Questões de Concurso sobre Didática e o processo de ensino e aprendizagem

 
 
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A teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel tem como base a ideia de que a condição fundamental para aprender, diferentemente de apenas memorizar, é que o sujeito já possua subsunçores que possam dar sentido aos novos conhecimentos.


Um aspecto conceitual dos subsunçores é:


A

serem conhecidos como ideias-âncora, dado que, uma vez estabelecidos, tornam-se fixos;


B

entrarem em relações dinâmicas de hierarquia uns com os outros e com os conhecimentos adquiridos;


C

tornarem-se ponto de apoio potencial para menos conhecimentos, na medida em que se complexificam;


D

surgirem como um conjunto de ideias inatas universalmente presentes nas estruturas subjetivas;


E

chegarem ao status de organizadores prévios, na medida em que ganham em clareza e abrangência.

À luz das teorias pedagógicas, principalmente aquelas voltadas para o construtivismo, os jogos, sendo por si só motivadores, já se tornam efetivos para auxiliar na aprendizagem dos estudantes.


C

Certo


E

Errado

Analise a tirinha a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: http://clubedamafalda.blogspot.com


Com base no diálogo acima, é possível refletirmos sobre a gestão dos processos de ensino aprendizagem, por meio da insatisfação da personagem “Mafalda” em relação ao que é ensinado na escola. Podemos, então, considerar que:


A

A escola deve ser o lugar da transmissão do conhecimento sem necessidade de contextualização no processo de ensino e aprendizagem.


B

A escola tem o papel de ensinar o aluno a preencher o seu tempo com informações dos livros.


C

A realidade externa não deve influenciar nos conteúdos trabalhados na escola.


D

A escola deve dissociar a sala de aula da vida prática do aluno.


E

A escola deve ser o lugar da cultura viva, do dia-a-dia do aluno, além de contemplar o contexto sociocultural e trabalhar conteúdos com significado de forma interativa, interdisciplinar e contextualizada.

O processo ensino-aprendizagem é uma construção coletiva, mediado pela relação professor/aluno/conhecimento.

-

Assinale a alternativa que complementa essa concepção.


A

O prazer pelo aprender é uma atividade que surge espontaneamente nos alunos, pois é uma tarefa que cumprem com satisfação; logo, para que seja cultivado, é desnecessário despertar a curiosidade dos alunos no desenvolver das atividades.


B

A afetividade, a confiança, a empatia e o respeito entre professores e alunos, para que melhor desenvolvam a leitura, a escrita, a reflexão, a aprendizagem e a pesquisa autônoma, pouco interferem no processo de ensino e aprendizagem dos alunos.


C

A relação entre professor e aluno independe do clima estabelecido pelo professor, da relação empática com seus alunos, de sua capacidade de ouvir, refletir e discutir o nível de compreensão dos alunos e da criação dos elos com o processo de conhecimento.


D

O educador, para pôr em prática o diálogo, não se posiciona como o detentor do saber; pelo contrário, coloca-se na posição de quem não sabe tudo, reconhecendo que mesmo um analfabeto é portador do conhecimento mais importante: o da vida.


E

Os educadores podem permitir situações diferenciadas adotadas com um determinado aluno, como melhorar a nota e abonar as faltas, apenas norteados pelo fator amizade ou empatia, atitudes que podem fazer parte da rotina do processo de ensino e aprendizagem.

(...) O direito à educação está intimamente ligado ao direito à informação, à cultura e à ciência; ele requer um profundo compromisso com a construção de capacidades humanas. Além disso, esse direito está intimamente ligado ao direito de ter acesso e contribuir para os conhecimentos comuns da humanidade e seus recursos de informação, conhecimento e sabedoria compartilhados e em contínua expansão.

O ciclo contínuo de criação de conhecimento que ocorre por meio de contestação, diálogo e debate é o que ajuda a coordenar a ação, produzir verdades científicas e incentivar a inovação. É um dos recursos mais valiosos e inesgotáveis da humanidade e um aspecto fundamental da educação. Quanto mais pessoas têm acesso aos conhecimentos comuns, mais abundantes eles se tornam. O desenvolvimento da linguagem, do numeramento e dos sistemas de escrita facilitou a disseminação do conhecimento ao longo do tempo e do espaço. Isso, por sua vez, permitiu que as sociedades humanas atingissem níveis extraordinários de crescimento coletivo e construção de civilizações. As possibilidades dos conhecimentos comuns são teoricamente infinitas. A diversidade e a inovação desencadeadas pelos conhecimentos comuns originam-se de empréstimos e experimentações que atravessam fronteiras disciplinares, bem como da reinterpretação do antigo e da criação do novo.

Infelizmente, as barreiras impedem a equidade no acesso e na contribuição para os conhecimentos comuns. Existem lacunas e distorções significativas no conhecimento acumulado da humanidade que necessitam ser abordadas e corrigidas. Perspectivas, linguagens e conhecimentos indígenas têm sido marginalizados há muito tempo. Mulheres, meninas, minorias e grupos de baixa renda também são severamente sub-representados. As limitações de acesso a conhecimentos comuns ocorrem como resultado de comercialização e leis de propriedade intelectual excessivamente restritivas, da ausência de regulamentação e da falta de suporte adequado para as comunidades e os sistemas que gerenciam os conhecimentos comuns.(..)

Um direito ampliado à educação ao longo da vida requer o compromisso em derrubar barreiras e garantir que os conhecimentos comuns sejam um recurso aberto e duradouro que reflita as diversas formas de conhecer e estar no mundo.


Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. 10 e 11.


A partir da leitura do texto, pode-se afirmar:


A

O conhecimento comum é constituído pela ação humana em comunidade, por meio da discussão e do debate, crescendo à medida que mais pessoas participam desse processo. Ou seja, quanto mais utilizado, mais ele se desenvolve, multiplicando-se a si mesmo. Elementos que favoreceram a expansão do conhecimento comum foram os sistemas de escrita e de numeração, que permitiram não só fixar, mas transmitir o saber tanto no tempo quanto no espaço. Porém, não são todos que igualmente participam da construção do conhecimento comum, sendo sub-representados os mais pobres, as mulheres, as minorias e os saberes indígenas.


B

O conhecimento comum é constituído pela ação humana em comunidade, por meio da discussão e do debate, crescendo à medida que mais pessoas participam desse processo. A participação, no entanto, precisa se dar de forma qualitativamente relevante, para que essa atividade não seja contraproducente, gerando menos, e não mais conhecimento comum. Elementos que favoreceram a expansão do conhecimento comum foram os sistemas de escrita e de numeração, que permitiram não só fixar e transmitir o saber no tempo e no espaço, mas tornaram possível sua existência. Porém, não são todos que igualmente participam da construção do conhecimento comum, sendo subrepresentados os mais pobres, as mulheres, as minorias e os saberes indígenas.


C

O conhecimento comum é constituído pela ação humana em comunidade, por meio da discussão e do debate entre aqueles que partilham de uma linguagem e valores também comuns. Essa ação precisa se dar de forma qualitativamente relevante, para que o conhecimento, de fato, seja comum a todos os que dele participam. Elementos que favoreceram a expansão do conhecimento comum foram os sistemas de escrita e de numeração, que permitiram não só fixar e transmitir o saber no tempo e no espaço, mas tornaram possível unificar valores e práticas compartilhadas na comunidade. Porém, não são todos que igualmente participam da construção do conhecimento comum, sendo sub-representados os mais pobres, as mulheres, as minorias e os saberes indígenas.


D

O conhecimento comum é constituído pela ação humana em comunidade, por meio da discussão e do debate, crescendo à medida que mais pessoas participam desse processo. Ou seja, quanto mais utilizado, mais ele se desenvolve, multiplicando-se a si mesmo. Elementos que favoreceram a expansão do conhecimento comum foram os sistemas de escrita e de numeração, que permitiram não só fixar, mas transmitir o saber tanto no tempo quanto no espaço. Por isso, todos igualmente participam da construção do conhecimento comum, de acordo com suas possibilidades e formas de expressão.


E

O conhecimento comum, constituído pela ação humana em comunidade, é o que chamamos de senso comum, que cresce à medida em que mais pessoas participam do processo educativo. Elementos que favoreceram a expansão do conhecimento comum ou bom senso foram os sistemas de escrita e de numeração, que permitiram não só fixar, mas transmiti-lo tanto no tempo quanto no espaço. Porém, não são todos que igualmente participam da construção do senso comum, sendo sub-representados os mais pobres, as mulheres, as minorias e os saberes indígenas.

“Com efeito, disciplinar os hábitos das crianças, pensar a aprendizagem com o desdobrar inelutável de um programa e sustentar a tese da existência de capacidades psicológicas maturacionais justificam-se necessariamente em torno da ideia da criança como um adulto-em-desenvolvimento. Em outras palavras, se não se pensasse que na criança de hoje reside a chave do amanhã do adulto, não teria sentido dispor o cotidiano escolar em função de um dever-ser infantil. Mais ainda, hoje em dia, à criança cabe dar, sistematicamente, prova de que ao adulto do futuro nada vai faltar, pois assim o adulto do presente usufrui de uma certa felicidade. Como sabemos, quando um adulto olha nos olhos de uma criança, e enfoca de fato os olhos da criança ideal, recupera a felicidade que acredita ter perdido, uma vez que lhe retorna do fundo desse olhar sua imagem às avessas. Ou seja, na forma educada que hoje temos de tratar a infância está em jogo uma operação importante do ponto de vista da economia gozosa do adulto. Assim, não deve nos surpreender que a imagem de uma criança ideal tire, obcecadamente, o sono dos espíritos pedagógicos. O que se almeja na atualidade não é mais que uma criança aprenda aquilo que ela não sabe e o adulto sim (cavalgar, dançar, fazer pão ou decorar o Organon de Aristóteles), porém fazer dela esse ao menos um adulto que, no futuro, não padeça das nossas impotências atuais. Em outras palavras, se antes se pedia, com ou sem chicotes, à criança que fosse um adulto mais ou menos educado, com o tempo passou-se a almejar cada vez mais que possuísse no futuro toda a potência imaginária que o adulto pensa que lhe falta e que, portanto, não o deixa ser feliz. Entretanto, se o que agora passa a se demandar é algo tão impossível quanto o era, em última instância, o anterior, isso deve ser necessariamente de uma outra qualidade a tal ponto que o cotidiano escolar não só em nada se parece às pequenas escolas do século XV, como também passou a justificar-se a partir de uma singular ligação entre disciplina, aprendizagem e psicologia infantil. Se na atualidade espera-se que as crianças venham a ser adultos possuidores de tudo aquilo que hoje nós não temos imaginariamente, bem como, por cima, trata-se de consegui-lo graças à metódica observância de um programa tanto moral quanto natural, então, por um lado, toda empresa pedagógica acaba se revelando pouco eficaz, e, por outro, os alunos acabam se transformando em crianças mais ou menos indisciplinadas. Isso acontece uma vez que o norte da moderna empresa pedagógica é uma criança feita de um puro estofo imaginário. Tanto a pretensa eficácia pedagógica quanto a disciplina perfeita não podem menos que implicar a desaparição da distância entre um aluno real e a criança ideal. Em outras palavras, o cotidiano escolar se articula em torno da tentativa de vir a apagar a diferença que habita no campo subjetivo.”


LAJONQUIÈRE, Leandro de. A criança, “sua” (in)disciplina e a psicanálise. In: AQUINO, Júlio Groppa (org). Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. SP: Summus, 1996, p. 32.


Podemos concluir, a partir da leitura do texto, que nele se defende a seguinte ideia:


A

Mais do que a exigência de um dever-ser, o cotidiano escolar exige, nos tempos de hoje, que a criança, definida como um adulto-em-desenvolvimento, cumpra determinado programa, tanto moral quanto natural, que a transforme no que poderíamos chamar de sujeito epistêmico. Essa exigência corresponde àquela da criança ideal, que deriva da criança real, por abstração, e na qual vemos as potencialidades por realizar. Superar a distância entre essa criança ideal e a real define o sucesso da empresa pedagógica.


B

Mais do que a exigência de aquisição de um saber, o cotidiano escolar exige, nos tempos de hoje, que a criança, definida como um adulto-em-desenvolvimento, cumpra determinado dever-ser que a transforme na imagem do adulto ideal que postulamos quando nos lançamos à empreitada pedagógica. A essa imagem de um adulto ideal não corresponde, por outro lado, aquela de uma criança ideal, na qual vemos todas as nossas potencialidades não realizadas. Essa criança ideal nunca é suficientemente caracterizada, daí decorrendo muito da ineficácia da empresa pedagógica.


C

Mais do que a exigência de aquisição de um saber, o cotidiano escolar exige, nos tempos de hoje, que a criança, definida como um adulto-em-desenvolvimento, cumpra determinado dever-ser que a transforme na imagem do adulto ideal que postulamos quando nos lançamos à empreitada pedagógica. A essa imagem de um adulto ideal corresponde, por outro lado, aquela de uma criança ideal, na qual vemos todas as nossas potencialidades não realizadas. Essa criança ideal, por definição, não existe, e daí decorre muito da ineficácia da empresa pedagógica.


D

Mais do que a exigência de aquisição de um saber, o cotidiano escolar exige, nos tempos de hoje, que a criança, definida como um adulto-em-desenvolvimento, definitivamente não cumpra um dever-ser que, vindo de fora, de uma imagem ideal, a transforme no adulto ideal que postulamos quando nos lançamos à empreitada pedagógica. Esse adulto ideal corresponde, sempre, à imagem da criança real, na qual vemos todas as nossas potencialidades não realizadas. Pois a criança ideal, por definição, não existe, e daí decorre muito da ineficácia da empresa pedagógica.


E

Mais do que a observância de um programa, tanto moral quanto natural, o cotidiano escolar exige, sempre, que a criança, definida como um adulto-em-desenvolvimento, cumpra um percurso de aquisição dos saberes escolares que a transforme no adulto ideal que postulamos quando nos lançamos à empreitada pedagógica. A essa imagem de um adulto ideal corresponde, por outro lado, aquela de uma criança ideal, na qual vemos todas as nossas potencialidades não realizadas. Essa criança ideal, por definição, não existe, e daí decorre muito da ineficácia da empresa pedagógica.

Uma educação inovadora aponta para o uso de metodologias que podem transformar aulas em experiências de aprendizagem ativa e significativa, tendo em vista uma compreensão mais ampla e profunda dos estudantes inseridos em um mundo marcado por um contexto de incertezas e de aceleradas mudanças sociais. (MORAN in BACICH; MORAN, 2018)


A aprendizagem ativa e significativa na formação do estudante ocorrerá com atividades que, EXCETO:


A

desenvolvem a capacidade de adaptação a situações inesperadas, superando modelos rígidos e automatismos pouco eficientes.


B

aumentem a flexibilidade cognitiva, que é a capacidade de alternar e realizar diferentes tarefas, operações mentais ou objetivos desejados.


C

expandem a experiência do professor para o desenvolvimento de competências semelhantes às dos alunos e que lhe parecem significativas.


D

efetivem avanços em espiral, de níveis mais simples para mais complexos de conhecimento e competência em todas as dimensões da vida.


E

exigem, do aprendiz e do docente, formas diferentes de movimentação interna e externa para interpretar, comparar, avaliar e aplicar o conhecimento.

Os referenciais teóricos servem apenas de guias genéricos para a elaboração de sequências didáticas, uma vez que o que importa e dá coerência a uma aula é a experiência do professor.


C

Certo


E

Errado

Um dos documentos obrigatórios para as instituições de ensino é o Regimento Escolar. Conforme o Thesaurus Brasileiro da Educação do INEP, o Regimento Escolar compreende o conjunto dos dispositivos que definem os ordenamentos básicos da estrutura e funcionamento da escola. No caso de Presidente Prudente, o Regimento Comum das Escolas Municipais foi aprovado pelo Decreto no 13.489/1999. Conforme dispõe o Art. 124 desse decreto, para que a organização em cicIos do Ensino Fundamental e Suplência “seja regida pelos princípios da continuidade e articulação, a escola deverá garantir os registros necessários em Ficha de Acompanhamento do Rendimento Escolar, que contemplem uma análise global do educando em função do que avançou e do que falta atingir em termos


A

do que foi planejado pelo professor”.


B

de desenvolvimento da sua aprendizagem”.


C

do que determina o Conselho Municipal de Educação”.


D

do que consta no projeto político pedagógico da escola”.


E

de assimilação dos conteúdos desenvolvidos em classe”.

Com a responsabilidade de registro, guarda e expedição de documentos escolares, o arquivo escolar obedece a critérios pré-estabelecidos que norteiam o trabalho de escrituração escolar. Nesse contexto, o arquivo escolar ativo é composto pelos documentos:


I. livro de ata de resultados finais e de Conselho de Classe.

II. pasta individual dos alunos e livro de ata de matrícula.

III. cópia do diploma dos alunos concluintes.

IV. histórico escolar dos alunos transferidos.


É CORRETO o que se afirma em:


A

I, II e III.


B

I e II.


C

II e III.


D

I, III e IV.


E

II e IV.

As dificuldades de aprendizagem podem ter origem em problemas físicos, psíquicos e emocionais. O clima familiar, a falta de estímulo ou a inadaptação do aluno à escola, também influenciam no desempenho das crianças, podendo provocar desinteresse passageiro pelos estudos, trazendo prejuízos no rendimento escolar.


As dificuldades para compreender e assimilar regras, conceitos e operações matemáticas estão relacionadas ao seguinte tipo de problema de aprendizagem:


A

Dislexia.


B

Dislalia.


C

Discalculia.


D

Disgrafia.

Analise as assertivas abaixo, identificando algumas das principais características dos transtornos de aprendizagem apresentados por alunos, e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Disgrafia: confusão entre letras, sílabas ou palavras que se parecem graficamente, tais como inverter letras com grafia similar, mas com diferente orientação no espaço, e troca de letras cujo sons são parecidos.

( ) Discalculia: incapacidade de sequenciar e classificar números, dificuldade para compreender os sinais das quatro operações e também para lembrar a sequência de passos durante a realização de operações matemáticas.

( ) Dislexia: escrita das letras no sentido horário com desorganização nas formas e tamanhos das letras, ou muito pequenas ou muito grandes, utilizando palavras alongadas ou compridas, enquanto os números são escritos de baixo para cima.

( ) Disortografia: confusão entre letras e sílabas, com trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor, havendo também inversões, omissões e desordem na estrutura das frases.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – F – F – F.


B

V – V – V – F.


C

V – F – V – V.


D

F – V – F – V.


E

F – V – V – V.

[...] ocorre em diálogos igualitários, nas interações em que a inteligência cultural é reconhecida em todas as pessoas e orientada para a transformação dos níveis anteriores de conhecimento e do contexto sociocultural para o sucesso de todos. [...] ocorre em interações que melhoram a dimensão instrumental, favorecem a criação de sentido pessoal e social, são orientadas por princípios de solidariedade e em que a igualdade e a diferença são valores compatíveis e mutuamente enriquecedores.

-

Disponível em: <dge.mec.Pt/sites/default/files/EPIPSE/>.

Acesso em: 20 jul. 2022.

-

Os princípios destacados no texto referem-se à aprendizagem


A

dialógica.


B

colaborativa.


C

aberta.


D

significativa.


E

autodirecionada.

A qualidade do trabalho escolar com vistas a promover a aprendizagem de todos os estudantes considera os resultados das avaliações. Resultados que vão delinear iniciativas de diversas instâncias: adequar as intervenções educativas a necessidade dos nossos estudantes e refletir sobre o sistema de ensino que os atende. Os tipos de avaliação que promovem esta argumentação são __________. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.


A

da aprendizagem, larga escala e institucional


B

provas bimestrais, larga escala ou externa e institucional


C

atividades permanentes e projetos


D

para a aprendizagem e as de larga escala


E

avaliação diagnóstica, avaliação bimestral e os relatórios

A aprendizagem se constrói e cada ser humano faz a sua construção no seu ritmo e no seu jeito. Em um mundo complexo como o que vivemos hoje, é necessário que a aprendizagem aconteça em situações e ambientes que atendam os objetivos, as demandas e necessidades desse mundo. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Uma escola pluralista, para poder mostrar visões, formas de viver e diferentes possibilidades de realização pessoal, profissional e social.

( ) A educação deve continuar baseada mais no controle do que no afeto e, também, mais no autoritarismo do que na colaboração.

( ) O professor deve implementar a sua ação não priorizando a comunicação face a face (presencialmente) com os alunos mas, sim, digitalmente com as tecnologias móveis para interagir com todos e com cada um.

( ) O desafio da escola é capacitar o aluno a dar sentido às coisas, compreendendo-as, contextualizando-as com uma visão mais integradora, ampla e interligada à sua vida.

( ) Os projetos pedagógicos inovadores são aqueles que conciliam, na organização curricular, espaços, tempos e projetos equilibrando a comunicação pessoal e a colaborativa, a presencial e on-line.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

F – F – F – V – V.


B

V – V – V – V – V.


C

F – V – V – F – F.


D

V – F – F – V – V.


E

V – F – V – F – V.

Em relação à didática e ao processo de ensino e aprendizagem, assinale a opção correta.


A

Os recursos didáticos são elementos de investigação e validação das ciências em estudo na escola.


B

A separação dos conteúdos de formação material daqueles relativos à formação social garante a eficiência do ensino.


C

A didática investiga elementos do ensino não relacionados aos fatores políticos e psicossociais.


D

A instrução é o resultado da assimilação de conhecimentos sistematizados e tem como núcleo os conteúdos das matérias.


E

A intervenção pedagógica deve restringir-se aos conteúdos da série de atuação professor-alunos.

Ao discutir a relação entre “diferença, aprendizagens e avaliação”, Maria Teresa Esteban faz um alerta: “... quando identificamos as diferentes aprendizagens realizadas pelos estudantes com não aprendizagem, por não corresponderem aos padrões escolares, a diferença justifica a desigualdade” (2010, p. 50). Para evitar tal situação, é preciso que professores e crianças:


A

construam com seus pares ações paliativas para a questão


B

recusem discussões sobre desigualdade na escola, a fim de não reforçar o problema


C

não ignorem a existência de diferentes culturas, reconhecendo-as como objeto de conhecimento


D

dialoguem e indaguem os processos de exclusão impostos aos estudantes cujos movimentos de aprendizagem são percebidos como caóticos

   
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