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A displasia fibrosa e o fibroma ossificante periférico são lesões fibro-ósseas benignas. Suas principais características radiográficas são, respectivamente:
radiopacidade lobular; áreas radiolúcidas, sem bordas definidas.
lesão radiolúcida multilocular; lesão radiopaca com bordas em “raios de sol”.
forma radiográfica de “flocos de algodão”; imagem mista (radiolúcida e radiopaca) no periápice dos dentes envolvidos.
aspecto de “vidro despolido” com margens mal-definidas; aspecto unilocular com bordas escleróticas.
esclerose periférica caracterizada por rima radiopaca; pobre definição das margens da lesão caracterizada por aspecto semirradiolúcido.
Durante a realização de exame complementar radiográfico do tipo panorâmica dos maxilares, em paciente de trinta e cinco anos de idade, foi observada área radiolúcida de aproximadamente 1cm de diâmetro, delimitada por fina camada radiopaca envolvendo a coroa do dente 23, incluso em posição transalveolar.
Nesse caso, as hipóteses diagnósticas mais prováveis sãocisto dentígero e osteossarcoma.
odontoma complexo e ameloblastoma.
cisto radicular e lesão periférica de células gigantes.
odontoma composto e tumor odontogênico adenomatoide.
cisto dentígero e tumor odontogênico adenomatoide.
Na radiografia de rotina de uma paciente negra, foram observadas áreas radiolúcidas circunscritas, próximas, não havendo evidência de união com os ápices dos dentes anteriores da mandíbula, que se apresentaram com vitalidade pulpar. Essas são características clínicas e radiográficas de
displasia cementária periapical.
abscesso periodontal.
granuloma periapical.
cisto periapical.
fibroma ossificante.
O cirurgião dentista, ao observar uma radiografia periapical do dente 21, verifica perda da lâmina dura ao longo da raiz adjacente e uma imagem radiolúcida arredondada que circunda o ápice radicular do dente envolvido. Sabe-se, que esta lesão teve início a partir de um processo inflamatório. Com base nessas informações, qual o diagnóstico mais provável?
Cisto periapical.
Cisto residual.
Cisto odontogênico calcificante.
Cisto periodontal lateral.
Ceratocisto odontogênico.
A radiografia lateral oblíqua de um paciente com 35 anos de idade, sexo masculino, mostra múltiplas pequenas calcificações com aspecto de "alvo-de-tiro", radiopacas na periferia e radiolúcidas no centro, localizadas abaixo da mandíbula. Este quadro é compatível com o diagnóstico de
linfonodos calcificados.
tatuagens por amálgama.
cálculos salivares.
flebólitos.
tonsilas calcificadas.

A distal do segundo molar apresenta lesão cariosa radicular.
O primeiro molar pode ser tratado com a técnica da remoção parcial da dentina cariada.
O material de escolha para restaurar o primeiro molar inferior deve ser obrigatoriamente o amálgama.
Há lesão de esmalte na distal do segundo pré-molar superior.
Não há lesão cariosa ativa no pré-molar nem no primeiro molar inferior.
A radiografia periapical da região posterior inferior de um paciente com 32 anos de idade, sexo masculino, mostra espessamento do espaço do ligamento periodontal e diminuição da lâmina dura do dente 35. Este quadro é compatível com o diagnóstico de
periodontite apical aguda.
granuloma periapical crônico.
cisto radicular.
abscesso periapical.
osteíte esclerosante.
Paciente com 21 anos de idade, sexo feminino, relata um episódio de pericoronarite no dente 46, há cerca de dois anos. No momento desta consulta, a paciente está assintomática, porém o achado radiográfico mostra radiolucidez central circundando o foco da inflamação com área periférica da radiopacidade granular que se mistura com o osso normal adjacente. Este quadro é compatível com o diagnóstico de osteomielite
alveolar aguda.
aguda supurativa.
crônica esclerosante difusa.
crônica esclerosante focal.
crônica supurativa.
Ao realizar exame radiográfico para planejamento de reabilitação oral na região de molares inferiores do lado esquerdo, paciente com 32 anos de idade, sexo masculino, relatou ausência de desconfortos ou dor. Os achados radiográficos mostram, nessa região, formações radiopacas homogêneas arredondadas circundadas por uma linha periférica radiolúcida. As margens são nítidas e a hiperostose periférica à área radiolúcida apresenta o aspecto de um colar de trabéculas densas. Este quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
tumor odontogênico epitelial calcificante.
cementoblastoma benigno.
displasia cementária periapical.
displasia óssea florida.
fibroma ossificante.
Segundo Freitas, Rosa e Souza, 2004, considera-se lesão com características radiopacas difusas:
fibroma cementificante.
odontoma ameloblástico.
ameloblastoma.
cementoblastoma benigno.
osteossarcoma.
Radiograficamente, o mixoma se apresenta como uma lesão radiotransparente.
Pode-se afirmar ainda que
na maioria das vezes as margens da lesão são regulares e festonadas.
a lesão multilocular ou unilocular pode deslocar ou causar reabsorção dos dentes na região do tumor.
os mixomas de maxilares não são considerados, atualmente, de origem odontogênica.
a faixa etária mais afetada é acima de 50 anos; além disso, essa patologia é mais observada em pacientes do sexo feminino.
Várias doenças sistêmicas podem apresentar manifestações radiográficas nos tecidos periodontais. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Esclerodermia – diminuição do espaço periodontal e espessamento da lâmina dura.
Doença de Paget – aumento do trabeculado do osso esponjoso e hipercementose.
Hand-Schuler Cristian – reabsorção óssea que se estende além dos limites do ligamento.
Lesões tumorais – zona de osteopetrose que pode incluir a cortical.
Displasia Fibrosa – zona radiopaca na região proximal do ápice radicular.
Os queratocistos apresentam área radiotransparente bem definida, com margens esclerótícas tênues. Multíloculações podem estar presentes, geralmente em lesões maiores, e podem mimetizar radiograticamente outros tipos de cistos.
Uma paciente, 33 anos de idade, funcionária pública, compareceu a uma clínica radiográfica para realização de exames de imagem e documentação para colocação de implantes dentários. Sua história médica pregressa e sua saúde atual não apresentavam alterações dignas de nota. Após a realização dos exames radiográficos, constatou-se alteração óssea em mandíbula, assintomática, conforme mostra a radiografia a seguir.

Nessa situação, o diagnóstico clínico mais provável é o de
cisto ósseo de Stafne.
cisto dentígero.
cisto odontogênico glandular.
cisto ósseo aneurismático.
cisto linfoepitelial cervical.
Um dos exames complementares mais utilizados em odontologia para o correto diagnóstico das diversas patologias bucais é a radiografia. Para que esse recurso seja realmente efetivo é preciso que o dentista esteja apto para fazer uma correta interpretação das características observadas.
Dentre as patologias citadas abaixo qual a que não corresponde à característica radiográfica apresentada?
Cisto Dentígero está sempre associado à coroa ou parte da coroa de dentes permanentes
Odontoma composto apresenta imagem radiopaca irregular, via de regra associada a um dente retido em cujo meio destacam-se as imagens de dentículos, entremeados por discretas áreas radiolúcidas correspondente ao estroma do tumor
No Granuloma observa-se uma solução de continuidade de lâmina dura e uma área radiolúcida de contorno bem delimitado e forma aproximadamente circular
Nos cistos naso-labiais o aspecto de “pêra” é citado pelos autores como característico no Granuloma observa-se uma solução de continuidade de lâmina dura e uma área radiolúcida de contorno bem delimitado e forma aproximadamente circular
O abscesso periodontal apresenta aspecto radiográfico de uma zona radiolúcida difusa, localizada na face lateral da raiz, sendo modificado pela etapa em que se encontra a lesão, a extensão da destruição óssea e localização da lesão nas faces livres ou nas proximais
É característica radiográfica de lesões periodontais:
I. presença de crista óssea em platô em dentes contíguos distantes entre si (diastemas), como ocorre nos dentes posteriores;
II. perda de lâmina dura da crista óssea alveolar;
III. crista óssea afilada na vestibular de dentes anteriores.
Pode-se afirmar que está correto, apenas, o contido em
I.
II.
III.
I e II.
I e III.
Condroma.
Fibroma desmoplásico.
Histiocitose X.
Cementoblastoma de Ewing.
Osteoma osteóide.
A desmineralização do osso alveolar e a perda da lâmina dura são anormalidades encontradas nas radiografias dentárias de pacientes com hiperparatiroidismo.