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O MERCOSUL evidencia uma das características da economia globalizada dos tempos atuais, a de formação de blocos regionais ou continentais com o objetivo de facilitar a inserção dos países-membros na atual economia mundial, altamente competitiva.
A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) tem como base a(o)
NCAA, acrescida de dois dígitos
NCAA, acrescida de quatro dígitos
Classificação Uniforme para Comércio Internacional
Sistema Harmonizado, acrescido de dois dígitos
Sistema Harmonizado, acrescido de quatro dígitos
Por força dos acordos celebrados no âmbito do MERCOSUL, todas as mercadorias exportadas pela Argentina para o Brasil gozam de alíquota zero de imposto de importação.

sétimo e o oitavo dígitos representam o item e o subitem.
sétimo e o oitavo dígitos representam a subposição.
seis primeiros dígitos representam o capítulo e a posição.
seis primeiros dígitos representam a posição.
quatro primeiros dígitos representam o capítulo.
A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) é uma lista hierárquica de mercadorias, utilizada desde 1995 entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, no âmbito do Mercosul. A respeito da sistemática de classificação dos códigos, a NCM
tem como base a classificação apresentada no Sistema Harmonizado, e é composta por seis dígitos que indicam o capítulo, a posição e a subposição.
é composta por sete dígitos, sendo os seis primeiros formados pelo Sistema Harmonizado (capítulo, posição e subposição), e o último (item), criado de acordo com a definição estabelecida no âmbito do Mercosul.
é composta por oito dígitos, sendo os quatro primeiros formados pelo Sistema Harmonizado (capítulo, posição e subposição), e os quatro últimos (item e subitem), criados de acordo com a definição estabelecida no âmbito do Mercosul.
é composta por oito dígitos, sendo os seis primeiros formados pelo Sistema Harmonizado (capítulo, posição e subposição), e os dois últimos (item e subitem), criados de acordo com a definição estabelecida no âmbito do Mercosul.
é composta por dez dígitos, sendo os seis primeiros formados pelo Sistema Harmonizado (capítulo, posição e subposição), e os quatro últimos (item e subitem), criados de acordo com a definição estabelecida no âmbito do Mercosul.
Por ser uma iniciativa de integração negociada no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), o MERCOSUL emprega o sistema de classificação de mercadorias dessa associação.
Entre as medidas compreendidas pelo acordo do Mercado Comum do Sul (Mercosul), NÃO se inclui o(a)
adoção de uma moeda comum pelos países membros.
eliminação de direitos aduaneiros e restrições não tarifárias à circulação de mercadorias e outras medidas que se fizerem necessárias, de modo a permitir a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países participantes.
estabelecimento de uma tarifa externa comum e a adoção de uma política comercial comum em relação a terceiros países ou grupos de países.
coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais entre os países participantes.
A criação do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), processo que teve decisiva participação brasileira, insere-se, entre outras razões, no esforço de “busca de um lugar no cenário competitivo da globalização”, como lembra o texto.
A diplomacia do átomo, que levou à cooperação entre a Argentina e o Brasil nos fins das ditaduras militares nesses países, foi um capítulo especial para a formação e o desenvolvimento do ambiente de cooperação no campo da integração que fez nascer o MERCOSUL.
O Tratado de Assunção dispôs os objetivos formais do MERCOSUL, sua estrutura institucional provisória e o mecanismo para a instauração, em quatro anos, de uma área de livre comércio entre os Estados-parte.
A segurança sub-regional do Brasil foi resolvida por meio de acordos militares com os países do MERCOSUL, no sentido de recriar um mecanismo próprio de defesa e do uso de armas não convencionais diante de eventual conflito.
O MERCOSUL objetiva, formalmente, a constituição da união econômica implicando a livre circulação, em seu âmbito, de bens, serviços, capitais e mão de obra, a adoção de uma moeda comum e a criação de instituições supranacionais para gerir política e economicamente o processo de integração.
O Conselho Mercado Comum, o Grupo Mercado Comum e a Comissão de Comércio do MERCOSUL são instâncias intergovernamentais que adotam o consenso como critério decisório.
Diante da especificidade de seus interesses comerciais e de seu maior grau de desenvolvimento, relativamente aos demais sócios do MERCOSUL, o Brasil tem preferido negociar, isoladamente com a União Europeia, os temas mais sensíveis da agenda bilateral, juntamente com os temas relacionados ao acesso a mercados para produtos não agrícolas, à facilitação de comércio e à resolução de controvérsias comerciais.
O MERCOSUL está integrado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, como Estados-parte; pela Venezuela, como Estado-parte em processo de adesão; por Chile, Bolívia, Peru, Colômbia e Equador, como Estados associados.