

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O diagnóstico do estado da polpa, a capacidade de resposta da mesma e a utilização de uma técnica asséptica são elementos essenciais para o prognóstico favorável do tratamento conservador da polpa.
No que se refere ao diagnóstico clínico da condição pulpar e às indicações dessa conduta terapêutica, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A indicação da pulpotomia deve ser baseada no grau de desenvolvimento do ápice radicular e ser limitada a crianças e adultos jovens.
( ) O relato de dor provocada e imediata sensação dolorosa ao frio com rápido declínio corresponde ao padrão de resposta pulpar normal ou em estágio de reversibilidade.
( ) A contaminação e o tempo de exposição, em casos de trauma dental com envolvimento pulpar, são fatores que direcionam o tratamento. Quando existir contaminação residual, deve-se optar pelo capeamento pulpar direto.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
V F V
V V F
V F F
F V F
F F V
Segundo Cohen (2011), qual é o tipo de infecção do tecido pulpar necrótico caracterizada por uma comunidade microbiana mista com predominância de bactérias anaeróbias, em que o número de células bacterianas podem variar de 103 a 108 por canal, com uma média de 10 a 20 espécies?
Intrarradicular Primária,
Intrarradicular Secundária.
Persistente.
Extrarradicular.
Focal.
Segundo LOPES (2015), nas infecções endodônticas primárias é observada grande prevalência de bactérias anaeróbias estritas. As alternativas abaixo trazem exemplos de bactérias comuns nestes tipos de infecções, exceto:
Treponema
Streptococcus
Peptostreptococcus
Dialister
Um som alto e metálico durante o teste de percussão é sinal patgnomônico de quais dos seguintes traumatismos dentários?
Concussão e Subluxação,
Subluxação e Intrusão.
Luxação lateral e Intrusão.
Fratura de raiz e Extrusão.
Concussão e Luxação lateral.
Na avaliação para interpretação da dor no auxílio do diagnóstico das doenças pulpares e periapicais,
a resposta positiva à percussão horizontal digital não sinaliza doença endodôntica, sendo importante somente no diagnóstico da doença periodontal.
a resposta positiva da percussão vertical digital comprova presença de abscesso periapical.
o resfriamento intrapulpar de uma porção do colo do dente a aproximadamente 35 °C, por meio de um jato do gás diclorodifluormetano ou tetrafluoretano nessa área, é um teste efetivo de mortalidade pulpar.
o teste por calor deve ter uso restrito frente ao risco de comprometimento do tecido pulpar.
o teste da cavidade pode confirmar a ausência de vitalidade se alcançarmos a dentina sem que o paciente relate ou sinalize estar sentindo dor.
O prognóstico e o tratamento de cada tipo de doença endodôntica-periodontal são variáveis. A doença endodôntica primária com envolvimento periodontal secundário deve ser tratada primeiramente com terapia endodôntica. Os resultados desse tratamento devem ser avaliados para, posteriormente, o tratamento periodontal ser considerado. De acordo com Lopes e Siqueira Jr. (2015), quanto tempo após a terapia endodôntica inicial os resultados devem ser avaliados?
20 dias.
30 dias.
45 dias.
2 a 3 meses.
4 a 5 meses.
Segundo LOPES (2010), a forte pigmentação acastanhada e a impregnação da dentina oriunda da combinação do hipoclorito de sódio e clorexidina desabona seu uso associado quando da irrigação de canais, devido à geração do composto chamado:
Doxicilina
Sal trissódico
Paracloroanilina
Peróxido de ureia
O paciente com o quadro de pulpite aguda apresenta clinicamente
edema circunscrito frio em face.
dor intolerável, aliviada pelo frio.
dor branda.
febre intensa.
fístula vestibular.
Dentre os procedimentos clínicos para diagnóstico endodôntico, o teste de percussão vertical é muito útil e:
apresenta resposta negativa em caso de inflamação periapical.
fornece integridade do tecido pulpar.
responde negativamente se o tecido pulpar estiver necrosado.
pode revelar se existe inflamação no ligamento periodontal apical.
Paciente do gênero masculino, 18 anos, procura o cirurgião-dentista com queixa de dor intensa, contínua e pulsátil na região do elemento 47. Ao examinar clinicamente, o profissional observa que o elemento referido possui uma restauração com infiltração marginal. Além disso, o paciente responde negativamente ao teste de percussão e positivamente aos testes de frio (muito sensível) e calor (sensível). Não apresenta edema e, radiograficamente, não há aumento aparente do espaço periodontal. O quadro descrito refere-se à:
Inflamação pulpar reversível
Inflamação pulpar em fase de transição
Inflamação pulpar irreversível
Periodontite apical traumática
Periodontite apical infecciosa
Paciente do sexo feminino, 32 anos, compareceu ao consultório com queixa de dor intermitente que aumentava à noite ao deitar-se. Acreditava que a dor estava concentrada no dente 36, entretanto na maior parte do tempo ela não conseguia identificar a origem, pois a dor ficava difusa e contínua. O uso de analgésico era necessário para o alívio da dor, mas não cessava totalmente. Ao exame radiográfico, foi observada lesão cariosa extensa no dente 36 com comprometimento da câmara pulpar. O diagnóstico para essa situação clínica é:
Pulpite em fase de transição.
Pulpite reversível.
Pulpite ulcerativa.
Pulpite crônica hiperplásica.
Pulpite irreversível.
A pulpite aguda purulenta representa uma resposta da polpa a estímulos de microorganismos de alta patogenicidade, que resulta na formação de microabscessos com conseqüente formação de pus, no tecido pulpar. Levando em consideração que a dor é o único parâmetro clínico para diagnóstico e estabelecimento da conduta terapêutica, a característica clínica mais observada na pulpite aguda purulenta é
sensibilidade dolorosa a agentes térmicos, principalmente o frio, que regride após remoção do estímulo.
sensibilidade dolorosa a agentes térmicos, principalmente o calor, que não regride após a remoção do estímulo, nem sob a ação de analgésicos.
sensibilidade dolorosa a agentes térmicos, principalmente o frio, que não regride após remoção do estímulo.
sensibilidade dolorosa a agentes térmicos principalmente o calor que não regride com a remissão do estímulo, mas apresenta remissão sob a ação de analgésicos.
De acordo com Lopes e Siqueira Jr. (2015), com relação à reparação dos tecidos perirradiculares após o tratamento endodôntico não cirúrgico, analise as afirmativas abaixo.
I - Lesões perirradiculares são reparadas a Partir do centro para a periferia.
II - A maior parte da resposta de reparação óssea perirradicular tem origem endosteal.
III - À medida que o novo tecido ósseo é depositado, o trabeculado ósseo se estende centripetamente das paredes da lesão em direção ao ápice da raiz.
IV - Mesmo que o osso cortical seja afetado pela doença, o periósteo não participará no processo de recuperação.
V - São exemplos de fatores de crescimento e citocinas que participam da reparação, estimulando a proliferação e diferenciação dos osteoblastos, as proteínas morfogenéticas ósseas (BMP) e fator de crescimento semelhante à insulina (IGF).
Assinale a opção correta.
Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
Apenas as afirmativas II, III e V são verdadeiras.
Apenas as afirmativas I e II são verdadeiras.
Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras.
Apenas a afirmativa V é verdadeira.
De acordo com CONSOLARO (2014), em relação aos fatores modificadores do processo de reparo, após o tratamento endodôntico, em muitos casos a regressão de lesões periapicais crônicas não ocorre por completo devido a persistência ao redor dessas lesões de:
Cristais de colesterol
Grânulos com gelatinase
Miofibroblastos
Granulomas imunogênicos
O conceito por trás das ações dos anestésicos locais é que eles impedem a geração e a condução de um impulso nervoso ao estabelecerem um bloqueio da via química entre a origem do impulso e o cérebro. Portanto, o impulso abortado é impedido de chegar ao cérebro e não pode ser interpretado como dor pelo paciente. Um nervo, em seu estado de potencial em repouso, possui um potencial elétrico que existe através da membrana nervosa, sendo produzido por diferentes concentrações de íons em cada lado da membrana. Dessa forma, em um estado de potencial elétrico normal em repouso de uma fibra nervosa, o interior do nervo em relação ao seu exterior, de acordo com MALAMED (2013), é:
Positivo
Negativo
Indefinido
Nulo