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Em uma proposta de trabalho para a igualdade racial é importante lembrar que os “artefatos culturais” presentes nas creches e nas pré-escolas podem oferecer imagens distorcidas, muitas vezes preconceituosas e estereotipadas dos diferentes grupos raciais. Propomos aqui considerar a organização do espaço, dos materiais e do tempo, também como um elemento curricular.
Fonte: https://www.avisala.org.br/wp-content/uploads/2015/06/revistadeeducacaoinfantil_2012.pdf
Sobre os ambientes de aprendizagem para a igualdade racial, analise os itens, abaixo:
I. devem ser abertos às experiências infantis e possibilitar que as crianças expressem seu potencial, suas habilidades e curiosidades e possam construir uma autoimagem positiva.
II. educar para a igualdade racial na Educação Infantil significa ter cuidado não só na escolha de livros, brinquedos, instrumentos, mas também cuidar dos aspectos estéticos, como a eleição dos materiais gráficos de comunicação e de decoração condizentes com a valorização da diversidade racial.
III. quando as paredes estão repletas de desenhos fixos pintados por adultos, com personagens infantis de origem europeia ou norte-americana, exortações religiosas de uma única religião, ou ainda letras e números com olhos, bocas e roupas etc., há uma concepção de infância explicitada. Uma visão de criança homogênea, infantilizada e branca.
Está correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Uma prática pedagógica de base cognitivista preza pela repetição de conteúdos por meio de exercícios de fixação.
Certo
Errado
Pandemia aumenta evasão escolar, diz relatório do Unicef
A quantidade de alunos, com idades entre 6 e 17 anos, que abandonaram as instituições de ensino foi de 1,38 milhão
Paula Forster, da CNN, em São Paulo
28/01/2021 às 10:30
Reprovação, abandono do ensino e distorção entre idade e série escolar são problemas recorrentes no cenário educacional brasileiro. Com a pandemia da Covid-19, essa realidade foi acentuada e a disparidade socioeconômica do país ficou ainda mais evidente.
No ano passado, foram cerca de 5,5 milhões de crianças e adolescentes sem acesso à educação. A quantidade de alunos, com idades entre 6 e 17 anos, que abandonaram as instituições de ensino foi de 1,38 milhão, o que representa 3,8% dos estudantes. A taxa é superior à média nacional de 2019, quando ficou em 2%, segundo dados da Pnad Contínua. Somado a isso está a situação de 4,12 milhões de alunos (11,2%) que, apesar de matriculados e sem estar em período de férias, não receberam nenhuma atividade escolar, resultado do ensino pautado pelas aulas online.
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/pandemia-aumenta-evasao-escolar-dizrelatorio-do-unicef/ (Fragmento)

Disponível em: http://www.uruoca.ce.gov.br/noticias/busca-ativa-escolar
A paralisação das atividades presenciais das escolas em razão da pandemia da covid-19 agravou os riscos de evasão e abandono em todo país. A despeito dos esforços de gestores e educadores, muitas crianças e adolescentes se desengajaram do espaço escolar, seja pela falta de acesso a serviços e equipamentos de telecomunicação adequados para o ensino remoto, seja pelos mais variados impactos da crise econômica e sanitária. Uma das estratégias desenvolvidas desde antes da pandemia é a metodologia da Busca Ativa:
Pela qual a escola busca a identificação de demanda por inclusão escolar, sem jamais recorrer a órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, adolescência e juventude.
Que mobiliza as unidades escolares com o objetivo de monitorar os índices de aprovação e promover o fortalecimento de vínculos entre os estudantes destaques e a escola.
Uma forma de chegar até as pessoas que, por desconhecimento, não têm acesso à escola, excluindo-se do programa questões ligadas a dificuldades financeiras ou de saúde.
Tarefa de todos os gestores da educação, que devem buscar a inclusão das crianças e adolescentes nas escolas, garantindo a esses um direito básico.
No que se refere aos fundamentos didático-pedagógicos das relações entre professor e aluno para o desenvolvimento de competências, apresentados por Moretto (2014), é correto afirmar que:
o desenvolvimento de tecnologias e da automação de procedimentos potencializam habilidades mecânicas e aprendizagens com maior complexidade.
o conceito de ensinar está relacionado à escolha dos conteúdos pelos alunos, considerando o seu contexto social e histórico.
a avaliação assistemática e analítica está relacionada a momentos de paradas estratégicas como marco para reorientação do processo de ensino.
a avaliação da aprendizagem tem como finalidade principal ser um instrumento para o professor recolher sinais indicadores da possível aprendizagem significativa.
a avaliação por meio de provas escritas, por sua natureza classificatória, não cabe ser utilizada no processo de elaboração do conhecimento pelo aluno.
Acerca da avaliação na educação infantil , registrar os avanços do aluno ao longo do processo de aprendizagem refere-se a:
Diagnóstico.
Relatório.
Observação.
Nenhuma das alternativas.