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No livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos (Baptista, 2021), os autores Rosa e Rodrigues (2021) atestam que a autonomia, a família, a multidisciplinaridade e a espiritualidade no processo do cuidar são ressignificados diante da impossibilidade de cura e da proximidade da morte. Particularmente à dimensão da espiritualidade, a obra elucida que
I. a espiritualidade emerge como meio de entendimento do processo de doença e enfrentamento da nova realidade e do futuro desconhecido, sendo parte essencial dos cuidados paliativos (Saad et al., 2001).
II. a espiritualidade compõe aquilo que dá sentido à vida, configurando um sentimento pessoal que estimula um interesse pelos outros e por si; uma explicação; um sentido para a vida capaz de fazer suportar sentimentos debilitantes de culpa, raiva e ansiedade (Saad et al., 2001).
III. o cuidado espiritual se associa não somente à melhor qualidade de vida do paciente em doença avançada, como também influencia os cuidados do final de vida (Balboni et al., 2011).
IV. a ausência do cuidado espiritual nos cuidados do final de vida está relacionada a tratamentos médicos mais agressivos e desnecessários, associados a uma maior carga de sintomas e angústia dos pacientes, ao maior número de falecimento entre familiares e aos altos custos médicos, sobretudo entre as minorias e os pacientes de alto enfrentamento religioso (Balboni et al., 2011).
Apenas II e III estão corretas.
Apenas I, II e III estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
Apenas II, III e IV estão corretas.
I, II, III e IV estão corretas.
No capítulo 4, A clínica entre vários: o que esperam de nós?, do livro Intervenções Psicológicas na Intubação: da clínica do agora a clínica do depois (2022), se descreve a relação da equipe multiprofissional (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos) com a psicologia. Os relatos dos profissionais demonstraram o que esperam da atuação do psicólogo no preparo do paciente para ser intubado:
I. A equipe espera que o psicólogo seja capaz de esclarecer, desmistificar os possíveis mitos e crenças do paciente e da família acerca da intubação.
II. Os profissionais apontam um diferencial do psicólogo em saber intervir nas demandas emocionais que o processo de intubação exige. Descrevem como um “jeitinho especial” de lidar com essas demandas.
III. A condução do psicólogo na videochamada do paciente consciente com alguém que ele deseja falar possibilita um acolhimento dos sentimentos que permeiam a situação de intubação.
Assinale a alternativa CORRETA:
Somente as alternativas II e III estão corretas.
Somente a alternativa I está correta.
Somente as alternativas I e II estão corretas.
Somente a alternativa II está correta.
I, II e III estão corretas.
De acordo com a cartilha Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) nos Serviços Hospitalares do SUS (CFP, 2019), a atuação de psicólogas(os) como gestores em saúde mostra-se como algo de suma importância e cada vez mais necessária na atualidade. Para essa função, é preciso entender os processos de trabalho nos quais o psicólogo hospitalar está inserido.
I. Quanto a uma intervenção psicológica com a equipe, por meio de grupos, torna-se uma tarefa complexa para que a(o) profissional de psicologia hospitalar inserida(o) na equipe multiprofissional realize, considerando que esta(e) também é membro participante e compõe o modo de funcionamento do grupo.
II. O trabalho psicológico com a equipe multiprofissional deveria ser realizado pelo psicólogo clínico, com promoção de ações preventivas, analisando as configurações do trabalho, o ambiente físico em que a equipe está inserida, os relacionamentos interpessoais dos profissionais (relação chefia subordinados), realizando assim diagnósticos institucionais.
III. No caso do paciente e da família, o psicólogo hospitalar irá realizar uma avaliação inicial para identificar as demandas a serem trabalhadas, focalizando os aspectos psicológicos decorrentes do adoecimento e os impactos gerados.
IV. Há uma dificuldade para o psicólogo hospitalar utilizar protocolos de saúde, pois a psicologia trabalha com a subjetividade do paciente/família. Dessa forma, não é possível medir e sistematizar os aspectos emocionais da subjetividade humana.
Assinale a alternativa CORRETA:
Somente as alternativas I, III, IV estão corretas.
Somente as alternativas I e III estão corretas.
Somente a alternativa III está correta.
Somente as alternativas II, III e IV estão corretas.
Somente a alternativa IV está correta.
Conforme as experiências de mães que acompanham a internação de filhos e filhas em UTIP, de acordo com a investigação realizada por Azevedo, Hemesath e Oliveira (2019), assinale a alternativa INCORRETA.
A necessidade emocional de remontar em detalhes o início do quadro clínico do filho que culminou com a internação na UTIP demonstra a característica traumática da experiência.
O impacto e a desorganização emocional frente à notícia de hospitalização na UTIP ganharam destaque nas falas das mães.
Algumas mães referiram que o papel que tiveram que cumprir junto à família a fim de lidar com essa situação de crise, atuando como alguém que precisava manejar os demais membros da família e fortalecê-los.
As mães referiram que não se sentiram confiantes com o cuidado prestado pela equipe da unidade, o que as colocou em uma posição de mais-valia em relação à equipe e, portanto, exercendo um papel mais ativo.
Entende-se que a religiosidade/espiritualidade constitui-se como uma importante estratégia no enfrentamento da hospitalização da criança, levando à outra instância o compromisso de cura do filho.
Almeida et al. (2020) nos apresentam aspectos centrais da relação da(o) psicólogo hospitalar com os demais membros da equipe na atenção à pacientes críticos. De acordo com seus aportes, assinale a alternativa INCORRETA.
O papel do(a) psicólogo(a) é de sensibilizar a equipe sobre os aspectos psicossociais que interferem na comunicação com o paciente e em sua implicação no tratamento.
Muitas vezes cabe ao profissional de Psicologia viabilizar a conciliação das vontades do paciente com as terapêuticas propostas pela equipe, além da própria presença da família, que pode auxiliar nesse processo.
A atuação do(a) profissional de Psicologia também deve mostrar, de forma geral, como a equipe pode contribuir para a diminuição dos estressores, possíveis geradores de sofrimento ao paciente.
A(o) psicóloga (o) hospitalar não deve assistir aos demais profissionais da equipe pelo fato de serem colegas de trabalho e, portanto, vivenciarem juntos as dificuldades dos casos acompanhados.
A inserção da(o) psicóloga(o) hospitalar proporciona constantes trocas de conhecimentos e um atendimento mais integral ao paciente, isto é, olhando para o indivíduo como um todo, na sua dimensão biopsicossocial.
Analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Na urgência e emergência de um hospital, o acolhimento do paciente pelo psicólogo da equipe, principalmente em situações de crise que geram uma angústia específica incapacitante, torna-se importante, como em casos de pessoas que sofreram acidentes e necessitam de intervenção cirúrgica.
PORQUE
II. A escuta qualificada do paciente permite a explicitação do sofrimento e pode contribuir para a eficiência operacional, por meio de uma readaptação à situação emergencial, possibilitando assim a melhora dos seus mecanismos de enfrentamento.
Assinale a alternativa correta.
As afirmativas I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As afirmativas I e II são verdadeiras, e a II não é uma justificativa da I.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa I é falsa, e a II é verdadeira.
Cabeça et al. (2022) abordam a comunicação em Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) e suas implicações técnicas para os profissionais de saúde. Conforme seus aportes, analise o trecho abaixo:
“A comunicação como ________________, especialmente em UTIP, necessita de atenção com relação ao envolvimento e respeito com o outro, às relações mais horizontalizadas e à escuta sensível nos modos de coexistência” (p. 8).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
barreira na atenção ao paciente
dependente da tecnologia
tecnologia de cuidado
linguagem necessariamente técnica
estratégia disciplinar
Simonato et al. (2019), em seus estudos, nos aproximam das experiências das crianças com Condições Crônicas e Complexas (CCC) em hospitalizações prolongadas. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A experiência de hospitalização prolongada é uma experiência constitutiva para essas crianças, gerando circuitos de sociabilidade, amizade, temas, objetos e repertórios de vida e compondo, assim, o processo de desenvolvimento.
( ) Por conta dos sucessivos cuidados que recebem, as crianças nessas condições adotavam comportamentos reativos, com muitas queixas, expressadas principalmente na agitação psicomotora.
( ) Nas entrevistas, as mães dessas crianças se referiram ao cotidiano de seus filhos como "normal", tal qual o de qualquer criança, porém "preenchidos" por cuidados em saúde.
( ) O cotidiano na hospitalização dessas crianças era composto por diversas atividades, em sua maioria ligadas a atividades lúdicas, considerando a fase do desenvolvimento em que se encontravam.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F - V - F - V.
V - V - V - F.
F - F - F - V.
V - F - V - F.
Ao adotar uma abordagem terapêutica no ambiente hospitalar, é fundamental contar com a participação de profissionais de diversas áreas do conhecimento para uma compreensão mais abrangente do processo saúde-doença, pois este é influenciado por uma variedade de fatores psicológicos, biológicos, econômicos, sociais e culturais. Assim, dentro do ambiente hospitalar, encontramos uma diversidade de especialistas, que contribuem com uma perspectiva única sobre o processo saúde-doença.
Levando em consideração inserção da Psicologia no ambiente hospitalar e especificamente, atuação da Psicologia da Saúde frente ao processo saúde e doença, analise as sentenças a seguir, assinalando a alternativa correta:
A abordagem da Psicologia da saúde no contexto hospitalar deve se destacar pelo emprego do modelo biomédico e pelo resgate da perspectiva assistencial e curativa. Isso significa que o psicólogo buscará promover e prevenir a saúde, adotando abordagens que requerem atuação de maneira integrada com os demais profissionais das mais diversas áreas de conhecimento existentes no hospital.
A abordagem da Psicologia da saúde no contexto hospitalar deve se destacar pelo emprego do modelo biopsicossocial e pelo resgate da perspectiva assistencial e curativa. Isso significa que o psicólogo buscará promover e prevenir a saúde, adotando abordagens que vão promover a assistência à saúde, capacitando, inclusive, outros profissionais da área para lidarem com os mais diversos tipos de pessoas e enfermidades.
A Psicologia da Saúde, ao adotar o modelo biopsicossocial, busca uma compreensão abrangente do processo de saúde e doença, promovendo a interdisciplinaridade como meio de abordar as variáveis psicológicas envolvidas na manutenção da saúde, no surgimento de doenças e nos comportamentos associados. Ao contrário do modelo biomédico, que tende a ser reducionista e materialista, focalizando principalmente na intervenção assistencial e curativa.
A Psicologia da Saúde, ao adotar o modelo biopsicossocial, busca uma compreensão abrangente do processo de saúde e doença, promovendo a interdisciplinaridade como meio de abordar as variáveis psicológicas envolvidas na manutenção da saúde, no surgimento de doenças e nos comportamentos associados. Ao contrário do modelo sanitarista, que tende a ser reducionista e materialista, focalizando principalmente na intervenção assistencial e curativa.
Rafael, 19 anos, nos últimos dois meses, após rompimento com a namorada, passou a ficar a maior parte do tempo dentro de um quartinho no fundo do terreno, saindo apenas para fazer as refeições.
No CAPS, o jovem fala que está bem e que não tem saído pois está “trabalhando em casa”, mas não diz que trabalho seria esse, apenas que é “confidencial”. Nos atendimentos com sua referência, se restringe a falar sobre seu sono. É visto com frequência conversando com a copeira do CAPS e, numa dessas conversas, após o oferecimento do almoço, Rafael se recusou a comer e afirmou que só come alimentos na cor vermelha. Ele ficou nervoso e começou a exigir esses alimentos de forma contundente, alegando que eles ajudam a “purificar seu sangue”.
Diante dessa situação, sobre o acolhimento no CAPS, assinale a afirmativa correta.
O CAPS, após avaliar a situação, deve encaminhá-lo diretamente a um hospital de emergência, onde há profissionais mais capacitados para lidar com essas situações.
O CAPS, devido à convivência com o usuário que costuma ter frequência diária na instituição, deve orientá-lo para o técnico de referência, em função do vínculo existente entre eles, e, na ausência deste, o paciente deve aguardar para ser acolhido quando o técnico estiver presente.
A responsabilidade de lidar com as situações de crise reforça a responsabilidade do CAPS em dar suporte à crise, buscando sua significação temporal e singular para o sujeito.
Apesar de sua responsabilidade territorial, os CAPS não são serviços de emergência e, portanto, não devem atender situações de crise.
O acolhimento da crise deve ser reduzido ao que podemos chamar de agudização da sintomatologia psiquiátrica em que o sujeito não está em sofrimento.
Ao inserir a psicologia no ambiente hospitalar, temos como principal objetivo oferecer suporte e assistência a pacientes de todas as idades, juntamente com seus familiares, que estejam enfrentando sofrimento psicológico devido a suas condições médicas, hospitalizações e processos de tratamento.
Certo
Errado
O psicólogo ao ser inserido no contexto hospitalar, desenvolve trabalhos interdisciplinares junto à equipe de saúde, oferecendo atendimentos em diferentes níveis de tratamento, apresentando foco no acompanhamento e avaliação dos processos psíquicos do paciente (Silva; Andrade; Barbosa, 2019). Sobre o trabalho do psicólogo no contexto hospitalar infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
A criação de um espaço lúdico no ambiente hospitalar, como um meio de acessar as fantasias, os medos relacionados à internação, recuperação e tratamento, permite diagnosticar as necessidades físicas da criança, assim como melhorar sua saúde.
Cabe ao psicólogo estar atento as variáveis psicológicas da criança internada, como também da família, a fim de prevenir transtornos que comprometam um bom desenvolvimento do quadro clínico.
Há uma ruptura no padrão de desenvolvimento infantil quando há hospitalização. Assim, respeitando as limitações provindas da doença, o psicólogo hospitalar tenta suprir as necessidades psicológicas e educacionais da criança, sem necessariamente atentar-se às questões orgânicas.
O psicólogo deve oferecer uma escuta atenta e sensível às questões que surgem apenas para o paciente devido ao momento difícil que está enfrentando. A oportunidade da fala é forma de simbolizar todas as angústias sofridas, proporcionando um melhor enfrentamento da situação.
Um psicólogo trabalha em um hospital e é chamado a examinar um paciente muito abalado com sua internação. Na primeira entrevista com o paciente, é correto afirmar que o psicólogo deverá
ter em mente que não é possível realizar um diagnóstico em um paciente internado numa instituição hospitalar.
compreender que ele oferece uma escuta com efeitos terapêuticos ao tentar diagnosticar como o paciente reage à doença.
solicitar que o paciente realize desenhos com o objetivo de promover o estabelecimento de um bom rapport.
procurar criar um setting o mais próximo possível do estabelecido em um consultório particular.
O trabalho na área da psicologia hospitalar não exige do profissional uma visão ampla do sujeito a ser atendido. O olhar clínico deve se limitar apenas ao indivíduo, ignorando a importância de considerar a instituição e a equipe, negligenciando assim as demandas que possam surgir desse contexto além do paciente em foco inicialmente.
Certo
Errado
Qual é uma das atividades realizadas no contexto da Psicologia Hospitalar:
Cirurgias e procedimentos médicos de emergência.
Administração de medicamentos psicotrópicos aos pacientes.
Atendimento psicoterapêutico, grupos psicoterapêuticos e administração de medicamentos da área.
Manutenção da infraestrutura hospitalar.
René Spitz, psicanalista e pesquisador do desenvolvimento infantil, é conhecido por suas contribuições para a compreensão das primeiras relações entre bebês e cuidadores. Ele desenvolveu seus estudos na observação de bebês institucionalizados e concluiu que a privação afetiva total levava à deterioração do desenvolvimento e até a morte dos bebês.
A esse quadro ele deu o nome de
Síndrome de Burnout.
Melancolia Infantil.
Transtorno de Apego Reativo.
Transtorno do Espectro Autista.
Síndrome de Hospitalismo.
Baptista et al. (2010), citados no livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos, enfatizam que os pacientes do psicólogo na UTI neonatal são
recém-nascidos (RN), apenas.
RN e os respectivos genitores, apenas.
RN, genitores e demais familiares do bebê, apenas.
genitores, familiares ou cuidadores responsáveis legais pelo RN, apenas.
RN, genitores ou cuidadores responsáveis legais pelo bebê, apenas.
Considerando a atuação do profissional psicólogo hospitalar, conforme discutido no documento "Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS" (CFP, 2019), assinale a alternativa INCORRETA.
Essa especialidade da Psicologia realiza atendimentos ao paciente e seus familiares e/ou responsáveis, bem como aos membros da equipe multiprofissional.
A principal tarefa de um psicólogo hospitalar é avaliar e acompanhar intercorrências psíquicas de pacientes que estão sendo ou serão submetidos a procedimentos médicos, visando à promoção e/ou à recuperação da sua saúde física e mental.
Atendimentos psicoterapêuticos não estão no rol de intervenções a serem realizadas pelo psicólogo hospitalar.
Psicólogos hospitalares que trabalham em estabelecimentos vinculados ao SUS devem integrar suas ações às da rede de serviços extra-hospitalares, buscando prestar uma assistência de qualidade e interdisciplinar.
Qual das seguintes práticas é recomendada para melhorar a adesão ao tratamento em pacientes com transtornos mentais durante o atendimento domiciliar?
Ignorar os aspectos emocionais e psicológicos dos cuidadores e pacientes, focando apenas no tratamento medicamentoso.
Evitar a visita domiciliar e o matriciamento com retaguarda psiquiátrica, tratando os pacientes somente em ambientes clínicos.
Criar vínculo e corresponsabilidade através de visitas domiciliares da equipe assistencial, ajudando a estabelecer um relacionamento de apoio e compromisso com o tratamento.
Fornecer medicamentos e instruções de tratamento exclusivamente por meio de comunicação escrita, sem visitas domiciliares.
Um tratamento pode ser dado a um paciente sem o seu consentimento informado
em qualquer circunstância que o profissional da saúde que o assiste julgar necessário.
se ele estiver, no momento do tratamento, sendo mantido como paciente involuntário.
somente mediante autorização judicial.
exclusivamente após avaliação de junta médica especializada, tanto administrativa, quanto judicial.