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Assinale a alternativa CORRETA em relação a fraturas.
A incidência de Towne reversa é ideal para mostrar o deslocamento medial do côndilo e as fraturas do pescoço condílico.
A incidência de Towne craniana lateral do corpo e ramo ascendente é útil em detectar fraturas intra-articulares.
As tomografias planas e helicoidais são mais curtas e oferecem uma exposição maior a radiações.
O escaneamento tradicional (TC) não é ideal para fraturas condilares por ser difícil de visualizá-las.
As fraturas subcondilares de diagnóstico clínico não necessitam de exames complementares.
Mandíbulas atróficas são de particular interesse para o cirurgião buco-maxilo-facial devido as particularidades no manejo desta afecção dentro da traumatologia facial. Com relação as fraturas em mandíbulas atróficas, assinale a alternativa correta.
São consideradas do grupo II mandíbulas com altura óssea remanescente menores que 10 mm.
São consideradas do grupo III mandíbulas com altura óssea remanescente menores que 5 mm.
São consideradas do grupo II mandíbulas com altura óssea remanescente entre 10 mm e 15 mm.
Remanescente ósseo mandibular com altura de 25 mm sem encaixe no grupo I.
São consideradas do grupo II mandíbulas com altura óssea remanescente entre 15 mm e 20 mm.
Paciente vítima de acidente motociclistico. O mesmo relata impacto forte em região do ‘queixo’. Ao exame de imagem foi observado fratura em sínfise e côndilo do lado direito. Os sinais clínicos que podemos observar no referido paciente são:
sinal de battle, desvio da mandíbula para o lado direito e mordida aberta anterior.
sinal de guaxinim, desvio da mandíbula para o lado esquerdo e mordida aberta do lado direito.
hematoma sublingual, desvio da mandíbula para o lado direito e mordida aberta do lado direito.
hematoma sublingual, desvio da mandíbula para o lado direito e mordida aberta do lado esquerdo.
ferimento corto contuso em mento, desvio da mandíbula para o lado esquerdo e mordida aberta para o lado esquerdo.
A classificação proposta por Markowitz para as fraturas do complexo naso-orbito-etmoidal (NOE), ajuda não somente no diagnóstico mas também nas propostas de tratamento. Frente a esta classificação assinale a alternativa correta:
A fratura do tipo I é classificada por possuir um fragmento central sem deslocamento do ligamento cantal medial
A fratura do tipo III, bilateralmente, é a mais comum
Na fratura do tipo II podemos observar a desinserção do ligamento cantal medial
O procedimento de cantopexia está indicado para fraturas NOE tipo I
Na fratura NOE tipo III não há necessidade de realizar cantopexia
São complicações associadas com fraturas da maxila, exceto:
Enoftalmo.
Septo desviado.
Obstrução nasal.
Epífora.
Parestesia do nervo oftálmico.
Os traumatismos ocular e orbitário devem ser abordados com extremo cuidado, pois têm íntimo relacionamento com a visão. Em relação à anatomia dos canais e fissuras orbitárias e seus conteúdos, assinale a alternativa incorreta:
A fossa nasolacrimal contém o saco e o dueto nasolacrimal.
O canal etmoidal posterior contém o nervo etmoidal anterior e a artéria etmoidal posterior.
No canal etmoidal anterior, o nervo etmoidal anterior torna-se o nasal dorsal.
No canal óptico estão presentes o nervo óptico, meninges, artéria oftálmica e fibras simpáticas.
A fissura orbital inferior contém a veia oftálmica inferior e ramos do plexo pterigóide.
Nos traumas que envolvem o complexo zigomático-orbitário podemos observar alguns sinais clínicos que sugerem injúria as estruturas oculares, dentre elas podemos citar a QUEMOSE. Assinale a alternativa correta que descreve esta alteração.
Aumento da distância intercantal
Hemorragia subconjuntival
Sangramento na câmara anterior do olho
Edema na conjuntiva ocular
Aumento do volume orbitário
A classificação mais usada para as fraturas da maxila é a de Le Fort. A fratura de Le Fort I atinge as seguintes estruturas:
parede lateral do seio maxilar, parede nasal lateral e terço inferior do septo nasal.
parede lateral do seio maxilar, osso zigomático e septo nasal.
osso frontal, parede nasal lateral e terço inferior do septo nasal.
parede lateral do seio maxilar, arco zigomático e parede nasal lateral.
As fraturas mandibulares podem ser classificadas de acordo com a localização anatômica a partir do estudo de Kelly & Harrigan (1975). Em relação às fraturas mandibulares, assinale a alternativa incorreta.
Fratura de ângulo é qualquer fratura distal ao segundo molar, da curva formada pela junção do corpo e ramo na área retromolar, para qualquer ponto da curva formada pela borda inferior do corpo e borda posterior do ramo da mandíbula.
Fratura de sínfise é qualquer fratura na região dos incisivos que se estende do processo alveolar pela borda inferior da mandíbula em uma direção vertical ou quase vertical.
Fratura de parassínfise ocorre entre o forame mentoniano e o aspecto distal do incisivo inferior, estendendo-se do processo alveolar até a borda inferior.
Fratura de corpo ocorre na região entre o forame mentoniano e a porção distal do segundo molar e se estende do processo alveolar até a borda inferior.
Fratura do ramo ascendente ocorre em qualquer fratura distal ao segundo molar, estendendo-se de qualquer ponto da curva formada pela junção do corpo e do ramo na área retromolar, para qualquer ponto da curva formada pela borda inferior do corpo e borda posterior do ramo da mandíbula.
Paciente de 18 anos sofreu um trauma do tipo luxação lateral em que no elemento 11 sofreu deslocamento em direção palatal. Dente não apresenta mobilidade e durante o teste de percussão observa-se som metálico, sugerindo fratura alveolar localizada. O teste de sensibilidade foi negativo. E radiografi camente apresenta alargamento do espaço periodontal e o paciente não apresenta nenhum problema de saúde descrito na anamnese. O procedimento adequado é:
Reposicionar o dente digitalmente ou através do uso de fórceps; reposicionar o deslocamento ósseo; suturar a laceração dos tecidos; realizar contenção semirrígida por 4 (quatro) semanas, proservar.
Reposicionar o dente digitalmente ou através do uso de fórceps; reposicionar o deslocamento ósseo; suturar a laceração dos tecidos; realizar contenção rígida por 4 (quatro) semanas, proservar.
Realizar a exodontia do elemento dental
Reposicionar o elemento dental digitalmente ou através de uso de fórceps, reposicionar o deslocamento ósseo; suturar lacerações, fazer contenção rígida por 1 (uma) semana; realizar endodontia de sessão única na primeira sessão de atendimento e restaurar; proservar.
Realizar a exodontia do elemento dental, realizar tratamento endodôntico e reimplantar o elemento dental.
Alguns sinais clínicos podem sugerir que determinado paciente possua fratura da base do crânio. Frente a esta condição, assinale a alternativa correta que cita sinais clínicos que sugerem fratura da base do crânio.
Sinal de Battle e epistaxe
Otorragia e epífora
Hemotímpano e sinal de Battle
Rinorreia e epistaxe
Otorréia e epífora
As fraturas condilares podem ser tratadas conservadoramente por bloqueio maxilo-mandibular e por redução aberta. É uma indicação para o tratamento por redução aberta:
fraturas unilaterais intracapsulares sem deslocamento.
fraturas intracapsulares em crianças menores de dois anos.
fratura com deslocamento do segmento proximal dentro da fossa craniana média.
fraturas deslocadas em crianças menores de cinco anos.
Em relação ao manejo das fraturas do complexo maxilofacial, marque a alternativa que contêm os sítios anatômicos convencionais para a fixação com mini placas e parafusos em fraturas Le Fort I.
Parede anterior do seio maxilar e pilar canino
Pilar zigomático-maxilar e pilar canino
Pilar zigomático-maxilar e pilar pterigopalatino
Pilar pterigopalatino e pilar canino
Pilar anterior do seio maxilar e pilar zigomático-maxilar
As fraturas múltiplas de face, normalmente classificadas como panfaciais, podem ser abordadas “de cima para baixo e de fora pra dentro” ou de baixo para cima e de dentro para fora”, com base nessas abordagens, assinale a alternativa correta.
Na sequência de baixo para cima a maxila é abordada primeiro que o côndilo mandibular
Na sequência de baixo para cima o complexo naso-orbito-etmoidal é abordado primeiro que o zigoma
Na sequência de cima para baixo o frontal é abordado primeiro que o zigoma
Na sequência de cima para baixo o palato é abordado primeiro que o frontal
Independente da sequência o côndilo sempre é abordado primeiro que o palato
São sinais e/ou sintomas encontrados frequentemente em pacientes que apresentam fratura mandibular com deslocamento dos fragmentos ósseos:
equimose infraorbitária e má oclusão.
hematoma retroauricular e telecanto.
hipertelorismo e má oclusão.
parestesia do nervo alveolar inferior e má oclusão.
Considerando o trauma maxilofacial, é CORRETO afirmar que
pode provocar desfiguração, perda de função e é frequentemente fatal.
o trauma facial pode ser mortal.
o trauma veicular se constitui na mais importante e comum causa de lesões faciais.
corresponde exclusivamente às contusões e fraturas dos ossos da face.
as medidas de segurança no trânsito se constituem na única forma de prevenção e consequente eliminação das lesões faciais.
Considerando uma fratura mandibular, são fatores que influenciam no deslocamento de segmentos fraturados, EXCETO:
Presença de corpo estranho no tecido mole adjacente.
Local da fratura.
Tração muscular.
Extensão das feridas no tecido mole.
Quanto à região anatômica acometida, as fraturas mandibulares localizadas entre o ângulo da mandíbula e a região inferior do côndilo e do processo coronoide são classificadas como fraturas
Assinale a alternativa correta em relação às fraturas nasoetmoiorbitárias.
Não há distância alterada intercantal interna.
Não se relacionam com o tipo de força aplicada pelo agente traumático.
Correspondem ao deslocamento lateral do terço médio superior.
Estão frequentemente associadas a fraturas do osso frontal, à lâmina cribiforme do etmoide e ao assoalho da fossa craneana anterior.
Nunca apresentam como sinal e sintoma deformidade do septo nasal e anosmia.