e Pele (temperatura, cor, turgor e umidade).
Paciente de 57 anos, sabidamente coronariopata. Admitido com relato de 2 episódios de síncope. Ao exame : sonolento, hipotenso (PA=70/50) e bradicárdico (FC=38). Sinais evidentes de baixo débito cardíaco. ECG evidenciando Bloqueio atrioventricular do segundo grau Mobitz tipo I. Qual a conduta inicial mais adequada?
Amiodarona 300 mg IV;cardioversão elétrica.
Amiodarona 150 mg IV;cardioversão elétrica.
Atropina 0,5mg IV a cada 3-5 minutos(dose máxima 3 mg); em caso de resposta inadequada, considerar infusão contínua de dopamina e /
Atropina 0,5mg IV a cada 3-5 minutos(dose máxima 3 mg); em caso de resposta inadequada, considerar infusão contínua de dobutamina e /
Amiodarona 150 mg IV; em caso de resposta inadequada, considerar infusão contínua de dopamina e /
Assinale a alternativa que apresenta o achado fundoscópico que seria o mais precoce indicador de retinopatia hipertensiva aguda em um paciente comatoso cuja pressão arterial é de 206/104 mmHg.
transudatos periarteriolares intrarretinianos focais
fios de cobre e prata nas arteriosas da retina
Um homem de trinta anos de idade deu entrada no departamento de emergência com queixa de dor, queimação e inchaço na mão após jardinagem. Ao exame físico, foram observadas duas marcas de punção na região tentar, com edema local moderado. Ao ser questionado, relatou que teve uma dor ardente por alguns instantes enquanto cavava o chão, com início dos sintomas há duas horas.
Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a conduta a ser adotada.
aplicar torniquete para impedir fluxo arterial e venoso
liberar para domicílio com prescrição de crioterapia, imobilização e antibióticos orais
prescrever antitetânica e clindamicina profiláticas
solicitar exames laboratoriais básicos e observar o doente de seis a oito horas
realizar fasciotomia no compartimento, sem realizar os testes de compressão
Assinale a gasometria arterial e o distúrbio acidobásico mais compatível com um paciente que é admitido no Pronto-Socorro, com dispneia e exacerbação de DPOC:
PH= 7,15; PaCO2= 28 mmHg; HCO3= 15 mEq/L; excesso de base= –9. Acidose RespiratóriaAguda.
PH= 7,12; PaCO2= 78mmHg; HCO3= 30mEq/L; excesso de base= +7. Acidose Metabólica Aguda.
PH= 7,5; PaCO2= 45 mmHg; HCO3= 42 mEq/L; excesso de base= +8,5. Alcalose Respiratória.
PH= 7,2; PaCO2= 70 mmHg; HCO3= 25 mEq/L; excesso de base=+1. Acidose Respiratória Crônica Agudizada.
PH= 7,2; PaCO2= 100 mmHg; HCO3= 35 mEq/L; excesso de base= + 8. Acidose Respiratória Crônica Agudizada.
Médico plantonista em razão de estar acometido de enfermidade justifica a ausência e falta ao plantão deixando o colega só. Nesse sentido, pode-se afirmar que:
I- É vedado ao médico deixar de comparecer a plantão em horário preestabelecido ou abandoná-lo sem a presença de substituto, salvo por justo impedimento.
II- Na ausência de médico plantonista substituto, a direção técnica do estabelecimento de saúde deve providenciar a substituição.
III- O médico que eventualmente se encontrar sozinho em um plantão de Urgência ou Emergência deve comunicar a situação à Chefia imediata e à direção técnica da instituição.
IV- O Código de Ética Médica veda terminantemente atitudes extremadas como “fechar o serviço” por estar sozinho.
V- É vedado ao médico deixar de atender em setores de urgência e emergência, quando for de sua obrigação fazê-lo, expondo a risco a vida de pacientes, mesmo respaldado por decisão majoritária da categoria.
Está CORRETO o que se afirma em
III, IV e V.
I, II e III.
II, III e IV.
II, III, IV e V.
I, II, III, IV e V.
Um homem de 75 anos de idade foi admitido no departamento de emergência, sendo prontamente iniciadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) conforme protocolo do ACLS. Apresentou retorno da circulação espontânea (RCE) após dois minutos de RCP e desfibrilação precoce. O paciente tinha acesso intravenoso e abertura ocular e não respondia a comandos verbais nem a estímulos dolorosos. Os sinais vitais eram: frequência cardíaca de 120 bpm; pressão arterial de 130 x 70 mmHg; frequência respiratória de 11 irpm; temperatura igual a 36 °C; e saturação de 94%.
Com base nesse caso hipotético, a conduta a ser adotada é
Onda T apiculada, onda P achatada e alargamento do QRS. Qual distúrbio eletrolítico cursa com essas alterações eletrocardiográficas e quais medidas são utilizadas para correção e prevenção de arritmias?
Hipocalemia. Glicoinsulinoterapia e gluconato de cálcio endovenoso.
Hipercalcemia. Nebulização com beta agonista e gluconato de cálcio endovenoso.
Hipomagnesemia. Infusão de sulfato de magnésio endovenoso.
Hipermagnesemia. Infusão de bicarbonato de sódio endovenoso.
Hipercalemia. Glicoinsulinoterapia e gluconato de cálcio endovenoso.
De acordo com o eletrocardiograma acima, o ritmo cardíaco indica
Conforme a Portaria Ministerial n.º 1.600, de 7 de julho de 2011, em seu capítulo I, que trata das diretrizes da Rede de Atenção às Urgências, a Rede de Atenção às Urgências é constituída pelos seguintes componentes:
I- Promoção, prevenção e vigilância à saúde.
II -Atenção Básica em Saúde.
III - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) 192 e suas Centrais de Regulação Médica das Urgências.
IV- Sala de estabilização.
V- Força Nacional de Saúde do SUS.
VI - Unidades de Pronto Atendimento (UPA) 24h e o conjunto de serviços de urgência 24 horas.
VII - Serviço hospitalar.
VIII - Atenção domiciliar.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII.
I, II, III, IV, VI e VIII, apenas.
II, III, IV, V, VI e VII, apenas.
III, IV, V, VI, VII e VIII, apenas.
IV, VII e VIII, apenas.
O metotrexato (MTX) é o medicamento mais utilizado para o controle da artrite devido à sua eficácia, facilidade posológica, por sua segurança e seu baixo custo. No uso regular do MTX, recomenda-se a realização de exames laboratoriais periódicos (hemograma e enzimas hepáticas) como a anemia e a hepatite medicamentosa pelo menos:
A cada 1 ou 2 meses para a detecção precoce de possíveis efeitos adversos;
A cada 2 ou 3 meses para a detecção precoce de possíveis efeitos adversos;
A cada 6 ou 9 meses para a detecção precoce de possíveis efeitos adversos;
A cada 12 ou 24 meses para a detecção precoce de possíveis efeitos adversos.
A cada 4 ou 5 meses para a detecção precoce de possíveis efeitos adversos.
Sobre a esquistossomose, é incorreto afirmar que;
É uma doença parasitária ou parasitose é uma doença infecciosa causada por um parasito protozoário ou metazoário.
É uma infecção causada por verme parasita da classe Trematoda. Ocorre em diversas partes do mundo de forma controlada (endêmica).
No Brasil, a esquistossomose é causada pelo Schistossoma mansoni.
O principal hospedeiro e reservatório do parasita é o homem sendo a partir de suas fezes e urina que os ovos são disseminados.
A esquistossomose também é conhecida como barriga d’agua.
No paciente vítima de trauma, a síndrome compartimental aguda deve ser tratada no período
Considerando o medicamento quetiapina, assinale a alternativa em que o mesmo é melhor indicado:
como ansiolítico, hipnótico, relaxante e sedativo.
como adjunto aos antidepressivos na depressão recorrente grave, como um suplemento para o tratamento antidepressivo na depressão maior aguda, quando o paciente não obtém resposta total, após uso de antidepressivo clássico em dose efetiva, por 4 a 6 semanas.
para o tratamento sintomático da demência de Alzheimer de intensidade leve, moderadamente grave e grave.
para tratamento da síndrome de pânico com ou sem agorafobia (medo de situações que possam causar pânico ou constrangimento) e para tratamento de transtorno obsessivo compulsivo (TOC).
ao tratamento de esquizofrenia, agindo neste caso como um antipsicótico, bem como para as fases maníacas e depressivas associadas ao transtorno de humor bipolar, e neste caso como um estabilizante de humor, em monoterapia ou como coadjuvante.
Na “síndrome do membro esmagado”, o índice de MESS (mangled extremity severity score), usado para avaliar a viabilidade da extremidade, contempla os seguintes parâmetros:
tempo de isquemia, lesão óssea, lesão nervosa e lesão cutânea.
tempo de isquemia, contaminação, lesão musculoesquelética e idade do paciente.
gravidade do choque, contaminação, lesão musculoesquelética e idade do paciente.
tempo de isquemia, lesão musculoesquelética, idade do paciente e gravidade do choque.
contaminação, lesão nervosa, lesão cutânea e gravidade do choque.