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O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, abrangem todos os brasileiros indistintamente, sendo dever do Estado e da família. A diversidade de experiências e capacidades entre os estudantes é uma realidade que deve ser celebrada por meio de práticas educacionais inclusivas, levando em consideração todas as diferenças cognitivas e subjetivas de cada estudante. Com relação à prática educativa na perspectiva da escola inclusiva, assinale a alternativa correta.
O ponto de partida deve ser sempre a instituição de ensino. Ela deve ser preparada para receber os alunos de ensino especial, de forma a adaptá-los ao projeto pedagógico dos outros estudantes. Nesse sentido, verifica-se a universalidade da abrangência do projeto pedagógico escolar, que deve ser organizado conforme as diretrizes gerais da educação.
Em sede de educação inclusiva, a participação da comunidade escolar nos processos decisórios, perfazendo a gestão democrática, deve contemplar todas as atividades relacionadas à gestão e, ao mesmo tempo, refletir a diversidade presente entre os atores que compõem a comunidade. Assim, consubstancia-se a valorização da igualdade como um dos princípios que orientam a atuação dos gestores escolares comprometidos com o direito universal à educação.
Na educação inclusiva, o ponto de partida deve ser sempre a singularidade, subjetividade, de cada aluno, com foco em suas potencialidades. Se, por um lado, a proposta curricular deve ser uma só para todos os estudantes, por outro, é imprescindível que as estratégias pedagógicas sejam diversificadas, com base nos interesses, nas habilidades e nas necessidades de cada um. Só assim se torna viável a participação efetiva, em igualdade de oportunidades, para o pleno desenvolvimento de todos os alunos, com ou sem deficiência.
Na educação inclusiva, espera-se que todos os alunos de um mesmo grupo realizem uma determinada atividade ou aprendam determinados conteúdos em um mesmo período de tempo, correspondendo, assim, à lógica da homogeneização, que significa a igualdade entre os estudantes, o que, consequentemente, gera a inclusão.
Na educação inclusiva, o projeto pedagógico deve ser elaborado de forma a privilegiar a coletividade de alunos, a englobar todas as alternativas de desenvolvimento da turma e a permitir a integração dos alunos especiais, não sendo necessária a realização de um projeto pedagógico específico para tais estudantes.
A aprendizagem escolar é uma aprendizagem casual.
Certo
Errado
A construção de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) é possibilitada pelas relações interdisciplinares, que ocorrem por meio das interações entre os projetistas com formações acadêmicas diferentes, Tal proposta tem como ponto de partida a complexidade do objeto de estudo desses projetos (os AVA), pois sua execução requer trocas entre diferentes disciplinas. Assim, buscou-se nas falas de educadores, designers e programadores que participaram da construção desses AVA, evidências que possibilitem uma reflexão sobre a constituição dessas relações interdisciplinares. A partir das reflexões teóricas apontadas nesse trabalho e da análise das evidências coletadas, conforme Leite, Behar e Becker (BEHAR, 2009), foram definidas duas categorias de análise, que são denominadas:
experiências do usuário e apreciação do sistema reflexionante.
concepção do projeto e desenvolvimento de testes.
(re)concepção do sistema e avaliação do projeto.
cooperação entre os pares e criação de novidade.
regulações dos acordos e elaboração da nova realidade.
De acordo com a Comissão Mundial sobre Educação, a educação deve estar organizada em quatro aprendizagens fundamentais, denominadas os quatro pilares. São eles:
a) Aprender a conhecer - integrar as três precedentes.
b) Aprender a fazer - adquirir os instrumentos da compreensão
c) Aprender a viver junto - agir sobre o meio envolvente.
d) Aprender a ser - participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas.
A sequência das aprendizagens em relação aos pilares é:
a, b, c, d
b, c, a, d
d, a, b, c
b, c, d, a
Para aprender a ler e a escrever, a criança precisa construir um conhecimento de natureza conceitual: precisa compreender não só o que a escrita representa mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem. Nessa perspectiva, conforme o Referencial curricular nacional para a educação infantil (1998, v.3), a alfabetização é um processo no qual as crianças precisam
aprender, como pré-requisito tanto para a alfabetização quanto para o letramento, o formato correto das letras e a técnica de associação fonema/grafema.
assimilar regras de formação de palavras e de construção de frases, antes que possam entrar em contato com os textos que circulam na sociedade letrada.
compreender a linguagem escrita como um sistema de codificação e decodificação textual, isto é, como a aquisição de um código de transcrição da fala.
desenvolver capacidades relacionadas à percepção, memorização e treino de um conjunto de habilidades sensório-motoras.
resolver problemas de natureza lógica até chegarem a compreender de que forma a escrita alfabética em português representa a linguagem.