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A eficiência da aprendizagem implica o aproveitamento ótimo da capacidade da memória de trabalho.
O reflexo é um dos níveis da aprendizagem relacionado às sensações provocadas pela observação e percepção das coisas no ambiente.
As abordagens gerais sobre aprendizagem humana restringemse ao comportamentalismo e ao cognitivismo.
A aprendizagem motivada pela satisfação pessoal em compreender ou dominar algo denota que a aprendizagem em si é significativa para o indivíduo.
O processo de aprendizagem compreende as mudanças no comportamento do indivíduo e das organizações, que não são resultantes unicamente da maturação, mas principalmente de sua interação com o contexto.
De acordo com os estudos da aprendizagem humana, a noção de necessidades básicas deve ser utilizada como incentivo para a aprendizagem.
Diversas barreiras podem dificultar ou distorcer a comunicação eficaz. Uma delas é a filtragem, que se refere à
diferença de significado das palavras para cada indivíduo.
projeção realizada pelo emissor, que passa a manter visão parcial do processo de comunicação.
capacidade das pessoas de processarem informações, evitando sobrecarga.
forma de recepção da mensagem, que depende do estado de espírito do receptor.
manipulação da informação pelo emissor, para que seja vista de maneira mais favorável pelo receptor.
A motivação extrínseca para a aprendizagem evidencia o quanto o aprendizado pode ser valoroso para o indivíduo.
Ensino e aprendizagem são processos indissociáveis, pois não há como um indivíduo assimilar conhecimentos, habilidades e atitudes sem que haja o planejamento de atividades de aquisição e aplicação de conteúdos.
O racionalismo, o empirismo e o construtivismo são as principais bases epistemológicas dos estudos de aprendizagem humana.
A percepção das vivências da morte e do morrer tem sofrido transformações ao longo do tempo histórico, acompanhando as transformações da sociedade no que diz respeito às atitudes diante da morte, evoluindo desde uma possibilidade impregnada de angústia, temor e aflição, que deve ser evitada a todo o custo, tal como na idade média, para uma experiência tranquila, natural e até mesmo desejada, tal como mais recentemente.
É possível apontar duas grandes correntes teóricas de tomada de decisão ética: a corrente teleológica, denominada ética das intenções, que é um ato avaliado eticamente por seus resultados, pelo alcance dos objetivos da ação empreendida, e a corrente da ética das consequências, isto é, se o homem é um ser racional, suas decisões devem ser racionais, portanto, são universais.
A diversidade cultural na relação com a experiência da morte é ilustrada também no ritual funerário e de cremação entre os antigos gregos. O mesmo gesto cultural de outros povos, embora as cinzas não fossem lançadas ao anonimato, mas cuidadosamente guardadas como memória dos mortos, os antigos gregos cremavam os mortos como sacrifício e expiação de tudo o que era mortal e perecível, e preparar a passagem dos mortos para outra condição de existência, a condição social de mortos.
Segundo a conceituação de Milton Santos, território é:
construção da base material sobre a qual a sociedade produz sua própria história
limite físico sobre o qual o direito internacional produz a regionalização dos países
circunscrição administrativa sobre a qual o burguês produz a descentralização do social
espaço afetivo sobre o qual a ciência produz a institucionalização do saber do geógrafo
estágio operacional dos povos sobre o qual o homem produz sua evolução e liberdade
A sociedade atual, produto da revolução tecnológica que se acelerou na segunda metade do século passado e dos processos políticos que redesenharam as relações mundiais, vem gerando um novo tipo de desigualdade ou exclusão, a saber, aquela ligada
à orientação vocacional e artística.
às possibilidades de inserção cultural.
aos processos formativos e informativos.
ao aparato próprio das disciplinas científicas.
ao uso das tecnologias de comunicação.
Dois integrantes da equipe de profissionais de uma Casa de Saúde do Índio, Marcos e Valdete, conversam sobre a semelhança que constatam entre os guaranis. Diz Marcos: “Tratase, evidentemente, de uma consciência coletiva”. Ao que Valdete retruca: “De modo algum! Deve-se a um contágio imitativo”. As perspectivas sociológicas adotadas pelos interlocutores correspondem, respectivamente, a:
Latour e Bourdieu
Foucault e Lourau
Durkheim e Tarde
Goffmam e Stengers
Viveiros de Castro e Weber
Luiz Fuganti ressalta os riscos ético-políticos presentes no uso indiscriminado, nas discussões sobre a humanização em saúde, do termo diferença. Segundo o autor, quando entendida como identidade – seja de indivíduo, grupo, movimento, minoria, povo – , a diferença pode se tornar instrumento de expansão do:
estado narcísico
desmapeamento
mesmerismo
valor de uso
biopoder
O ritual funerário das sociedades da antiga Mesopotâmia não incluía o sepultamento ou a edificação de mausoléus e a representação pictórica e escultural, mas a incineração crematória. O cadáver não era conservado com as marcas de sua identidade, personalidade e inserção social, mas completamente consumido pelo fogo, destruído até as cinzas, as quais eram lançadas ao vento, ou nas águas dos rios, sendo o morto despojado de todos os seus traços identitários.
Com relação ao suicídio, é correto afirmar que
os profissionais de saúde que não conseguiram prever que seus pacientes estavam prestes a cometer tal ato, negligenciaram seus pacientes.
é determinado sempre por estados alterados de consciência.
quem diz que vai se matar, realmente não o faz.
os meios de comunicação não deveriam veicular notícias sobre o assunto.
a Organização Mundial de Saúde atesta que está entre as dez principais causas de morte na maioria dos países.
Na perspectiva ético-psicossociológica, a exclusão social é analisada como

Seguindo essa linha teórica, assinale a alternativa incorreta.
A exclusão implica diferentes dimensões: a dimensão objetiva da desigualdade social, a dimensão ética da injustiça e a dimensão subjetiva do sofrimento.A exclusão implica diferentes dimensões: a dimensão objetiva da desigualdade social, a dimensão ética da injustiça e a dimensão subjetiva do sofrimento.
Os autores incluem a dimensão da ética e a da subjetividade na análise sociológica da desigualdade, ampliando as interpretações legalistas e minimalistas de inclusão como as baseadas em justiça social e restritas às crises do Estado e do sistema de empregabilidade.
A exclusão passa a ser compreendida como descompromisso político com relação ao sofrimento do outro.
A natureza subjetiva da ciência psicológica, em sua aplicação ao contexto jurídico, não abrange a dimensão da exclusão social do adolescente em conflito com a lei.
A questão de adolescentes em conflito com a lei remete necessariamente à perspectiva de exclusão social.