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O forame incisivo é também chamado nasopalatino. Nele, passam nervos e vasos que participam da inervação e irrigação dos incisivos centrais superiores. A sua imagem radiográfica é usualmente projetada entre as raízes, na região média e no terço apical dos incisivos centrais. Esse forame pode variar em tamanho e forma. Um cisto pode se originar a partir da proliferação dos remanescentes embrionários do ducto nasopalatino.
Paciente com 68 anos de idade, sexo masculino, apresenta alteração do lábio inferior e refere exposição crônica à luz solar. Clinicamente, o lábio apresenta superfície fina e atrófica em muitas áreas, com as margens do vermelhão dos lábios mal definidas. O diagnóstico provável é
queilite angular.
queilite actínica.
macroqueilia.
queilite glandular.
queilite granulomatosa.
A síndrome do carcinoma nevóide basocelular (síndrome de Gorlin) é hereditária, autossômica dominante, tendo como principais componentes carcinomas de pele, anomalias das costelas e vértebras, calcificações intracranianas e a presença de múltiplos cistos de Gorlin (cisto odontogênico calcificante).
Tendo em vista os sinais e sintomas, o quadro clínico é sugestivo do diagnóstico de
candidíase.
estomatite herpética.
micose.
estomatite aftosa.
líquen plano.
M.N., 10 anos de idade, compareceu ao consultório odontológico com queixa de "feridas na boca". Na anamnese relatou indisposição há uma semana, com dores de cabeça e febre. Logo em seguida sua gengiva aumentou de tamanho, começando a sangrar. Ao exame clínico encontramos úlceras rasas, circulares, com halo eritematoso, muito sensíveis, espalhadas por toda a mucosa bucal. Frente a esse quadro clínico, a alternativa correta frente ao diagnóstico é:
Úlceração aftosa recorrente
Gengivoestomatite herpética primária.
Herpes recorrente
Gengivite ulcerativa necrosante aguda
Estomatite alérgica por contato
Um cisto globulomaxilar foi outrora considerado um cisto fissural, por estar localizado entre os processos globular e maxilar, apresentando aspecto radiográfico de pêra invertida. Hoje, o termo globulomaxilar é usado apenas como termo clínico, sendo o diagnóstico definitivo feito pelo exame microscópico.
No ameloblastoma, pode-se reconhecer que:
o tumor é do tipo mesenquimal não-odontogênico com predileção pela mandíbula.
o tumor é benigno e comumente observado em crianças com idade inferior a 10 anos.
o deslocamento dentário ou a má oclusão podem constituir sinal inicial de apresentação.
seu tratamento baseia-se na excisão cirúrgica independentemente do tipo de lesão.
radiograficamente, o tumor se apresenta sem limites definidos, com ausência de esclerose e aspecto unilocular.
As críticas do paciente a respeito de outros serviços odontológicos e outros profissionais, bem como erros já cometidos na tentativa de solucionar seu problema podem ser corretamente definidas como queixa principal.
O paciente no caso relatado não precisará ser submetido ao procedimento do consentimento informado.
Um paciente apresentou-se ao serviço de saúde, portando uma radiografia periapical da região dos molares inferiores. O exame radiográfico revelou uma imagem radiolúcida, exibindo no seu interior um trabeculado que lembrava bolhas de sabão, envolvendo toda a região dos ápices dos dentes. As margens da lesão não podiam ser delimitadas. Nessa situação, seria correta a indicação de uma biópsia excisional imediata.
Ao relatar aspectos acerca do surgimento, do desenvolvimento e da intensidade da dor, o paciente apresenta a sua sintomatologia.
O torus palatino é uma exostose comum que ocorre na linha média do palato duro. Sua etiopatogenia está relacionada a fatores genéticos e ambientais, e seu tratamento é a cirurgia radical, devido ao seu potencial neoplásico.
A presença de hiperplasia fibrosa inflamatória na região da maxila verificada no exame clínico pode ser decorrente tanto de má adaptação quanto de reação alérgica ou química ao material da prótese anterior.
Ao exame clínico de um paciente de 65 anos, sexo masculino, foi observada a presença de placa branca de superfície rugosa, com bordas irregulares, localizada em assoalho de boca e não removida por raspagem. O paciente afirmou ser tabagista e etilista há mais de 15 anos. O diagnóstico clínico mais provável é:
Durante a anamnese, é importante conhecer o estado geral de saúde do paciente. Caso já tenha sido acometido por febre reumática, o paciente é considerado de risco e necessita de antibioticoterapia profilática antes da intervenção.
Em uma radiografia panorâmica, observou-se a presença de lesão radiotransparente multilocular, com aspecto de favo de mel. Notou-se também expansão das corticais ósseas e reabsorção em plano das raízes dos dentes adjacentes ao tumor. O terceiro molar encontrava-se não irrompido e associado à lesão. Nessa situação, ainda que essas características radiográficas, particularmente a lesão multilocular típica, possam ser sugestivas de ameloblastoma, várias lesões odontogênicas poderiam apresentar aspectos radiográficos semelhantes, de modo que somente o exame anatomopatológico poderia confirmar o diagnóstico.
Um paciente do gênero masculino, de 65 anos, queixava-se de dor na mandíbula. O paciente era parcialmente desdentado e recentemente havia extraído um molar inferior. O local da extração permanecia sem cicatrização mesmo após 30 dias. O edema persistia e também a dor. Um exame radiográfico revelou múltiplas radiotransparências bem definidas. Uma antibioticoterapia foi prescrita e solicitado um hemograma. Nessa situação, o diagnóstico diferencial deve englobar, preferencialmente, osteomielite, linfoma de Burkitt (neoplasia maligna) e mieloma múltiplo (neoplasia benigna).
Sobre O diagnóstico das doenças, que acometem o complexo buco-maxilo-facial, é correto afirmar que
a obtenção do diagnóstico se dá pela observação dos sinais clínicos apresentados pelo paciente.
a obtenção do diagnóstico se dá pelos sintomas relatados pelo paciente.
a obtenção do diagnóstico se dá a partir dos exames complementares do paciente
o ponto essencial para o estabelecimento de um diagnóstico preciso é a interpretação ponderada dos dados obtidos pelo profissional.
o diagnóstico é estabelecido através do conhecimento teórico/científico do profissional
Um dos tipos mais comuns de tumor odontogênico é o odontoma. Os odontomas são mais freqüentemente considerados hamartomas (anomalias de desenvolvimento) do que verdadeiras neoplasias e são classificados em odontoma complexo — massa irregular radiopaca — e odontoma composto — coleção de estruturas semelhantes a dentes.
Manchas brancas, semelhantes a placas, que ocorrem nas bordas da língua e não são removidas ao serem raspadas, são denominadas de:
candidíase.
leucoplasia.
hemangioma.
papiloma.
grânulos de Fordyce.