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No artigo em que abordam a prática da Psicologia Intensivista, Schneider e Moreira (2017) buscaram, entre outros objetivos, analisar o perfil do(a) psicólogo(a) hospitalar atuante em UTI em diferentes hospitais, conhecer sua formação e as principais intervenções psicológicas utilizadas no atendimento ao paciente e seus familiares nesse contexto. Com base nos referidos autores, analise as assertivas abaixo:
I. A atuação do psicólogo na UTI se deve ao suporte psicoterapêutico que o paciente necessita em virtude da possibilidade de apresentar uma série de transtornos/distúrbios psicológicos, relacionados ou não ao processo do adoecimento e da internação na UTI.
II. A pesquisa evidenciou a necessidade de reprodução das técnicas já utilizadas na clínica, tanto no que diz respeito à avaliação psicológica quanto nos atendimentos a pacientes, familiares e intervenções em grupo.
III. Foi percebida uma carência nos cursos de Psicologia de conteúdos que capacitem os alunos para as especificidades da atuação em saúde e sua inserção em equipes multiprofissionais.
IV. Para que sua atuação seja realizada satisfatoriamente, o psicólogo deve conhecer os fundamentos da Psicologia do Desenvolvimento, da Psicopatologia, do processo de luto, dos processos psíquicos envolvidos no adoecer, além de intervenções psicoprofiláticas.
Quais estão INCORRETAS?
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e IV.
Considere as afirmativas relacionadas à interconsulta psicológica nas unidades de emergências médicas, conforme discutido na tese "Gritos e sussurros", de Lúcia Rossi, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A interconsulta psicológica nas emergências médicas visa melhorar a comunicação entre as equipes e oferecer suporte emocional tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde.
(__)O papel do psicólogo em emergências é dispensável, uma vez que o foco está na estabilização física dos pacientes.
(__)A colaboração interdisciplinar é desnecessária, pois cada profissional deve atuar de forma independente.
Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
V − V − F.
F − F − F.
V − F − V.
V − F − F.
Considerando os ensinamentos do livro "Psicologia & Câncer", de Angerami-Camon e Gaspar (2013), Assinale a alternativa correta:
A obra afirma que a psico-oncologia não considera a necessidade de suporte emocional para os familiares, focando exclusivamente no paciente.
Segundo o livro, o cuidado psicológico só é necessário nas fases terminais da doença, já que o impacto emocional do câncer é mínimo nas fases iniciais do tratamento.
O livro enfatiza a importância do cuidado multidisciplinar, com psicólogos, médicos e outros profissionais de saúde trabalhando juntos para oferecer um tratamento integral e humanizado ao paciente oncológico.
O texto sugere que os psicólogos devem se concentrar apenas nas questões médicas do paciente, deixando de lado o impacto emocional da doença.
Considerando os estudos sobre os desafios emocionais e psicológicos enfrentados pelos cuidadores de crianças com câncer durante as diversas fases da doença, sobre o impacto do tratamento e do cuidado na saúde mental dos cuidadores, assim como as estratégias de enfrentamento adotadas para lidar com essa situação, assinale a alternativa correta:
O estudo enfatiza que o suporte social e psicológico é essencial para reduzir os efeitos negativos do estresse prolongado nos cuidadores familiares de crianças com câncer.
A tese sugere que a fase inicial da doença, no momento do diagnóstico, tende a gerar sentimentos predominantemente de aceitação e calma nos cuidadores.
Segundo o estudo, os cuidadores não experimentam alterações significativas em sua saúde mental, independentemente da fase da doença.
Guimarães argumenta que a sobrecarga física e emocional dos cuidadores de crianças com câncer é menor durante a fase de tratamento, pois o suporte médico é mais intenso.
Sobre a atuação do psicólogo no ambiente hospitalar, destacando sua integração nas equipes multidisciplinares e a importância do suporte emocional para pacientes e familiares conforme tratado no livro "Psicologia Hospitalar: Teoria, Aplicações e Casos Clínicos", de Baptista e Dias (2018), assinale a alternativa correta:
A psicologia hospitalar não aborda intervenções com familiares, apenas com os pacientes internados.
O psicólogo hospitalar atua em conjunto com outros profissionais de saúde, formando uma equipe multidisciplinar que visa oferecer um cuidado integral ao paciente.
A atuação do psicólogo hospitalar é limitada ao atendimento de pacientes terminais, sem relevância em outras áreas do hospital.
O livro argumenta que o suporte psicológico é desnecessário durante os tratamentos hospitalares curativos, focando apenas nos tratamentos paliativos.
Considerando os impactos emocionais e psicológicos enfrentados por profissionais oncológicos, que lidam constantemente com o sofrimento de seus pacientes, assinale a alternativa correta:
A satisfação por compaixão é uma condição de esgotamento emocional que ocorre quando o profissional não consegue mais lidar com o sofrimento dos pacientes.
A fadiga por compaixão é um estado de exaustão emocional e física que afeta profissionais expostos continuamente ao sofrimento alheio, como os que atuam na oncologia.
Profissionais oncológicos que experimentam satisfação por compaixão geralmente enfrentam maiores níveis de exaustão e estresse, o que prejudica seu bem-estar.
O artigo defende que a fadiga por compaixão é inevitável para todos os profissionais oncológicos, independentemente do suporte psicológico oferecido.
A camaradagem entre o médico e o enfermo merece plena aprovação, e pode-se admitir que só quem sofre pode ser salvador e guia dos que sofrem também. Mas será possível um verdadeiro domínio espiritual sobre uma potência, exercido por uma pessoa que, ela própria, se conta entre seus escravos?
MANN, Thomas, A Montanha Mágica. Nova Fronteira, 1980, 8ª ed. p. 151.
Michael Balint ao estudar a relação entre o médico e seu paciente focou seu trabalho na contratransferência manifestada pelo médico em relação a ele. A partir do trabalho com grupo de médicos, ele estabeleceu diversas categorias que dão fundamento a sua teoria.
Assinale a opção que apresenta a categoria que melhor traduz o trecho literário acima.
O nomadismo medical.
O conluio do anonimato.
A organização da doença.
O médico como remédio.
O oferecimento da doença.
O livro "Psicologia Hospitalar: Teoria, Aplicações e Casos Clínicos", de Maria Nazaré Baptista e Rita Rosana Dias (2018), explora o papel dos psicólogos em ambientes hospitalares, oferecendo suporte emocional e psicológico a pacientes e familiares em situações de estresse, dor e tratamento médico. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)A psicologia hospitalar promove o bem-estar emocional dos pacientes hospitalizados, colaborando diretamente com a equipe multidisciplinar de saúde.
(__)O livro afirma que a atuação do psicólogo hospitalar é limitada a pacientes terminais, sendo irrelevante em outras áreas do hospital.
(__)Casos clínicos descritos no livro ajudam a ilustrar como as intervenções psicológicas podem ser adaptadas conforme o contexto e as necessidades do paciente.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
V − F − F.
F − F − F.
V − F − V.
V − V − V.
Diferentemente do que ocorre na esfera clínica, o enfoque da atuação do psicólogo no campo hospitalar deve se restringir ao estado atual de Lucas e às especificidades da doença diagnosticada.
Certo
Errado
Em um contexto hospitalar, o principal desafio enfrentado pelo psicólogo ao lidar com pacientes em estado terminal é
promover a adesão estrita ao tratamento médico.
enfatizar a importância de procedimentos alternativos.
estimular a autonomia do paciente.
minimizar o uso de medicamentos psicotrópicos.
auxiliar na tomada de decisões sobre cuidados paliativos.
Em um hospital geral, a equipe de saúde que atende um paciente suspeita que ele tenha problemas psicológicos preexistentes que se agravaram com a hospitalização e suas consequências, como o afastamento dos familiares e a interrupção das atividades profissionais.
Nessas circunstâncias hipotéticas, segundo os princípios da Reforma Psiquiátrica, o psicólogo deve
encaminhar o paciente para a enfermaria psiquiátrica, onde será feito o psicodiagnóstico.
solicitar a transferência do paciente para atendimento em uma unidade do CAPS.
contribuir para o diagnóstico do paciente em uma abordagem multidisciplinar.
explicar para a equipe que sua função não inclui a realização de psicodiagnóstico.
ponderar que, por se tratar de problemas preexistentes, sua intervenção é desnecessária.
Um psicólogo trabalha com um grupo de apoio a pacientes oncológicos em um ambiente hospitalar, quando um dos participantes falece.
Nesse caso hipotético, o psicólogo deve propor que o grupo
discuta a temática da morte com a participação da equipe de saúde nas sessões seguintes.
seja informado de dados empíricos quanto à frequência de óbitos entre pacientes oncológicos hospitalizados.
identifique as estratégias desenvolvidas pelo grupo que aumentam a resiliência dos participantes diante da possibilidade da morte.
fale sobre mortes, perdas e sentimentos decorrentes, para favorecer o processo de luto.
atenha-se ao objetivo específico do grupo, que é a relação de cada participante com a sua doença.
Andreoli et al (2013), em sua obra, afirmam que existem alguns desafios para a(o) psicóloga(o) hospitalar. Assinale a alternativa correta a esse respeito.
Nunca a(o) psicóloga(o) encontra pacientes que não colaboram ou não querem o contato com o profissional de psicologia
A(o) psicóloga(o) não se depara com famílias que tentam fazer prevalecer seus interesses com o intuito de repetir a dinâmica relacional já estabelecida
Dentre os desafios do profissional de psicologia não se observa a interferência da equipe e do próprio médico do paciente
Diante da impossibilidade de atendimento, é importante que a(o) psicóloga(o) esclareça à família e à equipe o que está acontecendo e auxilie no manejo do paciente
Maria, ao receber a notícia de que tem câncer, de imediato, a associou à iminência de morte. Em razão disso, ela pensou em passar a guarda de sua filha para a irmã. Profundamente angustiada, Maria não conseguiu iniciar sua quimioterapia e isso acarretou uma urgência subjetiva.
Sobre a ocorrência de urgências subjetivas no contexto hospitalar, assinale a afirmativa correta.
A urgência de Maria é um curto-circuito entre o instante de ver e o momento de compreender.
O trabalho do psicanalista será o de acolher a impotência de Maria no momento, visto não ter outros recursos para o cuidado da filha.
O psicanalista deve sustentar a clínica da demanda a ser formulada em palavras, de forma a reintroduzir Maria na cadeia significante.
Na urgência subjetiva de Maria, o psicanalista deve privilegiar o tempo de concluir, diferente de uma análise em que se prioriza o tempo de compreender.
O psicanalista deve focar na urgência da equipe que precisa iniciar logo a quimioterapia em detrimento da possibilidade de separação da filha que gerou a angústia.
A Psicologia Hospitalar trata dos aspectos psicológicos relacionados ao processo de adoecimento, portanto, reconhece que há um caráter subjetivo presente em todas as enfermidades, compreendendo a doença como um fenômeno biopsicossocial, no qual os aspectos biológicos, psicológicos e sociais estão interligados de forma complexa. Essa abordagem proporciona uma prática de promoção da saúde mais centrada no paciente, buscando tratar os doentes, não apenas as doenças ou sintomas isolados.
Diante do apresentado, analise os itens a seguir, levando em consideração seus conhecimentos sobre as especificidades do trabalho do psicólogo no ambiente hospitalar:
I – O(A) psicólogo(a) hospitalar atua tanto na Atenção Terciária ou Alta Complexidade quanto os serviços de Atenção Secundária. Isso inclui ambulatórios que fornecem acompanhamento a longo prazo, como aqueles que atendem gestantes de alto risco, bebês prematuros ou que estiveram na UTI neonatal, bem como centros especializados em condições específicas como HIV, oncologia e serviços ambulatoriais hospitalares voltados para a reabilitação pós-hospitalização, como casos de amputação e outras cirurgias complexas.
II – Há portarias do Ministério da Saúde que incluem, obrigatoriamente, a(o) psicóloga(o) na equipe mínima de serviços destinados à realização de cirurgia bariátrica, na atenção aos ostomizados e na atenção integral e humanizada ao recém-nascido grave ou potencialmente grave.
III – A(o) psicóloga(o) no âmbito hospitalar deverá estar implicada(o) não só com o sofrimento, mas com a evolução do quadro clínico até a fase final, com o luto e o óbito.
Assinale a alternativa correta:
Todas as alternativas são verdadeiras.
Todas as alternativas são falsas.
Apenas a alternativa III é verdadeira.
Apenas a alternativa II é falsa.
O serviço de saúde do trabalhador de uma Unidade da Rede SUS realiza ação de vigilância em relação aos acidentes com perfurocortantes ocorridos mensalmente no hospital. O psicólogo observou em uma ação interdisciplinar que o setor de pediatria vem apresentando várias notificações de acidente no grupo de técnicos de enfermagem.
Sobre a hipótese apresentada, assinale a opção que indica o procedimento correto a ser seguido pelo psicólogo.
Utilizar os recursos e instrumentos tecnicamente disponíveis para a investigação e o estudo dos riscos do ambiente da pediatria e as condições de trabalho dos técnicos de enfermagem.
Realizar reunião com a chefia do setor de pediatria e trabalhador para definir um programa de educação continuada sobre prevenção de acidentes de trabalho na equipe de enfermagem.
Considerar o relato das chefias do setor de pediatria que serão capazes de descrever os comportamentos inseguros dos técnicos de enfermagem e assim explicar o aumento do número de acidentes no setor de pediatria.
Considerar os relatos dos técnicos de enfermagem, tanto individuais quanto coletivos, que sabem descrever as reais condições e imprevistos que ocorrem no cotidiano de trabalho e são capazes de explicar o aumento do número de acidentes no setor de pediatria.
Realizar anamnese ocupacional com os técnicos de enfermagem acidentados com o objetivo de relacionar a ocorrência do acidente com algum transtorno mental a fim de realizar o diagnóstico correto do dano para a saúde e a relação etiológica com o trabalho.
No livro Intervenções Psicológicas na Intubação: da clínica do agora à clínica do depois (2022), há relatos de uma pesquisa com pacientes sobre as memórias de UTI após a internação, como o seguinte: “tive alucinações terríveis, mas não sei o momento em que isso ocorreu. Muita coisa guardei para mim, outras tento esquecer. E já esqueci boa parte”. Sobre as memórias ilusórias pós-UTI, assinale a alternativa CORRETA de acordo com os resultados da pesquisa:
Foi constatada que as memórias ilusórias estão presentes em cem por cento dos casos de pacientes pós-UTI e estão relacionadas à gravidade da doença, à presença de delirium, ao uso de sedativos e analgesia e à ventilação mecânica.
Os estudos comprovaram que as memórias ilusórias não oferecem riscos para o desenvolvimento de complicações psicológicas, pois são provisórias.
Os relatos dos pacientes comprovaram que as memórias ilusórias são descritas como experiências assustadoras e caóticas, resultando em sentimentos de extrema vulnerabilidade e sofrimento psíquico caracterizado por medo, insegurança, angústia e percepção de um ambiente hostil.
Os pacientes, que apresentaram delirium, descreveram nitidamente as lembranças dos fatos reais durante sua permanência na UTI, incluindo lembranças positivas como a videochamada para a família.
Geralmente as memórias ilusórias trazem conforto para os pacientes, principalmente as lembranças relacionadas à família.
Com respeito às práticas e intervenções da(o) profissional da Psicologia no contexto hospitalar conforme Ribeiro, Reis e Kuster (2022), assinale a alternativa INCORRETA.
Proporciona espaço para expressão de angústias, medos e inquietações relacionadas à doença.
Utiliza técnicas lúdicas com o intuito de modificar o ambiente hospitalar, promovendo assim, um cenário que promova condições psicológicas mais favoráveis para a criança enfrentar a doença.
Realiza mediações nas relações entre paciente, familiares e equipe de saúde, propondo diminuir as angústias e estresse desencadeados em decorrência dos fatores da doença e período de internação.
Proporciona psicoeducação com objetivo de induzir o paciente a tomar decisões de acordo com o melhor entendimento da equipe médica para enfrentamento da doença.
Proporciona escuta para os familiares e equipe de saúde, contribuindo para o desenvolvimento de seus papéis de forma mais consciente e assertiva ao lidar com o paciente ou envolvidos no período de tratamento.
Em relação aos aspectos emocionais presentes na vida de pacientes submetidos à amputação, conforme os aportes do estudo de Bergo e Prebianchi (2018), assinale a alternativa INCORRETA.
Os aspectos emocionais mais frequentes após a hospitalização são o sofrimento causado pela perda de independência e, consequentemente, pela dependência do outro e a sensação de isolamento social.
Os resultados obtidos quanto às áreas de enfoque das publicações na área sobre o tema mostram que são os enfermeiros e não as(os) psicólogas(os) que têm se debruçado sobre o tema, fato que não condiz com o multiprofissionalismo e a interdisciplinaridade.
A partir da família pode-se compreender hábitos saudáveis e de risco, estratégias de enfrentamento e vivência no processo de adoecimento. Dessa maneira, é possível afirmar que as reações familiares influenciarão o estabelecimento de novas referências identitárias pelo paciente.
A história de vida pessoal e o momento histórico-social interferem na patogenicidade do adoecimento e na interpretação dos sintomas por parte do paciente. Há pacientes que passam pela cirurgia em decorrência de doenças vasculares, por exemplo, que podem se sentir aliviados pela dor que sentiam anteriormente no membro que será retirado.
A relação médico-paciente e o suporte familiar, nos períodos pré e pós-operatório, revelaram-se amplamente estudados em pesquisas, o que denota uma maturidade profissional e consideração com a literatura sobre o assunto.
Simonetti (2011) explana sobre a utilização do Diagnóstico Multiaxial em Psicologia Hospitalar, estruturado a partir de quatro eixos, respectivamente:
Eixo I – Racional; Eixo II – Médico; Eixo III – Situacional; Eixo IV -Transferencial.
Eixo I – Racional; Eixo II – Médico; Eixo III – Psicossocial; Eixo IV -Transferencial.
Eixo I – Reacional; Eixo II – Médico; Eixo III – Situacional; Eixo IV -Transferencial.
Eixo I – Médico; Eixo II – Social; Eixo III – Racional; Eixo IV -Transferencial.
Eixo I – Médico; Eixo II – Psicossocial; Eixo III – Reacional; Eixo IV -Transferencial.