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Nas afirmações abaixo sobre pinos intracanal:
I- A confecção da coroa e de um núcleo fundido em uma única estrutura (Pivô) é vantajosa na restauração de um dente extensamente destruído.
II- O mínimo de material obturador que deve permanecer em um dente tratado endodonticamente para que se possa cimentar um pino intracanal é de 4mm.
III- O comprimento ideal de um pino intracanal é 2/3 do comprimento da raiz.
IV- O pino deve ser posicionado pelo menos 2mm da junção amelodentinária.
V- O comprimento mínimo de um pino intracanal pode ser ligeiramente menor que o comprimento da coroa.
É correto apenas o que se afirma em:
I e II.
II e III.
III e IV.
I e IV.
II e IV.
As principais vantagens do implante unitário sobre as próteses fixas convencionais são:
I. pôntico em sobreposição à gengiva.
II. elemento protético construído sobre o pilar de conexão.
III. preservação da integridade dos tecidos gengivais marginais.
IV. aspecto estético.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I e IV.
II e III.
II e IV.
III e IV.
É necessário remover as coroas e colocar coroas provisórias para melhor avaliação da condição periodontal.
necessário um reforço intracanal, que pode ser feito por meio de um núcleo metálico fundido.
ângulos internos arredondados nas caixas oclusal e proximais.
As novas coroas devem ser feitas em porcelana pura para evitar novos problemas de sobrecontorno e irritação da gengiva marginal pelo metal
a melhor opção de restauração estética é uma coroa total em cerômero.
Na técnica indireta de confecção de pinos, após o preparo do espaço intra-radicular e até a cimentação final do pino, há necessidade de algumas sessões. Entre essas sessões, deve-se fazer o selamento provisório do dente, que deve receber medicação intracanal do tipo hidróxido de cálcio para preencher o espaço preparado.
Em relação aos cimentos odontológicos utilizados para cimentação de próteses parciais fixas metal free é correto afirmar que:
os cimentos resinosos micro-híbridos apresentam um percentual inorgânico em torno de 5 a 6% em volume e 6 a 8% em peso.
os cimentos de ionômero de vidro modificados por resina são menos resistentes à ação da água do que os ionômeros convencionais e apresentam maior solubilidade.
a espatulação e o assentamento do cimento de policarboxilato de zinco com uma ação vibratória aumentam a sua viscosidade e produzem uma película de 145 micrômetros ou mais.
o cimento de ionômero de vidro do tipo III é o mais indicado para cimentação dessas próteses por apresentar maior união dentária, menor espessura e melhor estética.
nos cimentos resinosos duais com mistura das pastas base e catalisadora, inicia-se o processo de polimerização; porém, com a fotopolimerização, há uma maior conversão dos monômeros em polímero, o que confere suas melhores propriedades.
Pesquisas têm demonstrado que o remanescente mínimo de obturação endodôntica necessário para se ter segurança quanto ao selamento apical, importante durante o preparo do espaço para pino, é de 2 mm, se a guta-percha empregada for do tipo alfa.
Uma hiperplasia fibrosa inflamatória causada por prótese total pode ser indício de mal ajustamento dessa prótese.
deve ser considerada a opção por coroa total em ouro se não houver exigência de restauração estética.
Com relação à técnica e aos materiais utilizados para confecção de restaurações estéticas indiretas, assinale a opção correta.
As cerâmicas utilizadas em restaurações tipo onlay apresentam como vantagem a facilidade de realização de reparos com resina composta.
Os cerômeros são materiais híbridos que apresentam maior resistência flexural que os materiais cerâmicos.
Ângulos internos agudos nos preparos para inlays reduzem a concentração de forças e minimizam a chance de fraturas.
As principais contra-indicações para restaurações indiretas em cerômeros em dentes posteriores são: cavidades pequenas, localização subgengival das paredes cervicais e dente desvitalizado.
O uso de pinos metálicos, desde que cumpridas todas as exigências mecânicas de confecção, melhora a resistência da estrutura remanescente, diminuindo o risco de fratura da estrutura dentária. Um dos melhores materiais para essa finalidade é o ouro.
separação de, aproximadamente, 0,2 mm a 0,4 mm entre o ângulo cavossuperficial da caixa proximal e a face proximal do dente vizinho.
profundidade da caixa oclusal e dimensão vestibulolingual de, aproximadamente, 1,5 mm a 2,0 mm, para proporcionar maior volume do material restaurador.
parede gengival da caixa proximal plana no sentido vestibulolingual e no sentido axioproximal com terminação chanfrada.
Pinos resinosos reforçados com fibras de quartzo apresentam módulo de elasticidade superior aos de fibra de vidro. Além disso, possuem a vantagem de transmitir a luz para o interior do canal radicular, melhorando a polimerização do compósito adesivo. O procedimento técnico para instalação desse tipo de pino permite o uso de isolamento absoluto e pode ser feito imediatamente após a obturação do canal radicular.
Uma das causas freqüentes de falha na restauração é a inadequada forma de resistência, como, por exemplo, nas restaurações indiretas em cerâmica com paredes pulpares com espessura inferior a 2 mm.
Pinos resinosos reforçados com fibra de vidro têm sido utilizados como retentores em dentes tratados endodonticamente e possurem rigidez semelhante à da dentina, o que reduz o risco de fraturas radiculares. Eles permitem restaurações coronárias com compósitos ou coroas protéticas em cerâmicas puras ou não.