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Em relação às características clínicas das estomatites alérgicas e patologias de contato na cavidade oral, assinale a correta.
Em casos de estomatite de contato aguda, a mucosa afetada desenvolve um aspecto esbranquiçado e com perda de tecido ceratinizado.
Em casos de estomatite de contato crônica, o aspecto da mucosa afetada é de lesão eritematosa e brilhante.
A queilite alérgica de contato frequentemente provoca descamação, formação de fissuras e rachaduras na região do vermelhão do lábio.
A dermatite peroral provoca o aparecimento de vesísculas amareladas e acastanhadas nas regiões de comissura labial.
Qualquer que seja a causa de lesão tecidual não epitelial, um processo estereotípico é iniciado que, caso seja capaz de continuar sem impedimentos, trabalhará para restaurar a integridade do tecido. Esse processo é chamado de cicatrização de feridas. Dentre os estágios de cicatrização de feridas, o que se inicia no momento em que ocorre a lesão tecidual e dura de 3 a 5 dias, apresentando duas fases, vascular e celular, é conhecido como:
Estágio Fibroblástico.
Estágio Inflamatório.
Estágio de Remodelação.
Estágio de Contração.
Estágio de Diferenciação.
Alterações na cor, estrias brancas, “crostas”, “boqueiras”, desidratação – são características que se encontradas na ________ a pessoa deverá procurar um profissional da área da saúde bucal. Complete:
Lábios.
Garganta.
Boca.
Pescoço.
O uso da crioterapia bucal durante a quimioterapia (5-Fluoracil e altas doses de Melfalan), o uso do fator de crescimento de queratonócitos (Palifermin) e a aplicação de laser de baixa intensidade são recomendados pela Multinational Association of Supportive Care in Cancer (MASCC) para prevenção e controle da
disgeusia.
disfagia.
odinofagia.
mucosite.
polidipsia.
É uma lesão comum da mucosa oral resultante da ruptura de um ducto de glândula salivar e do extravasamento de mucina para dentro dos tecidos moles vizinhos. Geralmente, esse extravasamento é resultante de um trauma local, embora em muitos casos não haja história de trauma associado. De forma contrária aos cistos de ducto salivar, não é um cisto verdadeiro, já que não apresenta revestimento epitelial interno. Geralmente se apresentam como aumento de volumes mucosos arredondados que podem ter seu tamanho variando de 1 a 2 mm a alguns centímetros. São mais comuns em crianças e adultos jovens, talvez pelo fato de indivíduos mais jovens estarem mais propensos a traumas, os quais induzem o extravasamento de mucina. Entretanto, têm sido relatadas em pacientes de todas as idades, desde bebês até adultos mais velhos. A mucina extravasada abaixo da superfície mucosa geralmente confere uma coloração azulada à lesão, embora lesões profundas possam ser normocrômicas. Caracteristicamente, a lesão é flutuante, mas algumas são firmes à palpação. O tempo de evolução relatado para a lesão pode variar de poucos dias a diversos anos; a maioria dos pacientes relata que a lesão está presente há diversos dias ou semanas. Muitos pacientes relatam a história de um aumento de volume recorrente que se rompe periodicamente e libera seu conteúdo fluido. O lábio inferior é o sítio de acometimento mais comum e localizações menos comuns incluem o assoalho da boca, região anterior do ventre da língua, a mucosa jugal, o palato e o trígono retromolar. A lesão descrita é:
Carcinoma Mucinoide.
Mucocele.
Queilite Glandular.
Sialoadenose.
Tumor de Warthin.
Ao examinar a cavidade oral de um paciente, o profissional nota a presença de múltiplas pápulas branco-amareladas em mucosa jugal anterior do lado esquerdo e na porção lateral do vermelhão do lábio superior de mesmo lado. O paciente, ao ser questionado, relata ausência de sintomatologia dolorosa. Esse achado acomete mais de 80% da população e é denominado:
exostose
grânulo de Fordyce
cisto globulomaxilar
fosseta da comissura labial
Assinale a alternativa abaixo que NÃO apresenta uma das lesões patológicas que surgem na mucosa bucal, em decorrência do uso de próteses dentárias mal-adaptadas ou mal–higienizadas:
Candidoses.
Mucocele.
Hiperplasias.
Úlceras traumáticas.
Paciente de 23 anos de idade, sexo masculino, procura atendimento odontológico. Relata ser portador do vírus HIV desde os 17 anos de idade. Ao exame clínico da cavidade bucal, observa-se uma lesão branca no bordo lateral da língua, destacável da mucosa quando se fricciona uma gaze seca. Essa lesão, que pode causar, quando disseminada sistemicamente, a endocardite infecciosa, trata-se de
leucoplasia oral pilosa.
citomegalovirose.
histoplasmose.
candidose pseudomembranosa.
sífilis terciária.
Sobre a Angina de Ludwig, é CORRETO afirmar que
é uma celulite, que se espalha de maneira agressiva e rápida.
envolve, apenas, o espaço submentoniano.
não há possibilidade de comprometimento das vias aéreas.
não se relaciona com infecções dentárias.
ocorre exclusivamente em indivíduos com distúrbios de imunossupressão.
Quadros de estomatite herpética apresenta diversos sinais e sintomas na cavidade oral, para o correto diagnóstico devemos estar aptos a reconhecer tais sinais. Assinale a seguir uma condição que não é relacionada a tal condição.
Sangramento nas gengivas.
Gengivas avermelhadas.
Inchaço nos lábios.
Cariologia elevada.
Determinado adolescente acompanhado de seu responsável compareceu à Unidade de Saúde relatando um incômodo e alteração no lábio inferior. A mãe mencionou que ele apertava muito os dentes, com comportamento agitado e ansioso, mas não sentia dor no local. Realizado exame clínico, o profissional observou a presença de uma lesão com aspecto bolhoso, formato circular, superfície lisa e mais esbranquiçada. Sugere-se o diagnóstico e seu tratamento em:
Papiloma: remoção cirúrgica.
Hemangioma: sem terapia invasiva.
Mucocele: remoção cirúrgica associada à remoção do agente causador.
Granuloma piogênico: remoção cirúrgica associada à remoção do agente causador.
Lesão plana, ligeiramente elevada e que não se desprende por raspagem.
Esta é a descrição de:
Mácula
Placa
Pseudomembrana
Pápula
Vesícula
Paciente de 66 anos, sexo feminino, receptora de transplante de medula óssea,queixa-se de obstrução nasal, descarga nasal sanguinolenta, dor e intumescimento facial e alterações visuais com proptose concorrente. No exame clínico intra-oral, observa-se ulceração no palato, aparência enegrecida e necrótica. Sabendo trata-se de uma infecção fúngica, a descrição sugere o diagnóstico de
mucormicose.
noma.
hanseníase.
mononucleose infecciosa.
herpangina.
A mucosite é frequente em decorrência do tratamento de tumores hematológicos em virtude da intensidade e da duração da mielossupressão.
Em relação à mucosite, assinale a alternativa correta.
A mucosite é uma condição inflamatória que acomete principalmente a mucosa queratinizada.
A manifestação clínica da mucosite inicia geralmente entre o primeiro e terceiro dia após a quimioterapia, ou quando o acúmulo de doses de irradiação na região de cabeça e pescoço aproxima-se de 1 Gy
O estágio 1 da mucosite corresponde à mucosa sem lesão e, no estágio 4, há área ulcerada, possibilitando apenas ingestão de líquidos.
A mucosite pode se agravar apresentando úlceras, entre o quarto e o quinto dia após a quimioterapia, ou quando o acúmulo de doses de irradiação na região de cabeça e pescoço aproxima-se de 5 Gy.
A mucosite pode ser agravada diante de disfunções endócrinas, lesões em mucosas, higiene bucal deficiente, tratamento prolongado com antibióticos e corticoides.
A Mucormicose é uma infecção fúngica oportunista e frequentemente fulminante, ocasionada por microrganismos sapróbicos do subfilo Mucoromycotina, incluindo gêneros como Absidia, Mucor, Rhizomucor e Rhizopus. A Mucormicose pode envolver qualquer uma das várias áreas do corpo, mas a forma Rinocerebral é mais relevante para o cirurgião-dentista. Segundo Neville (2016), os sintomas da Mucormicose Rinocerebral podem ser exibidos de várias maneiras. Quais são esses sintomas?
Anosmia, descarga nasal sanguinolenta, dor facial ou cefaleia, intumescimento facial ou celulite e fenda palatal.
Obstrução nasal, descarga nasal sanguinolenta, enoftalmia, intumescimento facial ou celulite.
Fenda palatal, anosmia, descarga nasal sanguinolenta, dor facial ou cefaleia, intumescimento facial ou celulite.
Obstrução nasal, descarga nasal sanguinolenta, dor facial ou cefaleia, intumescimento facial ou celulite e alterações visuais com proptose concorrente.
A presença de lesões menores em tecidos moles intraorais, resultante provavelmente de um trauma local, indolor, flutuante à palpação, decorrente de extravasamento salivar, provavelmente localizada no lábio inferior, pode ser classificada como
mucocele.
rânula.
úlcera traumática.
úlcera aftosa.
cisto.
A candidíase é uma infecção fúngica bucal bastante prevalente dentre os usuários que acessam os serviços de saúde bucal da Atenção Básica. Sobre essa doença e o seu manejo não cirúrgico, assinale a alternativa INCORRETA.
As manifestações clínicas são variáveis, sendo a mais frequente aquela associada à Estomatite Protética, com formação de área atrófica e eritematosa que sugere a nomenclatura da lesão.
Os usuários acometidos são na maioria assintomáticos, mas eventualmente podem se queixar de dor, ardência ou, mais raramente, prurido.
Algumas lesões associadas à cândida podem manifestar-se de maneira aguda, com formação de pseudomembrana esbranquiçada, a qual pode ser coletada por esfregaço e encaminhada para exame citológico. Pacientes com suspeita de candidíase pseudomembranosa devem ser sempre investigados cuidadosamente com relação à presença de doenças ou outros fatores que levem à imunossupressão, tais como o uso de corticoides tópicos ou infecção por HIV.
O diagnóstico de candidíase é eminentemente clínico; contudo, como o tratamento das formas crônicas exige protocolos longos e de difícil adesão pelo paciente, reforça-se a necessidade de referenciar tais casos para o Centro de Especialidades Odontológicas para atenção profissional do estomatologista.
A terapia medicamentosa mais comum é realizada com Nistatina em suspensão oral, com bochechos realizados de quatro a cinco vezes ao dia, durante duas semanas. As manobras de higiene favorecem o tratamento e indica-se, para os usuários portadores de próteses removíveis, a interrupção do seu uso e a aplicação da medicação antifúngica na superfície interna delas.
A estomatite aftosa recorrente é uma das patologias mais comuns da mucosa oral. Diferentes subgrupos de pacientes parecem ter diferentes causas para a ocorrência das aftas. Estes fatores sugerem um processo patológico que pode ser desencadeado por uma variedade de agentes causais, cada um dos quais sendo capaz de produzir a doença em certos subgrupos de pacientes.
São fatores associados ao desenvolvimento dessas lesões:
1. Alergias
2. Estresse
3. Prática de atividade física
4. Deficiências nutricionais
5. Doença celíaca
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5.
Dentre as afirmativas a seguir, assinale a que contenha o vírus relacionado a estomatite herpética.
HPV.
HSV.1.
SPV.2.
HIV.
Lesão da mucosa oral que não apresenta revestimento epitelial interno, resultante da ruptura de um ducto de glândula salivar e do extravasamento de mucina para dentro dos tecidos moles vizinhos.
A descrição refere-se a
sialolitíase.
hiperplasia adenomatoide das glândulas salivares menores.
sialoadenite.
mucocele.
cisto odontogênico glandular.