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No processo inflamatório, instalam-se a estase sanguínea e tromboses capilares na região apical.
De acordo com o princípio da regeneração tecidual guiada, recomenda-se a colocação de osso liofilizado e membrana cirúrgica no preenchimento da loja óssea, para lograr a neoformação dos tecidos perdidos.
Assim como no caso clínico descrito, as periapicopatias decorrentes dos insucessos de tratamentos endodônticos têm a maior incidência representada pelos cistos odontogênicos periapicais.
é necessário um reforço intracanal, que pode ser feito por meio de um núcleo metálico fundido.
O provável diagnóstico é abscesso periapical no dente 22 e o tratamento endodôntico se faz necessário imediatamente
O MTA é o material de escolha para ser colocado em contato com áreas de inflamação, pois seu alto pH favorece a regressão do processo inflamatório. Sob o aspecto clínico, há de se estar habituado com o material sob essas condições, pois ele, ao entrar em contato com os tecidos inflamados, terá sua reação de presa acelerada, diminuindo o tempo de trabalho clínico.
A região central da polpa dental é composta por um tecido conjuntivo frouxo rico em fibroblastos.
Em caso como o descrito, o teste de vitalidade pulpar geralmente mostra uma condição pulpar de normalidade, comparando-se aos outros dentes.
No caso em apreço, se durante a remoção da cárie ocorrer exposição pulpar e, no exame radiográfico, não for observada lesão periapical, a indicação de tratamento será a pulpotomia, desde que o remanescente pulpar apresente consistência firme e coloração róseo-avermelhada após a hemostasia.
É necessário fazer o teste de vitalidade pulpar do dente 21 para decidir se já há necessidade de terapia endodôntica.
Os dentes 11 e 21 devem ser submetidos a terapia endodôntica assim que o edema do lábio desaparecer.
Considere que o paciente seja atendido no consultório e apresente o seguinte quadro clínico.
Observou-se inchaço intrabucal no fundo do sulco vestibular, localizado, endurecido e muito sensível à palpação, logo abaixo do dente 37. No exame radiográfico, observou-se rarefação no trabeculado ósseo periapical sob as raízes mesial e distal do dente 37, com características difusas. O aspecto gengival era normal e o dente estava com ligeira mobilidade e sensível à percussão.
Nessa situação, é correto concluir que se trata de abscesso periapical agudo, na fase subperióstica e, se as condições gerais do paciente forem boas, o atendimento de urgência deve ser feito com drenagem intrabucal, incisão em gengiva inserida e descolamento do retalho em direção apical. Após a saída do pus, deve-se colocar um dreno cirúrgico. Finalmente, deve-se prescrever analgésico por 48 horas.
Na técnica indireta de confecção de pinos, após o preparo do espaço intra-radicular e até a cimentação final do pino, há necessidade de algumas sessões. Entre essas sessões, deve-se fazer o selamento provisório do dente, que deve receber medicação intracanal do tipo hidróxido de cálcio para preencher o espaço preparado.
Se a perfuração for de médio ou grande calibre e localizar-se no soalho da câmara pulpar, o selamento imediato será a melhor opção, mesmo antes de se continuar o tratamento endodôntico. Nesse caso, o material selador mais bem indicado será o MTA, aplicado sobre uma barreira de hidróxido de cálcio.
Fraturas radiculares horizontais em níveis médio e apical são passíveis de tratamento pela endodontia com prognóstico favorável; as que ocorrem no nível cervical comprometem a manutenção adequada do dente na boca, razão por que se recomenda a exodontia.
Pesquisas têm demonstrado que o remanescente mínimo de obturação endodôntica necessário para se ter segurança quanto ao selamento apical, importante durante o preparo do espaço para pino, é de 2 mm, se a guta-percha empregada for do tipo alfa.
Todos os casos indicados para tratamento endodôntico devem receber isolamento absoluto, condição básica e imprescindível para o sucesso.
Se a perfuração ocorrer na região da curvatura da raiz mesiovestibular, na parede distal, no final do processo de preparo do canal, quando do uso de um instrumento rotarório, e for observada hemorragia no canal, deve-se preencher os canais com pasta de hidróxido de cálcio e adiar a finalização do tratamento por três a sete dias. Na próxima sessão, deve-se remover o curativo de demora, obturar os outros canais de maneira convencional. Em seguida, o canal perfurado poderá ser cuidadosamente obturado pela técnica da condensação lateral, utilizando-se um cimento à base de hidróxido de cálcio ou óxido de cálcio, ou ser preenchido totalmente com MTA e ter sua entrada selada com cimento de ionômero de vidro.
Se a perfuração ocorrer na coroa, no nível supragengival, estará indicada a reconstrução coronária interna e externa com materiais restauradores habitualmente empregados pela dentística.