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Na Educação Infantil, a aprendizagem e o desenvolvimento têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira; esses eixos garantem os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Assim, para construir um Currículo que potencialize as aprendizagens e o desenvolvimento de bebês (zero a 1 ano e 6 meses), crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses) e crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses) é preciso voltar às vivências e aos conhecimentos construídos pelas crianças em seu ambiente familiar, no contexto de sua comunidade e do patrimônio cultural no qual a criança está imersa, articulando os em propostas pedagógicas intencionalmente planejadas. A BNCC propõe uma organização curricular para Educação Infantil, por meio de cinco Campos de Experiências, nos quais são contextualizados os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Com base nos seus conhecimentos sobre os cinco campos de experiência, assinale a alternativa correta:
O Eu, o outro e o nós: as experiências com o corpo, gestos e movimentos devem promover a validação da linguagem corporal dos bebês e das crianças e potencializar suas formas de expressão, aprimorando a percepção do próprio corpo e ampliando o conhecimento de si e do mundo.
Corpo, gestos e movimentos: as propostas que envolvem este campo privilegiam as experiências de interação, para que se construa e se amplie a percepção de si, do outro e do grupo, por meio das relações que se estabelece com seus pares e adultos, de forma a descobrir seu modo de ser, estar e agir no mundo e aprender, reconhecer e respeitar as identidades dos outros.
Traços, sons, cores e formas: os saberes e conhecimentos trazidos nesse campo potencializam a criatividade, o senso estético, o senso crítico e a autoria das crianças ao construírem, criarem e desenharem usando diferentes materiais plásticos e/ou gráficos, bem como desenvolvem a expressividade e a sensibilidade ao vivenciarem diferentes sons, ritmos, músicas e demais movimentos artísticos próprios da sua e de outras culturas.
Escuta, fala, pensamento e imaginação: os saberes e conhecimentos que envolvem esse campo atendem a curiosidade dos bebês e das crianças em descobrir o sentido do mundo e das coisas, por meio de propostas com as quais possam testar, experimentar, levantar hipóteses, estimar, contar, medir, comparar, constatar, deslocar, dentre outros.
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: as experiências nesse campo respondem aos interesses das crianças com relação a forma verbal e gráfica de comunicação como meios de expressão de ideias, sentimentos e imaginação. Propõem a inserção de vivências relacionadas aos contextos sociais e culturais de letramento (conversas, escuta de histórias lidas ou contadas, manuseio de livros e outros suportes de escrita, produção de textos orais e/ou escritos com apoio, escrita espontânea etc.).
Como todos sabem, a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família, sendo que ela será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Com base nos seus conhecimentos sobre educação, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios, exceto:
Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
Liberdade de aprender, ensinar ou divulgar o pensamento e a arte cultural.
Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais.
Garantia de padrão de qualidade.
Sobre o tema Currículo e Didática, verifique as assertivas e assinale a INCORRETA.
O currículo é elemento basilar do processo ensino aprendizagem, expresso por meio de conteúdos, conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e experiências diversas, decorrente da ação teórico-prática e didático-pedagógica dos professores.
Refletir sobre currículo é pensar em projeto de nação, em formação humana, em concepção de homem e de sociedade, em diversidade e pluralidade social e linguística, em preparação para o mundo do trabalho e para a inserção crítico-cidadã no mundo em que vivemos, dentre outras temáticas que se constituem embates, tensões e dilemas nessa área ou campo do conhecimento.
O currículo é um documento inerte, ou seja, uma vez planejado, não é revisado e deve ser seguido à risca.
Em meio a todas as mudanças educacionais que vem ocorrendo, os professores, no seu dia a dia, são colocados constantemente diante de desafios pedagógicos e curriculares que muitas vezes estão distantes do eixo central das recomendações apresentadas nas reformas educacionais.
A metodologia aplicada à construção da aprendizagem não pode ser escolhida de forma aleatória, sob pena de não atender aos objetivos propostos em cada conteúdo. Essa afirmação nos leva a crer que:
Definir como será desenvolvida a prática docente é tão importante quanto determinar o que ela deve trabalhar e quais os objetivos que se pretende alcançar.
A forma como o trabalho docente será desenvolvido deve ser determinada de forma aleatória, adequando-se em cada turma à forma como os estudantes enxergam seu grau de importância no processo de aprendizagem.
O desenvolvimento dos conteúdos em sala de aula independem de uma organização e sistematização prévia do processo.
A prática docente deve estar fundamentada em conhecimentos científicos que já estabelecem como deve se dar essa prática, portanto, cabe ao professor apenas executá-la.
Determinar como cada conteúdo será desenvolvido não é uma prática inerente ao processo de planejamento.
Na Andragogia, a aprendizagem, de indivíduos autodirecionados, está mais localizada no aluno, na independência e na autogestão da aprendizagem, para a aplicação prática na vida diária.
Nesse contexto, o processo de ensino e de aprendizagem do aluno adulto é centrado
no ensino de habilidades.
na aprendizagem do conteúdo.
na avaliação da aprendizagem.
na participação em tarefas e estudo em grupo.
no desempenho acadêmico.